31.10.15

NISA: Cinema na Agenda Cultural em Novembro

As sessões de cinema voltam à sala do Cineteatro de Nisa em Novembro, com a exibição dos filmes “Pan – Viagem à Terra do Nunca” no dia 14 (sábado) às 21,30h, e de “007 Spectre”, no dia 28 (sábado) ás 21,30h.
Esta é uma das “novidades” da Agenda Cultural e da programação para o mês de Novembro, divulgada pela Câmara Municipal, tendo na capa uma belíssima fotografia a preto e branco, a lembrar o tempo de Outono e a colheita da azeitona.
Em Novembro há estreia de duas exposições. Uma em Amieira do Tejo, no castelo, exposição de fotografias que pretende “Recordar o Passado” e que estará patente ao público até 3 de Fevereiro de 2016. A outra, de pintura, é da autoria de Leandro de Matos Valente e pode ser visitada na Biblioteca Municipal até ao fim do mês.
A estas, juntam-se “Memórias de Outros Tempos”, no Museu do Bordado e do Barro, para ver até 30 de Novembro, e “Cinema Paraíso” de José Manuel Lopes, no Cine Teatro de Nisa, até 3 de Dezembro.
Na área do desporto, destaque para a realização do II Trail Running Vila de Nisa. É no dia 8 com início às 9 horas, uma iniciativa que promete repetir o êxito da primeira edição, se possível, superá-lo.
Em Novembro não vão faltar as tradicionais “castanhadas”, agora com a designação de magustos, promovidas por grupos de amigos, colectividades e instituições.
A 12 de Novembro (5ª feira) é Dia de Mercado na Devesa, e a dinamização cultural promovida pela autarquia tem ainda agendados os “Sábados com Histórias” (dia 7) e a “Hora do Conto”, ambos na Biblioteca Municipal.

De 16 a 28 Novembro há “Leituras e Memórias” no Cine Teatro de Nisa e em Novembro prossegue a actividade Sénior.Net – Tecnologias de informação para seniores – em Nisa e Alpalhão.

Marvão para todos" apresenta-se à população

“Nada contra ninguém, tudo pelo concelho de Marvão”, é o lema do Movimento Independente Marvão para Todos que foi apresentado à população durante a tarde deste sábado.
O projeto, composto por dez pessoas do concelho, tem por objetivo “ser uma alternativa à atual gestão”, e apresentar um candidato às autárquicas de 2017.
Segundo a carta de princípios do Movimento, o “Marvão para todos” assume-se como um grupo de intervenção cívica de pessoas do concelho, que pugnam pela independência, transparência e rigor e que defende uma relação transparente entre a Câmara e os munícipes”.
Em declarações à Rádio Portalegre, Fernando Bonito, do Movimento independente, “Marvão tem a partir de hoje uma oposição atenta aos abusos de poder que possam existir”.
Fernando Bonito adiantou ainda que é intenção do seu Movimento trabalhar em prol do concelho, “com gestão e não a fazer política em cima do joelho“.
O projeto independente nasceu há mais de um ano, e segundo Teresa Simão, o surgimento deve-se ao facto de “todos os que fazem parte do “Marvão para Todos” sentirem desconforto em relação à atual governação que tem estado presente em Marvão”.
Sobre o futuro de Marvão, é intenção do Movimento “desenvolver uma nova forma de fazer politica, que seja abrangente, coesa e com sentido de servir”.
Segundo Nuno Pires, também porta-voz do Movimento Independente, outro dos desígnios do grupo é delinear uma estratégia que aproveite o “enorme potencial que Marvão tem”.
O “Marvão para todos” integra os nomes de Adelaide Martins, João Bugalhão, Jorge Rosado, José Manuel Baltazar, Luís Barradas, Nuno Pires, Pedro Sobreiro, Susana Teixeira, Teresa Simão e Fernando Bonito.
Susana Mourato in "Rádio Portalegre" - 31/10/2015

30.10.15

NISA: Exposição de pintura de Leandro de Matos Valente

Até final de novembro está patente na Biblioteca Municipal de Nisa uma exposição de pintura de Leandro de Matos Valente
Leandro de Matos Valente nasceu em 1954, em Salavessa, concelho de Nisa. Em 1972, terminou em Castelo Branco o Curso de Formação de Eletromecânico. De 1973 a 2012 trabalhou no Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Atualmente, na situação de aposentado, reside na terra natal, Salavessa.

