29.8.26
MARVÃO: Revista “Ibn Maruán” dedicado à Freguesia de Santa Maria de Marvão
Depois de publicados os volumes monográficos das Freguesias
de São Salvador da Aramenha, Santo António das Areias e Beirã, a história,
tradições e vivências da mais antiga freguesia do concelho vão ficar igualmente
registadas, para memória futura, nesta revista cultural editada, ciclicamente,
desde 1991, pelo Município de Marvão.
ENCONTRO: URAP / Norte sobre "25 de Abril nas Escolas"
Serão
debatidos temas como a resistência antifascista na região - Museu da
Resistência e uma história de vida de um antifascista -, o trabalho com os
professores, experiência de formação de professores no quadro do Plano Nacional
de Educação, para além de aspectos gerais como um balanço da
intervenção da URAP na região e a intervenção da organização junto das escolas.
MORA: 𝗣𝗔𝗦𝗦𝗘𝗜𝗢 𝗗𝗘 𝗕𝗧𝗧 – EXPOMORA 𝟮𝟬𝟮𝟲
Prepare-se
para pedalar por paisagens únicas no Passeio de BTT da ExpoMora 2026,
organizado pelo Clube Pedais do Raia com o apoio do Município de Mora.
Descubra o
encanto do Concelho de Mora num passeio guiado, com duas opções à sua medida:
30 km –
dificuldade baixa
50 km –
dificuldade média
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Partida: Escola Básica e Secundária de Mora
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Chegada: Recinto da ExpoMora
Inscrição
gratuita, com direito a: Seguro, T-shirt oficial, Abastecimento, Banhos no
Pavilhão da Escola Básica e Secundária de Mora
⚠ Uso de capacete obrigatório durante todo o percurso.
Venha
pedalar, conviver e celebrar a ExpoMora 2026 num evento pensado para todas as
idades e níveis de experiência!
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até dia 9 de setembro, através do link: https://www.cm-mora.pt/passeio-de-btt-expomora-
26.8.26
OS VERDES denunciam desnorte das políticas ferroviárias do Governo PSD/CDS
As recentes notícias vêm pôr a nu a
total inversão de prioridades políticas em matéria de mobilidade ferroviária.
Se por um lado, é com pompa e circunstância que se anunciam fundos comunitários
avultados para investir no comboio de luxo que virá a circular nas depauperadas
linhas do Douro, Beira Alta e Beira Baixa, através da aquisição por parte de
empresas privadas à CP de material circulante para transformação em comboio
hotel, por outro lado falta investimento para garantir o pleno direito das
populações à mobilidade nestas regiões do país.
Enquanto estiver por cumprir a ligação
ferroviária a todos as capitais distrito, Os Verdes continuarão a exigir do
Governo os investimentos e as intervenções que tardam, como por exemplo a
reativação da linha do Corgo; a resolução do problema do afastamento da estação
de Portalegre à cidade pela criação do ramal, melhorando a atratividade do modo
ferroviário; a reposição de condições de plena utilização da ligação
ferroviária a Beja para que os anúncios se traduzam em obras concretas, sem
novos adiamentos. No mesmo sentido, entendemos a urgência de precaver situações
como as que afetam utentes nas ligações a Évora, onde se verificam com
frequência problemas de lotação esgotada, atrasos prolongados e automotoras
paradas sem condições ideais de conforto, em particular em dias de elevada
temperatura. Na mesma linha, Os Verdes entendem que a nova travessia do Tejo
constitui uma ligação estratégica ao desenvolvimento ligando Chelas ao Barreiro
para retirar pressão rodoviária e incentivar a mobilidade sustentável, pelo que
deve ser assumida como prioritária num contexto de aumento da circulação
ferroviária entre o Norte e o Sul do País e na conexão ao futuro aeroporto.
No entanto, e perante o desinvestimento
progressivo da ferrovia, Governo e Autoridade da Concorrência (AC) alinham a
agulha: a continuidade do caminho da privatização do setor ferroviário, agora
com a proposta da AC para o fim do contrato público com a CP, cujo prazo
termina em 2029 com extensão prevista até 2034, mas que a AC sugere antecipar.
Os Verdes rejeitam o caminho da
privatização da ferrovia, e o exemplo de que este é um trilho sem saída é a
(falsa) premissa de que parte este estudo divulgado pela AC, o que dita o
fracasso desta opção: “permitir que consumidores, empresas e economia
beneficiem de preços mais baixos, maior qualidade e diversidade da oferta e
maior eficiência.”
Reconhecendo o contributo do setor
turístico para o desenvolvimento, Os Verdes não podem aceitar que o mesmo seja
alavancado à custa das infraestruturas, do material circulante essencial ao
transporte de passageiros e mercadorias – cuja recuperação pode e deve estar ao
serviço do transporte público - e de projetos e investimentos que há muito
tardam.
