28.5.26

MARE lança campanha sobre “invasores” aquáticos, um problema de 423 mil milhões de dólares


No âmbito da Semana sobre Espécies Invasoras #SEI2026, o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e o ARNET – Rede de Investigação Aquática revelam os rostos (e as barbatanas) das maiores ameaças à biodiversidade aquática em Portugal.

 De tartarugas “libertadas” a peixes de 120kg, passando por minhocas marinhas e algas invasoras: a ciência sai à rua para alertar para um prejuízo global de 423 mil milhões de dólares por ano.

 A campanha vai estar no ar entre os dias 25 e 29 de maio, com forte aposta no digital e através de cartazes físicos em locais estratégicos a nível nacional.

 O que têm em comum uma tartaruga de estimação, um peixe-gato, uma minhoca marinha que é isco na pesca e uma alga castanha do Pacifico que nos impede de gozar as praias no Verao? Todos fazem parte de uma “lista negra” que está a transformar os ecossistemas aquáticos portugueses. Entre os dias 25 e 29 de maio, o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e o Laboratório Associado ARNET – Rede de Investigação Aquática lançam uma campanha de sensibilização para alertar os cidadãos: as espécies invasoras não são apenas um problema da natureza, são um desafio económico e social.


Integrada na Semana sobre Espécies Invasoras (#SEI2026), a campanha utiliza uma abordagem direta e visual – através de redes sociais e cartazes físicos em locais estratégicos como Lisboa, Cascais, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Mação, Gavião, Penamacor algumas das áreas mais afetadas – para mostrar que o comportamento humano é, muitas vezes, a porta de entrada para estes intrusos indesejados.

Cinco dias, cinco alertas

A campanha foca-se em quatro espécies críticas, terminado com um alerta global para este problema:

A "falsa liberdade" das tartarugas (25 maio): a libertação de tartarugas exóticas em lagos e rios afeta as espécies nativas. O que parece um ato de bondade é um crime ambiental.

 O ganso coreano (26 maio): minhoca marinha usada como isco vivo. O simples gesto de deitar o resto do isco à água no final da pescaria pode introduzir um invasor nos nossos estuários.

 O gigante do Tejo (27 maio): peixe-gato-europeu ou siluro pode atingir 2,8 metros. “Ninguém o come, mas ele come tudo”, avisa o investigador do MARE, Filipe Ribeiro. A solução? O controlo também passa pela gastronomia.

 O tapete sufocante (28 maio): a alga castanha Rugulopteryx okamurae está a ocupar quase por completo muitos fundos rochosos e a competir com as espécies locais, com impactes graves no turismo e nas pescas.

 No dia 29 de maio, a campanha culmina com um alerta para o problema global das espécies invasoras.

 Ciência ao serviço da prevenção

Segundo a IPBES (Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas), as espécies invasoras são uma das cinco principais causas de perda de biodiversidade no mundo. De acordo com a avaliação temática da IPBES de 2023, os custos anuais associados a espécies invasoras ultrapassam os 423 mil milhões de dólares a nível mundial.

Em Portugal e Espanha, este problema é particularmente relevante nos ecossistemas aquáticos e costeiros, onde diversas espécies introduzidas, muitas vezes de forma inadvertida, têm vindo a alterar profundamente o equilíbrio dos habitats nativos, com consequências para a fauna, a flora e as comunidades humanas que deles dependem (Soto et al. 2025, MARE).

“Esta campanha é uma extensão natural do nosso trabalho de investigação,” explica Joana Cardoso do MARE. “Queremos que o pescador, o aquarista e o cidadão comum percebam que têm um papel ativo. Um pequeno descuido pode alterar para sempre o equilíbrio de um rio ou de uma praia”, continua.

A iniciativa conta com parcerias inovadoras, como a colaboração com a empresa de isco vivo Valbaits, que incluirá mensagens de alerta nas caixas de isco, e as Câmaras Municipais de Lisboa, Cascais, Proença-a-Nova, Mação, Gavião, Penamacor e Vila Velha de Ródão, que levarão a ciência para o espaço público.