Interessado pelas artes desde novo, foi escrevendo poemas e feito pinturas que” foi pondo na gaveta”. Participou com um soneto no Boletim Cultural do LNEC e numa exposição de Pintura. Recentemente participou no livro “A Lagoa e a Poesia” – coletânea de poesia, numa edição de autores.

NISA: Sessão extraordinária da Câmara para aprovar Grandes Opções do Plano e Orçamento municipal para 2016

A presidente da Câmara Municipal de Nisa, Idalina Trindade, convocou uma reunião extraordinária do Executivo Municipal para hoje, sexta-feira dia 30 de Outubro.

A reunião terá lugar no salão nobre dos Paços do Concelho a partir das 14,30h e a ordem de trabalhos será dominada pela análise e deliberação sobre o Mapa de Pessoal do Município de Nisa para o Ano de 2016; as Grandes Opções do Plano da Câmara Municipal de Nisa para o Ano de 2016 e ainda o Orçamento da Receita e Despesa da Câmara Municipal de Nisa para o Ano de 2016, documentos que serão depois aprovados em minuta.
A reunião é pública, podendo assistir os munícipes interessados, mas tratando-se de uma sessão extraordinária, não poderão intervir.

29.10.15

Exposição de Fotografias para "Recordar o Passado" em Amieira do Tejo


EM NOME DA DICTADURA - O Estado Novo no concelho de Nisa (1)

Edital - Proibição de Emigrar (1 Agosto 1930)
 Edital – Proibição de Touradas (Agosto 1930)
Tendo chegado ao conhecimento de Sua Exª o Snr. Governador Civil que vários desastres teem resultado ultimamente da realização das touradas chamadas “à vara larga” faço publico que taes espectáculos ficam proibidos.
Os promotores dos divertimentos de tal natureza que o façam sem autorização serão punidos com pesadas multas a que se refere o artº 6º do Edital do Governo Civil de 20 de Dezembro ultimo.
(a) Falcão

Edital – Intimação aos habitantes de Alpalhão (6/9/1931)
José Cristovam da Costa, Administrador substituto do Concelho de Niza:
Constando-me que os habitantes da vila de Alpalhão lançam estrumes para o princípio da Estrada Nacional nº 87 – 2ª junto da vila de Alpalhão, que segue para Castelo de Vide e que recentemente acabou de sofrer grandes reparações, venho por este meio prevenir os habitantes d´aquela vila que fica expressamente proibido tal abuso sob pena de incorrerem na transgressão prevista pelo Regulamento de Conservação de 19 de Setembro de 1900.
(a) Costa
Nota: A redacção deste edital não foi a mais feliz. Na década de 30 e até aos anos 60, o concelho de Nisa era essencialmente agrícola e a freguesia de Alpalhão não fugia à regra sendo, inclusive, das que mais pessoas ocupava na labuta do campo. Nessa época, todos os estrumes eram aproveitados e muitos ainda se lembram que na própria vila de Nisa, o aproveitamento que era feito dos "bonicos" dos muares que puxavam as carroças. Daí que se estranhe este "lançamento de estrumes" para a estrada, em Alpalhão.
Edital – Proibição de reuniões (1930)
António Falcão, Administrador do Concelho de Niza,
Faz saber que de futuro e em caso algum se poderão efectuar reuniões, conferencias, discursos, comemorações, etc. sem licença do Exmo Governador Civil.
Os pedidos de licença serão feitos por escrito e deles deverão constar, alem de outras indicações que sejam julgadas convenientes, o fim da reunião e natureza do assunto a tratar.
Para constar se passou o presente e outros de igual teor que vão ser afixados nos logares públicos do costume.

