1.10.26
VILA VELHA DE RÓDÃO: 𝗦𝗲𝘀𝘀ã𝗼 𝗱𝗲 𝗘𝘀𝗰𝗹𝗮𝗿𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 sobre 𝗭𝗶𝗺𝗯𝗿𝗼 𝗢𝘅𝗶𝗰𝗲𝗱𝗿𝗼
📅 7 outubro
𝟭𝟬𝗵𝟯𝟬
- Sede Gafoz (Foz do Cobrão)
𝟭𝟰𝗵𝟯𝟬
- Auditórios do Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento
ARRONCHES: Comemorações do Dia Internacional da Pessoa Idosa, da Música e da Água
Inscrições
até dia 29 de setembro, nas Juntas de Freguesia de Assunção, Esperança e
Mosteiros.
A autarquia
disponibiliza transporte para os munícipes de Esperança e Mosteiros
30.9.26
BRAGA: Conferência "A Constituição, a Economia e o Trabalho" enche espaço do Muzeu
José Pacheco
Pereira, histórico dirigente do PSD, historiador e fundador do Arquivo
Ephemera, moderou este debate, que teve como convidados a economista Susana
Peralta e o sindicalista Manuel Carvalho da Silva, que liderou a Confederação
Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) de 1987 a 2012.
A intervenção de José Teixeira, presidente do Conselho de Administração da dst, deu início à sessão, perante um auditório cheio.
O empresário destacou o valor do trabalho na
sociedade e na companhia que dirige, rejeitando que um trabalhador seja tratado
como um “colaborador”.
José
Teixeira também criticou a “ética dos mínimos” de quem menoriza as questões
laborais, protegidas pela Constituição da República Portuguesa (CRP), o “ponto
de partida, o início de tudo” no que toca aos direitos e deveres de cada
indivíduo. No contexto do 50.º aniversário da aprovação do documento na
Assembleia da República, o empresário explicou que o Muzeu “não quer ser
contrapoder”, mas antes “ajudar a resistir” às “ameaças” que o regime
democrático enfrenta.
Seguidamente,
coube a Pacheco Pereira introduzir o tema em discussão com uma pergunta-chave:
“Como é que a Constituição moldou o mundo do trabalho?”. O historiador
baseou-se na Doutrina Social da Igreja para distinguir o trabalho, enquanto
produção humana, do capital, associado à lógica do mercado.
O ex-dirigente do PSD, actualmente dedicado,
entre outros projectos, à escrita e ao comentário político, expressou receio de
que uma futura revisão constitucional ponha em causa os direitos do trabalho.
Na mesma linha, Pacheco Pereira recordou o papel do Tribunal Constitucional no
período da troika, que impediu uma série de leis de serem revertidas pelo
governo.
O social-democrata ‘passou a bola’ a Manuel Carvalho da Silva, que apresentou um contexto histórico ao progresso nos direitos laborais desde a recta final do Estado Novo, nos anos 1960, até hoje. O ex-líder da CGTP, natural de Barcelos, classificou as conquistas dos sindicatos como “pilares da democracia”, recordando as primeiras Reuniões Intersindicais, entre 1970 e 1974, dedicadas à “agenda, organização e luta” dos trabalhadores.
Nesse aspecto, Carvalho da Silva salientou a
importância de alguns movimentos sindicais no distrito de Braga, sobretudo no
sector metalúrgico, na reivindicação de mais e melhores condições no espaço de
trabalho. Para o ex-sindicalista, a proximidade entre o 25 de Abril e o 1º de
Maio foi “decisiva” para que os direitos laborais e sindicais fossem “plasmados
e consagrados” na Constituição.
O ex-líder
da maior confederação sindical portuguesa mostrou-se céptico em relação ao
futuro. Carvalho da Silva alertou que as mudanças económicas dos dias de hoje
estão a transformar o trabalho em “negócio”, criando uma sociedade cada vez
mais “desigual e individualista”.
Por fim, o
sindicalista sublinhou a necessidade das escolas trazerem o “saber-fazer” para
as salas de aula, porque o país precisa de trabalhadores “com formações,
qualificações e com carreiras valorizadas”. Carvalho da Silva apelou à “participação
colectiva” na defesa dos direitos do trabalho.
Na sua
intervenção, Susana Peralta começou por explicar que a economia, nascida da
filosofia, pode significar diferentes coisas. Esse conceito abrangente
refere-se, sobretudo, na língua portuguesa, ao “sistema que organiza os
recursos produtores de bem essenciais”, incluindo o trabalho, mencionou a
economista.
Susana Peralta, que também é docente e
comentadora política, fez a ligação entre o trabalho e a Constituição através
dos limites – leis – estabelecidas pelo documento, que também balizam o
funcionamento da economia. “A CRP é rica na parte moral e ética”, declarou a
economista, em alusão aos avanços registados em democracia ao nível dos
direitos laborais.
