25.4.26

GNR abre candidaturas para vigilantes na Rede Nacional de Postos de Vigia em Nisa e Gavião


O Comando Territorial de Portalegre da Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou a abertura de candidaturas para o recrutamento de operadores/vigilantes da Rede Nacional de Postos de Vigia, no âmbito da vigilância e deteção de incêndios rurais.

De acordo com a informação divulgada, as vagas destinam-se aos postos de vigia de São Miguel, no concelho de Nisa, e do Gavião.

Funções decorrem entre maio e novembro

Os candidatos selecionados irão desempenhar funções entre 4 de maio e 2 de novembro de 2026, período que coincide com a fase de maior risco de incêndios rurais em Portugal.

A Rede Nacional de Postos de Vigia integra o dispositivo de prevenção e vigilância, sendo responsável pela deteção e confirmação de ocorrências, permitindo uma resposta considerada célere no combate aos incêndios e contribuindo para a proteção do território.

Candidaturas nos postos da GNR

As candidaturas devem ser formalizadas no Posto Territorial da GNR da área de residência de cada candidato. Segundo a mesma fonte, o processo será posteriormente validado, mediante verificação do cumprimento dos requisitos obrigatórios.

A GNR não detalhou, nesta fase, o número total de vagas disponíveis nem os critérios específicos de seleção.

OPINIÃO: O fim da Humanidade e a nova civilização


Andamos fascinados a ver vídeos nas redes sociais sobre robôs que fazem tudo e mais alguma coisa. Uns correm ao lado de humanos, e até os superam em provas de atletismo, outros fazem demonstrações de artes marciais ao vivo e outros ainda entregam encomendas em postos de distribuição. E, de repente, o scroll interrompe a nossa diversão com uma visão de um futuro inquietante. O risco do "fim da Humanidade e o nascimento de uma nova civilização em que a maioria de nós será escravo".

A frase tem um tom apocalíptico e não é dita por um qualquer. É um alerta. Um aviso do cardeal português José Tolentino de Mendonça para os riscos que a inteligência artificial (IA) pode trazer, caso as sociedades não encontrem equilíbrio entre o avanço tecnológico e o bem comum.

Vale a pena refletir sobre as palavras do prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação proferidas, no Vaticano, durante um encontro com jornalistas. Vivemos uma "transformação do Mundo", parecida com a que "se experimentou na transição das sociedades orais para a sociedade da escrita", com um "potencial que excede tudo aquilo que tínhamos previsto". O cardeal defende, por isso, que é necessário "falar efetivamente das coisas". Tanto da "vantagem extraordinária que não podemos perder", como "da ameaça terrível à qual não nos podemos conformar".

A Igreja não está isenta de críticas, longe disso, mas ao colocar o tema da IA nas suas prioridades (é expectável que a primeira encíclica do Papa Leão XIV aborde os desafios da tecnologia), não só dá uma lição aos governantes, como deixa claro que as escolhas tecnológicas são também decisões políticas, económicas e sociais que vão alterar radicalmente a forma como hoje vivemos.

·         Manuel Molinos – Jornal de Notícias -24 de abril, 2026

24.4.26

TRANSPARÊNCIA: Parlamento aprova obrigatoriedade de publicação das deliberações das autarquias

 


A Assembleia da República aprovou, sem votos contra, a proposta do Governo de alteração ao Regime Jurídico das Autarquias Locais (RJAL), que torna obrigatória a publicitação das deliberações autárquicas nos órgãos de comunicação social regional e local.

A medida visa reforçar a transparência das decisões dos órgãos autárquicos e, simultaneamente, apoiar a sustentabilidade da imprensa de proximidade, num contexto de fortes desafios económicos no sector.

Durante o debate parlamentar, a iniciativa reuniu amplo consenso, sendo apontada como um instrumento relevante no combate aos chamados «desertos noticiosos” e no reforço do escrutínio democrático junto das populações.

O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, classificou o momento como «um dia muito bom para a comunicação social regional e local», sublinhando o papel essencial destes meios para uma democracia «livre, profissional e independente».

No plano político, o diploma recolheu o voto favorável do PSD, Chega, PCP, CDS-PP, Livre, PAN, Bloco de Esquerda e JPP, enquanto o PS e a Iniciativa Liberal optaram pela abstenção.

Pelo PSD, António Rodrigues destacou o «raro unanimismo» em torno de uma solução que reforça a transparência e cria uma rede de apoio à comunicação social local. Já o socialista David Amado considerou tratar-se de uma «opção certa e progressista», sublinhando, contudo, a necessidade de salvaguardar a autonomia local e o equilíbrio financeiro das autarquias.

Patrícia Carvalho e Jorge Galveias, do partido Chega, vêem «com agrado sincero» a aprovação da proposta, que visa «acabar com a injustiça que já vigorava há demasiados anos».

