3.6.26

ATLETISMO: Prata de Luiz Otávio destaca participação da AADP no Olímpico Jovem 2026


A medalha de prata conquistada por Luiz Otávio nos 300 metros foi o principal destaque da participação da Seleção da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre (AADP) no Olímpico Jovem Nacional 2026, a principal competição nacional de jovens, que reúne todas as associações regionais de atletismo e os melhores atletas de cada região do país.

O jovem atleta alcançou o segundo lugar do pódio numa das provas mais competitivas do programa, estabelecendo simultaneamente um novo recorde pessoal e distrital. O resultado confirma a sua evolução desportiva e reforça o seu posicionamento entre os melhores atletas nacionais do escalão.

A competição, considerada o principal momento do calendário nacional jovem, voltou a reunir as seleções distritais e regionais de todo o país, proporcionando um elevado nível competitivo ao longo dos dois dias de provas.

No conjunto da participação, a AADP somou ainda quatro recordes regionais e 25 recordes pessoais, indicadores do crescimento contínuo dos jovens atletas do distrito e da evolução do trabalho desenvolvido ao longo da época desportiva.

A seleção de Portalegre terminou a competição no 18.º lugar entre 20 associações participantes, numa prestação marcada pelo compromisso coletivo e pela capacidade de adaptação dos atletas. Em várias provas, elementos da comitiva competiram fora das suas especialidades habituais, contribuindo para o resultado global da equipa.

Mais do que a classificação final, a participação da AADP evidenciou a evolução individual dos atletas, traduzida num elevado número de marcas pessoais superadas e novos recordes regionais alcançados.

O Olímpico Jovem constitui-se, assim, como um momento de avaliação do trabalho desenvolvido pelos clubes e associações, bem como uma importante experiência de formação para os jovens atletas em contexto de alto nível competitivo.

A prestação da AADP deixa sinais positivos para o futuro do atletismo distrital, num contexto de crescimento sustentado da modalidade no distrito de Portalegre.

Com o encerramento da edição de 2026, a atenção centra-se agora na continuidade do processo de desenvolvimento dos jovens atletas e nos próximos desafios do calendário competitivo.

ENDÓGENOS: Mercadinho de Cereja de São Julião celebra um dos produtos mais representativos de Portalegre


Nos dias 6 e 7 de junho, entre as 17h00 e as 20h00, o Jardim da Avenida da Liberdade acolhe o Mercadinho de Cereja de São Julião, uma iniciativa promovida pelo Município de Portalegre que pretende valorizar e promover a Cereja de São Julião, um dos produtos tradicionais mais apreciados e distintivos do concelho.

Durante os dois dias do evento, os visitantes terão a oportunidade de contactar diretamente com os produtores locais, conhecer melhor este fruto de excelência e adquirir cerejas frescas e produtos derivados, nas barraquinhas de madeira entre o Plátano e o Monumento aos Mortos da Grande Guerra.

O Mercadinho contará com a participação de sete produtores de cereja e quatro produtores de produtos transformados à base de cereja, assumindo os produtores e o seu trabalho como os verdadeiros protagonistas da iniciativa.

Mais do que um espaço de comercialização, o Mercadinho de Cereja de São Julião pretende afirmar-se como um momento de celebração da identidade rural e agrícola do concelho, distinguindo a qualidade de um produto que constitui uma referência da gastronomia e do património local.

Ao mesmo tempo, esta iniciativa evoca também a memória da histórica Feira das Cerejas, que durante décadas integrou o calendário anual de eventos da cidade e se afirmava como a segunda maior feira realizada em Portalegre, reunindo produtores, comerciantes e visitantes num momento de grande dinamismo económico e social.

Com esta ação, o Município de Portalegre reforça o seu compromisso com a valorização dos produtos endógenos, o apoio aos produtores locais e a preservação das tradições que fazem parte da identidade do concelho.

O Município convida toda a população e visitantes a participar nesta celebração dos sabores e das tradições de Portalegre.

 

HOJE É DIA DE GREVE GERAL - Derrotar o PACOTE LABORAL e a ramalhal figura...

 





2.6.26

LARDOSA (Castelo Branco): 3.º Festival VOZES DA TRADIÇÃO


Encontro de Música Popular e Tradicional da Freguesia da Lardosa, a realizar no próximo dia 6 de junho (sábado), pelas 17:00h, no recinto de festas do Vale da Torre.

3.º FESTIVAL “VOZES DA TRADIÇÃO” CELEBRA A MÚSICA POPULAR E TRADICIONAL NA FREGUESIA DA LARDOSA

A Associação Etnográfica e Cultural “Os Loureiros” da Lardosa promove, no próximo dia 6 de junho de 2026, pelas 17h00, em Vale da Torre (Lardosa), a terceira edição do Festival “Vozes da Tradição” – Encontro de Música Popular e Tradicional da Freguesia da Lardosa.