Os Verdes defendem a democratização do uso do transporte público, a justa e necessária reposição e modernização das redes e ligações ferroviárias, a recuperação e o aproveitamento total do material circulante existente, e a renovação do mesmo, e de e de que a CP carece, para além da redução dos tempos de percurso, matérias há tanto tempo reivindicadas por utentes, trabalhadores ferroviários e pelo Partido Ecologista Os Verdes.
Recordemos que, desde o início do ano, a linha da Beira Baixa está sob suspensão parcial do serviço, devido aos estragos causados por temporais severos, obrigando à implementação de transbordos rodoviários e o corte de fluxo ferroviário contínuo no Interior Centro, o que penalizou de forma particular as populações de Abrantes e Castelo Branco.
Como Os Verdes há muito alertam a privatização prejudica as populações, porque em causa estão apenas interesses economicistas e de rentabilidade destes serviços e não o superior interesse público, o que contribuirá para fragilizar os serviços – como hoje se verifica na sequência da entrega do serviço da linha entre Lisboa e Setúbal à Fertagus – e para adensar ainda mais as restrições de acesso à ferrovia dos territórios do interior. Além do mais, a privatização ameaça a segurança ferroviária como se verificou no Reino Unido e que levou a reversão da privatização, na sequência das inúmeras queixas devido a atrasos frequentes, cancelamentos e tarifas elevadas que o modelo privado gerou.
Os Verdes rejeitam
a subconcessão a privados dos serviços urbanos ( três na região de
Lisboa, as de Cascais, Sintra-Azambuja e Sado; e a totalidade das linhas
suburbanas do Porto). A ferrovia é um serviço estratégico para o
desenvolvimento do país e deve ficar sob controlo estatal. Queremos uma
ferrovia, segura e acessível, que contribua com um papel relevante para as
políticas de mobilidade, no combate às assimetrias regionais, na eficiência
energética, na resposta e mitigação das alterações climáticas.
As populações contam com Os Verdes na defesa do direto à mobilidade, porque a mobilidade não pode ser um luxo.
O Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 26 de agosto de 2026
25.8.26
NISA: É Preciso apoiar os Artistas da Terra!
CRÓNICAS DA TABANCA: Vir e não ver…
Começa a jornada pela tardinha no Festival do Crato, com jantar no
intervalo das “melodias de sempre”. No dia 27, logo pela manhã, estará na
Câmara de Nisa para observar e juntar-se à novela da Ponte de Cedillo. Aqui
ouvirá os autarcas falar da autêntica odisseia que tem sido fazer um desenho e
tirar montanhas de selfies desde 2017 como bandeira eleitoral, a enaltecer o
feito socialista. Não têm nada a apresentar, a não ser alguns milhões de euros
de pagamentos de máquinas, fora das autorizações para o arranque da obra. Que
está parada, não avança, uma decepção para a pipi das meias altas que prometeu inaugurá-la
em 2025, como a cereja no topo do bolo e trunfo eleitoral.
A ponte de Cedillo tem uma história de mais de 60 anos. Era compromisso
de Espanha construí-la como contrapartida por terem implantado uma barragem
assente em território nacional. Nunca a fizeram e deixaram que a empresa
(espanhola, tá claro) que administra a barragem passasse, também a “gerir” a passagem como se fossem polícias
de uma fronteira fictícia, mas que sempre permitiu, com maior ou menor
dificuldade, a passagem de portugueses e espanhóis. Agora, não. Só quando a “senhora
Iberdrola” resolve abrir a passagem no coroamento, em tempo de festas. Aboliram-se
as fronteiras, mas uma empresa privada gere, a seu gosto, uma passagem internacional
e limita as relações de dois povos, dos mais isolados na península ibérica.
Na Câmara – o tempo não dará para mais, além das praxes do costume –
José Luís Carneiro não ouvirá falar da urgente necessidade de requalificação
das minas de urânio. Ninguém ousará apontar-lhe os malefícios e insegurança
devido ao prolongamento do prazo de funcionamento da central nuclear de Almaraz,
que há mais de 30 anos devia ter sido encerrada.
Ninguém lhe dirá que a sede do concelho (Nisa) tem deficientes ligações
rodoviárias ao IP2, mormente no sentido Barragem do Fratel - Nisa e que urge criar
as condições para que todos os habitantes do concelho possam transitar nos dois
sentidos sem impedimentos.
Não ousarão questioná-lo sobre
as medidas tem preparadas para , no caso de vir a ser governo, transformar o
interior do país, dando-lhe as mesmas possibilidades de trabalho e emprego das regiões
do litoral. Tampouco o importunarão com essa coisa “mesquinha” que é a
transformação do território e paisagem alentejana, como campo “livre” e sem
travões para as culturas sobre-intensivas, os “campos” a perder de vista de
painéis solares. Nem falo na saúde, das condições impróprias e precárias a que
estão sujeitas as populações alto-alentejanas, envelhecidas pelo peso dos anos
e pelo abandono a que foram sujeitas por sucessivos governos do “bloco central”.