Sobre o MARE

O MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente - é um centro de investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação com competências para o estudo de todos os ecossistemas aquáticos, na vertente continental e no mar. Promove o uso sustentável de recursos e a literacia do oceano disseminando o conhecimento científico e apoiando políticas de desenvolvimento sustentável. Criado em 2015, integra 8 Unidades Regionais de Investigação associadas às seguintes instituições: Universidade de Coimbra (MARE-UCoimbra), Politécnico de Leiria (MARE-Politécnico de Leiria), Universidade de Lisboa (MARE-ULisboa), Universidade Nova de Lisboa (MARE-NOVA), ISPA - Instituto Universitário (MARE-ISPA), Instituto Politécnico de Setúbal (MARE-IPSetúbal), Universidade de Évora (MARE-UÉvora), Universidade da Madeira e ARDITI (MARE-Madeira). O MARE integra, juntamente com o CBMA - Centro de Biologia Molecular e Ambiental (Universidade do Minho) e o CIMA - Centro de Investigação Marinha e Ambiental (Universidade do Algarve), o ARNET – Rede de Investigação Aquática, um Laboratório Associado de dimensão nacional que, com 742 investigadores e colaboradores em 11 instituições anfitriãs, se dedica ao estudo integrado dos sistemas aquáticos, desde as bacias hidrográficas ao oceano profundo, promovendo a ligação entre conhecimento científico, políticas públicas e ação no território.

 

 

27.5.26

NISA: União de Freguesia promove acção de formação em Segurança no Trabalho


A União de Freguesias de Espírito Santo, Nossa Senhora da Graça e São Simão vai promover a ação de formação com o tema “Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho”, promovida pela INOVINTER.

Esta é uma oportunidade para reforçar competências essenciais para o seu bem‑estar e para a segurança no dia a dia laboral.

São 25 horas de aprendizagem prática, pensadas para quem quer trabalhar melhor, com mais confiança e com mais proteção.

A participação dá direito a certificado e subsídio de alimentação, garantindo que ninguém fica de fora por motivos económicos.

As inscrições são feitas na sede da União de Freguesias e estamos sempre presentes para apoiar cada passo e cada etapa.

Porque cuidar das pessoas é sempre o melhor investimento

SAÚDE: Portugal habituou-se ao cansaço e isso deve preocupar-nos


Há uma normalização silenciosa do mal-estar em Portugal.

Vivemos cansados. Dormimos mal. Temos dificuldade em concentrar-nos. Ganhamos peso sem explicação evidente. Perdemos energia. Sentimo-nos mais irritáveis, mais lentos, mais exaustos. E, perante isto, criámos uma resposta coletiva quase automática: “é do stress”, “é da idade”, “é do ritmo de vida”.

O problema começa quando sintomas persistentes deixam de ser questionados e passam a ser integrados como parte normal da vida adulta.

É precisamente aqui que as doenças da tiroide continuam a escapar ao radar.

As doenças tiroideias estão entre as patologias endócrinas mais frequentes e estima-se que possam afetar cerca de um milhão de portugueses. Ainda assim, continuam amplamente subdiagnosticadas. Os dados internacionais sugerem que uma parte significativa das pessoas com doença tiroideia desconhece a sua condição.

Isto significa que há potencialmente milhares de pessoas a viver durante anos com sintomas persistentes sem suspeitar de uma doença crónica.

E esse é talvez o aspeto mais preocupante destas patologias: a forma silenciosa como se instalam e a facilidade com que os seus sinais se confundem com aquilo que a sociedade moderna passou a considerar “normal”.

Fadiga persistente. Alterações de peso. Falta de energia. Alterações de humor. Queda de cabelo. Dificuldade de concentração. Sintomas extremamente frequentes, mas também profundamente desvalorizados.

Na prática clínica, é comum encontrar pessoas que passaram demasiado tempo a adaptar-se ao que sentiam. Mulheres que ouviram repetidamente que era “normal” sentirem-se cansadas. Pessoas que aprenderam a funcionar em permanente desgaste físico e emocional sem perceber que podia existir uma causa clínica concreta.

E talvez seja precisamente essa a grande armadilha das doenças da tiroide: raramente surgem de forma dramática. Não provocam, na maioria dos casos, um episódio agudo evidente. Instalam-se lentamente. Progressivamente. Quase de forma invisível.

Mas o impacto existe e está longe de ser irrelevante.

Quando não diagnosticadas ou inadequadamente controladas, as doenças da tiroide podem afetar significativamente a qualidade de vida, a saúde mental, o metabolismo, a fertilidade, a gravidez e o risco cardiovascular. No caso do hipotiroidismo, falamos frequentemente de uma doença crónica que exige terapêutica e acompanhamento para toda a vida.