O evento tem como principal objetivo preservar, divulgar e valorizar a música popular e tradicional portuguesa, proporcionando um espaço de encontro entre diferentes grupos, regiões e expressões culturais, num ambiente de partilha, convívio e celebração das tradições.

Participam nesta edição o Rancho Folclórico “Os Loureiros” da Lardosa, o Grupo de Cantares A Mensagem (NDS Guarda), o Rancho Folclórico “As Capuchinhas” de Pendilhe (Vila Nova de Paiva), o Grupo das Pedrinhas de Arronches, o Rancho Folclórico e Etnográfico de São Miguel de Anreade (Resende) e o Grupo de Cantares “Os Loureiros” da Lardosa, representando diferentes regiões e tradições do património cultural português.

Paralelamente às atuações, o público poderá desfrutar de uma sardinhada, petiscos, bebidas e outras iguarias típicas, reforçando o caráter comunitário e festivo da iniciativa.

Após o encontro, a animação prosseguirá pela noite dentro com a atuação de Christophe T, proporcionando momentos de convívio e diversão para toda a população e visitantes.

A Associação Etnográfica e Cultural “Os Loureiros” da Lardosa convida toda a comunidade a associar-se a esta iniciativa, celebrando a riqueza das tradições populares e contribuindo para a preservação de um património cultural que importa transmitir às gerações futuras.

 

PORTALEGRE: Exposição "Flores" de Teresa Saporiti

 


ARRAIOLOS: 𝐀𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚çã𝐨 𝐝𝐨 𝐋𝐢𝐯𝐫𝐨 | 𝐌𝐮𝐥𝐡𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐏𝐞𝐝𝐫𝐚 de Antónia Rosado Mendes


4 de junho de 2026

📍Biblioteca Municipal de Arraiolos

🕐16h00

CASTELO BRANCO: 10.º ENCONTRO INFANTIL DE FOLCLORE CELEBROU A TRADIÇÃO E O FUTURO DO PATRIMÓNIO ETNO-FOLCÓRICO IBÉRICO


A Associação Cultural e Recreativa “As Palmeiras”, através do Grupo de Danças e Cantares da Beira Baixa, realizou no passado dia 30 de maio a 10.ª edição do Encontro Infantil de Folclore, na sua sede, em Castelo Branco.

O evento reuniu o Grupo Infantil e Juvenil de Danças e Cantares da Beira Baixa, a Escola de Etnografia da Casa do Povo de Cacia e o Grupo Folklórico Albahaca, da Extremadura espanhola, proporcionando uma tarde de música, dança, convívio e partilha cultural.

Durante a cerimónia protocolar, Cristina Gaspar, representante da Federação do Folclore Português, destacou a importância da iniciativa, felicitando a organização pelo trabalho desenvolvido junto das crianças e jovens, salientando que nem todas as associações se preocupam em transmitir às novas gerações “todo este saber, toda esta ciência que é o folclore e a etnografia”.

Também a Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Sónia Mexia, enalteceu o trabalho desenvolvido pela Associação Cultural e Recreativa “As Palmeiras”, destacando que “juntar gerações numa passagem de testemunho de tradição e de património cultural é de facto de louvar”.

Ao longo da tarde, os grupos participantes apresentaram danças, cantares e tradições das suas regiões, proporcionando ao público momentos de grande riqueza cultural e reforçando a importância da preservação do património popular junto das novas gerações.

A organização agradece a presença dos grupos convidados, das entidades participantes e de todo o público que contribuiu para o sucesso desta décima edição. As atenções voltam-se agora para o 28.º Encontro de Etnografia e Folclore Cidade de Castelo Branco, agendado para o dia 11 de julho, cuja preparação já se encontra em curso.

 

1.6.26

HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA


O Narcisista | Cartoon editorial da revista de domingo do @correiodamanhaoficial – Vasco Gargalo

OPINIÃO: Murro na mesa


ONU, UE, Human Rights Watch, Amnistia Internacional, Médicos sem Fronteiras, Oxfam, B'Tselem, Associação Internacional de Académicos sobre Genocídio, Tribunal Penal Internacional. Esta é uma lista curta de organizações que denunciam o quão indecorosa é a ação do Estado de Israel em Gaza e nos territórios ocupados da Cisjordânia.