Seria uma ocasião, soberana , para perguntar-lhe que medidas vai propor
ao governo sobre a Barragem de Póvoa e Meadas, arrastando-se a indefinição
quanto à construção da Barragem do Pisão que – é irónico e quase absurdo dizer
isto – vai ser contemplada com uma verba da CIMAA para plantar árvores… As
mesmas ou menos, até, do que aquelas que foram arrancadas, ilegalmente, antes
da aprovação da construção da barragem do Pisão.
E, por último, não ficaria mal, perguntar-lhe, o que pensa da Regionalização.
Todos estes considerandos não esgotam, nem de perto, a panóplia de
problemas do concelho e da região, e por isso não ficaria mal ao executivo apresentar
ao líder socialista, um documento, uma espécie de caderno reivindicativo e plano
de acção.
Conhecendo como julgo conhecer, o “marrafinha”, temo que as representações do folclore e do beija-mão, demorem mais tempo, muito mais, do que a apresentação de problemas e situações reais.
Mário Mendes
24.8.26
SAÚDE: Enfermeiro nisense integra Comissão especializada
A ULS Alto Alentejo congratula-se com a nomeação do
Enfermeiro João Paulo da Cruz Policarpo para integrar a Comissão de Apoio
Técnico Especializado da Mesa do Colégio da Especialidade em Enfermagem
Paliativa da Ordem dos Enfermeiros.
A nomeação do profissional da ULS Alto Alentejo constitui um
reconhecimento das suas competências técnicas, experiência profissional e
dedicação à área da Enfermagem Paliativa, permitindo reforçar a participação
dos nossos profissionais em estruturas de âmbito nacional que contribuem para o
desenvolvimento e valorização da profissão.
A ULS Alto Alentejo felicita o Enfermeiro João Paulo da Cruz
Policarpo por esta distinção, desejando-lhe os maiores sucessos no exercício
destas novas funções, que prestigiam o profissional e constituem igualmente
motivo de orgulho para a instituição.
Livro que revisita memórias de Castelo de Vide apresentado em Póvoa e Meadas
Em declarações à Rádio Portalegre, a autora explicou que o
livro reúne lendas e histórias de Castelo de Vide, a trajetória de uma família
desde 1780, ligações entre famílias marcantes do território e um texto final
sobre uma Páscoa vivida no pós‑Covid, oferecendo aos leitores narrativas curtas
que revelam episódios pouco conhecidos, como a história do cemitério ou do
pintor Martins Barata.
A vereadora da Câmara Municipal de Castelo de Vide, Helena
Esteves, por seu turno, sublinhou que iniciativas como esta valorizam os
autores locais e permitem revisitar a história e a identidade de Castelo de
Vide.
A apresentação do livro “Uma Família de Castelo de Vide”,
antecedeu o arranque das Festas de Verão de Póvoa e Meadas que decorrem até ao
próximo domingo.
in Rádio Portalegre - 22.08.2026
Enfermeira da ULS Alto Alentejo conquista 2.º lugar em concurso nacional de fotografia
Com a obra intitulada “Há Outro Colo à Espera”, a
profissional apresentou uma imagem a preto e branco que dá voz aos desafios
emocionais e aos sacrifícios pessoais da profissão, abordando a constante
dualidade entre a dedicação ao cuidado dos doentes e o regresso à vida
familiar.
Submetida sob o mote “Entre o Visível e o Invisível: o Olhar
da Enfermagem”, a fotografia procura realçar a dimensão humana da prestação de
cuidados de saúde e a necessidade de conciliar a exigência profissional com a
vida pessoal.
A conquista foi publicamente elogiada pela Unidade Local de
Saúde do Alto Alentejo (ULSAAL), que destacou o orgulho na distinção atribuída
à profissional e o valor da arte como forma de sensibilização para a realidade
da enfermagem.
In “linhas de Elvas – 22 Ago.2026
23.8.26
OPINIÃO: Sem respirar em cima das cicatrizes
Entretanto, o Mundo mudou de
laboratório. A heroína, que ocupava o centro do debate, já não é a
protagonista. Hoje, as drogas nascem numa bancada, entre reagentes químicos,
algoritmos do mercado clandestino e organizações criminosas que inovam com uma
velocidade que a ciência, muitas vezes, não consegue acompanhar. O narcotráfico
aprendeu a globalização antes de muitos governos, produz moléculas novas antes
que os laboratórios consigam dar-lhes nome, distribui através das redes
sociais, entrega como quem entrega uma refeição e dissolve fronteiras com uma
eficácia assustadora. O verdadeiro perigo talvez já nem seja a droga que
conhecemos.
Medimo-nos sempre pela forma como
olhamos para os mais vulneráveis. Há 25 anos, percebemos que há derrotas que
não se resolvem com algemas, assim como dependências que nunca aceitarão a
gramática do Código Penal. Percebemos que confundir sofrimento com culpa era um
erro histórico, deixámos de perguntar quem merecia castigo para perguntar quem
precisava de ajuda. A fronteira, que hoje parece quase evidente, exigiu então
uma coragem política pouco habitual.