Também Rodrigo Saraiva, da Iniciativa Liberal, reconheceu que a proposta segue «no sentido certo», embora tenha defendido a necessidade de garantir um modelo exequível e adaptado à realidade digital. Do lado do PCP, Paula Santos considerou a medida “justa” e relevante para o esclarecimento dos cidadãos.

Entre as restantes bancadas, João Almeida (CDS-PP) destacou a importância da comunicação de proximidade na vida democrática, enquanto Paulo Muacho (Livre) alertou para os riscos dos desertos noticiosos e defendeu o reforço do financiamento ao sector. Já Filipe Sousa, do JPP, considera que «esta proposta vem corrigir, simplifica, moderniza e aproxima, adaptando as obrigações à realidade de cada território».

A reacção do sector foi marcada pelo entusiasmo da Associação Nacional da Imprensa Regional (ANIR), que considerou a aprovação uma vitória há muito aguardada. Em comunicado, a associação sublinha que o diploma «reconhece, finalmente, que a sustentabilidade da imprensa de proximidade é um pilar fundamental da democracia», destacando também o contributo da medida para a transparência da gestão autárquica.

A ANIR recorda ainda o percurso de vários anos de trabalho e diálogo institucional que conduziu a esta alteração legislativa, envolvendo diferentes governos e responsáveis políticos, considerando que este é “mais um passo importante” após outras medidas de apoio ao sector.

Também a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) valorizou a proposta, sublinhando que as alterações reforçam a transparência e reconhecem o papel vital da imprensa regional e local.

In “Alto Alentejo” – 23.04.2026

 

VILA VELHA DE RÓDÃO: Comemorações do 25 de Abril

 


PONTE DE SOR: Detenção por violência doméstica


O Comando Territorial de Portalegre, através do Núcleo Investigação e de Apoio a Vítimas Especificas, deteve, no dia 22 de abril, um homem de 40 anos por violência doméstica no concelho de Ponte de Sor.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram apurar que o suspeito exercia violência psicológica e física sobre a sua mãe de 62 anos de idade. No decorrer da ação foi dado cumprimento a um mandado de detenção.

O detido foi presente no Tribunal Judicial de Ponte de Sor, onde lhe foram aplicadas as seguintes medidas de coação:

Obrigação de apresentação periódica bissemanal no Posto Territorial da GNR de Ponte de Sor;

Obrigação de manter o tratamento médico prescrito pelo Serviço Local de Saúde Mental de Portalegre;

Obrigação de se abster de consumir produtos estupefacientes;

Proibição de maltratar física, psicológica ou verbalmente a progenitora.

Salientamos que a violência doméstica é um crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva.

A Guarda Nacional Republicana realiza regularmente campanhas e ações de sensibilização sobre o tema da Violência Doméstica e relembra que, se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica participe:

No Portal Queixa Eletrónica, em https://queixaselectronicas.mai.gov.pt;

Via telefónica, através do número europeu de emergência 112;

No Posto da GNR mais próximo à sua área de residência, tendo os nossos contactos sempre à mão em www.gnr.pt/contactos.aspx;

Na aplicação App MAI112 disponível e destinada exclusivamente aos cidadãos surdos, em http://www.112.pt/Paginas/Home.aspx;

Na aplicação SMS Segurança, direcionada a pessoas surdas em www.gnr.pt/MVC_GNR/Home/SmsSeguranca.

MONTEMOR-O-NOVO: Comemorações do 25 de Abril


 




VILA VIÇOSA: Comemorações do 25 de Abril

 


ELVAS: 25 de Abril, a Festa da Liberdade

 




ARRONCHES: Comemorações do 25 de Abril

 


CAMPO MAIOR: Celebra o Dia Internacional da Dança!


O Curso de Dança Oriental do Projeto de Formação do Município assinala o Dia Internacional da Dança (29 de abril) com um encontro especial que reúne várias escolas de dança da região, de ambos os lados da fronteira.

Uma celebração da arte, da cultura e da diversidade, através de diferentes estilos de dança que prometem encantar o público!

📅 26 de abril

🕔 17h00

📍 Centro Cultural

Junte-se a nós e venha celebrar a dança em todas as suas formas! 💫

𝐂𝐨𝐦𝐞𝐦𝐨𝐫𝐚çõ𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝟐𝟓 𝐝𝐞 𝐀𝐛𝐫𝐢𝐥 𝐞𝐦 𝐏𝐞𝐫𝐚𝐢𝐬


A Junta de Freguesia de Perais, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, celebra os 52 anos da Revolução dos Cravos com um programa dirigido a toda a comunidade.

Este é também um momento de solidariedade para com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Velha de Ródão, na sequência dos danos causados, pela passagem da tempestade Kristin, reconhecendo o seu esforço incansável em prol de todos nós.

 Junte-se a nós. Celebre Abril. Apoie quem cuida de todos nós.