Todos os dias, surgem novas imagens e relatos dos ataques de colonos a palestinianos, sob o olhar impávido, sereno e cúmplice dos militares. No Dia de Jerusalém, grupo de radicais organizaram uma caça a palestinianos pelas ruas da Cidade Velha, aos gritos de "morte aos palestinianos", naquilo que fez lembrar à cronista Hanin Majadli, do jornal israelita "Haaretz", a infame "Noite de Cristal", de perseguição a judeus na Alemanha nazi. Jorge Moreira da Silva descreveu há semanas ao "Público" o que viu em Gaza e aventou: "Vamos ser todos julgados por aquilo que fizemos ou não fizemos em Gaza. Não há jornalistas, os que havia tiveram de sair ou foram mortos." Há poucos dias, especialista da ONU sublinharam que "a inação da comunidade internacional permite a impunidade total".

Mas o que se passou em Jerusalém foi rapidamente esquecido, depois da divulgação orgulhosa dos maus-tratos aos ativistas da flotilha raptados em águas internacionais, que levaram até o tímido ministro dos Negócios Estrangeiros português a criticar o ministro Ben-Gvir, pelo comportamento intolerável. Ainda assim, só o ministro foi criticado, porque "aqui-d'el-rei" se se critica Israel. Foi de tal descaramento, que Netanyahu - farol dos direitos humanos - sentiu necessidade de repudiar as imagens. Está na hora de dar um murro na mesa e acabar com a impunidade de um Estado que se esconde atrás do terror a que foi submetido um povo, para matar e torturar impunemente.

Luís Pedro Carvalho – Jornal de Notícias - 25 de maio, 2026

NISA: As festas dos Zés e a responsabilidade dos eleitos


A Câmara de Nisa reúne hoje pelas 15 horas em sessão ordinária, a qual integra 25 pontos na Ordem de Trabalhos, dois deles referentes ao evento “Nisa em Festa”, anunciado ontem, com grande algazarra por um dos Zés promotores da festa.

O Zé Dinis, presidente, com a clarividência do costume e sem temores a microfones estranhos,  foi dizendo que a Festa custaria 360 mil euros só com os artistas, para além de mencionar as habituais bagatelas em que é pródigo, quando se refere a tradições, desenvolvimento, icónicas, atracção turística e outra conversa da treta para embalar meninos e sossegar auditorias.


Não tenho nada a apontar sobre o programa musical ou “artístico”. A criação do Nisa em Festa obedeceu à estratégia de competir com o Festival do Crato, a princípio inovador e atractivo para muitos milhares de pessoas de todo o país e hoje em dia, um quebra-cabeças, monstruoso, onde se vende tudo e mais alguma coisa e a música, alguma de grande qualidade, passa quase despercebida. Mas, repito, isso é lá com eles.

O que estranho na “Nisa em Festa” é o facto de o evento ter sido anunciado ontem, com espavento, e hoje, para a reunião de Câmara virem incluídos dois pontos assim descriminados:

*Ponto  9 -  Regras de funcionamento do Nisa em Festa

* Ponto 11 – Atribuição de Preços

O que é isto? - pergunto, enquanto cidadão, eleitor e contribuinte. Estão a gozar com quem trabalha? Reuniram, os dois Zés, com os eleitos da oposição, a maioria da Câmara, sobre o cartaz, o local, as normas de funcionamento, o âmbito geral da iniciativa? Vai ser a festa da continuidade decretada pela madre-superiora, ou, porque o executivo mudou, seria normal esperar alguma inovação sobre este evento?

Por que terão os três vereadores da Oposição, que não foram tidos nem achados na elaboração do programa Nisa em Festa de decidir, agora, sobre as Regras de Funcionamento da mesma? Ou sobre a atribuição de preços? Quais preços? Os da entrada no recinto que, aliás, já têm um “preço” definido, o da gratuitidade no primeiro dia?

Dou-vos uma sugestão: copiem o modelo das autarquias vizinhas (Gavião, Portalegre, Vila Velha de Ródão, por exemplo) onde as entradas são GRATUITAS.  Copiar o que é bem feito, não reduz a capacidade de decisão, antes pelo contrário, eleva-a à racionalidade, ao bom senso e ao respeito do que deve ser o Poder Local. Deixem-se de “Festivais”e de festivaleiros. Dêem a festa ao povo e não se esqueçam, como tem sido a “norma” dos últimos anos, de convidar e de integrar na Nisa em Festa todas as Juntas e Uniões de Freguesia. Essa será, também, uma forma de dignificar e homenagear os 50 Anos do Poder Local Democrático.

Mário Mendes

 

31.5.26

DESPREZADOS: O acesso ao transporte gratuito dos antigos combatentes


A discussão sobre o acesso dos antigos combatentes aos transportes públicos é reveladora de duas coisas: a primeira, do quanto PS, PSD, CDS, CH e IL andam literalmente a gozar com os antigos combatentes; a segunda, da consequência da visão mercantilista associada à opção liberalizante na organização do Estado. 