Os desafios de hoje são outros e
múltiplos: toxicologia, vigilância epidemiológica, capacidade laboratorial,
investigação científica, detecção precoce, cooperação internacional. Estado,
investimento e responsabilidade. E liberdade para respeitar as opções
individuais, cuidando das adicções. Se em 2001 fomos capazes de liderar pela
coragem política, em 2026 temos a obrigação de liderar pela coragem científica.
O perigo do desconhecimento das novas substâncias psicoativas não espera pelos
debates parlamentares ou pela lentidão administrativa. Apenas pela vítima
invisível.
Miguel Guedes – Jornal de Notícias -3
de julho, 2026
22.8.26
José Luís Carneiro traz “Rota pelo Interior” ao distrito de Portalegre
O programa inclui passagens pelo Crato, Nisa, Portalegre e
Elvas, com vários momentos dedicados ao desenvolvimento regional e à ligação
transfronteiriça.
Na quarta‑feira, José Luís Carneiro participa num jantar com
militantes e simpatizantes no Festival e Feira de Artesanato e Gastronomia do
Crato, marcado para as 20:00.
Na quinta‑feira, a agenda começa às 09:00, na Câmara Municipal de Nisa, para acompanhar o projeto da Ponte Internacional sobre o Rio Sever. Segue‑se, às 11:30, uma visita à Fábrica Queijos Santiago, na zona industrial de Portalegre.
Por último, às 15:15, o secretário‑geral do PS inicia uma
viagem na Linha do Leste, entre as estações de Portalegre e Elvas, numa ação
dedicada à importância da ferrovia para a coesão territorial.
In Rádio Portalegre – 21.8.2026
GENOCÍDIO: Ministro israelita apela ao assassinato de “30 a 40 pessoas por noite” em Gaza
No dia em que o enviado e genro de Donald Trump, Jared
Kushner, reuniu com o líder do Hamas no Egito para discutir o desarmamento do
grupo e em que países como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, Egito,
Jordânia, Catar, Indonésia, Turquia e Paquistão condenaram a postura do governo
de Israel de rejeitar o roteiro para a paz proposto por Washington, o ministro
da Segurança Interna israelita Itamar Ben Gvir voltou a defender a política de
limpeza étnica em Gaza.
Numa conversa com Rom Braslavski, que foi refém do Hamas na
Faixa de Gaza, Itamar Ben Gvir disse não estar de acordo com a redução dos
ataques a Gaza durante a primeira quinzena de agosto, justificada pelo
primeiro-ministro Netanyahu para permitir o avanço do plano de Trump.
Ben Gvir foi mais longe e apelou ao reforço dos assassinatos em Gaza. “Acho que deveriam ser levados a cabo assassinatos seletivos em Gaza, eliminando entre 30 e 40 pessoas todas as noites. Não apenas aqueles que representam uma ameaça imediata; há pessoas lá que não merecem viver. Não deviam viver. Nem sequer são pessoas”, afirmou o ministro, reiterando a defesa da “migração massiva” dos palestinianos de Gaza para que Israel possa colonizar o território palestiniano. Palavras semelhantes às do ministro, incluindo ditas pelo mesmo Ben Gvir, têm sido apresentados ao Tribunal Penal Internacional como prova da “intenção genocida” do governo de Israel em Gaza.
“Considero que toda a
Faixa de Gaza é nossa (...) Devíamos ter colonatos não só em Gush Katif (a
colónia israelita na Faixa de Gaza desmantelada em 2005), mas em toda a Faixa
de Gaza, promovendo a maior emigração possível, enviando-os para os seus países
de origem; e, no que diz respeito aos terroristas, nada de emigração, nada,
simplesmente matá-los um a um”, prosseguiu Ben Gvir, também ele colono nos
territórios ocupados ilegalmente por Israel na Cisjordânia e que no governo
tutela as prisões onde milhares de palestinianos são torturados.
O plano de paz colocado pelos EUA em cima da mesa em julho
tem 15 pontos e propõe o desarmamento da Hamas em troca da retirada completa
dos militares israelitas da Faixa de Gaza, com uma transição de poder para uma
comissão independente. Mas Netanyahu já fez saber que recusa o plano e não
aceita retirar o exército antes que esse desarmamento ocorra. “E quando digo
desarmamento do Hamas, refiro-me a armamento pesado, armamento ligeiro, todo o
tipo de armamento”, referiu o primeiro-ministro que enfrenta novas eleições a
27 de outubro. Por seu lado, os dirigentes do Hamas dizem que a entrega do
armamento pesado depende do fim de “todas as formas de agressão” e da retirada
das tropas israelitas de Gaza, que têm atacado diariamente o território desde o
início do suposto cessar-fogo em outubro passado.
In www.esquerda.net –
17 Agosto 2026
IMAGEM: Itamar Ben Gvir. Foto publicada na sua página
Facebook-
NISA: Gentes e locais do nosso Concelho (I): Santana
No “Jornal de Nisa”, na contracapa publicava uma “secção”
chamada Postais do Concelho. Fotos, antigas ou actuais, acompanhadas de uma
descrição, quando tal era possível. Não era mais que um pequeno contributo para
darmos a conhecer as gentes, locais, histórias e memórias de cada terra.