CANO (Sousel) - Cultura e Desporto no 25 de Abril

 





MARVÃO: 10º Mercado da Terra - Feira das Atividades Económicas impulsiona a economia local com dezenas de expositores


O Mercado da Terra - Feira das Atividades Económicas de Marvão chega este ano à décima edição, com a participação de produtores locais, artesãos, associações e empreendedores do concelho, num espaço de encontro, promoção e partilha de saberes e sabores da região.

O certame realiza-se nos dias 25 e 26 de abril, na Praça de São Marcos, em Santo António das Areias, com cerca de três dezenas de expositores, espetáculos musicais, dança e atividades para crianças.

Integrado nas tradicionais Festas em Honra de São Marcos, o Mercado da Terra é oficialmente inaugurado no sábado, 25 de abril, pelas 12h30.

O primeiro dia do evento fica marcado pelos espetáculos musicais das bandas Os Contramão e RAYA. A banda espanhola, cabeça de cartaz, promete um espetáculo energético e bastante animado, com os seus ritmos latinos, flamenco e pop.

No domingo, dia 26, o Mercado da Terra abre com as atuações do grupo de dança “Freguesias em Movimento” e da Tuna Sénior de Marvão, a partir das 10h30. Já à tarde, para além de animação infantil, estão agendados espetáculos com o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Santo António das Areias, o grupo de cantares Vozes da Aldeia e Miguel Reis.

O 10º Mercado da Terra é uma oportunidade para conhecer e apreciar a produção local de Marvão e da região do Alto Alentejo, com o dinamismo das suas gentes, num fim-de-semana para a família.

A entrada neste evento, financiado pelo Fundo Ambiental, é gratuita.

 

23.4.26

Fotografia de família separada pelo ICE nos EUA vence World Press Photo


A fotografia "Separados pelo ICE", de Carol Guzy, venceu o prémio máximo do World Press Photo. A imagem expõe o impacto humano das detenções de migrantes nas das cidades norte-americanas.

Chama-se "Separados pelo ICE" e é, a partir de agora, a imagem que melhor traduz o ano no olhar do World Press Photo. A fotografia de Carol Guzy venceu o prémio máximo da edição de 2026, ao capturar um instante de rutura familiar num tribunal de imigração em Nova Iorque.

A imagem foi captada no interior de um dos poucos edifícios federais utilizados pelo Serviço de Imigração e Fronteiras (ICE) a que fotógrafos tiveram acesso. Mostra o equatoriano Luis a ser detido por agentes da imigração a 26 de agosto de 2025, enquanto as filhas se agarram a ele em desespero. O homem, que segundo a família não tinha antecedentes criminais, era o único sustento do agregado.

A mulher, Cocha, e os três filhos - de sete, 13 e 15 anos - ficaram para trás, confrontados com a separação súbita. "Estamos aqui por uma oportunidade melhor, não só para nós, mas para os nossos filhos", disse a mãe, numa frase que sintetiza o drama vivido por milhares de famílias migrantes.

Mais do que um instante isolado, "Separados pelo ICE" faz parte de um trabalho mais vasto, "ICE Arrests at New York Court", distinguido na categoria de Histórias da América do Norte e Central. A série documenta detenções realizadas no interior das cidades, muitas vezes em espaços públicos e perante crianças, expondo uma realidade crescente das chamadas "separações internas".

Para o júri do World Press Photo, a imagem torna visível uma política aplicada de forma sistemática, em que migrantes são detidos após comparecerem voluntariamente em audiências judiciais, num contexto que gera medo e instabilidade nas comunidades.

"Este prémio destaca a importância crucial desta história a nível mundial. Testemunhamos o sofrimento de inúmeras famílias, mas também a sua dignidade e resiliência, que transcendem a adversidade. A coragem de abrirem as suas vidas às nossas câmaras permitiu-nos contar as suas histórias. Sem dúvida, este prémio pertence-lhes, não a mim", afirmou Carol Guzy.

Entre os finalistas destacam-se ainda duas imagens que refletem outras crises globais. A primeira, captada por Saber Nuraldin para a EPA Images, mostra uma multidão de palestinianos a tentar subir para um camião de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, numa tentativa desesperada de obter farinha. O júri sublinha que a fotografia evidencia a escala e a urgência da fome no segundo ano de conflito.

A outra imagem finalista, de Victor J. Blue para a "The New York Times Magazine", acompanha o julgamento de mulheres da etnia Achi, na Cidade da Guatemala, que denunciaram crimes de violência sexual durante a guerra civil. Após décadas de silêncio, três ex-membros de uma patrulha civil foram condenados a 40 anos de prisão por crimes contra a humanidade.

A exposição do World Press Photo de 2026 abre esta sexta-feira, 24 de abril, na De Nieuwe Kerk, em Amesterdão, dando início a uma digressão internacional que levará estas imagens a várias cidades do mundo.

 in Jornal de Notícias - 23.04.2026

ALEGRETE acolhe Campeonatos Nacionais de Corrida de Montanha UPHill a 9 de maio


A freguesia de Alegrete, no concelho de Portalegre, recebe no próximo dia 9 de maio de 2026 os Campeonatos Nacionais de Corrida de Montanha – Uphill, uma das provas mais exigentes do calendário da Federação Portuguesa de Atletismo.