À semelhança de Carvalho da Silva, Susana Peralta mostrou preocupação com o possível “despojar” de direitos fundamentais previsto em alguns projectos de revisão constitucional.
OPINIÃO: Uma Polícia a arder em lume brando
Pode
achar-se que o MP foi irresponsável ao avançar com as buscas, ou até que se
moveu por razões espúrias. Pode alegar-se que a denúncia é acompanhada de
documentos que não provam que os alvos do Football Leaks foram escutados sem
autorização judicial. Pode mesmo supor-se que o denunciante perdeu a lucidez ao
tentar safar a mulher - uma inspetora da equipa que investigou aquele caso e
que está a ser julgada por falso testemunho, depois de admitir em tribunal que
assinou "de cruz" o relatório de uma diligência em que os colegas
dizem ter escutado os suspeitos, numa estação de serviço da A5, sem gravação de
som.
Pode
achar-se o que se quiser e, por princípio, deve reconhecer-se a Cabreiro o
direito à presunção de inocência, mas não se pode perder de vista o
inimaginável até há uma semana - magistrados a devassarem o gabinete e o
computador do diretor nacional da PJ -, nem ignorar o contexto. Carlos Cabreiro
foi nomeado pelo Governo em que pontifica, como ministro, o anterior diretor da
Judiciária; e, por arrasto, a vida desta vai ser enlameada numa comissão de
inquérito durante meses.
Manter tudo
como está será um fator de desgaste adicional, que o Governo deveria evitar. A
reputação da PJ, conseguida graças ao profissionalismo de muitos, levou décadas
a consolidar-se e não pode ficar refém, anos a fio, do desfecho de processos
individuais de quem quer que seja. Isso é deixar a casa a arder em lume brando.
Mais: para o apagar, talvez já não baste substituir Cabreiro por um par. No
ponto a que se chegou, muito propício a divisões internas, seria sensato dar um
passo atrás e entregar o leme a um magistrado judicial ou do MP.
* Nelson
Morais – Jornal de Notícias - 29 de setembro, 2026
29.9.26
PODER LOCAL: Avenidas Novas (Lisboa) celebra Dia da Freguesia
A
Freguesia de Avenidas Novas, uma das zonas mais centrais da cidade de Lisboa,
assinala hoje, terça-feira, 29 de Setembro de 2026, o Dia da Freguesia, com um
programa especial que reúne música, cultura, homenagem e animação ao longo de
todo o dia.
As
comemorações arrancam às 13.00 horas, com a inauguração do novo Espaço Cultural
de São Sebastião da Pedreira, localizado na Rua São Sebastião da Pedreira,
junto ao El Corte Inglés, com uma sala de leitura aberta diariamente.
Às
16.30 horas, terá lugar o Desfile de Carros Clássicos, que percorrerá diversas
artérias da freguesia até às 18.00 horas.
O
programa prossegue, às 18.00 horas, com a Sessão Solene, no Auditório da Ordem
dos Contabilistas Certificados, na Avenida Defensores de Chaves 85 - B, junto ao Campo Pequeno, presidida por Daniel
Gonçalves, Presidente da Junta de Freguesia de Avenidas Novas - Lisboa.
Durante a Sessão Solene serão prestadas homenagens a diversas personalidades de âmbito nacional, através da entrega de troféus, entre as quais o escritor e Presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, José Jorge Letria, o ator Paulo Vasco, o maestro José Cabeleira, o ator Miguel Dias, o atleta Adolfo Barão, o artista e cantor Fernando Pereira e a apresentadora Teresa Guilherme.
Serão
ainda entregues louvores a antigos estagiários e monitores das colónias de
férias da Autarquia.
Às
19.00 horas, o palco será ocupado pelo cantor Carlos Alberto Moniz, num
interlúdio artístico e cultural que levará ao Auditório as canções que dão voz
a Lisboa e a Portugal.
Após
o espetáculo, às 19.45 horas, terá lugar o cocktail "Avenidas Novas de
Honra", no Auditório da Ordem dos Contabilistas Certificados.
As comemorações terminam no Jardim do Arco do Cego, onde, às 20.30 horas, será inaugurado o festival "The Burger Fest" 2026, seguindo-se, às 21.30 horas, uma Noite da Juventude com DJ Set.
As
comemorações do Dia da Freguesia integram um programa mais vasto que tem
decorrido ao longo do mês de setembro, com Noites de Fado, Apresentações de
Livros, Visitas Culturais, Passeios Sociais para Seniores, Atividades
Desportivas, a inauguração da placa evocativa de homenagem aos saudosos atores
António Silva e Josefina Silva, Concerto de Piano de Cauda, Oferta de Livros
aos alunos das Escolas da Freguesia, Teatro e diversos eventos
multidisciplinares.
A
entrada é gratuita em todas as atividades previstas para este dia, com o
patrocínio da Junta de Freguesia de Avenidas Novas - Lisboa.