O Estatuto do Antigo Combatente estabelece no seu Artigo 17.º a «Gratuitidade dos transportes públicos das áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais», explicitando que: «Durante o ano de 2020, o Governo, em articulação com as autoridades de transportes de cada área metropolitana e comunidade intermunicipal, adopta as medidas necessárias a assegurar a gratuitidade do passe intermodal para todos os antigos combatentes detentores do cartão referido no artigo 4.º, bem como para a viúva ou viúvo de antigo combatente que, cumulativamente, usufrua dos benefícios e requisitos previstos nos artigos 7.º e 8.º do presente Estatuto.»

Existindo um cartão de antigo combatente, qual seria a forma prática, simples, destes terem acesso ao direito? Exigindo a amostragem do cartão no acesso aos transportes. E porque é que isso não acontece, e os governos continuam a inventar mecanismos para limitar esse acesso, que hoje está reduzido à região ou município onde se reside e implica a posse e renovação mensal de um título de transporte dessa região que em muitos casos não existe?

Em primeiro lugar, na Área Metropolitana de Lisboa existem alguns sistemas fechados de transporte (Metro de Lisboa, Fertagus, CP Lisboa), e sem um cartão que o sistema consiga ler não se consegue entrar no sistema. Podemos aproveitar para fazer uma reflexão sobre o facto de estes sistemas serem completamente fechados (ML) ou parcialmente fechados (CP e Fertagus). São opções discutíveis, que criam dificuldades aos utentes a troco de um mais eficaz combate à fraude, e que onde bloqueia as saídas até cria um problema de segurança. Sistemas abertos funcionam em todo o mundo, incluindo em Portugal, sem níveis significativos de fraude desde que existam revisores ou fiscais. O sistema fechado só sobrevive devido às visões mercantilistas extremas do transporte público, mas onde ele existe e enquanto existir, é de facto obrigatório que o antigo combatente tenha um cartão que possa ser lido pelo sistema – mas nada obriga que esse cartão tenha de ser renovado mensalmente como hoje acontece. E a necessidade desse cartão só se aplica à Àrea Metropolitana de Lisboa, pois não existem outros sistemas fechados no país.

Em segundo lugar, há um interesse estatístico evidente em conhecer-se os fluxos de transporte público, principalmente porque esse conhecimento é fundamental para ajustar a oferta à procura e assim responder melhor às necessidades das populações. A existência de cartões electrónicos facilita imenso esse processo estatístico desde que os sistemas estejam preparados para tal. E alguns já estão. E progressivamente todos estarão. Evidentemente que alguém que chega a um autocarro e mostra o cartão de antigo combatente não será contabilizado automaticamente nos locais onde essa contabilização se faz. Em Lisboa e no Porto pode justificar-se adoptar procedimentos para que os antigos combatentes tenham um passe que faça essa estatística, mas na generalidade das regiões ou a estatística não está a ser feita de forma automática ou a relevância estatística é muito pequena.

Em terceiro lugar, há empresas como a CP que realizam transporte com sistema de marcação de lugares. Mas na CP, quer na bilheteira, quer na reserva online bastaria incluir nas possibilidades de desconto a indicação de ser detentor de Cartão de Antigo Combatente e o respectivo número.

Estas, e seguramente outras necessidades técnicas, são realidades objectivas, mas são superáveis e não justificam o que os governos andam a fazer.

Por fim, e esta é a única e verdadeira questão, o sistema de transportes está liberalizado e mercantilizado, e as empresas privadas vivem da subsidiação pública do transporte. A gratuitidade de acesso aos antigos combatentes não produz qualquer despesa extra às empresas e quanto muito implica uma redução teórica de receitas, ainda por cima quando a generalidade dos antigos combatentes tem mais de 65 anos, e os utentes com mais de 65 anos já têm o transporte gratuito (numas regiões e concelhos) ou parcialmente gratuito (na CP e em muitas regiões), e esse desconto já é subsidiado pelo Estado. Mas, quer a distribuição das receitas dos passes intermodais entre as diferentes empresas, quer o pagamento de subsídios pelo Estado está contratualizada, e depende quase sempre do número de passes emitidos ou do número de utilizações desses passes gratuitos.

E é essa contabilidade, a vontade de continuar a fazer essa contabilidade, num universo de centenas de contratos, que verdadeiramente justifica a dificuldade dos sucessivos governos em agilizar o acesso dos Antigos Combatentes ao transporte gratuito e na prática lhes nega o acesso ao que o Estatuto determina. 