A competição, destinada a atletas filiados, será disputada na Serra de São Mamede, num percurso desafiante que liga Alegrete ao ponto mais alto do território nacional a sul do Tejo.

Em simultâneo, realiza-se a 1.ª edição do São Mamede Uphill, uma prova aberta a atletas federados e não federados, que partilham o mesmo percurso e horário, permitindo a participação alargada nesta experiência competitiva.

Com cerca de 10 quilómetros sempre em subida, o evento constitui um verdadeiro teste de resistência, num cenário natural de reconhecida beleza.

De acordo com a organização, são esperados entre 100 a 200 atletas, provenientes de vários pontos do país.

📍 Alegrete – Portalegre

🗓 9 de maio de 2026

🕓 Início às 16h00

PORTALEGRE: Exposição de Pintura de Pedro Charters de Azevedo na Galeria de S. Sebastião

 


22.4.26

HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA

Abertura do estreito | Cartoon editorial da @revistasabado – Vasco Gargalo

25 DE ABRIL Parlamento de Portas Abertas


No próximo 25 de Abril, a Assembleia da República assinala o Dia da Liberdade abrindo as portas do Palácio de São Bento ao público, numa tarde dedicada à cultura, à cidadania e à celebração dos valores de Abril.

Entre as 14h30 e as 18h45, os visitantes são convidados a participar num programa diversificado que cruza música, dança, artes plásticas, oficinas criativas, exposições e visitas livres, pensado para todas as idades e públicos.

O evento tem início às 14h30, no Átrio Principal, com a atuação da Escola de Dança do Conservatório Nacional. Ao longo da tarde, o Claustro acolhe oficinas de estampagem de panamás, bem como momentos de expressão vocal e musical, com o Círculo de Voz dinamizado pela Skoola - Academia de Música Urbana.

Na Biblioteca Passos Manuel, às 15h00, decorre a palestra "O 25 de Abril na imprensa humorística", apresentada por Álvaro Costa de Matos, Coordenador da Hemeroteca Municipal de Lisboa.

As famílias com crianças poderão participar em "À Aventura no Palácio!", uma caça ao tesouro destinada a crianças dos 6 aos 12 anos, e no Ateliê de aguarela, ambas as atividades com lotação limitada e por ordem de chegada.

A Sala das Sessões será palco, às 16h30, de "Liberdade em Voz Alta", atuação do artista e poeta Huba, seguindo-se oficinas e espetáculos de dança urbana, como o Breaking, por Maxmomentum, na Sala do Senado.

Visitas livres e exposições

Durante todo o período do evento, entre as 14h30 e as 19h00 (última entrada às 18h30), será possível realizar visitas livres ao Palácio de São Bento e à Casa do Parlamento - Centro Interpretativo, bem como participar em várias atividades distribuídas por diferentes espaços.

Entre estas, destacam-se as pinturas faciais, os murais colaborativos dinamizados pelo artista Fred Aranha, a iniciativa "Desenhar a Liberdade" com a Associação Urban Sketchers Portugal, e a mostra "Libertar a moda, vestir a Constituição", com trajes dos anos 70, em parceria com o Museu Nacional do Traje, patente no Salão Nobre.

O público poderá ainda visitar várias exposições, nomeadamente:

- "50 Anos da Constituição", exposição bibliográfica e documental;

- "Liberdade", exposição de pintura de Eduarda Pedro;

- "Campanha Política: os cartazes das Legislativas de 1976", na Casa do Parlamento.

Informações úteis

Local: Palácio de São Bento e Casa do Parlamento - Centro Interpretativo

Horário: 14h30 - 19h00 (última entrada às 18h30)

Casa do Parlamento: Rua de São Bento, n.º 148 (edifício amarelo em frente à escadaria principal)

parlamento.pt

Mais informações:

Telefone: 213 910 843

E-mail: peduc.correio@ar.parlamento.pt

O programa culmina com um concerto showcase de Milhanas, moderado por Maria Morango, na Casa do Parlamento - Centro Interpretativo.

