Inscrições até 19 de maio pelo tlf. 241 850 000
17.5.26
SARDOAL: 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐄𝐬𝐩𝐢́𝐫𝐢𝐭𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨 - 𝐓𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐮𝐢𝐭𝐨
AVIS: 𝐅𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐋𝐢𝐯𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐯𝐢𝐬 𝐫𝐞𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐞𝐦 𝐦𝐚𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔
A iniciativa, promovida pelo Município de Avis, contará com
apresentações de livros, oficinas para crianças, encontros culturais e
espetáculos musicais ao longo dos três dias. Entre os destaques da programação
estão a apresentação do livro/disco “Faz-de-conta”, com Júlio Pereira, as
apresentações dos livros de Ana Rita Andrew, de Carlos Canhoto e da URAP, o
encontro de diversidade cultural “AVIS + INCLUSIVA”, bem como as atuações musicais
de Soul Connection e Roncas D’Elvas.
O evento inclui ainda atividades para os mais novos, momentos de
partilha cultural e a participação de associações locais, reforçando a aposta
do concelho na promoção da leitura e da cultura junto da comunidade.
Uma oportunidade para celebrar os livros, a criatividade e o convívio
cultural em pleno coração de Avis.
A Feira do Livro de Avis conta com a colaboração do Agrupamento de
Escolas de Avis, da Associação de Pais e Encarregados de Educação das Escolas
do Concelho de Avis, do projeto AVIS + INCLUSIVA CLDS 5G e do Rancho Folclórico
de Avis.
Venha, contamos consigo! Ver menos
16.5.26
PORTALEGRE: Biodanza na Cooperativa Operária
A Biodanza é uma prática que alia movimento, música e encontro humano, contribuindo para o bem-estar físico, emocional e social, num ambiente seguro, descontraído e acolhedor.
🟢 Aula de Biodanza: +55 anos
📅 Data: 21 de maio 2026
🕘 Hora: 14h30
📍 Local: Ginásio da Cooperativa Operária
Portalegrense
👩🏫 Facilitadora: Graciete
Trindade (Biodanza® SRT – Facilitadora)
“Quando um ‘velho’ dança, ele nada tem de velho excepto o seu cabelo, o
seu espírito ainda é jovem.” Luciano de Samósata
A participação requer inscrição prévia, pelo que agradecemos que
confirme a sua presença através dos contactos habituais:
📞 Telemóvel: 925 590 356
📧 Email: cooportalegrense@gmail.com
📘 Facebook: @cooportalegrense
Contamos consigo para viver este momento de movimento, expressão e
alegria de viver. Traga roupa confortável e vontade de participar!
IN MEMORIAN – João Abel Manta
• Texto e cartoon
retirado de Vasco Gargalo
14.5.26
NISA: REVERSO DA MEDALHA (II) – Como vai a Câmara resolver este “bico d´obra”?
A Câmara de Nisa foi resolvendo aos poucos as situações que careciam ser resolvidas. E
foram muitas, daqui se enaltecendo a acção dos funcionários municipais.
Mas, nem tudo ficou resolvido e na Praça da República, o placard ou outdoor de que a Federação Distrital do PS julga ser legítima proprietária, numa mais que obscura decisão da senhora Idalina, em 2014, foi derrubado, em parte, por força dos ventos e na queda arrastou a vedação metálica do prédio que, indecorosa e provocatoriamente, o outdoor continua a tapar.
O placard federal-xuxalista continua lá tombado, com a
imagem do camarada (tardio) de António José Seguro , actual Presidente da República,
desabada, como se tivesse sido apeado da função. Duas colunas em granito que
suportavam as grades em ferro da protecção do edifício, foram igualmente
derribadas, uma delas caindo na via pública e actualmente preservada no
interior do prédio.
Para além do derrube da estrutura metálica, o muro sofreu
fortes danificações e continua à espera, passados mais de três meses, que a Câmara
tome a decisão de mandar reparar todo conjunto e fazendo aquilo que já devia
ter feito há muitos anos: retirar o painel isaltinista, ali colocado
ilegalmente e usado em exclusivo pelo Partido Socialista, via Federação
Distrital.
Os icónicos “monumentos” que a Isaltina foi plantando pelo concelho como adereços fantasmagóricos, deram nisto: e tudo o vento levou!
Retirem o monstro propagandístico da Praça da República! Arranjem
o muro que por força da teimosia e irresponsabilidade agora desabou e plantem
árvores e flores onde fazem falta.