Ainda assim, continua a existir uma perceção pública de que estas patologias representam apenas um “problema hormonal menor”. E essa visão simplista acaba por contribuir para atrasos no diagnóstico, banalização dos sintomas e desvalorização do impacto real da doença.

Num momento em que tanto se discute saúde mental, burnout, produtividade e exaustão coletiva, talvez devêssemos refletir melhor sobre aquilo que estamos a normalizar.

Nem todo o cansaço é doença. Mas também nem toda a fadiga persistente deve ser automaticamente atribuída ao stress ou ao estilo de vida.

A Semana Internacional da Tiroide, este ano dedicada ao tema “Thyroid & Nutrition”, procura precisamente chamar a atenção para a relação entre metabolismo, energia, alimentação e bem-estar. E esse enquadramento é particularmente relevante numa altura em que existe uma crescente tendência para tentar resolver sintomas complexos exclusivamente através de alterações de alimentação, suplementação ou estratégias de otimização do estilo de vida.

A alimentação é fundamental para a saúde global. Mas não deve substituir avaliação clínica quando existem sintomas persistentes.

O risco de banalizar permanentemente o mal-estar é começarmos a tratar apenas as consequências sem procurar compreender a causa.

Enquanto sociedade, habituámo-nos demasiado ao desgaste. E isso pode estar a atrasar o reconhecimento de doenças que têm tratamento, acompanhamento e impacto real na vida das pessoas.

Talvez esteja na altura de voltarmos a olhar para sintomas persistentes com mais atenção clínica e menos resignação coletiva.

Porque viver permanentemente cansado não deve ser considerado o novo normal.

·         Paula Freitas - Endocrinologista / Presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo

 

HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA

 

O triunfo dos porcos | cartoon editorial da @revistasabado- Vasco Gargalo

AVIS:- Detenção por violência doméstica e Escravidão


O Comando Territorial de Portalegre, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Especificas, no dia 26 de maio, deteve um homem de 65 anos, português, e uma mulher de 43 anos, portuguesa, por suspeitas da prática dos crimes de violência doméstica e de escravidão, no concelho de Avis.

No decorrer da investigação, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram apurar que os suspeitos exerciam violência psicológica e física contra a vítima, um cidadão de 61 anos, que se encontrava à guarda dos suspeitos, tendo-se dado cumprimento a dois mandados de detenção fora de flagrante delito.

Os detidos foram presentes ao Tribunal Judicial de Fronteira, onde lhe foram aplicadas as seguintes medidas de coação:

Termo de Identidade e Residência;

Proibição de contactos de qualquer forma com a vítima e com as testemunhas constantes no processo;

Proibição de se aproximarem da residência da vítima num perímetro de 200 metros;

Apresentações semanais no posto/esquadra policial da área de residência.

Esta ação contou com o reforço do Núcleo de Apoio Operativo (NAO).

A violência doméstica é um crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva.

A Guarda Nacional Republicana realiza regularmente campanhas e ações de sensibilização sobre o tema da violência doméstica e relembra que, se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica participe:

No Portal Queixa Eletrónica, em https://queixaselectronicas.mai.gov.pt ;

Via telefónica, através do número europeu de emergência 112;

·         No Posto da GNR mais próximo à sua área de residência, tendo os nossos contactos sempre à mão em www.gnr.pt/contactos.aspx;

Na aplicação App MAI112 disponível e destinada exclusivamente aos cidadãos surdos, em http://www.112.pt/Paginas/Home.aspx;

Na aplicação SMS Segurança, direcionada a pessoas surdas em www.gnr.pt/MVC_GNR/Home/SmsSeguranca;

Para mais informações, contactar o Tenente-Coronel David Teixeira Pires, Chefe da Secção de Operações, Treino e Relações Públicas – 961 193 010.

PORTALEGRE: Sessão evocativa da publicação "Poemas de Deus e do Diabo" e apresentação da revista "Estudos Regianos"


“Vem por aqui? — dizem-me alguns com os olhos doces...”

Há 100 anos, José Régio afrontava a literatura portuguesa com a publicação de “Poemas de Deus e do Diabo”, uma obra que desafiou o conservadorismo da época e que hoje celebramos como um marco da nossa cultura e uma afirmação estética do escritor.