 

CRATO; Viver a Praça no 25 de Abril

 


OPINIÃO: Não basta oferecer o passe


A redução do preço de passes intermodais que cobrem as áreas metropolitanas foi decisiva para mudar o paradigma. Hoje, uma percentagem elevada dos passageiros do Grande Porto e da Grande Lisboa prefere o título mensal ao bilhete ocasional, denunciador de uma superior fidelidade ao transporte público, embora a esmagadora maioria dos movimentos pendulares nas metrópoles teime em ser feita ao volante do automóvel. Para alguns, a alternativa será penosa por obrigar a sucessivos transbordos e a trajetos que roubam horas ao tempo em família. No entanto, dada a cobertura cada vez mais alargada do transporte coletivo, não será o caso da grande massa de condutores, que entra solitária no bólide para se lamentar das estradas engolidas por viaturas, da escassez de estacionamento e do fiscal que espreita a multa. A gratuitidade do transporte público, uma realidade há vários anos em Cascais e uma promessa cada vez mais terrena em alguns concelhos, com o Porto à cabeça, será importante para convencer alguns automobilistas a desertarem das filas intermináveis e a trocarem a chave do carro pelo Andante ou pelo Navegante. Mas a regulação não se faz só de medidas benignas e é preciso coragem política para, de uma vez por todas, travar o automóvel no coração das cidades, criando os prometidos - ainda muito minguados - parques de estacionamento junto às paragens e às estações à porta das metrópoles. Exigem-se canais dedicados para a passagem imperturbada de autocarros, para que não fiquem a penar entalados nas filas. Só com via livre será possível cumprir horários e aumentar a velocidade de circulação, conferindo-lhe uma qualidade de serviço semelhante à reconhecida ao metro do Porto. Se as esperas forem curtas e o trajeto acelerado até casa, haverá mais carros nas garagens.

Carla Sofia Luz – Jornal de Notícias - 20 de abril, 2026

Reguengos de Monsaraz assinala o 25 de Abril com música, desporto e cerimónias institucionais


“A Madrugada e o Dia Seguinte” é o espetáculo musical que abre as comemorações do 52.º aniversário do 25 de Abril em Reguengos de Monsaraz. As músicas mais marcantes da Revolução dos Cravos, como “Grândola, Vila Morena” ou “E Depois do Adeus”, vão ser interpretadas no dia 24 de abril, a partir das 21h30, no Auditório Alberto Janes, acompanhadas por imagens e narrativas da época que ajudam a contextualizar historicamente os acontecimentos. À meia-noite decorre o tradicional lançamento de morteiros, assinalando simbolicamente a chegada do Dia da Liberdade.

O programa organizado pelo Município de Reguengos de Monsaraz continua no dia 25 de abril, pelas 9h30, com a cerimónia do Içar das Bandeiras do Município, de Portugal e da União Europeia, nos Paços do Concelho. Nesta cerimónia, a Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense vai interpretar o Hino do Município, o de Portugal e o da União Europeia, seguindo-se uma arruada pelas principais ruas da cidade.

A Cerimónia do Dia do Combatente para homenagear os soldados mortos na Grande Guerra e na Guerra Colonial decorre às 10h no Largo dos Combatentes. À mesma hora, parte de S. Pedro do Corval a 48.ª Estafeta dos Cravos, que vai passar pelas 10h45 na Praça da Liberdade, em Reguengos de Monsaraz.

A Sessão Solene da Assembleia Municipal comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril realiza-se às 11h no Salão Nobre dos Paços do Concelho e a fechar o programa, pelas 18h, haverá um concerto com Luís Fialho, na Praça da Liberdade. Após a sua participação no programa “The Voice Portugal 2023” e o sucesso do seu single de estreia “Tardes Contigo”, Luís Fialho tem lançado temas originais nas plataformas digitais, com destaque para a música “Oh Clementina”. Em palco, apresenta-se acompanhado por quatro músicos, num espetáculo em que combina o fado, o cante alentejano e a música tradicional com uma abordagem contemporânea.

 

PORTALEGRE: Comemorar Abril com o Semeador


24 ABR. SEX. 21.30H

Semeando…Colhendo

O Semeador – Grupo de Cantares de Portalegre

Musica tradicional | GA | 5€ | M/6 anos

Comemorar Abril!

É Abril! É tempo de cravos vermelhos e de comemorar a Revolução!

Celebrar os valores de Abril é o que o fará o Semeador, num espetáculo pensado para recordar os sons e as palavras que cantam a Liberdade.

Traga um amigo e venha fazer esta festa!

Venha celebrar o 25 de Abril com o Semeador!

21.4.26

Monsaraz recebe exposição de pintura que retrata vidas e rotinas de comunidades imigrantes



O Município de Reguengos de Monsaraz apresenta de 16 de abril a 17 de maio a exposição de pintura “À Sombra de Estrelas Cintilantes”, da artista plástica Margarida de Araújo. A mostra pode ser visitada, diariamente, das 9h30 às 12h30 e entre as 14h e as 17h30, na Igreja de Santiago, em Monsaraz.

A exposição “À Sombra de Estrelas Cintilantes” apresenta um conjunto de pinturas que refletem sobre a presença de comunidades imigrantes no quotidiano urbano e a sua ligação às terras de origem. Através de uma abordagem sensível e observacional, a artista convida o público a refletir sobre as histórias silenciosas que habitam o espaço público, os encontros fugazes nas ruas, rotinas diárias e momentos de ligação à distância com familiares e memórias deixadas para trás.