Seria absurdo, mas é verdade que tal como estão os contratos, se todos os Antigos Combatentes tivessem acesso a todos os transportes de todas as regiões, como estabelece a Lei, todas as empresas privadas (excepto as da AML, por causa do tipo de contrato assinado com a TML) poderiam invocar o direito de receber do Estado, a cada mês, o valor de passe mensal por cada antigo combatente. Seria um abuso, mas como a maioria dos contratos com os privados continuam a funcionar com uns «tribunais» arbitrais como fonte de recurso, não tenhamos dúvidas que o abuso dos 2,4 mil milhões hoje reclamados para Reequilíbrios Financeiros das concessões seriam muito significativamente aumentados. É para evitar esta situação que o Estado finge ser necessário restringir o direito ou montar um esquema extraordinariamente complexo para conseguir determinar qual o subsídio que irá pagar a cada empresa privada pelo transporte de cada antigo combatente. 

E, no entanto, também aqui a simplicidade era fácil de alcançar. Mesmo sem abordar aqui a questão de não se concessionar os transportes a empresas privadas, a maioria dos contratos de concessão de transportes públicos em vigor é posterior a 2020, altura em que o direito estava consagrado. Bastava incluir uma alínea nesses contratos – «O concessionário tem a responsabilidade de transportar os possuidores de cartão de antigo combatente gratuitamente». Fácil, verdade? E, no entanto, não foi feito. Preferem fazer grandes e pomposas discussões na Assembleia da República, onde tantos batem no peito juras de amor aos antigos combatentes, mas na realidade estão preocupados é com os lucros dos privados do sector dos transportes.

E para quem comece já a sentir as dores desses operadores privados por serem obrigados – por uma medida tipo gonçalvista – a transportar gratuitamente os antigos combatentes, fiquem descansados que o Estado já lhes paga mais de mil milhões de euros anuais (contas da Autoridade de Mobilidade e Transportes) em subsídios ao transporte rodoviário de passageiros. Só que eles querem mais.

Ora, esses mil milhões de euros de subsídios públicos ao sector liberalizado das rodoviárias, distribuídos em centenas de contratos de concessão e subcontratação, resultam num sistema de transportes públicos pulverizado e ineficaz na generalidade do país (mais uma vez, excepto na AML e, ainda que menos, na AMP), que é o verdadeiro problema dos Antigos Combatentes e de todos os utentes dos transportes. Quando em Portugal, antes da liberalização e privatização, já tivemos uma empresa, pública e nacional, chamada Rodoviária Nacional, criada pelas nacionalizações da Revolução, que prestava um melhor serviço ao país e por um custo (prejuízo, chamavam-lhe então) muito menor. E desde então, em vez de avançar, recuamos. Mas disto nem querem eles ouvir falar!


Manuel Gouveia  - Abril, Abril 2026-05-26

ARRONCHES: Exposição do colecionador Alexandre Correia

 


CASTELO DE VIDE: Exposiçao de Fotografia "As Aves do Meu Quintal"

 


GAVIÃO: Dia Mundial da Criança

 


ODIVELAS: Exposição sobre o 25 de Abril promovida pela EPHEMERA

 




VILA VELHA DE RÓDÃO: Recrutamento de Monitores para Campos de Férias de Verão

 


30.5.26

A POESIA, QUEM DIRIA... - António Borrego


 Poema aos amigos de infância

Com vocês caminhei

pelo campo, pela ribeira e a caminho da escola

vimos nascer as luas cheias de agosto

ficámos estarrecidos e lançámos desejos ao vento

tantos pássaros a cantar, tantos ninhos por descobrir

procuro na alma, aquelas emoções outrora sentidas

não as quero perdidas, quero-as vivas...bem vivas...

e, quero exaltar aqui, todos os nossos dons humanos

e sentir que, se modelou a pomba da paz

na substância dos nossos sentimentos irmanados

das maldades cometidas?...desses remorsos...

fizemos de conta que...nunca existiram...

porque, todos os passados...já foram futuro...

vivemos estes tempos de guerra, onde a luz de deus...

esmorece, arrefece e se torna obscura...

mas, brindemos à vida...mesmo com o cálice da amargura...

sabemos bem que, é nas raízes que deixamos a alma

tínhamos sempre tanta pressa...

tanta emoção e vertigem pelo ar...

parecia impossível...um dia acabar...

(deus permita que acabe a guerra, para não acabar tudo, mas, não há data prevista para o fim do sofrimento)

tínhamos o nosso paraíso...

sem serpente e sem pecado...(sim, colhemos maçãs alheias)...

na página do tempo, inscrevemos aventuras...

cavaleiros de calções com fisga no bolso...

(aquele bolso, remendado, por três vezes, pelo menos)...

nos dias mais quentes, nadávamos na ribeira...

nos dias frios, ferrávamos "buguélhas" ao lume

da lareira aconchegante...

em vez de beijos e carícias, levávamos chineladas...

mas, estamos cá, sem mágoas e sem mazelas...

disseram-nos que o amor, preserva e ressuscita

talvez memórias...talvez memórias...

agora?

escutamos o galope certeiro dos dias

os nossos olhos saltam de estrela em estrela...

até que o trote seja lento, e esmague as rosas que temos no peito

doce e amargo?...é ir à infância...

tão pura...tão ausente...tão próxima...

mas, da ampulheta...vai caindo areia...