Novo Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais participou nas Jornadas Nacionais da Comunicação Social
O
novo Secretariado das Comunicações Sociais da Diocese de Portalegre-Castelo
Branco participou nas Jornadas Nacionais da Comunicação Social, subordinadas ao
tema «Por uma Gramática do Encontro», que decorreram no dia 24 de setembro, em
Leiria.
A
presença neste encontro nacional constituiu uma oportunidade de formação,
reflexão e partilha com os responsáveis e agentes da comunicação das dioceses
portuguesas, permitindo conhecer diferentes experiências e perspetivas sobre os
desafios que atualmente se colocam à comunicação da Igreja.
Para
a equipa que agora assume este serviço na Diocese de Portalegre-Castelo Branco,
a participação nas Jornadas representa também um primeiro momento de contacto e
de trabalho conjunto com os seus pares a nível nacional, contribuindo para
fortalecer a equipa e para consolidar linhas de ação para a missão que lhe está
confiada.
O
Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais é coordenado pelo Padre Pedro
Tropa e integra Rui Canatário, Catarina Reis e Ana Margarida Bicho.
Num
contexto em que comunicar significa também aproximar pessoas, criar pontes e
favorecer o encontro, o novo Secretariado pretende colocar as suas competências
e o seu trabalho ao serviço da missão evangelizadora da Diocese, procurando dar
maior visibilidade à vida das comunidades cristãs, às suas iniciativas e aos
seus testemunhos.
A
aposta passa por uma comunicação próxima, atenta e capaz de acompanhar a
realidade das comunidades, contribuindo para que a vida da Igreja seja
conhecida e para que a mensagem do Evangelho possa chegar a diferentes públicos
e contextos.
A
participação nas Jornadas Nacionais da Comunicação Social assinala, assim, um
dos primeiros passos do novo Secretariado no caminho que agora inicia, em
espírito de serviço, colaboração e comunhão com a Igreja em Portugal.
CAMPO MAIOR: Dois detidos em flagrante por burla MBWay
No âmbito de
uma ação de patrulhamento, os militares da Guarda detetaram dois indivíduos nas
proximidades de uma ATM (vulgo máquina multibanco), os quais demonstravam um
comportamento suspeito. Na sequência da ação e da abordagem aos mesmos, foi
possível confirmar que os suspeitos tinham acabado de cometer uma burla,
através da aplicação MBWay, motivo pelo qual foram de imediato detidos.
Na sequência
da detenção, foi ainda possível apreender o seguinte material:
500 euros em
numerário;
Um
telemóvel;
Os detidos
foram constituídos arguidos e os factos foram comunicados ao Ministério
Público.
IDOSOS: Com a minha idade, ainda vale a pena?
Até há
poucos meses, conduzia todos os dias e fazia as compras com a mulher, com quem
vive de forma independente. Agora para ao fim de cem metros, inclinado sobre o
carrinho do supermercado, à espera de que a dor nas pernas lhe dê tréguas.
Começou a perguntar-se não apenas se voltará a andar como antes, mas se os dois
conseguirão continuar a viver sozinhos. A ressonância mostra uma estenose
lombar. Antes de chegar à minha consulta, já ouviu a frase: “na sua idade, é
melhor não mexer”.
E então
pergunta-me: “Doutor, com a minha idade, ainda vale a pena?”
Não sei
ainda se António precisa de uma cirurgia. Para decidir isso, preciso de saber
muito mais do que mostra a ressonância. Mas há uma coisa que sei antes de o
examinar: 82 anos não são um diagnóstico.
A medicina
sempre gostou da idade. É objetiva, está disponível e cabe facilmente num
algoritmo. Em populações, é útil: à medida que envelhecemos, aumentam a
fragilidade, a doença e o risco de complicações. O problema começa quando uma
verdade estatística sobre milhares de pessoas se transforma numa conclusão
sobre quem temos à nossa frente.
Dois doentes
com 82 anos podem ter vivido o mesmo número de anos e estar biologicamente
separados por décadas. Um conserva força, equilíbrio, cognição e autonomia.
Outro pode ser frágil, sarcopénico e dependente. É por isso que hoje olhamos
cada vez mais para aquilo que a idade não mede: reserva fisiológica,
mobilidade, massa muscular, saúde óssea, cognição e capacidade de recuperação.
Na cirurgia
da coluna, esta diferença importa muito. Aos 80 anos, as ressonâncias estão
quase sempre cheias de palavras assustadoras — degeneração, artrose, estenose,
deformidade. Mas não operamos palavras. E também não devemos recusar
tratamentos por causa de um número.
A idade
conta, naturalmente. Um doente de 82 anos não enfrenta uma grande cirurgia como
um de 42. Mas considerar a idade é diferente de deixar que ela decida. Há
idosos robustos que recuperam bem de tratamentos exigentes; há pessoas vinte
anos mais novas cuja fragilidade obriga a muito mais cautela.