(a) Falcão

28.10.15

NISA: Quatro candidatos a Director do Agrupamento de Escolas

O Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Nisa divulgou a lista de candidatos a Director daquele estabelecimento de ensino, cargo que se encontra vago devido à morte do antigo director, José Luís Tomás Bruno, que ocorreu no dia 13 de Agosto deste ano.
De acordo com a lei, o director do Agrupamento de Escolas será escolhido através de acto eleitoral, cuja data não foi ainda divulgada.

Magusto de S. Martinho na sede do Grupo Ciclo Alpalhoense


27.10.15

NISA: Câmara discute amanhã Documentos Previsionais para 2016


NISA: A Inerte Zona Industrial (1995)

A Inerte zona industrial
À medida do que constitui “moda”, talvez há uma boa década decorrida, era quase comum constatar que as sedes de concelho almejando o apanhar do comboio dos novos adventos políticos da influência desenvolvimentista CEE, se deram por si a correr na criação de espaços destinados à materialização de um velho sonho regional: a indústria.
Daí que também Nisa não se fizesse rogada, ela, tradicionalmente lavradora e campesina, a preencher tão precioso requisito que lhe fora, aliás, sistematicamente negado pelas Câmara de “in illo tempore”. E agora cá temos, cá (a) temos, uma muito nossa zona industrial.
De maneira que, parece, não obstante o tempo decorrido (o tempo é oiro!) que temos zona e um bom número de investidores potenciais que a adquiriram... na totalidade.
Mas... e os investimentos? Mesmo à lupa, parece que não se lobrigam em mexida de concretização, ou mesmo começo.
Positivamente, o NN admite que, na Câmara deve haver uma mão cheia, pelo menos, de válidos projectos dos futuros industriais, capazes de gerar produção e de criar por lógica novos postos de trabalho, porquanto, o NN não se esquece, o Desemprego também grassa por esta terra, mormente a nível da nossa juventude. E também sabemos que poderão existir eventuais propostas de empreendedores externos que estarão possivelmente interessados na área de Nisa, se se lhes depararem condições de razoável viabilização instaladora e operacional.
Porém, se a zona já está saturada (ocupada) e não anda nem desanda, o que poderá fazer-se? Aí, a Câmara é que o sabe ou deve saber.
No entanto, a circunstância faz-nos recordar uma das satíricas e mordazes quadras do nosso popular e célebre poeta repentista Manuel Sentenças, de quem alguns ainda se poderão lembrar:
Arde o verde pelo seco
Paga o justo pelo pecador
Por causa de um reles enredo (1)
Fica Nisa sem Valor!

(1) – Na altura de uma crítica à CMN, no final dos anos 20, o poeta era mais incisivo porque atacava um indivíduo que era galego e tinha grande poder camarário. Assim, na versão original é galego e não enredo. O enredo é nosso...

 Nota explicativa: O presente texto, da autoria de Carlos Franco Figueiredo (utilizava o pseudónimo de Stradivarius) foi publicado na edição de Outubro de 1995 no jornal "Notícias de Nisa".
Vinte anos e cinco executivos camarários depois, em 2015, o que poderia acrescentar-se a este artigo, crítico, face à inércia que então vigorava, em relação à Zona Industrial?
O nome do espaço foi,  entretanto, alterado para Zona de Actividades Económicas de Nisa. Algumas actividades, tidas na altura como promissoras arrancaram e com menor ou menor dificuldade foram-se mantendo. Poucas. Outras, quase não chegaram a abrir, encerraram e levaram com elas as promessas de um futuro risonho de trabalho e emprego. 
As premissas do artigo, vinte anos depois, não se cumpriram. A Zona de Actividades Económicas de Nisa continua a ser a Inerte Zona Industrial. Tal como em Outubro de 1995!