A.B. 2022

CABEÇO DE VIDE: Comemorações do Dia Mundial da Criança


O Comando Territorial de Portalegre, através do Destacamento Territorial de Portalegre, no dia 1 de junho, associa-se às comemorações do Dia Mundial da Criança, promovidas pelo Município de Fronteira, em Cabeço de Vide, nas Termas da Sulfúrea, entre as 09h00 e as 12h00.

No âmbito desta iniciativa, iremos realizar uma demonstração de meios e dinamizar um circuito de Prevenção Rodoviária, proporcionando às crianças momentos de aprendizagem, sensibilização e diversão, através da promoção de comportamentos seguros e de cidadania.

Convida-se os órgãos de comunicação social a estarem presentes e a acompanharem esta iniciativa.

29.5.26

NISA: O REVERSO DA MEDALHA (III) - Não "matem" as Romarias Tradicionais do Concelho.


São um Património Cultural e demonstração de Devoção e Religiosidade Popular. A pensar nisso, a Câmara "enfeitou" a sua montra no Posto de Turismo, em Abril, a par de uma Exposição temática na Bibioteca Municipal.

Iniciativas de louvar e estimular, não fora o caso de terem deixado de fora duas das Romarias da época Pascal e que se realizam desde há muitos anos.

Falamos da Romaria da Senhora dos Prazeres, menos concorrida, é certo que a da Senhora da Graça, mas ainda assim, notável e a merecer a participação de muitos romeiros.

A outra romaria, durante muito tempo ofuscada pelo desinteresse, ganhou nos últimos anos, graças à influência das freguesias vizinhas e das respectivas autarquias, um novo brilho. Recuperada a Ermida, melhorados os acessos e condições de acolhimento, a festa ou Romaria de São Silvestre voltou, uma vez mais, a reunir as populações de Montalvão e de Póvoa e Meadas.

É a religiosidade popular a juntar, a unir os dois povos de concelhos distintos e que em comum organizam esta manifestação a um tempo sagrada e profana.

Merecem - Senhora dos Prazeres e S. Silvestre - a mesma divulgação e chamamento para a festa e para a jornada de convívio. Não podem, nem devem, ser discriminadas, face às restantes. O sector cultural da Câmara, se é que existe, devia programar a sua actividade a longo ou médio prazo e fazê-lo com a atenção e respeito que devem merecer todas as festividades. Louvar umas e "apagar" outras, não me parece que seja o procedimento mais justo e correcto.

Que fique o alerta e que o esquecimento não se repita...



CASTELO DE VIDE: Dia Mundial da Criança


É já na próxima segunda-feira, 1 de junho, que se celebra o Dia Mundial da Criança.

Uma data que se assinala com o objetivo de sensibilizar para os direitos das crianças e para a necessidade de promover uma melhoria das condições de vida, tendo em vista o seu pleno desenvolvimento.

Em Castelo de Vide, o Município está a preparar uma manhã muito especial com o apoio das Juntas de Freguesia e de inúmeras Associações e Instituições locais.

As crianças vão poder usufruir de inúmeras atividades que vão decorrer no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, no Parque João José da Luz e no Salão Jardim.

"Feliz de quem nunca perde a criança que vive dentro de si."

 

PALESTINA: Um povo que resiste ao extermínio e à barbárie


O assassino-mor declarou querer ocupar definitivamente 75% de Gaza

O Gendarme Ocidental: Washington e a Cumplicidade Necessária no Genocídio Palestino.

A barbárie que o Estado sionista de Israel comete diariamente na Palestina não seria possível sem um ator fundamental operando a partir das sombras e impunidade dos despachos em Washington: o governo dos Estados Unidos. Argumentar que Israel age isoladamente é um profundo erro de análise. A maquinaria militar, financeira e diplomática dos EUA é o verdadeiro pulmão que oxigena e legitima o genocídio e a colonização no Oriente Médio. Israel nada mais é do que o braço de execução, o gendarme colonial e imperialista de que a Casa Branca precisa para manter suas garras pregadas em uma região de muito alto valor estratégico e energético.

A cumplicidade americana é baseada em três pilares fundamentais que mostram que o sofrimento palestino é um negócio compartilhado.

O primeiro é o fornecimento implacável de armas e financiamento militar. Toda bomba que destrói escolas, hospitais, igrejas e campos de refugiados em Gaza tem o selo de fabricação dos EUA gravado. Longe de parar, a maquinaria do Pentágono aprova sistematicamente carregamentos em massa de conchas, veículos blindados, escavadeiras e munições de alta tecnologia. O dinheiro do contribuinte dos EUA é confiscado para financiar a limpeza étnica enquanto corta os direitos sociais dentro de suas próprias fronteiras.