O nosso concelho tem património valiosíssimo, nem é preciso
repeti-lo. Precioso e variado. Ler numa placa toponímica, numa rua humilde e
asseada de uma aldeia, a identificação “Travessa dos Amores” transporta-nos para a
pureza, a essência dos nomes. Ou, na mesma freguesia, deparar com outra
designação “Rua da Redondona” (entretanto substituída, mal, por Luís de Camões”)
leva-nos a pensar nas suas origens.
A toponímia faz parte desse património imaterial que pinta, qual cal branca ou amarela, a beleza de cada aldeia. Por isso, não devem
os nomes das ruas ser tratados com ligeireza ou como se fossem o quintal de
qualquer dirigente autárquico. É património e do mais sublime que as terras
acolhem no seu seio e por isso a lei estipula a existência em cada município de
uma Comissão Municipal de Toponímia.
A de Nisa, não existe. Mas faz falta, nem que seja para
acabar, de vez, com abusos autoritários de quem não conhece a urbe e julga
poder rebaptizar o nome de ruas à imagem da sua ignorância. Fiquemos por aqui…
Legendas para as fotos
1 – Já lhe chamei a rua mais bonita do concelho. Hoje já não
tem o nome original, mas é possível mencioná-lo depois da designação “oficial”,
de mau gosto, com que a rebaptizaram. Rua da Redondona, no Pardo, na “rua mais
bonita”… O que quereria dizer Redondona? Um objecto utilitário de forma
redonda? Uma saia ou peça de traje usada antigamente? Nos “Montes de Baixo” haverá,
ainda, alguém que possa dar uma informação sobre a designação desta rua? Para
mim, haja o que houver, tal como na canção dos Madredeus” será sempre Redondona,
a rua mais bonita do concelho.
2 – Conheci-os nos anos 70, aquando das electrificações nas
aldeias da freguesia (Pardo, Duque e Arneiro). Era um casal simpático que nos
acolhia na sua taberna, onde sobre a mesa estendíamos a toalha e expúnhamos a
refeição do dia. Sempre ali fomos bem tratados e este pequenino texto (e foto)
é uma singela lembrança, doce e melancólica do casal que há anos partiu do nosso
convívio… Que estejam em paz.
3 – Ali bem perto da taberna onde almoçávamos, escondido,
num cantinho, entre duas construções, o forno comunitário. Da comunidade que
quase desapareceu mas, menos numerosa, ainda se junta em dias festivos, no ano.
4 – A placa é quase inexpressiva, mármore branco em terras
de xisto, mas está lá, perceptível, a designação “Travessa dos Amores”. Haverá
amor maior que uma aldeia possa ter?
5 – Um recanto da mesma Travessa. O quotidiano de uma
aldeia, mostrado à luz do trabalho, das canseiras e das flores. Do singelo que,
muitas vezes, aprimora o artista…
21.8.26
NISA. Recordações da casa amarela
Utilizei este título do filme de João César Monteiro (1989) em dezenas de crónicas e apontamentos em diversos jornais e na net. Podiam ser Recordações de uma casa qualquer, de tantas que me preencheram os laços e afectos na vila de Nisa.
Serve, neste apontamento, apenas para lembrar um projecto de
intervenção designado "O Prazer de Viver no Centro Histórico de
Nisa" (1998) e mostrar dois postais
que encontrei entre a minha "papelada".
Já foi um "prazer", viver no Centro Histórico de Nisa. Hoje, nem por isso...
AVIS: Recuperação de veículo furtado
A recuperação do veículo ocorreu na sequência da comunicação
efetuada por um cidadão que, ao deparar-se com o mesmo, suspeitou que pudesse
estar relacionado com um furto e, de imediato, alertou a GNR.
Na sequência da comunicação, os militares da Guarda
deslocaram-se ao local, onde confirmaram que o veículo correspondia ao que se
encontrava sinalizado como furtado, tendo procedido à sua recuperação e às
diligências necessárias para posterior restituição ao legítimo proprietário. A
ação contou ainda com a intervenção do Núcleo de Investigação Criminal de Ponte
de Sor, que desenvolveu as diligências de investigação necessárias ao
apuramento das circunstâncias relacionadas com o furto.
A GNR destaca a importância da colaboração dos cidadãos na
prevenção e investigação de ilícitos, salientando que a comunicação atempada às
autoridades pode contribuir de forma significativa para a rápida recuperação de
bens furtados.
CASTELO DE VIDE: Exposição “a falta como lugar de encontro”, de Augusto Rainho
A exposição reúne 35 obras de desenho e pintura realizadas pelo artista entre 2004 e 2026 e estará patente ao público até 3 de novembro.
DGArtes alarga prazo de candidaturas para criação da Orquestra Regional do Alentejo
As candidaturas estavam previstas terminar a 9 de Setembro,
mas esse prazo foi agora prorrogado até às 17h59 do dia 25 do mesmo mês,
revelou a DGArtes, num comunicado publicado na sua página de Internet.