É tempo de deixarem brincar aos techs, aos icónicos e identitárias.
ANDA TUDO AO “RABISCO”! Como é que há de chegar para o SNS ?
Cunhado de Leitão Amaro alvo de buscas
A Polícia Judiciária está a fazer buscas, esta quinta-feira, por suspeitas de corrupção em concursos de aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Um dos alvos, avança a "SIC Notícias", é Ricardo Leitão Machado, cunhado de António Leitão Amaro, ministro da Presidência.
MONTALVÃO: Ponte sobre o rio Sever continua parada à espera de aprovação ambiental
A consignação da obra e respetivas acessibilidades, entre
Montalvão, no concelho de Nisa, e Cedillo, foi efetuada a 29 de dezembro de
2025, num investimento de 19,5 milhões de euros. A ponte é um projeto
financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e foi acordada entre
Portugal e Espanha na XXV Cimeira Ibérica, realizada em Faro a 23 de outubro de
2024.
O presidente da Câmara de Nisa, José Dinis Serra, explica
que a obra ainda não arrancou porque «subsistem pendências administrativas»
associadas ao procedimento de AIA, designadamente as pronúncias da Agência
Portuguesa do Ambiente (APA).
«Ainda subsistem pendências administrativas que estão
associadas ao procedimento, designadamente as pronúncias da APA, relativamente
aos elementos que nos termos legais devem de ser apresentados em várias fases
e, esta que nós estamos a falar, concretamente, é aquela que diz respeito
previamente ao início da execução da obra», adianta.
José Dinis Serra caracterizou o processo como «complexo, com
uma tramitação administrativa e ambiental que já decorre há praticamente cinco
anos para uma obra que é previsível de execução em pouco mais de um ano, ano e
meio, o que demonstra a dimensão técnica, jurídica e institucional deste
projeto».
A «principal preocupação neste momento», disse o autarca,
prende-se com a «necessidade de garantir o alinhamento entre os calendários e o
financiamento», sendo esta «uma questão que persiste». «É moroso, queixamo-nos
verdadeiramente desta morosidade de pronúncia, mas as coisas são como são e
temos reportado esta preocupação da morosidade», acrescentou.
Ainda assim, o presidente da Câmara de Nisa garantiu existir
neste processo um «profundo alinhamento» entre o município, o Ministério da
Economia e da Coesão Territorial e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
Regional do Alentejo.
A ponte internacional sobre o rio Sever é uma reivindicação antiga na região e vai permitir cortar 85 quilómetros no atual percurso por estrada entre Montalvão e Cedillo. Além da construção da nova ponte, o projeto contempla também a requalificação da Estrada Municipal 1139 ao longo de «aproximadamente nove quilómetros».
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Nuno
Veiga/Lusa/Arquivo
13.5.26
CASTELO BRANCO: Apresentação de livro de António Salvado com ilustrações de Rosário Bello
Com ilustrações de minha autoria onde cada poema deste livro magnífico
conta uma "história" através da cor e da minha arte. Um desafio e uma
honra este convite à minha arte feito pelo grande poeta albicastrense, António
Salvado o qual já não se encontra entre nós deixando no entanto um grande
legado que se eterniza através da suas palavras.
ESPERO POR VÓS
Dia 20 de Maio pelas q5 horas na Escola Nuno Álvares em Castelo Branco,
com momento musical pelo, Prof. Pedro Ladeira e apresentação pela Prof. Dra.
Maria de Lurdes Gouveia Barata.
ROSÁRIO BELLO, artista plástica e...ilustradora
CASTELO DE VIDE: IV Jogos Olímpicos Seniores Adaptados juntam 400 participantes de mais de 30 instituições no dia 20 de Maio
Realiza-se no próximo dia 20 de Maio a quarta edição dos Jogos Olímpicos Seniores Adaptados 2026, que este ano se realizam ao ar livre no Estádio Municipal Manuel Rodrigues, em Castelo de Vide, e com participação de pessoas cegas e com baixa visão.
Numa organização da Fundação Nossa Senhora da Esperança, que
mereceu a celebração de um Protocolo com a Câmara Municipal de Castelo de Vide,
bem como em estreita articulação com as Juntas de Freguesia de Castelo de Vide
e a Associação Desportiva de Castelo de Vide, os Jogos Olímpicos Seniores vão
reunir cerca de 400 pessoas, oriundas de 10 concelhos do Alto Alentejo, de Espanha (Valência de Alcântara) e ainda de
representantes do Projeto Sexto Sentido, sediado no Porto.