Talvez a
pergunta mais importante na consulta não seja “quantos anos tem?”, mas “o que
deixou de conseguir fazer?”. Às vezes, não é correr uma maratona. É conduzir.
Ir às compras com a mulher. Conseguir permanecer na casa onde sempre viveram
sem depender dos filhos. É aí que a doença da coluna deixa de ser uma imagem e
passa a ser aquilo que verdadeiramente nos interessa tratar: perda de função,
de autonomia e, por vezes, da própria vida que a pessoa reconhece como sua.
Mesmo em
idades avançadas, o músculo adapta-se, a força pode melhorar, a mobilidade pode
ser recuperada e a saúde óssea pode ser protegida. Envelhecer muda o que é
possível; não torna tudo inevitável.
Voltemos ao
António.
Quando me
pergunta “com a minha idade, ainda vale a pena?”, percebo o que está realmente
a perguntar. Não é se vale a pena tratar uma ressonância. É se ainda vale a
pena lutar pela vida que ele e a mulher construíram e que agora receiam perder.
A idade
diz-me há quanto tempo António vive. Não me diz como vive, de que é capaz,
quanto pode recuperar ou aquilo que ainda espera dos anos que tem pela frente.
Talvez a
medicina deva responder-lhe com outra pergunta:
“O que é que
ainda vale a pena para si?”
Para mais
informações sobre patologia da coluna vertebral, visite https://sppcv.org/.
·
Artigo de Opinião de Ricardo Rodrigues Pinto,
Ortopedista e cirurgião de coluna. Professor Universitário.
Membro da
Direção da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV)
28.9.26
Privados fecham as portas: Olaria pedrada de Nisa ameaçada por falta de quartzo
As últimas
oficinas artesanais do concelho dependem da recolha manual destes inertes
específicos em parcelas rurais privadas. Todavia, vários proprietários
começaram a vedar os caminhos de passagem e a exigir compensações financeiras
informais a título de exploração de inertes. Por conseguinte, a escassez do
mineral coloca em risco a continuidade operacional dos mestres oleiros locais.
Vedação de
terrenos trava colheita de quartzo branco
A técnica
característica da olaria pedrada de Nisa exige pedras de quartzo com elevado
grau de pureza e dureza reduzida. Esta consistência permite aos artesãos partir
os blocos com martelos específicos até obterem pequenas arestas finas. Em
seguida, essas lascas são cravadas à mão no barro ainda húmido, antes da
cozedura final em fornos tradicionais.
No entanto,
a dispersão dos veios geológicos em propriedades florestais e agrícolas gerou
conflitos entre artesãos e detentores do solo. Segundo os alertas transmitidos
durante a sessão técnica, os constrangimentos físicos impedem o abastecimento
regular das oficinas activas no concelho. Além disso, a cobrança informal de
valores pelo acesso aos solos sobrecarrega os custos de produção das pequenas
unidades familiares, que operam com margens comerciais bastante reduzidas.
Município de
Nisa avalia reserva pública de matérias-primas
Perante este
cenário, a Divisão de Acção Cultural e Património do Município de Nisa estuda
alternativas para salvaguardar o aprovisionamento dos artesãos. Entre as
soluções em análise encontra-se a identificação cadastral de veios minerais em
terrenos públicos municipais, bem como o estabelecimento de acordos formais de
cedência com proprietários privados.
Paralelamente,
a Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas acompanha o processo para
garantir a preservação do saber-fazer tradicional. A classificação da técnica
como património cultural exige salvaguarda urgente, dado que a interrupção no
fornecimento de quartzo paralisaria a feitura das peças genuínas. Dessa
maneira, as entidades envolvidas procuram criar um banco municipal de
matérias-primas que assegure a estabilidade produtiva das oficinas locais nos
próximos anos.
Nisa é sempre um excelente destino.
Pelos aromas que nos despertam, pelos sabores que nos ficam na memória, pelas paisagens que nos prendem o olhar, pelos sons que nos contam histórias e pelo toque que nos aproxima da nossa terra.
Neste Dia
mundial do Turismo, desafiamo-los a (re)descobrir Nisa através dos 5 sentidos.
Porque em
Nisa, há sempre algo para ver, ouvir, sentir, provar e descobrir.
************************************************************
Este é o textozinho que a Câmara divulgou para assinalar o Dia Mundial do Turismo. Propaganda paga e sem correspondência com qualquer aliciante para uma visita ao concelho. AROMAS? É passar pelo zona da Alameda e ver o estado de "chavasquice" que ali salta à vista desarmada. A autarquia conhece o problema, mas nada faz para o resolver, ou porque não sabe ou, o que ainda é mais grave, não ter a humildade de pedir a quem saiba.
SABORES? Nos
restaurantes fechados ou quando se descobre algum aberto, na comida cara, por
vezes sem a qualidade exigida e num fraco cardápio que apresentam. Os turistas
vêm e rumam a Alpalhão, Crato ou Castelo de Vide onde a oferta gastronómica é
mais diversificada.