O concurso, aberto a 15 de Julho, conta com uma dotação
financeira global disponível de 1.620.000 euros, a atribuir por um período de
dois anos, e pretende valorizar o património musical na região do Alentejo,
lembrou.
Os outros objetivos principais são «contribuir para a
afirmação do património musical português, valorizar a música erudita,
incentivar o seu cruzamento com outras artes e facilitar o acesso cultural no
Alentejo através de uma programação regular e diversificada».
As candidaturas estão disponíveis para as associações
culturais sem fins lucrativos com sede no Alentejo, segundo a DGArtes.
As atividades a apoiar inscrevem-se «nos domínios da
criação, edição, circulação nacional, ações estratégicas de mediação e
internacionalização, valorizando-se a articulação com municípios e entidades
culturais locais».
«São ainda valorizadas atividades que promovam o
desenvolvimento regional, a inovação, a intervenção ativa nas comunidades, a
inserção profissional e valorização contínua dos músicos, a inclusão social, a
cidadania e o trabalho coletivo através da prática orquestral», sublinhou.
Na nota divulgada, a DGArtes referiu que, nos dias 24 e 25
deste mês, vão decorrer três sessões de esclarecimento sobre este concurso, em
Grândola, Beja e Portalegre, promovidos em colaboração com a Comissão de Coordenação
e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo.
Em Abril e em Julho, também foram realizadas em Évora
sessões de esclarecimento relativas à criação da Orquestra Regional do
Alentejo.
Portugal tem atualmente três orquestras com estatuto de
Orquestra Regional: a Orquestra do Norte, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a
Orquestra do Algarve.
O Governo aprovou, em novembro de 2023, a alteração ao
estatuto das orquestras regionais e a definição de «condições para a atribuição
de incentivos pelo Estado», através da DGArtes. O documento foi depois
promulgado pelo Presidente da República, no final de Dezembro.
Desta maneira, o estatuto de orquestra regional passou a
poder ser atribuído apenas “por concurso ou por concurso limitado, de forma a
tornar a obtenção do estatuto de orquestra regional mais exigente”.
No ano passado, abriu um concurso limitado, com uma dotação
global de 9,72 milhões de euros, para apoiar estas orquestras.
Cada orquestra receberá um apoio anual de 810 mil euros,
totalizando 3,24 milhões de euros por orquestra ao longo de quatro anos
(2025-2028).
in Lusa - 20.8.2026
20.8.26
OPINIÃO: Um código QR também pode ser uma armadilha: a prevenção começa nos nossos hábitos
A cibersegurança não depende apenas da tecnologia que
utilizamos para proteger computadores e telemóveis. Depende também das decisões
que tomamos todos os dias. Um clique numa ligação, a introdução de uma palavra
passe numa página aparentemente legítima ou a leitura de um código QR podem
parecer ações banais, mas são muitas vezes o primeiro passo de uma fraude.
O phishing continua a explorar essa combinação entre
tecnologia, confiança e comportamento humano. O objetivo pode ser roubar
credenciais, obter informação financeira, instalar software malicioso ou
simplesmente convencer a vítima a realizar uma ação que beneficia o atacante.
Nos últimos meses, uma das evoluções mais visíveis desta
técnica tem sido o quishing, ou seja, a utilização de códigos QR em campanhas
de phishing.
A lógica é simples. Em vez de apresentar diretamente uma
ligação maliciosa num email ou numa mensagem, o atacante coloca essa ligação
dentro de um código QR. Quando a vítima o lê com o telemóvel, é encaminhada
para uma página fraudulenta que pode imitar um banco, uma plataforma de
pagamentos, um serviço de correio eletrónico, uma empresa de entregas ou outro
serviço conhecido.
Há duas razões que ajudam a explicar a eficácia desta
técnica. A primeira é que o código QR esconde o endereço para onde vamos ser
encaminhados. A segunda é que muitas vezes transfere a interação do computador,
que pode estar protegido pelas ferramentas de segurança da empresa, para um
telemóvel pessoal, onde esses controlos podem não existir.
Os dados mostram que já não estamos perante uma ameaça
residual. De acordo com o Relatório de Ameaças da ESET relativo ao primeiro
semestre de 2026, foram registadas, a nível global, cerca de 100 mil deteções
de quishing por mês. Aproximadamente 11% dos emails de phishing detetados pela
ESET utilizavam códigos QR. Em Portugal, esta categoria representou 4,8% das
deteções de ameaças por email e foi a sétima mais detetada no país.
Mas os números, por si só, não explicam o problema.
O que torna o quishing particularmente eficaz é o facto de
se misturar com os nossos hábitos. Um código QR colocado num contexto familiar
tende a gerar menos desconfiança do que uma ligação desconhecida. E quando
surge associado a um pedido urgente, a uma fatura, a uma alteração de salário,
a um documento para consultar ou a um pagamento pendente, a pressão para agir
rapidamente aumenta.