O programa prevê a participação em 13 jogos diferentes, como
por exemplo boccia, estafeta, penaltis, lançamento do peso e halterofilismo,
devidamente adaptados para acolher todas as pessoas, respeitando diferentes
ritmos e capacidades.
O programa prevê a receção das equipas a partir das 8:30
horas, estando a apresentação e a abertura dos Jogos prevista para as 9:45-10
horas. Os jogos desenrolam-se durante a manhã, e depois do almoço haverá um
apontamento cultural das instituições e a entrega de prémios, estando o
encerramento previsto para cerca das 16:30 horas.
Jogos tornam-se mais inclusivos
Nesta sua quarta edição, os Jogos Olímpicos Seniores dão um
passo histórico: tornam-se mais inclusivos.
Pela primeira vez, pessoas cegas e com baixa visão vão
participar em algumas modalidades (com adaptações pensadas por e para elas),
numa edição integrada no projeto TODAGENTE (Arte e Educação para Acessibilidade
e Inclusão) que a Fundação Nossa Senhora da Esperança tem em curso.
Neste quadro, regista-se ainda a participação de elementos
do Projeto Sexto Sentido, uma cooperativa de solidariedade social cujo objeto
social inclui a promoção da inclusão social de pessoas com deficiência visual
através da prática desportiva inclusiva, nomeadamente a criação de equipas de
marcha e corrida guiada para pessoas cegas e com baixa visão.
12.5.26
MÚSICA: Cantos da Revolução: ouçam Paulo Tó!
Este novo disco de Paulo Tó é uma emoção e um acontecimento!
Para quem, deste lado do oceano, conhece uma boa parte destas canções,
desengane-se: nunca as ouviu. Nunca assim, reemergindo cinquenta anos depois
(nalguns casos mais), fundidas com a cultura musical brasileira - e com força
nova, arranjo mudado, outra musicalidade. Para alguns, será virgem descoberta.
Mas mesmo quem, em Portugal, se habituou a saber do Fausto, do Zé Mário, do
Sérgio Godinho ou do Zeca Afonso, não conseguirá escapar à maravilha quando escutar
algumas das pérolas que o Paulo Tó arrancou, vigorosamente, ao nosso
esquecimento coletivo. É um espanto ouvi-las brotar, meio século depois, como
se a voz do Paulo Tó tivesse chegado para sacudir o esmorecimento e fazer a
turba romper outra vez.
E não são umas quaisquer canções, as que foram escolhidas para compor
este disco. São as nossas canções de resistência e de revolução.
Poderíamos dizer, sem dúvida, que elas dão a ouvir um certo tempo
histórico. Desde logo, o da ditadura em que algumas nasceram e que denunciaram
com as metáforas possíveis para fugir à censura. Como “Os Vampiros”, de 1963,
“verdadeiro meteoro caído com estrondo nas águas chocas” (a expressão é do
Sérgio Godinho) do regime fascista e da sua paisagem musical.
Mas muitas destas músicas são “Cantos da Revolução” porque a sua
existência é revolucionária, antes mesmo da revolução política do 25 de abril.
De facto, mais do que “dar a ouvir” o seu tempo histórico, algumas destas
canções interromperam-no, mudando para sempre a música portuguesa. Em 1971,
três anos antes do fim da ditadura, três discos inesquecíveis, do Sérgio
Godinho, do Zé Mário e do Zeca, foram gravados em Paris. É deles que vêm
algumas algumas das mais belas canções que Paulo Tó escolheu para este álbum:
“Maio, maduro Maio” (do Zeca), “Que Força É Essa” (do Sérgio), “Mudam-se os
tempos, Mudam-se as vontades” (do Zé Mário, que junta aos versos de Camões a
sua própria estrofe de apelo à ação). Três músicas compostas e editadas durante
o fascismo, mas que são já de um outro tempo, de um tempo por vir, como se
estivessem a antecipá-lo. Quer pelas suas palavras, que parecem adivinhar o que
virá, quer pela sua forma musical, pelas suas “encenações sonoras” que
inauguram já uma outra época sensível, distante da balada e do fado. Nesse ano
de 1971, conta Luís Freitas Branco, na apresentação em Lisboa dos álbuns de Zé
Mário Branco e de Sérgio Godinho – “Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades” e
“Os Sobreviventes”, que abre com “Que Força é Essa” – havia duas cadeiras
vazias no palco, representando simbolicamente o exílio dos dois cantores. É
possível imaginar presença mais ruidosa que essa?