E o mais
interessante é que este concelho que se diz de "portas abertas" tem
uma Câmara Municipal das mais fechadas do país. Dez meses após ter tomado
posse, o "duo Zé e José" o dois vereadores de serviço, não
conseguiram acabar com a lei da rolha, a CENSURA instituída pela anterior edil
Idalina. Acham que está bem assim, violar todos os dias, a Constituição da República Portuguesa mantendo dezenas e
dezenas de munícipes, BANIDOS, DISCRIMINADOS, SILENCIADOS e sem acesso às redes
sociais do Município.
O crime é
tanto ou mais grave porque, desta maneira, ficam impedidos de ver nas
"pantalhas" municipais, o
desfile de carros "clássicos", manifestação de poder e de notoriedade
enquanto o país reclama contra o aumento brutal dos preços dos combustíveis. É
esse o "turismo" que a Câmara gosta, aplaude e estimula..
Vais por bom
caminho, ó Dinis!
LEGENDAS DAS
FOTOS
1 - Alguém
consegue ler a "informação turística" no painel plantado junto à
fonte de Santo António?
2 - Por
quanto mais tempo a Câmara vai fechar os olhos a esta situação que envergonha
Nisa? O delegado de saúde não tem nada a dizer sobre isto?
3 - Na Praça
da República o "outdoor"
(palavra chique) da Federação DDT, colocado abusiva e provocatoriamente, mostra
entre outras coisas, a arrogância do poder
municipal. A Kristin derrubou cartaz e muro, mas este a Câmara acha que não é
competência sua. Queres ver que a Federação Distrital do PS ainda vai pagar os
estragos? Ou dizer que a culpa é do governo...
27.9.26
MONTEMOR-O-NOVO: Outubro é o Mês da Música
Em outubro, Montemor-o-Novo celebra a música! 🎼
São
mais de 20 iniciativas, em diferentes espaços e com diferentes sonoridades,
para ouvir, descobrir e viver a música.
👉
Deslize pelas imagens e conheça toda a programação!
🎶
Viva a música. Viva Montemor!
FOLCLORE: Grupo de Danças e Cantares da Beira Baixa leva Castelo Branco ao XXVIII Desfile Nacional do Traja Popular Português
Ao
longo do desfile, o grupo apresentou diferentes tipologias de traje
representativas da região, desde os trajes associados ao pastoreio e às
diversas atividades de trabalho até aos trajes domingueiros e de pessoas mais
abastadas, evidenciando a diversidade social e cultural presente na forma de
vestir das comunidades de outros tempos. A participação constituiu também uma
oportunidade de encontro e partilha entre grupos provenientes de diferentes
pontos do país, permitindo conhecer outras realidades etnográficas e valorizar
a riqueza e diversidade do traje popular português.
Com esta presença, o Grupo de Danças e
Cantares da Beira Baixa voltou a levar o nome de Castelo Branco a uma
iniciativa de âmbito nacional dedicada à divulgação, valorização e salvaguarda
do património etnográfico português.
26.9.26
ULSAC confirma casos de impétigo em Estremoz após ter negado problema de saúde pública
A
confirmação surge depois de o Gabinete de Comunicação da ULSAC ter negado ao
ODigital.pt, nos contactos efetuados pelo jornal desde segunda-feira, a
existência de qualquer problema de saúde pública relacionado com a situação em
Estremoz.
Na
segunda-feira, altura em que já havia registo de casos de infeção, questionada
pelo Jornal ODigital.pt, o Gabiente de Comunicação da ULSAC afirmava que “a
intervenção do Serviço de Saúde Pública poderá justificar-se perante a
ocorrência de vários casos relacionados, designadamente em contexto
institucional, como lares, escolas ou outras estruturas coletivas, que indiquem
uma eventual situação de surto. Até ao momento, não foi identificado qualquer
contexto desta natureza no concelho de Estremoz.”
Já
esta notícia publicada esta quinta-feira, o ODigital.pt revelou que tinham sido
registados cerca de duas dezenas de casos de impétigo no concelho, informação
confirmada por fonte da Proteção Civil Municipal.
Saúde
Pública está a acompanhar casos
Num
comunicado entretanto emitido, a ULSAC informa agora que a sua Unidade de Saúde
Pública “está a acompanhar a identificação de casos de impétigo na comunidade
de Estremoz, incluindo crianças e jovens em idade escolar e pré-escolar”, em
articulação com o Agrupamento de Escolas.
O
comunicado não especifica o número de casos atualmente identificados nem
esclarece a razão pela qual, nos contactos anteriormente efetuados pelo
ODigital.pt, o Gabinete de Comunicação da ULSAC negou a existência de um
problema de saúde pública relacionado com esta situação.
