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30.12.21

NISA: Centro de Saúde com Vacinação na Modalidade "Casa Aberta"

O Município de Nisa faz saber que, segundo informação da ULSNA, o Centro de Saúde de Nisa encontrar-se disponível na modalidade “Casa Aberta”, hoje (30 de dezembro), das 9h-13h e das 14h às 16h, para vacinação concomitante contra a COVID-19 e/ou contra a Gripe.
No dia 2 de janeiro (domingo), o Centro de Saúde de Nisa encontrar-se-á igualmente disponível das 9h às 13h.
São elegíveis para dose de reforço no regime “Casa Aberta” os utentes com idade igual ou superior a 40 anos com vacinação primária Jansen e com mais de 60 anos com as restantes marcas, que não tiveram COVID-19 e já completaram o esquema vacinal há pelo menos 180 dias.

18.3.21

PORTALEGRE: Câmara disponibiliza transportes para locais de vacinação

 Na sequência da 2a fase do Plano de vacinação contra a COVID-19, a Câmara Municipal de Portalegre informa os munícipes do concelho que, em coordenação com as autoridades de Saúde, irá disponibilizar, a quem o necessitar, transporte para os locais de vacinação designados, nomeadamente os Centros de Saúde e o Pavilhão Gimnodesportivo de Portalegre.
A necessidade de transporte terá de ser comunicada à Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), quando do agendamento da vacina, o que possibilitará a organização do transporte por parte do Município de Portalegre.

10.10.20

PELA SUA SAÚDE: Vacine-se!


Está a decorrer a primeira fase de vacinação gratuita contra a gripe, que visa, entre outros grupos, as grávidas. 🤰🤰
Vacine-se por si, vacine-se por todos!
#umconselhodaDGS #sejaumagentedesaúdepública #estamoson

1.6.20

SAÚDE - Movimento Doentes Pela Vacinação alerta: Vacinas pediátricas em atraso

O Movimento Doentes pela Vacinação assiste com preocupação à quebra das taxas de vacinação entre os mais novos. O Programa Nacional de Vacinação e as vacinas extra- Plano não estão a ser cumpridos, potenciando o aparecimento de doenças graves como o sarampo, a meningite ou a tuberculose. O medo é a principal razão para que pais e encarregados de educação adiem consultas e deslocações aos hospitais e centros de saúde. Um receio que, a curto prazo, pode originar surtos e ter consequências em toda a comunidade. No Dia Mundial da Criança, o MOVA apela aos pais e encarregados de educação que retomem consultas e práticas de prevenção.
Há quebras nas taxas de vacinação pediátrica, mesmo nas vacinas incluídas em PNV. Uma situação considerada extremamente preocupante pelo MOVA, que no Dia Mundial da Criança deixa o apelo: é urgente que se retomem consultas e a vacinação, dentro e fora do Programa Nacional de Vacinação.
"As pessoas têm medo. Temos de assegurar que o seu regresso às rotinas de saúde se processe rapidamente, de forma segura e informada. É fundamental que a população compreenda os riscos desta quebra na vacinação. Que se sinta segura na deslocação para vacinar os seus filhos e que perceba que este é o maior ato de proteção", explica Isabel Saraiva, fundadora do MOVA. “Não temos, ainda, vacina contra a Covid-19, mas não podemos viver a medo. Sabemos que existem muitas outras doenças graves que são preveníveis através de vacinação, como o sarampo ou a meningite. Felizmente podem ser evitadas”, conclui.
O MOVA considera urgente que as autoridades comuniquem com pais e encarregados de educação de forma assertiva e que os serviços e as infraestruturas estejam preparados para receber estes utentes de forma segura, prática e eficaz. 
“Temos de sensibilizar a população para a importância da vacinação, ao mesmo tempo que lhe oferecemos as ferramentas e as infraestruturas ideais para a sua concretização. É urgente que se recupere o tempo perdido durante o confinamento, de forma a evitar a propagação de doenças graves”, continua a fundadora do MOVA.
É cada vez mais importante investir na prevenção, seja através do PNV ou de vacinas recomendadas pelos médicos assistentes. A vacinação previne doenças como o sarampo, a tosse convulsa, o tétano ou a meningite. A Direção-geral da Saúde reforçou recentemente que, até aos 12 meses de idade, inclusive, as crianças devem cumprir atempadamente a vacinação recomendada, imunização que confere proteção precoce contra onze doenças potencialmente graves. Aos 12 meses, as vacinas contra o meningococo C e contra o sarampo, papeira e rubéola são extremamente importantes. Situações epidemiológicas como a do sarampo, por exemplo, não nos permitem adiar esta vacina.
Não esquecer também que a vacina contra a tuberculose (a BCG) continua a estar no PNV para as áreas de risco social e endémico (áreas podem vir a aumentar com a CoVid 19).
Outro caso preocupante, é o da meningite, uma infeção grave, e potencialmente fatal. Qualquer pessoa a pode contrair, mas as crianças pequenas e os adolescentes correm maior risco. Aos pais e encarregados de educação, o MOVA deixa um pedido “Pelo bem dos vossos filhos e da comunidade, apostemos na prevenção".