Noutros casos, as canções escolhidas por Paulo Tó para este disco só
poderiam ser filhas do PREC, o Processo Revolucionário Em Curso, cujos
cinquenta anos agora se celebram. São músicas nascidas no meio dessa alucinante
aceleração do tempo, que participam do processo, são testemunho e parte, são
“alimento e companhia” de um momento em que tudo era possível porque tudo tinha
de ser inventado perante a estrondosa queda do velho mundo. São empolgantes
“Cantos da Revolução”, claro, as músicas do Fausto ou do Sérgio Godinho, que
falam de mais-valia, das contas a ajustar com a exploração, da raiva e da força
do trabalho, da urgência de varrer o capital. Como ouvir essas músicas agora
que a história é outra? Grande comoção escutá-las assim, no modo como o Paulo
Tó as traz para o nosso tempo e, dando-lhes outro ritmo, faz com que a sua
vibração ressoe nas nossas aflições e esperanças, descolonizando até o nosso
imaginário, ampliando-o perante a estranheza de um projeto que dizia então o
seu nome com palavras certeiras. Nós já fomos capazes de sonhar e de fazer isto
tudo, não já?
“Cantos da Revolução”, ainda? - perguntamo-nos talvez quando o álbum
chega ao fim. Sê-lo-ão, mesmo quando o furacão amainou (“As Horas
Extraordinárias é de 1983) e quando o tempo é de torpor? “Cantos da Revolução”,
ainda, sim, porque há quem não tenha fugido nem fique à espera (a música do Zé
Mário que encerra este disco é de 1990). Afinal, ao final, parece que todas
estas músicas, da primeira à última, são ao mesmo tempo intempestivas e
urgentes num tempo como o nosso. Obrigado, Paulo Tó, por este pequeno tesouro.
Agora é connosco: ouvir, partilhar e “espalhar a notícia”!
·
José Soeiro - 28 de abril 2026
VILA VELHA DE RÓDÃO: Lançamento do nº 14 da Revista Açafa Online
Local: CIART – Centro de Interpretação da Arte Rupestre do Tejo
Apresentação do nº 14 da revista Açafa Online
A Associação de Estudos do Alto Tejo, em parceria com o município de
Vila Velha de Ródão e o CIART, dão a conhecer o número 14 da revista Açafa
Online, pelo que convidam os interessados a estarem presentes no CIART, no
próximo dia 22 de maio, pelas 18 horas.
Açafa online é uma publicação digital da Associação de Estudos do Alto
Tejo, destinada a divulgar documentos relacionados com o estudo e a salvaguarda
do património cultural e do património natural da bacia interior do rio Tejo,
sobretudo na região da Beira Baixa, embora possa incluir documentos de outras
origens geográficas. Esta revista digital teve o seu início em 2008 e constitui
um importante repositório de temáticas de investigação patrimonial realizadas
na região.
A revista será apresentada pelo Dr. Marcos Osório, investigador e
docente da Universidade de Coimbra.
Neste décimo quarto número, composto por 20 artigos, renovam-se as
temáticas habituais contidas neste meio de comunicação digital, com ênfase na
Arqueologia, complementadas com inclusões significativas na Geologia, na
História e na Etnografia.
11.5.26
SINES: Concerto de Ana Alfredo no Pátio das Artes |14 Maio 2026 - 21h30 | Entrada livre
Programação
Concerto de Ana Alfredo
Ana Alfredo, conhecida artisticamente como “Mukongo”, é uma cantora e compositora angolana cuja trajetória musical teve início em 2014. Começou na Igreja Metodista Unida, onde atuou como corista e solista no grupo coral. A sua carreira ganhou destaque com a participação em diversos concursos musicais. Na sua formação vocal, Ana Alfredo teve como mentores iniciais o seu pai e irmão mais velho. Em 2016, aprimorou os seus conhecimentos com a orientação de figuras como Rei Webba, Professor Massoxi e Nazarina Semedo, durante a sua passagem pela Palanca TV. Profissionalmente, colaborou com a Banda Acácia em apresentações na TV Zimbo e integrou a Banda Ukãe.