A
ULSAC explica que o impétigo é uma infeção bacteriana da pele, geralmente
ligeira e tratável, podendo ser transmitida através do contacto direto com as
lesões ou pela pa Segundo a unidade de saúde, esta doença
não está sujeita a notificação obrigatória.~
Reforço
da higiene recomendado
Como
medida preventiva, a Unidade de Saúde Pública recomenda a lavagem frequente das
mãos, a limpeza dos espaços e das superfícies de contacto mais utilizadas,
assim como a não partilha de objetos de uso pessoal.
"Não Dá Mais": movimento social convoca manifestações contra o custo de vida
A
convocatória, como o mote “Não Dá Mais Pra Viver Assim” aponta para 10 de
outubro as ações de luta, com uma manifestação marcada para 17h em no Largo do
Intendente, em Lisboa; e para a mesma hora em Braga, junto ao Coreto da Avenida
Central.
“Estamos
há anos a ser esmifrados pelo aumento dos preços da habitação e do custo de
vida. Vivemos a trabalhar e esgotamo-nos para fazer o salário esticar até ao
final do mês, para enfrentar o preço dos combustíveis que aumentam, despesas
básicas e para não perder a casa”, lê-se na convocatória. “Só nos sobram
dívidas e preocupações, enquanto se esgota a possibilidade de um futuro
melhor”.
O
movimento aponta que “os bancos, as grandes distribuidoras e o setor energético
registam lucros recorde à nossa conta”. Só no primeiro semestre de 2026, a
Sonae, dona do Continente, registou receitas recorde de 5,6 mil milhões de
euros. A Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, apresentou um aumento de vendas
num total de 2,7 mil milhões de euros. O Millennium BCP apresentou um resultado
líquido de 565,8 milhões de euros e a Galp um lucro de 821 milhões de euros.
“Dizem-nos que precisamos de trabalhar mais,
que somos pobres porque queremos. Mas como é que essas empresas de bens de
consumo conseguem ter tantos lucros enquanto as nossas contas do supermercado
aumentam? Não há algo de errado quando supermercados e bancos registam milhões
em lucros enquanto nós nos afundamos em dívidas?”, questiona.
Entre
as organizações que assinam a convocatória estão a Solidariedade Imigrante, o
Movimento Dignidade Académica, Associação Renovar a Mouraria, Coletivo
Afreketê, a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, e o Sindicato dos
Trabalhadores da Saúde, Solidariedade e Segurança Social.
www.esquerda.net - 23 de setembro 2026
SESSENTA POR CENTO: Exposição de fotografia autobiográfica
Reunindo
60 imagens produzidas desde o final da década de 1970 até à atualidade, esta
mostra propõe um percurso visual sobre a construção da identidade e o
crescimento pessoal. Através da fotografia, o autor revisita experiências de
sobrevivência, questiona as diferenças na educação de meninas e meninos,
reflete sobre o papel dos livros, da religião e da sociedade de desperdício, e
explora as marcas deixadas pelo tempo e pela memória.
A
exposição destaca-se pela diversidade de técnicas e linguagens utilizadas, que
vão da reportagem à fotografia de arquitetura e ao grande formato de estúdio,
do preto e branco tradicional a várias técnicas Polaroid.
OPINIÃO: Preços do Combustíveis – Um maná para alguns
– Petrolíferas obtêm um aumento de receita de €327 milhões/mês e o Estado de €3 milhões/mês em relação aos preços em vigor no início da guerra contra o Irão
–
Todo esse acréscimo de custos é suportado pelas famílias e empresas portuguesas
Os leitores desculpem por estar continuamente a desconstruir os aumentos semanais dos combustíveis, mas eles estão a ter consequências dramáticas para as empresas e as famílias. O aumento dos combustíveis provoca por arrasto o aumento dos preços de todos os bens e até das taxas de juro do crédito à habitação (que não são consideradas pelo INE no cálculo da inflação oficial). Além disso, a inflação oficial engana, pois a inflação real não é igual para todos os portugueses. Trata-se de uma inflação média que faz lembrar a história da repartição de uma galinha entre duas pessoas. Uma come a galinha toda, mas a média dá meia galinha a cada pessoa. Também em relação à inflação oficial do INE acontece o mesmo. Até agosto de 2026, a inflação homóloga aumentou 3,3%, mais que a subida das pensões (máximo 2,8%) e dos salários da Função Pública (máximo 2,2%) e inflação anual aumentou 2,67% segundo o INE. No entanto, o cálculo desta taxa de inflação tem como base uma estrutura de despesa dos orçamentos familiares que não é real para as famílias de baixos rendimentos (a maioria). O INE considera que as famílias em Portugal gastam mensalmente do seu orçamento apenas 22,4% em alimentação e 15,1% em transportes. E são os preços destes bens e serviços que têm aumentado mais (alimentação: +5,76%; produtos energéticos: +4,29%). Portanto se o peso destas despesas no orçamento familiar for superior ao considerado pelo INE, a inflação para elas será superior à inflação oficial. E as taxas de juro do crédito à habitação não são consideradas pelo INE no cálculo da inflação oficial apesar de estarem a sufocar as famílias.