Margarida de Araújo, residente em Serpa, desenvolve o seu trabalho artístico nas áreas da escultura, pintura, cerâmica e ilustração digital. O seu percurso tem vindo a afirmar-se em diversos contextos nacionais e internacionais, com exposições recentes no Alentejo, bem como em cidades como Madrid, Veneza, Sevilha, Nova Iorque, Berlim, Lisboa e Porto.

Entre as suas obras mais reconhecidas destacam-se a escultura da Oliveira, no lagar da Olibest em Serpa, a escultura comemorativa do 30.º aniversário da Ovibeja, em Beja, e o mural da Rua de São Marçal, em Lisboa. A curadoria da exposição de pintura “À Sombra de Estrelas Cintilantes” está a cargo de Helena Inverno, cineasta formada em Belas Artes pela Central Saint Martins – University of the Arts London.


ALVITO: Comemorações do 25 de Abril

 


Em ABRIL, Poemas Mil - Maria José Fraqueza

 


A LIBERDADE

Se um dia eu agarrar a liberdade
Vou por aí prender o vento
Cantar vitórias ao relento
À liberdade a renascer…
Se um dia eu agarrar a liberdade
Hei-de deter guerras ferozes
As violências
Os abismos
As falsidades
A mentira
Se um dia eu agarrar a liberdade
Hei-de acender estrelas na minha mão
Sem tempestade de luar
Hei-de colher espigas douradas
Tirar espinhos do roseiral
Hei-de plantar …
Sementes de Amigo!
Mas se um dia aprisionar a Liberdade
Irei depor no meu poema
As palavras que não escrevi
Que foram levadas
Foram lançadas
Esquecidas, perdidas
Amordaçadas
Guardadas, mutiladas
Em cofres de silêncio
Se um dia eu agarrar a liberdade
Renascem alvoradas…
E cantarei o meu meu Poema de Paz!

  • Maria José Fraqueza

 

AJA LISBOA: Apresentação do livro "Memórias" de Amândio Silva – 21 de Abril


No dia 21 de abril, terça-feira, às 19h, o Núcleo AJA Lisboa recebe aapresentação do livro "Memórias" de Amândio Silva.

Figura marcante da resistência ao regime, Amândio Silva deixou um testemunho único da sua vida dedicada à Liberdade, agora reunido nesta obra publicada no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

Composto por depoimentos, artigos, entrevistas e documentos, "Memórias" revela o percurso de um homem que participou ativamente nos momentos mais intensos da luta contra o regime salazarista, desde a prisão pela PIDE até ao exílio no Brasil, onde integrou o grupo de Humberto Delgado e participou na célebre «Operação Vagô».

Organizado pela professora Heloísa Paulo e com prefácio da jornalista Moema Silva, o livro traça o retrato de um cidadão comprometido com o seu tempo, cuja ação se estendeu também ao período democrático, promovendo ligações entre Portugal e o mundo lusófono.

A sessão contará com a participação de Moema Silva, Guadalupe Portelinha e do editor António Batista Lopes. O momento musical estará a cargo de Manuel Teixeira e Luanda Cozetti.

Esta sessão contará ainda com um momento de convívio com lanche partilhado. Tal como manda a tradição, convidamos todos a trazer algo para juntar à mesa, de modo a promover o espírito comunitário.

Vem e traz outro amigo também!

OPINIÃO: Um Sánchez em cada esquina

Há menos de um ano, conversava com um grupo de espanhóis a tentar medir o pulso à popularidade interna do primeiro-ministro, Pedro Sánchez. Já na altura se percebia que o país vizinho não alinhava na cartilha norte-americana nas questões do armamento e que, à custa das tarifas dos EUA, estaria de antenas no ar à procura de novas parcerias estratégicas a oriente. Diziam-me estes espanhóis sobre Sánchez ser um político interessante: "sí, pero...", acompanhado de um esgar a fazer lembrar a cara de uma criança quando vê brócolos no prato. Este "mas" prendia-se com a proximidade de grupos empresariais e com casos duvidosos nos quais o socialista estava envolvido diretamente ou via aliados/mulher/família. E se nesse âmbito há fragilidades a apontar - se calhar não tantas quanto se julga - na ação política vemos Espanha como líder europeia e não como mais uma ovelha no rebanho.

Sobre a NATO, Sánchez fez questão de explicar que não ia gastar 5% do PIB em armamento, porque tal não seria necessário para cumprir as missões no âmbito da aliança. Outros houve que foram a correr gastar o dinheiro. Em quê e com que objetivo ainda se está para ver. Sobre as tarifas, Sánchez montou uma robusta rede de proteção das empresas e do emprego. Ainda no plano interno, iniciou na semana passada um processo especial de regularização de imigrantes que já viviam e trabalhavam em Espanha, uma medida óbvia por questões de humanismo, mas também económicas. Já antes, atacou a inflação na energia com um vigor fácil de ver nos postos de combustível ali em Tui ou Badajoz. E sobre Gaza, nunca vacilou na defesa do povo oprimido e hoje mesmo vai propor à UE o fim do acordo de associação com Israel, por "violações de direitos humanos".