Nota: Estarão disponíveis para venda iguarias e artigos de Angola
PORTALEGRE: Festival Emergente na Quina das Beatas
Beatriz Madruga + Adoro Protocolo + Parque Império
Quina das Beatas Fest / Festival Emergente
Electro / Pop / Rock | PA e CC | 5€ | M/6 anos
Esta será uma noite especial no CAE Portalegre, em parceria com o
Festival Emergente, com concertos dos dois projetos premiados e da menção
honrosa na 7ª edição do festival, realizada em dezembro de 2025, na BOTA, em
Lisboa.
Três artistas que se afirmaram em resultado da Open Call Super
Emergentes, que o festival já realiza desde 2020 e que só no ano passado teve
94 candidaturas. Pelo Festival Emergente já passaram nomes como Pedro Mafama,
Filipe Sambado, Meta, Lana Gasparøtti, Humana Taranja, Falso Nove, Javisol, O
Marta, Malva, Marquise, entre muitos outros, que vão marcando a novíssima
música portuguesa.
Como novidade em 2026, as Quina das Beatas, vão contar com o “Mercado
Mãos Criativas”, apresentando várias ofertas de produtos artesanais feitos na
região. Inscrições e informações atravez do mail
mercado.maos.criativas@gmail.com
Beatriz Madruga – 18.30h
Guitarrista do Porto, que se estreou em 2022 com o seu primeiro álbum,
“Oxalá”, e começou a atuar sob o nome artístico de Beatriz Madruga. Este
surgimento reflete a necessidade de se reinventar e, como o próprio nome
indica, o desejo de ver e apresentar-se ao mundo com urgência, à primeira luz
do dia. Em 2025, integrou a banda de MALVA. Menção Honrosa.
... E a Poesia brilhará para todos nós - Carlos Tomás Cebola
Era uma vez, num país distante,
que ficava muito para além do mar,
onde o sol era um pássaro errante
e as rosas desabrochavam, ao luar.
Onde a água, nas fontes, murmurava
canções de amor e de bem-querer
ao ouvido de quem se debruçava,
nelas, para beber.
Onde as estradas eram avenidas
bordadas de miosótis e alecrim
e, em cada recanto,
havia esculpidas
estátuas de jade e de marfim.
Onde a noite, sempre que caía,
abria,
generosa, as mãos e delas
escorregavam miríades de estrelas
tão brilhantes, tão luzentes,
que o tombar da noite parecia
o reacender de um arrebol,
pois até a doce cotovia
entrava em dueto com o rouxinol
julgando que era já dia
e que a luz, que, então, havia,
era a luz do próprio sol.
Onde as árvores, em profusão, plantadas
(cada canteiro tinha mais de mil)
estavam, sempre, em flor,
lançando no ar lavado,
o perfume delicado
da beleza e da cor.
Era uma vez... E era, outra vez, Abril.
TOLOSA: XXV Feira do Queijo de Tolosa 🧀
Um dia dedicado aos sabores autênticos da nossa terra, onde o queijo é
o grande protagonista, acompanhado por vinho, música e muita animação!
📍 Tolosa – Nisa
🔸 Programa:
🕥 10h30 – Abertura oficial com a Banda
Sociedade Musical Nisense
🕚 11h00 – Concurso / Prova de Vinhos
🕐 13h00 – Almoço com animação (Banda Os
Parrameiros)
🕞 15h30 – Animação musical:
• Toca a Marchar
• Andreia Sofia
• João Tocha
🕕 18h00 – Porco no espeto
✨ Venha provar o melhor da nossa tradição,
apoiar os produtores locais e viver um dia único em comunidade!
OPINÃO: Também me pus a jeito
A notícia de
que uma jovem de 22 anos terá sido violada no Queimódromo do Porto, durante a
madrugada da penúltima noite da Queima das Fitas, por um homem de 25 anos,
reacendeu em mim uma chama que, na verdade, nunca se apaga. O esgoto em que se
tornaram as caixas de comentários das redes sociais, manietadas por um
algoritmo perverso que se alimenta da desgraça, serviu de pólvora à luta que
nunca darei por terminada. No país do "pôs-se a jeito" - essa
filosofia de autocensura e autocontrolo imposta às mulheres - que vive, como
tantos, refém do imediatismo digital, logo desaguaram as acusações fétidas do
costume.Das clássicas se "bebesse água", não tivesse "bebido até
cair" ou não andasse "tão descapotável", às indignadas
"agora é tudo violação", "fazem o que querem e arrependem-se no
dia seguinte", até às indiferentes "outra vez arroz", "já é
tradição" ou "mais do mesmo", a esmagadora maioria das
expressões colocou, como sempre, o ónus na vítima. A desculpabilização do
agressor já cansa. Mais do que bacoca, é doentia. É lamentável que ainda
precisemos de repetir que as circunstâncias da vítima nunca são motivo para
crimes sexuais, ainda que tenham sido recentemente justificados em horário
nobre pela "adrenalina" do momento.