AUMENTOS DOS COMBUSTÍVEIS TODAS AS SEMANAS APESAR DO PREÇO DO BARRIL DE PETRÓLEO TER DESCIDO
Os gráficos 1 e 2 mostram os aumentos dos “preços sem impostos e taxas” do gasóleo e da gasolina 95 antes do início da guerra de Israel/EUA contra o Irão. Eles revertem integralmente para a petrolíferas. Por sua vez, os impostos (ISP+IVA) sobre o gasóleo e gasolina no mesmo período (23/2/2026-21/9/2026) revertem na totalidade para o Estado. Os dados são da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) do Ministério do Ambiente e Energia, portanto oficiais. E utilizamos gráficos para ficar mais claro e entendível, pois a maioria dos órgãos de comunicação social não falam disto. Para eles é tabu quem está a ganhar com os aumentos dos preços todas as semanas, e muito menos quantificam quantos milhões de euros as famílias e empresas estão a pagar a mais. Entre 15 e 22 de setembro de 2026, o preço do barril de petróleo Brent desceu de US$108,75 para cerca de US$98,50 dólares por barril, uma redução de 10,25 dólares, correspondente a 9,4%. Contudo, a GALP e outras petrolíferas aumentaram os preços e o governo, por arrasto e à socapa, também aumentou as suas receitas (tal qual a galinha que grão a grão enche o papo). Apesar disso, a ministra do Ambiente, talvez por não fazer contas, ou estar mal informada, repete monocordicamente que “o governo não ganha nada” o que é mentira como os gráficos provam. E ela acrescenta: deixem “funcionar o mercado”, talvez para a GALP aumentar mais os seus lucros.
Os dois gráficos feitos com base em dados oficiais mostram que tanto as petrolíferas como o governo estão a ganhar muito à custa das empresas e das famílias com os aumentos semanais dos preços dos combustíveis,
AS PETROLÍFERAS (GALP e outras) AUMENTAM AS SUAS RECEITA €327 MILHÕES/MÊS E O ESTADO €3 MILHÕES/MÊS
Segundo a DGEG, nos primeiros sete meses de 2026 consumiram-se 3101,5 milhões de litros de gasóleo e 989,9 milhões de litros de gasolina 95, o que dá uma média mensal de 443 milhões de litros de gasóleo e 140,9 milhões de litros de gasolina. Multiplicando esta quantidade de gasóleo e de gasolina pelo aumento dos preços do gasóleo e da gasolina sem impostos (0,605€ e 0,416€ por litro) e pelo aumento dos impostos neste período sobre o gasóleo e gasolina (0,005€ e 0,005€ por litro) obtém-se um aumento de receita para as petrolíferas de €327 milhões e para o Estado de €3 milhões por mês. Um autêntico maná para ambos à custa dos consumidores (famílias e empresas) que o governo e os media procuram ocultar.
[*]
Economista, edr2@netcabo.pt
O
original encontra-se em www.eugeniorosa.com/articles/download/639.
Este
artigo encontra-se em resistir.info
25.9.26
Festival Al Mossassa celebra as raízes de Marvão e os 800 anos de história do concelho
Entre
recriações históricas, espetáculos de teatro, música, dança e artes circenses,
a 19ª edição do Festival Al Mossassa convida a uma experiência cultural
inesquecível, com um programa diversificado e rico em atividades, onde se
destaca um momento: a celebração dos 800 anos da atribuição do primeiro foral,
que oficializou a vila no seio do Reino de Portugal.
Para
assinalar uma data tão especial, o evento tem um dia extra gratuito, logo na
sexta-feira, 2 de outubro (22h00), que termina com o espetáculo “O Fogo”, onde
os Malatitsch, herdeiros de uma ancestral tradição circense, prometem uma
atuação incrível, que une fogo, acrobacia, malabarismo, ilusão e emoção.
No
sábado e domingo, o destaque da programação está no espetáculo: ‘Marvão - Onde
a História Toca o Céu’, que conta a viagem do Rei pela memória da vila.
“Guiado
por um enigmático Mestre de Cerimónias, D. Sancho II é conduzido numa viagem
através da memória de Marvão. Das marcas deixadas por Roma e pela antiga
Ammaia, aos séculos de domínio islâmico; de Ibn Marwan, cuja memória permanece
ligada ao nome da vila, às lendas, amores e conflitos de uma terra disputada
por diferentes povos; das conquistas de D. Afonso Henriques, ao nascimento de
um novo reino.”
Nas
duas noites, pelas 21h30, vai ser contada a história em que, antes de ser
Portugal, Marvão já era Marvão.
Já
na segunda-feira (18h30), um grandioso Cortejo pelas ruas da vila de Marvão
marca o término das celebrações de mais um Festival Al Mossassa.