Tudo isto com a economia pujante e a crescer mais do que a Europa e sem se ajoelhar a Trump. Mais vale um Sánchez em cada esquina do que o cheiro a mofo que anda por aí.

Luís Pedro Carvalho – Jornal de Notícias - 21 de abril, 2026

20.4.26

OPINIÃO: Abril não merece este golpe!


A decisão de deixar de tornar pública a identidade dos financiadores dos partidos políticos constitui um grave retrocesso democrático em Portugal. Num sistema já marcado pela desconfiança dos cidadãos, esconder quem financia os partidos é abrir a porta à suspeição.

Importa ser claro. Não estamos perante uma imposição jurisdicional. Esta mudança resulta de uma decisão administrativa sustentada num parecer jurídico, assente numa determinada interpretação do regime de proteção de dados. Trata-se, por isso, de uma opção política com profundas implicações institucionais.

 A transparência no financiamento partidário não é um detalhe técnico. É um pilar essencial da democracia. A legitimidade das instituições depende da confiança dos cidadãos, e essa confiança constrói-se com escrutínio público efetivo.

A evidência científica é inequívoca. A ausência de transparência nos fluxos financeiros entre interesses privados e decisores públicos aumenta o risco de captura do Estado e de corrupção. Quando não se conhece quem financia, torna-se impossível avaliar a independência das decisões políticas.

A invocação da proteção de dados neste contexto é, no mínimo, discutível. Quem financia partidos políticos intervém diretamente no funcionamento do sistema democrático. Trata-se de uma esfera de interesse público qualificado, onde a exigência de transparência deve prevalecer.

As boas práticas internacionais apontam no mesmo sentido. A divulgação dos financiadores é considerada um instrumento essencial de prevenção de conflitos de interesse e de reforço da integridade institucional.

Acresce um dado estrutural frequentemente ignorado. Ao longo de décadas, múltiplas decisões do Tribunal Constitucional têm identificado irregularidades no financiamento dos partidos políticos em Portugal. Não se trata de episódios isolados, nem de um problema circunscrito. Trata-se de um padrão recorrente, transversal ao sistema, que evidencia fragilidades persistentes nos mecanismos de controlo.

Perante este histórico, reduzir a transparência não resolve o problema. Agrava-o. Num sistema onde já existem dificuldades em assegurar o cumprimento integral das regras, diminuir o escrutínio público representa um retrocesso significativo.

O silêncio político perante esta decisão é preocupante. A democracia exige coerência e responsabilidade. Exige, também, coragem para reforçar, e não enfraquecer, os mecanismos de controlo.

Num momento particularmente simbólico da vida democrática portuguesa, esta opção representa um sinal inquietante. A democracia não se protege escondendo informação. Protege-se com transparência, responsabilidade e confiança.

Quando se esconde quem financia a política, não se protege o sistema democrático. Fragiliza-se.

Manuel Mota - Ex-deputado à Assembleia da República - 19 de abril, 2026


Amadora Jazz 2026: Fred Hersch, Mary Halvorson, Louis Sclavis & Benjamin Moussay, Marcelo dos Reis & Salvoandre Lucifora na 14ª Edição do Festival

De 7 a 10 de maio, o festival volta a ocupar vários espaços da cidade da Amadora com uma programação que cruza criação, mediação e grandes nomes do jazz internacional

A 14.ª edição do Amadora Jazz realiza-se de 7 a 10 de maio de 2026, consolidando um percurso que tem vindo a afirmar o festival como um dos mais consistentes espaços de apresentação, criação e mediação do jazz em Portugal. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e nos locais habituais.

Esse caminho torna-se particularmente evidente na continuidade do formato de residência artística, agora integrado de forma mais orgânica no ADN do festival. Após a estreia em 2025 com o encontro entre Luís Vicente e Hamid Drake, cujo resultado discográfico, Amadora Tapes, será lançado nos dias que antecedem esta edição, o festival volta a investir neste eixo com a residência do projeto FLORA, liderado por Marcelo dos Reis. Entre 7 e 9 de maio, o trio (com Miguel Falcão e Luís Filipe Silva) instala-se no Auditório de Alfornelos para um processo criativo que culminará em concerto e gravação, contando ainda com a participação do trombonista italiano Salvoandrea Lucifora.

A par da criação, o Amadora Jazz traz a si, este ano, a aposta na formação de públicos. A dimensão educativa surge como um dos pilares do programa, com destaque para a apresentação, em anteestreia, de Às voltas num loop, uma nova criação do Serviço Educativo e de Mediação do Jazz ao Centro Clube, que resulta de uma encomenda ao quarteto constituído por Gonçalo Guiné, Filipe Furtado, Filipe Fidalgo e Paulo Silva. Pensado para estudantes do ensino secundário, o espetáculo cruza rap e jazz num formato que aproxima linguagens e gerações, sendo apresentado na Escola Secundária Seomara da Costa Primo, no dia 7 de maio.