O segundo pilar é o escudo diplomático e institucional. Os Estados Unidos têm repetidamente prostituído organismos internacionais, usando seu poder de veto no Conselho de Segurança da ONU para derrubar dezenas de resoluções exigindo um cessar-fogo ou buscando sancionar crimes de guerra israelitas. Seu desrespeito pelos direitos humanos é tal que eles buscam politicamente e reativam a lista negra internacional contra figuras desconfortáveis, como a relatora da ONU Francesca Albanese, com o único propósito de silenciar aqueles que denunciam que a cumplicidade global permite que Israel viole o direito internacional.

Por fim, essa aliança criminosa responde a uma agenda de reconfiguração geopolítica com sangue e fogo. Operações militares conjuntas na região, destinadas a neutralizar qualquer país ou organização que desafie a hegemonia ocidental – como o bombardeio direto do Irão – mostram que o sofrimento do povo palestino faz parte de um conselho imperialista global. Nem os democratas nem os republicanos oferecem rachaduras nessa política de submissão; o alinhamento de Washington com Netanyahu é incondicional, cimentado pela injeção de milhões de dólares de grupos de pressão e lobbies sionistas comprando vontades políticas em todas as campanhas eleitorais americanas.

Diante dessa colossal aliança de terror, a resistência popular e internacional dos trabalhadores não pode hesitar. Denunciar o Estado de Israel implica, de forma obrigatória, apontar para o coração do imperialismo que o protege e sustenta: a Casa Branca. Romper com o sionismo exige desmantelar a cumplicidade ocidental, exigir um embargo militar total e imediato, e enfrentar o império de financiamento da morte para preservar seus privilégios globais.

O sionismo como disfarce da barbárie: o genocídio palestino diante do espelho da história.

O sionismo não é um projeto de autodeterminação pacífica, mas uma ideologia supremacista, colonial e fascista que usa a fé como escudo político para camuflar crimes contra a humanidade contra o povo palestino. Não estamos enfrentando um conflito simétrico ou uma guerra legítima; estamos enfrentando um genocídio de livros executado por um dos exércitos mais poderosos do mundo contra uma população civil desarmada e sitiada.

Para limpar etnicamente a Palestina, o sionismo se esconde na religião e nos mitos da superioridade, justificando ataques a civis, hospitais e escolas. Essa ideologia supremacista, que compara o comportamento do governo Netanyahu com episódios sombrios do século XX, compartilha matriz com outras formas de opressão, buscando o deslocamento do povo palestino.

Este genocídio é apoiado por armas ocidentais e da OTAN e apoio político. A cumplicidade internacional, manifestada no corte de ajuda como a da UNRWA, torna esses atores cúmplices da situação. Diante disso, a neutralidade torna-se aceitação da barbárie.

Perante a ineficácia das organizações internacionais, Israel é chamado a ser denunciado como um “Estado terrorista”. A luta contra o sionismo significa romper relações e defender a dignidade palestina. Apesar da ocupação, a esperança permanece na resistência e na vitória final da Palestina.

 André Abeldo Fernández - 28 de maio de 2026

28.5.26

MARE lança campanha sobre “invasores” aquáticos, um problema de 423 mil milhões de dólares


No âmbito da Semana sobre Espécies Invasoras #SEI2026, o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e o ARNET – Rede de Investigação Aquática revelam os rostos (e as barbatanas) das maiores ameaças à biodiversidade aquática em Portugal.

 De tartarugas “libertadas” a peixes de 120kg, passando por minhocas marinhas e algas invasoras: a ciência sai à rua para alertar para um prejuízo global de 423 mil milhões de dólares por ano.

 A campanha vai estar no ar entre os dias 25 e 29 de maio, com forte aposta no digital e através de cartazes físicos em locais estratégicos a nível nacional.

 O que têm em comum uma tartaruga de estimação, um peixe-gato, uma minhoca marinha que é isco na pesca e uma alga castanha do Pacifico que nos impede de gozar as praias no Verao? Todos fazem parte de uma “lista negra” que está a transformar os ecossistemas aquáticos portugueses. Entre os dias 25 e 29 de maio, o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e o Laboratório Associado ARNET – Rede de Investigação Aquática lançam uma campanha de sensibilização para alertar os cidadãos: as espécies invasoras não são apenas um problema da natureza, são um desafio económico e social.


Integrada na Semana sobre Espécies Invasoras (#SEI2026), a campanha utiliza uma abordagem direta e visual – através de redes sociais e cartazes físicos em locais estratégicos como Lisboa, Cascais, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Mação, Gavião, Penamacor algumas das áreas mais afetadas – para mostrar que o comportamento humano é, muitas vezes, a porta de entrada para estes intrusos indesejados.