Por isso, a primeira regra deve ser muito simples: um código
QR deve ser tratado com o mesmo cuidado que qualquer ligação recebida por
email, mensagem ou redes sociais.
Antes de introduzir dados pessoais, credenciais ou
informação financeira, é importante verificar o endereço apresentado pelo
telemóvel e confirmar se corresponde realmente ao serviço que pretendemos
utilizar. Quando o pedido é inesperado, deve ser confirmado através de outro
canal. E se uma página pedir informação que normalmente não seria necessária
naquele contexto, o mais prudente é interromper o processo.
Esta atenção é igualmente importante nas empresas, sobretudo
nas pequenas e médias organizações, onde uma conta comprometida pode ter
consequências muito além do utilizador afetado. O acesso a um correio
eletrónico empresarial, por exemplo, pode ser utilizado para tentar chegar a
colegas, clientes ou fornecedores através de mensagens que parecem
perfeitamente legítimas.
Aqui, a responsabilidade não pode recair apenas sobre quem
recebe a mensagem. As organizações devem combinar a sensibilização dos
colaboradores com medidas técnicas como autenticação multifator, proteção do
email, gestão de vulnerabilidades, atualização dos sistemas e soluções capazes
de identificar comportamentos suspeitos.
A formação continua a ser essencial, mas não porque seja
possível transformar cada colaborador num especialista em cibersegurança. O
objetivo é outro: criar hábitos simples que façam com que uma situação
inesperada provoque uma segunda verificação antes de uma ação.
É também importante abandonar a ideia de que estas fraudes
acontecem apenas a grandes empresas ou a pessoas pouco familiarizadas com
tecnologia. O phishing funciona precisamente porque explora comportamentos
universais: confiança, curiosidade, urgência, distração e rotina.
À medida que os nossos hábitos digitais evoluem, os métodos
utilizados pelos criminosos evoluem com eles. O quishing é apenas um exemplo
dessa adaptação.
A resposta não passa por deixar de utilizar códigos QR ou
por desconfiar de toda a tecnologia. Passa por evitar que a conveniência
elimine completamente a nossa capacidade de questionar aquilo que temos à
frente.
Num mundo em que cada vez mais serviços começam com um
clique, uma mensagem ou um código no ecrã, alguns segundos para verificar antes
de confiar continuam a ser uma das medidas de segurança mais simples e eficazes
que temos ao nosso alcance.
Artigo de opinião de Ricardo Neves, ESET Portugal
19.8.26
CASTELO DE VIDE: 𝐕𝐢𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐅𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚𝐬 - 𝐒𝐚̃𝐨 𝐌𝐚𝐫𝐭𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨
A próxima deslocação, organizada pelo Município, através do
CLDS-5G, tem como destino a praia de São Martinho do Porto no dia 29 deste mês.
ℹ A partida está agendada para as 07h30 na Praça Valência de
Alcântara e as 𝗶𝗻𝘀𝗰𝗿𝗶𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲𝗰𝗼𝗿𝗿𝗲𝗺
𝗻𝗼 𝗚𝗮𝗯𝗶𝗻𝗲𝘁𝗲
𝗱𝗲 𝗔𝗰̧𝗮̃𝗼
𝗦𝗼𝗰𝗶𝗮𝗹 até dia 27.
O Projeto CLDS-5G é financiado por Fundos Europeus (FSE+.
Pessoas 2030, Portugal 2030) e cofinanciado pela União Europeia.
Eixo 3 - Promoção da autonomia, envelhecimento ativo e
longevidade
Atividade 1 - Ativa Geração
NOTA: EM CASTELO DE VIDE E NOUTRAS AUTARQUIAS ALENTEJANAS HÁ VIAGENS À PRAIA! EM NISA NÃO HÁ PORQUÊ? O NISA EM FESTA TODO O DINHEIRO LEVOU?
AVIS: 𝐂𝐚𝐧𝐨𝐚𝐠𝐞𝐦: 𝐃𝐞𝐬𝐜𝐢𝐝𝐚 𝐝𝐚 𝐑𝐢𝐛𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐝𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔
A concentração dos participantes está marcada para as 07h40,
junto ao hangar do Complexo do Clube Náutico de Avis, de onde todos partirão,
às 09h30, em direção ao descarregador da Barragem do Maranhão, ponto de partida
para esta descida.
O percurso, já realizado em anos anteriores, estende-se por
cerca de 12 km, apresentando um grau de dificuldade médio. Ao longo do trajeto,
os participantes poderão desfrutar de um cenário de grande beleza natural,
marcado pela passagem por locais de elevado interesse paisagístico e ambiental.
17.8.26
CÂMARA DE NISA: Contenção a quanto obrigas…
Quando o assunto é mais sério e merecedor de informação detalhada, a
norma é o silêncio ou o recurso ao léxico das palavras que nada dizem e
apontam, quase sempre, para a insegurança.
Tomam os munícipes por estúpidos, no estilo “quanto menos souberes,
melhor!” e assim “constroem um manancial de desinformação.