No dia 30 de maio, a Casa Museu José Régio, em Portalegre, abre as portas para uma homenagem especial que une literatura, poesia e música.

17h00 | Apresentação da Revista “Estudos Regianos” (edição comemorativa do centenário dos “Poemas de Deus e do Diabo”), por Isabel Cadete Novais.

17h30 | Temáticas poéticas em “Poemas de Deus e do Diabo”, por Manuel Matos Nunes.

18h00 | Momento Poético com os alunos do Agrupamento de Escolas José Régio & Apontamento Musical pela Banda Euterpe.

Uma organização conjunta da Câmara Municipal de Portalegre, do Centro de Estudos Regianos, do Agrupamento de Escolas José Régio e da Banda Euterpe.

Venha redescobrir José Régio e celebrar o centenário desta obra ímpar connosco.

A entrada é livre.

Sobre “Poemas de Deus e do Diabo”:

Publicado em 1926, em Coimbra, com capa do seu irmão Júlio, está classificado como obra ímpar com a qual o escritor inicia a sua carreira literária e essencial para o conhecimento da obra regiana.

Editado em período muito conservador, o título e a capa da obra suscitaram, desde logo, algumas hesitações e uma certa afronta ao pudor. Hoje tem mais de 12 edições, a última de 2020, com oito desenhos do autor.

“Cântico Negro” um dos seus poemas mais conhecido, repetidamente dito e recitado, expressa bem a essência do autor, a sua maneira de ser e de estar, guiado por forças antagónicas e por vezes inconciliáveis.

Sobre os conferencistas:

Presidente do Centro de Estudos Regianos e diretora da revista “Estudos Regianos, Isabel Cadete Novais é uma das maiores especialistas da obra regiana, investigadora e autora de várias publicações fundamentais para o estudo e conhecimento do escritor. Tem proferido inúmeras palestras, organizado colóquios e exposições sobre o autor.

Também membro da direção do Centro de Estudos Regianos, Manuel Matos Nunes assume, com Isabel Cadete Novais, a direção da revista Estudos Regianos. Investigador e estudioso da obra regiana sobre a qual tem proferido palestras e conferências.

Os alunos da Escola José Régio irão apresentar poemas de José Régio e, também da sua autoria.

Os músicos da Banda Euterpe fecharão o evento com dois duetos de flauta e clarinete.

 

 

26.5.26

PORTALEGRE: Cooperativa Operária organiza mais uma Caminhada pela Cidade


A Cooperativa Operária Portalegrense convida todos os seus beneficiários a juntarem-se a nós para uma Caminhada pela Cidade, no próximo dia 29 de maio de 2026, pelas 9h30.

Esta iniciativa tem como objetivo promover o convívio, o bem-estar e hábitos de vida saudáveis, enquanto desfrutamos juntos das paisagens. É uma ótima oportunidade para socializar e praticar uma atividade física acessível a todos. Neste dia, realizaremos a rota que era realizada para chegar a tradicional Festa dos Aventais.

📍 Ponto de partida e chegada: Estacionamento da Robinson

🕒 Hora: 9h30

📅 Data: 29 de maio de 2026

📝 Inscrição:Não é necessária inscrição prévia – basta comparecer.

👟 Recomendações: Use roupa e calçado confortável e leve água consigo. E um lanchinho para o meio da manhã.

Informação importante: Não disponibilizamos seguro de participação.

SAÚDE: Politécnico de Portalegre seduz 50 dadores de sangue



Mais uma iniciativa a pensar em todos aqueles que necessitam de uma transfusão ‒ e que, afinal, pode ser um de nós ‒ teve lugar na cidade de Portalegre.

Desta feita a diligência partiu do Núcleo de Saúde da Associação Académica do Instituto Politécnico de Portalegre. Para o efeito foram estabelecidas colaborações com a Kyndryl, a Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo, E.P.E (ULSAALE) e a Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre (ADBSP).

Em boa hora foi pensada e concretizada esta colheita que se integrou nas comemorações do Dia do Enfermeiro. Os números foram surpreendentes, já que naquela manhã se inscreveram meia centena de voluntários. E as mulheres em grande maioria, pois compareceram três dezenas (60 %).