Mais dia
menos dia, o alegado crime que ocorreu no Porto será absorvido pela espuma dos
dias. É tão instantânea a reação superficial como o esquecimento. Mas as
agressões sexuais não se esgotam e assumem muitas formas, desde toques
indesejados nos transportes públicos, piropos lançados na rua a todo o momento
ou insinuações não desejadas feitas por colegas de trabalho.
Não são mitos. A masculinidade tóxica é cada vez mais desavergonhada e
o machismo cada vez mais assumido. E crescem como erva daninha nas escolas,
onde professores assumem o alarmismo perante o aumento do discurso e de atos
misóginos, como o de rapazes que exigem sexo como prova de amor, e na Internet,
onde a teia da manosfera é cada vez mais densa e difícil de perfurar. E aqui,
falhamos todos. Sobretudo o Estado, que deve, de uma vez por todas, recentrar
prioridades para evitar que andemos (cada vez mais) para trás.
Sara Gerivaz – Jornal de Notícias - 11 de maio, 2026
10.5.26
OPINIÃO: Uma fortuna por m2
Os mais jovens, que querem sair de casa dos pais, vão adiando a
emancipação, e os mais velhos ajudam quando podem aqueles que não estão
habilitados para aceder a casas de apoio social, mas têm sérias dificuldades em
pagar rendas e empréstimos bancários.
As medidas anunciadas pelo Governo não têm surtido o efeito desejado e
a carência de 200 mil casas que se estima que exista demorará anos a ser
suprida, contribuindo para isso o que o setor da construção aponta como a falta
de capacidade para fazer mais. A falta de mão de obra e a lentidão dos
licenciamentos são apontados como fatores críticos há anos. Mas, o problema da
habitação está longe de ser um problema exclusivamente português.
Esta semana, numa reunião do Parlamento Europeu, com o grupo de
trabalho criado para debater este drama (as casas são os espaços em que se
criam as famílias) foi discutida a necessidade de flexibilizar procedimentos
burocráticos e de chamar o setor privado a investir. Mas, por parte das
diferentes instituições da sociedade civil ouvidas ao longo do último ano, foi
também deixado o alerta que o problema da habitação está longe de ser só uma
relação desequilibrada entre a oferta e a procura. A especulação é apontada
como um dos grandes alicerces desta crise.
Um dos caminhos apontados é o reforço de habitação pública e social,
que representa em Portugal uns meros 2% do total de fogos, bem longe dos 30%
dos Países Baixos, ou de países como França, Dinamarca e Reino Unido, onde o
valor atinge os 20%.
Joana Almeida Silva – Jornal de Notícias - 7 de maio, 2026
SINES: Caminhada “Walk With a Doc”
Um convite à comunidade a participar numa caminhada orientada por
profissionais de saúde, aliando exercício físico a momentos de partilha de
informação e esclarecimento de dúvidas. Mais do que caminhar, pretende-se
sensibilizar para a prevenção da doença e incentivar o envelhecimento ativo,
autónomo e com melhor qualidade de vida.
▪️Entidade Promotora: USF (ULSLA)
▪️Destinatários: população em geral
▪️inscrição obrigatória:
desporto@mun-sines.pt (vagas limitadas)
Evento integrado na Integrada na Feira Exercício, Saúde e Bem-Estar
2026
SARDOAL: 𝐗𝐈 𝐓𝐫𝐚𝐢𝐥 "𝐓𝐞𝐫𝐫𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐒𝐚𝐫𝐝𝐚̃𝐨" 𝐜𝐨𝐦 𝐢𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚𝐬!!!
A prova será composta por três trajetos de diferentes distâncias: Mini Trail (11 km), Trail Curto (17 km) e
Trail Longo (30 km), contando ainda com uma Caminhada (11 km).
Com organização do Município de Sardoal, o Trail “Terras do Sardão”
conta com a parceria do GDR Os Lagartos e com o envolvimento de diversas
coletividades do Concelho, ao nível do controlo e apoio logístico ao longo do
percurso.