A edição de 2026 marca também a entrada da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos no circuito do festival. É neste espaço que Miguel Calhaz apresenta ContraCantos, Vol. 2, um trabalho onde revisita, em formato intimista de voz e contrabaixo, canções de figuras maiores da música portuguesa.

Nos Recreios da Amadora, espaço fundador do festival, a programação assume, este ano, um perfil exclusivamente internacional, reunindo nomes maiores do jazz contemporâneo de ambos os lados do Atlântico. O pianista norte-americano Fred Hersch, figura maior do jazz atual e presença recorrente nas nomeações para os Grammy, apresenta-se em formato solo, numa abordagem profundamente pessoal ao instrumento. Segue-se o quarteto de Mary Halvorson, uma das mais inventivas guitarristas e compositoras da sua geração, cujo percurso tem vindo a redefinir fronteiras dentro do jazz contemporâneo.
O programa internacional completa-se com o encontro entre Louis Sclavis e Benjamin Moussay, dupla que, após décadas de colaboração, formalizou recentemente a sua cumplicidade em Unfolding (2024), disco editado pela ECM e amplamente reconhecido pela crítica.

O festival integra ainda um momento de celebração e reflexão em torno do centenário de Miles Davis, com uma sessão que cruza abordagem crítica e expressão visual, através de uma palestra multimédia de João Moreira dos Santos e uma exposição do artista XicoFran. A acontecer no Salão Nobre dos Recreios da Amadora.

O encerramento mantém-se fiel a uma das imagens de marca do Amadora Jazz, com a atuação da GeraJazz no Cineteatro D. João V, sublinhando o compromisso do festival com o desenvolvimento de jovens músicos e com a dimensão social da música.

Como sublinha a Câmara Municipal da Amadora, o festival “tem vindo a consolidar-se como uma referência no panorama cultural, reunindo algumas das mais relevantes figuras do jazz nacional e internacional, ao mesmo tempo que aposta numa programação diversificada, pensada para diferentes públicos e com especial atenção à formação de novos públicos”.

Para José Miguel Pereira da Associação Jazz ao Centro Clube "a presente edição do Amadora Jazz prefigura uma maior e mais profunda inscrição no território, colocando a iniciativa em contacto direto com diversas comunidades em vários espaços culturais municipais e assumindo, também, a Escola enquanto pólo cultural."

O Amadora Jazz é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, em parceria com o Jazz ao Centro Clube.

Bilhetes já estão à venda na Ticketline, postos habituais e nos locais dos concertos, duas horas antes do início de cada espetáculo.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Quinta-feira, 7 de maio, 15h

Escola Secundária Seomara da Costa Primo

M/6 | Atividade dirigida à comunidade educativa

Às voltas no loop!

Gonçalo Guiné voz, rimas e beats

Filipe Fidalgo saxofone alto e eletrónica

Filipe Furtado teclado

Paulo Silva bateria

Quinta-feira, 7 de maio, 17h

Recreios da Amadora / Salão Nobre

Entrada gratuita sujeita à lotação da sala.

100.º aniversário de Miles Davis 

O génio do jazz revisitado no Amadora Jazz

João Moreira dos Santos e Xico Fran

Quinta-feira, 7 de maio, 21h

Recreios da Amadora

M/6 | 12,50 €

FRED HERSCH

Fred Hersch piano

Sexta, dia 8 de maio, 18h

Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos

M/6 | Entrada gratuita, limitada à lotação da sala

MIGUEL CALHAZ “ContraCantos”

Miguel Calhaz contrabaixo

Sexta, dia 8 de Maio, 21h00

Recreios da Amadora

M/6 | 10,00 €

MARY HALVORSON “Canis Major”

Mary Halvorson guitarra e composição

Dave Adewumi trompete

Henry Fraser contrabaixo

Tomas Fujiwara bateria

 Sábado, 9 de maio, às 21h00

Recreios da Amadora

M/6 | 10,00 €

LOUIS SCLAVIS & BENJAMIN MOUSSAY

Louis Sclavis clarinete, clarinete baixo

Benjamin Moussay piano

Sábado, 9 de maio, às 23h00

Auditório de Alfornelos

M/6 | 5,00 €

MARCELO DOS REIS “FLORA” com Salvoandrea Lucifora

Marcelo dos Reis guitarra e composição

Miguel Falcão contrabaixo

Luís Filipe Silva bateria

Salvoandrea Lucifora trombone

Domingo, 10 de maio, 16h00

Cineteatro D. João V

M/6 | Entrada gratuita mediante levantamento de ingresso duas horas antes do início do concerto, sujeita à lotação da sala.

GERAJAZZ

Eduardo Lála maestro