Em termos de unidades de sangue total angariadas nesta ação, contabilizaram-se 41, o que é significativo.

Dos presentes, 22 fizeram o seu batismo como dadores de sangue, um momento que jamais esquecerão. Que fixe se continuarem a repetir o gesto agora iniciado.

A ação decorreu em espaços do Campus Politécnico de Portalegre, junto da Zona Industrial da cidade.

E já agora percorra: https://www.facebook.com/AssociacaoDadoresBenevolosSanguePortalegre/


JR

GAVIÃO: 𝐒𝐞𝐦𝐢𝐧𝐚́𝐫𝐢𝐨 “𝐂𝐚𝐬𝐚𝐬 𝐞 𝐒𝐢́𝐭𝐢𝐨𝐬 – 𝐃𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐞 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭𝐞́𝐠𝐢𝐚𝐬 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐠𝐫𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚𝐬”


A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, em parceria com a Rede Europeia Anti-Pobreza, Núcleo Distrital de Portalegre da EAPN Portugal, promoverá, no próximo dia 29 de maio de 2026, no Auditório do Museu da Tapeçaria de Portalegre – Guy Fino, em Portalegre, o Seminário “Casas e Sítios – Desafios e Estratégias Integrativas”, iniciativa enquadrada no Plano de Atividades para 2026 do Grupo Operativo da Plataforma Supraconcelhia do Alto Alentejo.

Este seminário pretende constituir-se como um espaço de reflexão, diálogo e partilha de experiências em torno das questões relacionadas com a habitação, a coesão social e territorial e os desafios associados às desigualdades no acesso à habitação, com especial incidência nos territórios de baixa densidade.

A participação é gratuita, encontrando-se, contudo, sujeita a inscrição obrigatória, a qual poderá ser efetuada através do seguinte link: https://forms.gle/aESEzi7bs5c6LSsi9

 

HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA: Cuidado com o tétano!

 


25.5.26

VILA VELHA DE RÓDÃO: 𝗥𝗲𝗰𝗿𝘂𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗡𝗮𝗱𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀-𝗦𝗮𝗹𝘃𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 (𝗠/𝗙)🌊


Estamos a reforçar a nossa equipa para a É𝗽𝗼𝗰𝗮 𝗕𝗮𝗹𝗻𝗲𝗮𝗿 𝟮𝟬𝟮𝟲!

Se tens sentido de responsabilidade, gosto pelo trabalho ao ar livre e queres fazer parte de um ambiente dinâmico e em contacto com a natureza, esta oportunidade é para ti.

📍  𝗟𝗼𝗰𝗮𝗹: Concelho de Vila Velha de Ródão

📅 𝗣𝗲𝗿í𝗼𝗱𝗼: 20 de junho a 13 de Setembro

🔎 𝗥𝗲𝗾𝘂𝗶𝘀𝗶𝘁𝗼𝘀:

 • Certificação válida de Nadador-Salvador (obrigatório)

 • Boa capacidade física e de resistência

 • Sentido de responsabilidade e atenção ao detalhe

 • Espírito de equipa e boa comunicação

💼 𝗙𝘂𝗻çõ𝗲𝘀:

 • Vigilância e segurança dos utilizadores das Piscinas Municipais e Zona de Lazer Foz do Cobrão

 • Prevenção de situações de risco

 • Prestação de primeiros socorros, quando necessário

 • Apoio geral à operação da zona balnear

📩 𝗖𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮𝘀:

Envia o teu CV para geral@cm-vvrodao.pt

👉 Junta-te a nós e faz parte de um verão em segurança!

 

 

Castelo de Vide acolhe apresentação literária e nova exposição fotográfica no Museu de Tiflologia


No próximo 28 de maio de 2026, o Museu de Tiflologia / Centro de Ciência Viva de Castelo de Vide recebe dois momentos culturais de grande relevância para o concelho e para a região.

Às 16h30 terá lugar a apresentação do livro “Geografia dos Dias”, da autoria de Henrique Vaz Duarte, escritor e artista plástico aveirense.

A sessão contará com intervenções de Helena Vaz Duarte e do próprio autor.

A partir desse mesmo dia, estará patente a exposição “Lavadores (lenda da pedra-moura)”, do fotógrafo Adelino Marques.