Vem a propósito referir o Aviso sobre a interdição de alguns percursos
pedestres “por motivos de segurança”. Assim mesmo, liminarmente, sem mais
explicações. Situações que levantam algumas dúvidas. O que se passa com esses
Percursos? No Pr 7 Nis “Entre Azenhas” e no PR 8 Nisa “Trilhos do Moinho Branco”,
o que aconteceu? Há lobos à solta? Passagens interrompidas? Falta de água no
Sever? Falta de vontade de explicar a situação nos seus devidos contornos? A
poucas semanas das Festas da Vila, em Montalvão, os montalvanenses estarão
impedidos de percorrer os caminhos da sua infância e de dá-los a conhecer a
amigos e familiares? Ou irão caminhar por sua conta e risco, apenas porque a
senhora Câmara, com os “motivos de segurança” lava daí as suas mãos?
E no percurso PR 11 Nisa “Trilho da Barca d´Amieira, o que se passa? O
trilho fugiu? Os carrinhos de ferro sobre os carris deixaram de funcionar ou o
terreno – o que não seria caso único na gestão municipal – não foi devidamente
legalizado para o efeito? Ah! E a barca que dá nome ao percurso… Onde é que ela
pára? Por que não é utilizada sendo, segundo as parangonas da inauguração,
factor de enorme progresso e desenvolvimento para a freguesia e para o concelho– sic.
Onde anda, afinal, a barca do Tejo? Porque estão os habitantes do
concelho e visitantes impedidos de percorrer, visitar e apreciar as belezas do
Tejo, quando este percurso foi sempre apontado como o “salvador da pátria turística”
do concelho?
Anomalias há em toda a parte. Explicá-las de forma clara, rigorosa e
coerente, sem recurso a chavões como a “segurança”, seria uma obrigação das
entidades que gerem esses percursos, neste caso, a Câmara Municipal de Nisa.
Não o fazendo, é motivo para se lhe perguntar: do que é que têm medo?
Mário Mendes
SAÚDE: Três novos dadores em Fronteira
Por motivos imprevistos, esta colheita teve de ser adiada, mas o certo é que já se efetivou e com sucesso. Estivemos na vila de Fronteira e fomos recebidos no centro de saúde, em dia simpático de verão. Para além da equipa da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP – esteve presente a Unidade Funcional de Imunohemoterapia da ULSAALE.
22 voluntários inscreveram-se no sentido de doarem sangue. O sexo
feminino esteve representado com sete presenças. Novos dadores foram em número
de três, o que é sempre motivo de se destacar.
Dois dos fronteirenses presentes não puderam doar sangue nesta
jornada, pois assim determinaram os exames clínicos efetuados previamente. Ao
todo foram angariadas duas dezenas unidades de sangue total que contribuíram
para equilibrar as reservas da região.
A Câmara Municipal de Fronteira apoiou a realização do almoço
convívio, no qual participaram os protagonistas deste dia.
O calendário da ADBSP tem previstas brigadas proximamente em: Alpalhão
(Nisa) no centro cultural, a 22 de agosto; depois no centro de saúde de
Montargil, Ponte de Sor, a 29 de agosto. Acontecem as nossas colheitas aos
sábados das 09h00 às 13h00, mas não se atrase.
Dê sangue e entre em:
https://www.facebook.com/AssociacaoDadoresBenevolosSanguePortalegre/
JR
16.8.26
Urgência de Obstetrícia do Hospital de Portalegre volta a encerrar: MDM exige respostas imediatas
A maternidade não pode fechar quando mais precisamos dela. A
interrupção recorrente deste serviço essencial coloca em risco a saúde e a vida
de grávidas e bebés, obrigando a deslocações longas, inseguras e muitas vezes
realizadas em momentos críticos.
Os encerramentos intermitentes
das urgências obstétricas geram incerteza e angústia no momento do parto,
aumentam o risco para grávidas e recém-nascidos, reforçam as desigualdades
territoriais no acesso à saúde e configuram situações de violência obstétrica
estrutural.
Para o MDM, a saúde das mulheres não pode depender do código postal. O
acesso a cuidados de saúde materna de qualidade deve ser garantido em todo o
território nacional, em condições de proximidade, segurança e dignidade.
Perante esta situação, o Núcleo de Portalegre do MDM exige:
Um Serviço Nacional de Saúde público, universal e gratuito,
devidamente reforçado
A abertura permanente (24h/dia, todos os dias) das urgências
obstétricas
A contratação urgente de profissionais de saúde
O fim dos encerramentos rotativos de serviços
A valorização do planeamento familiar e da saúde materna como
prioridade política
O MDM reafirma o seu compromisso na defesa dos direitos sexuais e
reprodutivos das mulheres e apela à mobilização da população e das entidades
responsáveis para pôr fim a esta situação inaceitável.
Nem um direito a menos. Todos os direitos para todas!
MDM – Movimento Democrático de Mulheres - Núcleo de Portalegre



