Cinco dias, cinco alertas

A campanha foca-se em quatro espécies críticas, terminado com um alerta global para este problema:

A "falsa liberdade" das tartarugas (25 maio): a libertação de tartarugas exóticas em lagos e rios afeta as espécies nativas. O que parece um ato de bondade é um crime ambiental.

 O ganso coreano (26 maio): minhoca marinha usada como isco vivo. O simples gesto de deitar o resto do isco à água no final da pescaria pode introduzir um invasor nos nossos estuários.

 O gigante do Tejo (27 maio): peixe-gato-europeu ou siluro pode atingir 2,8 metros. “Ninguém o come, mas ele come tudo”, avisa o investigador do MARE, Filipe Ribeiro. A solução? O controlo também passa pela gastronomia.

 O tapete sufocante (28 maio): a alga castanha Rugulopteryx okamurae está a ocupar quase por completo muitos fundos rochosos e a competir com as espécies locais, com impactes graves no turismo e nas pescas.

 No dia 29 de maio, a campanha culmina com um alerta para o problema global das espécies invasoras.

 Ciência ao serviço da prevenção

Segundo a IPBES (Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas), as espécies invasoras são uma das cinco principais causas de perda de biodiversidade no mundo. De acordo com a avaliação temática da IPBES de 2023, os custos anuais associados a espécies invasoras ultrapassam os 423 mil milhões de dólares a nível mundial.

Em Portugal e Espanha, este problema é particularmente relevante nos ecossistemas aquáticos e costeiros, onde diversas espécies introduzidas, muitas vezes de forma inadvertida, têm vindo a alterar profundamente o equilíbrio dos habitats nativos, com consequências para a fauna, a flora e as comunidades humanas que deles dependem (Soto et al. 2025, MARE).

“Esta campanha é uma extensão natural do nosso trabalho de investigação,” explica Joana Cardoso do MARE. “Queremos que o pescador, o aquarista e o cidadão comum percebam que têm um papel ativo. Um pequeno descuido pode alterar para sempre o equilíbrio de um rio ou de uma praia”, continua.

A iniciativa conta com parcerias inovadoras, como a colaboração com a empresa de isco vivo Valbaits, que incluirá mensagens de alerta nas caixas de isco, e as Câmaras Municipais de Lisboa, Cascais, Proença-a-Nova, Mação, Gavião, Penamacor e Vila Velha de Ródão, que levarão a ciência para o espaço público.

Sobre o MARE

O MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente - é um centro de investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação com competências para o estudo de todos os ecossistemas aquáticos, na vertente continental e no mar. Promove o uso sustentável de recursos e a literacia do oceano disseminando o conhecimento científico e apoiando políticas de desenvolvimento sustentável. Criado em 2015, integra 8 Unidades Regionais de Investigação associadas às seguintes instituições: Universidade de Coimbra (MARE-UCoimbra), Politécnico de Leiria (MARE-Politécnico de Leiria), Universidade de Lisboa (MARE-ULisboa), Universidade Nova de Lisboa (MARE-NOVA), ISPA - Instituto Universitário (MARE-ISPA), Instituto Politécnico de Setúbal (MARE-IPSetúbal), Universidade de Évora (MARE-UÉvora), Universidade da Madeira e ARDITI (MARE-Madeira). O MARE integra, juntamente com o CBMA - Centro de Biologia Molecular e Ambiental (Universidade do Minho) e o CIMA - Centro de Investigação Marinha e Ambiental (Universidade do Algarve), o ARNET – Rede de Investigação Aquática, um Laboratório Associado de dimensão nacional que, com 742 investigadores e colaboradores em 11 instituições anfitriãs, se dedica ao estudo integrado dos sistemas aquáticos, desde as bacias hidrográficas ao oceano profundo, promovendo a ligação entre conhecimento científico, políticas públicas e ação no território.

 

 

27.5.26

NISA: União de Freguesia promove acção de formação em Segurança no Trabalho


A União de Freguesias de Espírito Santo, Nossa Senhora da Graça e São Simão vai promover a ação de formação com o tema “Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho”, promovida pela INOVINTER.

Esta é uma oportunidade para reforçar competências essenciais para o seu bem‑estar e para a segurança no dia a dia laboral.

São 25 horas de aprendizagem prática, pensadas para quem quer trabalhar melhor, com mais confiança e com mais proteção.

A participação dá direito a certificado e subsídio de alimentação, garantindo que ninguém fica de fora por motivos económicos.

As inscrições são feitas na sede da União de Freguesias e estamos sempre presentes para apoiar cada passo e cada etapa.

Porque cuidar das pessoas é sempre o melhor investimento