A mostra reúne uma série de fotografias a preto e branco que reinterpretam visualmente a lenda da pedra-moura. A exposição ficará patente no Jardim Sensorial da Fundação Nossa Senhora da Esperança até 5 de outubro de 2026.

Estes dois eventos reforçam o compromisso da Fundação Nossa Senhora da Esperança e dos seus parceiros em promover a criação artística contemporânea e valorizar o património cultural.

 

 

SAÚDE: Futuros guardas dão sangue em São Bernardo


Tem-se revelado muito proveitoso o incentivo para a dádiva de sangue que é transmitido aos formandos do Centro de Formação de Portalegre da GNR.

Tudo começou no início do século e ainda no mandato do Presidente António Eustáquio na Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP. Na altura comandava a escola da Guarda o portalegrense Coronel João Rolo. E o certo é que, ao longo dos anos, as chefias do Centro de Formação abraçaram sempre esta causa solidária.

Tomámos nota de uma dádiva recente. Equipas da ADBSP e da Unidade Funcional de Imunohemoterapia da ULSAALE deslocaram-se ao Convento de São Bernardo, onde funciona a escola.

O balanço desta colheita foi muito caloroso. Inscreveram-se nove dezenas de futuros guardas e também formadores. Uma dúzia dos envolvidos pertencem ao sexo feminino.

As dádivas concretizadas foram de 83, o que alentou as reservas de sangue regionais.

Em termos de novos dadores somaram os 66, o que também marca positivamente esta brigada.

A médio prazo irá ter lugar uma nova brigada no Centro de Formação de Portalegre da GNR, sendo o alvo os formandos que não foram abrangidos desta vez. Jovens voluntários e sempre atenciosos no contacto diário com os portalegrenses, ao que nos foi possível constatar, nomeadamente aquando de uma prova de orientação que realizaram em maio no centro da cidade.

Percorra: https://www.facebook.com/AssociacaoDadoresBenevolosSanguePortalegre/

JR

24.5.26

NISA: 50 Anos de Poder Local - Boletim da Junta de S. Simão - Comemorativo dos 450 anos da Freguesia

 







PORTALEGRE: Extensão FITA (Festival Internacional de Teatro do Alentejo)


30 MAI. SÁB. 21.30H

Girasoles para María -  de Irán Capote (Cuba)

Extensão FITA (Festival Internacional de Teatro do Alentejo)

Junho em Cena – Mostra de Artes Performativas

Teatro Performance | CAEP - PA | 5€ | M/12 anos

Espetáculo unipessoal que recria a vida de María de la Caridad, uma cantora de sucesso, que depois de uma função, enquanto se prepara para se encontrar com o amor da sua vida diante do espelho do seu camarim, reflete sobre os seus medos e inseguranças, consequência das más experiências vividas em relações amorosas anteriores, que sempre colocaram em risco a sua profissão.

O amor por Germán, um vendedor de flores que conheceu à saída de um ensaio e que a con-quistou com um girassol, leva-a a regressar ao parque. Enquanto o espera, María estabelece um paralelismo mágico com as vidas sentimentais das cantoras que interpreta: María Callas, Tina Turner, Celia Cruz e La Lupe, cantando as suas canções e evocando os seus êxitos e desventuras.

Ficha Artística:

Elenco: Gretel Cazón

Autor: Irán Capote

Edição Rudisbel González

Design Gráfico: Brenda Ortega

Assessoria de Interpretação: Mirtha Ibarra

ELVAS acolheu o Campeonato do Alentejo de Pista 2026





Elvas recebeu este fim de semana o Campeonato do Alentejo, numa jornada que juntou mais de uma centena e meia de atletas e transformou a pista num verdadeiro palco de emoção, competição e espírito regional.

A prova, organizada pela em conjunto com o , contou ainda com o apoio das e , reforçando a união das associações alentejanas em torno do desenvolvimento da modalidade.

Entre velocidade, meio-fundo, saltos, lançamentos e estafetas, foram 11 disciplinas do escalão absoluto em competição, mantendo o público ligado à pista ao longo de toda a jornada. O ambiente vivido em Elvas foi marcado pela proximidade entre atletas e adeptos, com forte apoio vindo das bancadas e das zonas envolventes da competição.

Na classificação coletiva, o domínio masculino pertenceu ao , enquanto o setor feminino foi conquistado pelo , duas equipas que demonstraram consistência e profundidade ao longo das diferentes disciplinas.