As inscrições podem ser efetuadas no site Trilho Perdido, em
www.trilhoperdido.com
Mais informações através dos seguintes contactos: 961 079 966 ou 241
851 431 (setor de desporto) ou pelo email trail.sardao@sapo.pt
AVIS: 𝗣𝗿𝗮𝗶𝗮 𝗙𝗹𝘂𝘃𝗶𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝗖𝗹𝘂𝗯𝗲 𝗡á𝘂𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗔𝘃𝗶𝘀 𝗱𝗶𝘀𝘁𝗶𝗻𝗴𝘂𝗶𝗱𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗕𝗮𝗻𝗱𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗔𝘇𝘂𝗹
A Praia Fluvial do Clube Náutico de Avis voltou a ser distinguida com o Galardão Bandeira Azul, símbolo de qualidade deste espaço e da sua envolvente, bem como do compromisso do Município de Avis com a Educação Ambiental.
Este galardão é atribuído anualmente pela Associação Bandeira Azul de
Ambiente e Educação (ABAAE) a zonas balneares, portos de recreio e embarcações
ecoturísticas que cumpram um conjunto de critérios ambientais.
O programa Bandeira Azul é um programa de educação para o desenvolvimento sustentável que em Portugal é promovido pela ABAAE, secção portuguesa da Fundação para a Educação Ambiental.
Esta atribuição é também uma forma de reconhecimento do empenho do
Município de Avis na implementação de uma política de sustentabilidade e
valorização ambiental.
A aposta na valorização deste espaço passou pelas obras de
requalificação concluídas em 2025 e complementadas por um conjunto de medidas
que promovem a inclusão de todas as pessoas, nomeadamente pela criação de um
folheto em braille “Regras de Segurança na Praia” (em parceria com o Instituto
Politécnico de Leiria/Escola Superior de Educação e Ciências Sociais e com o
Centro de Recursos para a Inclusão Digital), bem como pela implementação do
sistema de cores para pessoas daltónicas, através da simbologia ColorAdd,
presente nos ecopontos e nas bandeiras para a praia fluvial, a instalação de
uma piscina flutuante, estando ainda prevista para o presente ano a aquisição
de uma cadeira anfíbia flutuante.
MONFORTE: Sensibilização” Alternativas positivas ao castigo”
A sessão será dinamizada pelo educador parental Nuno Martins, fundador
do projeto Educar pela Positiva e é dirigida a encarregados de educação,
educadores, comunidade educativa e a todos os interessados. Esta ação promove a
reflexão sobre os desafios da educação, valorizando estratégias alternativas ao
castigo e incentivando uma parentalidade mais consciente, próxima e
construtiva.
O projeto CLDS 5G é financiado no âmbito do Portugal 2030 - programa
PESSOAS 2030, pelo Fundo Social Europeu +(FSE+) e pela União Europeia “Os
Fundos Europeus Mais Próximos de Si”
ALTER DO CHÃO: 𝗖𝗼𝗺𝗲𝗺𝗼𝗿𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗗𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼 𝟮𝟬𝟮𝟲🌹
Consulte a programação e participe nas Comemorações do Feriado
Municipal.
9.5.26
OPINIÃO: Ao passar a alfândega moral
Quando um
presidente da República sente necessidade de se afastar politicamente da lei
que promulga, talvez possa existir matéria suficiente para um veto. A ironia
não está apenas no acto, mas sim na liturgia moral que o acompanha. Seguro
promulgou o diploma aprovado pela maioria de Direita com o inevitável perfume
de urgência identitária que hoje atravessa a Europa. E, simultaneamente,
decidiu deixar escrito que preferia "maior consenso" e menos
"marcas ideológicas do momento". Seguro optou por discordar em voz
alta e concordar no "Diário da República".
A nova lei
endurece regras, duplica prazos, transforma a nacionalidade num corredor
burocrático estreito e deixa pelo caminho o princípio de integração gradual que
Portugal foi construindo, não por ingenuidade (como agora repetem os ministros
da firmeza patriótica). Um país emigrante devia ter memória suficiente para não
se transformar numa alfândega moral. Até aqui, um estrangeiro podia pedir a
nacionalidade portuguesa ao fim de cinco anos de residência: agora passa a
precisar de dez. Se vier da CPLP ou da União Europeia, beneficia da
generosidade possível dos novos tempos: fica pelos sete. Antes, bastava que um
dos pais estivesse há um ano em Portugal para uma criança nascida no país ter
acesso à nacionalidade: agora exigem-se cinco anos de residência legal. O país
que durante décadas transformou a integração numa política pública decidiu
subitamente comportar-se como porteiro de discoteca. Tudo embrulhado num
discurso sobre rigor, controlo e equilíbrio, palavras que a política usa
frequentemente quando quer evitar a palavra "medo".