Ao
longo dos quatro dias, na parte alta da vila, vão poder explorar-se os
produtos, saberes e sabores das culturas islâmica, judaica e cristã, tão
presentes na fundação de Marvão, no movimentado Mercado das Três Culturas.
Há
ainda uma área com oficinas e artesãos a trabalhar ao vivo, acampamentos
militares, exposição de armas, oficina de esgrima, tiro com arco, jogos e
carrosséis medievais, e uma mostra de animais da quinta, serpentes e cetraria.
De sábado a segunda-feira, a entrada no certame custa 2€ e é gratuita para menores de 12 anos, com a receita a reverter, na sua totalidade, para cinco instituições particulares de solidariedade social do concelho.
A
leitura do Auto de Abertura Oficial do XIX Festival Al Mossassa acontece no
sábado, dia 3, nos Paços do Concelho, após o Grande Cortejo Inaugural ‘A Celebração
dos 800 Anos’, pelas ruas da vila, com início marcado para as 11h00.
BRAGA: Colóquio "A Constituição, a Economia e o Trabalho" no Museu de Braga
SAÚDE: Dia Mundial do Coração: não perca o ritmo
No
dia 29 de setembro assinala-se o Dia Mundial do Coração, uma iniciativa da
World Heart Federation, que este ano tem como mote global “Don’t Miss a Beat”.
A mensagem para a população não é de alarmismo, mas sim de atenção e ação.
Trata-se de uma oportunidade para recordar que a saúde cardiovascular não
depende apenas do que fazemos quando surge um problema. Depende, sobretudo, das
escolhas e dos cuidados que mantemos ao longo dos anos.
Um
dos desafios é que vários destes fatores podem não provocar sintomas durante
muito tempo. É possível ter a tensão arterial ou o colesterol elevados e
sentir-se perfeitamente bem. Por isso, não devemos esperar por sinais de alerta
para começar a cuidar do coração. Medir regularmente a pressão arterial,
conhecer os valores de colesterol e glicemia e fazer uma avaliação médica
adequada à idade e aos fatores de risco são medidas simples, mas importantes.
Também
a atividade física tem um papel fundamental. Não é necessário ser atleta para
proteger o coração. Caminhar, andar de bicicleta, nadar, dançar ou simplesmente
reduzir o tempo passado sentado são formas de aumentar a atividade física. O
importante é encontrar uma atividade adequada à condição de cada pessoa e
integrá-la na rotina. Para quem é sedentário, começar gradualmente já
representa um passo significativo.
A
alimentação é outro dos pilares da prevenção. Uma dieta com menor consumo de
sal, alimentos ultraprocessados, açúcares e gorduras saturadas, contribui para
um melhor perfil cardiovascular. Mais do que seguir dietas da moda, importa
construir hábitos alimentares sustentáveis e compatíveis com a nossa cultura e
com a nossa realidade.
Não
podemos esquecer o tabaco. Fumar aumenta de forma significativa o risco de
enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral e outras doenças. Deixar de
fumar traz benefícios em qualquer idade, e pedir ajuda profissional pode
aumentar as probabilidades de conseguir fazê-lo.
Prevenir
não significa viver com medo da doença. Significa conhecer os nossos fatores de
risco e agir sobre aqueles que podemos modificar. Para algumas pessoas,
mudanças no estilo de vida serão suficientes; para outras, será necessário
recorrer a medicamentos para controlar a tensão arterial, o colesterol, a
diabetes ou outras condições. Quando prescritos, estes tratamentos devem ser
tomados de forma regular e acompanhados pelo médico.
O
Dia Mundial do Coração não deve ser apenas uma data no calendário. Deve servir
como um lembrete de que cuidar do coração é um compromisso diário. Pequenas
decisões repetidas ao longo do tempo — não fumar, mexer-se mais, alimentar-se
melhor, controlar os fatores de risco e cumprir a vigilância médica — podem
fazer uma diferença importante.
O coração trabalha continuamente durante toda a nossa vida. Cuidarmos dele é, afinal, uma das formas mais concretas de cuidarmos da nossa própria vida e da vida daqueles que nos rodeiam.
· César Lourenço – Núcleo de Estudos de
Insuficiência Cardíaca da SPMI
24.9.26
CASTELO DE VIDE: 𝐕𝐢𝐚 𝐅𝐞𝐫𝐫𝐚𝐭𝐚 | 𝐀𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐚𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨
Depois
da possibilidade de fazer arborismo, no Parque Aventura, desta vez, o
Município, através da Secção de Desporto, proporciona ao público em geral a
hipótese de percorrer a Via Ferrata.
A
atividade é gratuita, mas carece de inscrição no Posto de Turismo, e o
equipamento está disponível no local.
ℹ
Mais informações:
https://castelodevide.pt/2103/via-ferrata-escalada
































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