O momento mais vibrante do campeonato surgiu nas estafetas, onde a emoção se prolongou até aos últimos metros e o público respondeu com enorme entusiasmo, criando uma atmosfera intensa e muito especial. A ligação entre atletas, clubes e espectadores acabou por ser uma das imagens de marca desta edição.

Para além da vertente competitiva, o evento voltou também a demonstrar a capacidade do atletismo em mobilizar pessoas e dinamizar o território, trazendo até Elvas várias centenas de participantes, treinadores, dirigentes, familiares e acompanhantes ao longo do dia.








23.5.26

OPINIÃO: Uma data, muitas perguntas


Para se chegar à vila de Coloane, a mais pequena e pitoresca povoação do território de Macau, atravessa-se a nova faixa de território do Cotai. Onde no passado esteve um estreito istmo, em que apenas passava um carro de cada vez, sucessivos aterros conquistaram o mar e criaram áreas construtivas para os gigantescos hotéis com casinos e lojas de luxo. Macau é, na sua escassa dimensão de enorme densidade populacional, terra de contrastes que aproveita todos os metros quadrados para crescer. Torres modernas alinham-se lado a lado com velhinhos prédios dominados por "gaiolas" de ferro, cultura e religião são definidas por misturas, novas camadas de imigração acrescentam multiculturalidade a uma história carregada dela.

Para Macau, 2049 não é apenas uma data, mas muitas perguntas. Em que medida será possível manter o princípio de "um país, dois sistemas", que papel será reservado à língua portuguesa, até que ponto o território continuará a ser usado como uma montra de abertura por um regime que lida com uma profunda crise interna, ao mesmo tempo que mede forças com Trump e Putin num quadro de mudança global.

Todos os dias, em média, 630 a 660 mil pessoas cruzam a fronteira entre Macau e a China continental. A circulação é cada vez mais fluida e a afirmação da identidade nacional vai-se fazendo sem subtilezas. Ainda assim, o carácter híbrido de Macau é uma oportunidade. A língua portuguesa resiste não apenas porque o acordo de transição assim o definiu, mas porque continua a ser vista como mais-valia por uma China que gosta de ter válvulas de descompressão. Há portas ainda abertas que Portugal, no seu clássico discurso sobre a lusofonia, nem sempre sabe cruzar. Talvez preso aos vestígios do mapa que deixou, sem se lembrar que o mapa de Macau está literalmente sempre a mudar.

Inês Cardoso – Jornal de Notícias - 20 de maio, 2026

MORA: Caminhada pelo Coração"


Maio é tradicionalmente dedicado à sensibilização para a saúde cardiovascular, sendo conhecido como o Mês do Coração. Neste contexto, a Câmara Municipal de Mora organiza, na manhã do dia 31 de maio, a atividade “Caminhada pelo Coração”, com o apoio da Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Mora.

A caminhada terá partida na Praça Conselheiro Fernando de Sousa, em Mora, com chegada ao Parque Ecológico do Gameiro.

Para facilitar a participação, o Município de Mora disponibiliza transporte de ida e regresso em todas as freguesias do Concelho

MORA: 𝗘𝗫𝗣𝗢𝗦𝗜𝗖̧𝗔̃𝗢 “𝗡𝗢𝗩𝗔𝗦 𝗣𝗜𝗡𝗖𝗘𝗟𝗔𝗗𝗔𝗦”, 𝗗𝗘 𝗙𝗘𝗟𝗜́𝗖𝗜𝗔 𝗧𝗥𝗔𝗟𝗘𝗦 𝗘𝗠 𝗖𝗔𝗕𝗘𝗖̧𝗔̃𝗢


 Centro Cultural de Cabeção

📅 De 6 de junho a 31 de julho de 2026 (Inauguração: 6 de junho, às 17h00)

O Centro Cultural de Cabeção recebe a exposição “Novas Pinceladas”, de Felícia Trales, numa celebração de cores vibrantes, sensibilidade e inspiração.

As obras de Felícia convidam-nos a mergulhar num universo floral cheio de vida, onde cada pincelada revela novas emoções e perspectivas artísticas.

 

NISA: Festa do 29º Aniversário da Inijovem

 


PONTE DE SOR: II Semana da Juventude

 


HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA


Status quó | cartoon editorial da @revistasabado – Vasco Gargalo