É possível
olhar para esta promulgação como moeda de troca antecipada para o conflito
seguinte: a lei laboral. Seguro sabe que a Esquerda que o engoliu em segunda
volta não o ama de paixão. Tolera-o, num casamento de emergência sanitária
contra Ventura. E sabe também que o pacote laboral do Governo será o verdadeiro
"primeiro teste" de mandato quando, durante a campanha, prometeu
chumbar as alterações laborais se não houvesse acordo com a UGT. Até podia ser
uma aceitável moeda de troca, se não tivesse criado uma nova figura institucional
de um presidente-em-voto-de-vencido de si mesmo.
Miguel
Guedes – Jornal de Notícias - 8 de maio, 2026
MORA: Atleta desiste de prova para salvar adversário que caiu em canal de rega
Durante a
competição, um dos participantes caiu num canal de água existente no percurso e
ficou com dificuldades em conseguir sair pelos próprios meios. Perante a
situação, o atleta Luis Vitorino interrompeu imediatamente a prova e lançou-se
à água para auxiliar o companheiro de corrida.
A rápida
intervenção acabou por evitar consequências mais graves, num momento vivido com
tensão por vários participantes que se encontravam nas proximidades.
“Vi uma
pessoa quase a afogar-se e atirei-me logo para a salvar”, relatou Luis Vitorino
em declarações ao NS, descrevendo a reação instintiva que teve ao aperceber-se
do perigo.
O atleta
acabou por desistir da competição para prestar auxílio ao colega, numa atitude
que mereceu elogios de outros participantes e de várias pessoas presentes no
local.
A Trail Aqua
Race é conhecida pelo seu percurso exigente e diferenciador, combinando trilhos
naturais com passagens por linhas de água, pequenos açudes e ribeiras,
proporcionando um desafio físico acrescido aos atletas.
As condições
do traçado, desenhado para explorar a paisagem natural do concelho de Mora,
exigem particular atenção dos participantes, sobretudo nas zonas de
atravessamento de água e terrenos escorregadios.
Apesar do
susto, o incidente terminou sem consequências graves graças à pronta resposta
do atleta, num gesto que acabou por se sobrepor ao espírito competitivo da
prova.
“O mais
importante era ajudar”, terá afirmado Luis Vitorino após o sucedido, numa
atitude que muitos participantes consideraram exemplar e reveladora do
verdadeiro espírito de entreajuda associado ao desporto.
Legado Operário de Évora nomeado para prémio nacional do sector mutualista
A votação
decorre online até ao dia 27 de maio, no portal da União das Mutualidades
Portuguesas.
Nomeação
distingue trabalho desenvolvido no Atelier do Páteo
Vanessa
Teixeira coordena o Atelier do Páteo, onde desenvolve atividade na área das
artes visuais dirigida a crianças, jovens e adultos. Segundo o comunicado
divulgado pela instituição, o trabalho realizado tem promovido a criatividade,
o pensamento crítico e a utilização da arte como instrumento de desenvolvimento
pessoal e envolvimento comunitário.
O Prémio Trabalhador do Ano distingue profissionais do universo mutualista que se destacam pelo empenho, dedicação e impacto no desenvolvimento das respetivas instituições.De acordo com o Legado Operário de Évora, esta nomeação representa o reconhecimento do percurso desenvolvido pela colaboradora e do trabalho da associação na proximidade com a comunidade e na intervenção centrada nas pessoas.
Votação
pública decorre até 27 de maio
A
candidatura encontra-se em fase de votação pública até ao próximo dia 27 de
maio. A instituição apelou à mobilização da comunidade, sublinhando a
importância deste reconhecimento para o sector mutualista e para o impacto
local da associação.
Instituição
aproxima-se do centenário
Fundado em
1927, o Legado Operário de Évora é uma associação mutualista sem fins
lucrativos dedicada à proteção social, saúde e bem-estar dos associados. A
instituição aproxima-se dos 100 anos de atividade.

















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