23.10.15

NISA: Subsídios para a História da Imprensa Local (1)







Em 13 de Abril de 1995 surgia no concelho, o quinzenário regional "Notícias de Nisa". Propriedade de Francisco Narciso, que era também o director e tendo como chefe de redacção João Patrício, o jornal afirmava-se como "uma voz viva na defesa dos interesse vários da nossa região. De Nisa, das suas gente se da diáspora. Em Outubro desse ano, o jornal passaria a mensal
Na curta vida como quinzenário (entre Abril e Outubro), o "Notícias de Nisa" abordou diversos temas polémicos desde os conflitos e as relações políticas na Câmara de Nisa, que atingiram o seu ponto mais alto com a demissão de um dos vereadores da maioria camarária, à vida agitada da Misericórdia de Nisa e os conflitos entre Irmãos que culminaram com a "expulsão" de 24 membros da irmandade por parte do Tribunal Eclesiástico, sem esquecer as polémicas à volta das cerimónias da Semana Santa e os conflitos laborais na Escola do Convento em Nisa.
Há 20 anos, as pessoas - mal ou bem - ainda discutiam questões e problemas que julgavam dignos de discussão e de clarificação. Hoje, pelo contrário, vão aceitando tudo de bom grado - quantas vezes a contra gosto - para evitarem "chatices" e o envolvimento na resolução de problemas.

7 Maravilhas de Alpalhão vão ser divulgadas na Sociedade Recreativa


21.10.15

NISA: Carlos Alves e Sérgio Charrinho são os solistas em concerto com a Banda Sinfónica da GNR

No próximo sábado, 31 de outubro, às 16 horas realiza-se no Cine Teatro de Nisa um concerto pela Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana que contará com a participação de Carlos Alves – clarinete solista e de Sérgio Charrinho – trompete solista, que se iniciaram como músicos na Sociedade Musical Nisense e hoje, são reconhecidos a nível nacional e internacional.
O concerto do próximo sábado encerra o ciclo de eventos musicais “Nisa em Música” que a Câmara Municipal de Nisa promoveu para assinalar os aniversários da Banda da Sociedade Musical Nisense e do Cine Teatro de Nisa. No mesmo ciclo integraram-se os concertos da Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, a 11 de Outubro, e da Camerata Amicis, a 18 de Outubro.
O concerto, sob a direção do Maestro João Afonso Cerqueira, terá o seguinte repertório: - Danza Sinfonica, de James Barnes; - Trumpet Town, Concerto for Trumpet de Otto M. Schwartz, com o solista Sérgio Charrinho;   - Severa, de Frederico de Feitas; - Concerto para Clarinete, de Artie Shaw, com o solista Carlos Alves; - Fantasy on British Sea Songs, de Henry J. Wood.
BANDA SINFÓNICA DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
CONCERTO Inverno TNSC (276)
Em 1838, por decreto de D. Maria II, nasce a Banda da Guarda Municipal que, mais tarde, com a implantação da República, passou a designar-se Banda de Música da Guarda Nacional Republicana.
 Actualmente a Banda de Música está na dependência da Unidade de Segurança e Honras de Estado, sendo que constitui um dos órgãos que o Ex.mo Comandante-Geral tem à sua disposição para, no âmbito da actividade musical, concorrer com a sua acção em actividades no âmbito das actividades de Representação a nível do Protocolo de Estado, cerimónias militares, culturais e recreativas e de divulgação da GNR.
A elevada especialização dos seus componentes e o seu amplo e valioso arquivo (mais de 3.000 obras) permitem que a Banda em Concerto atinja um nível artístico difícil de encontrar em agrupamentos congéneres.
Dos muitos êxitos obtidos em digressões fora do País destacam-se em 1892 o Concurso Internacional de Bandas Militares em Badajoz; em 1910 em Madrid, S. Sébastian e Barcelona; em 1930, digressão ao Brasil; em 1963, na Holanda participando na NATO-TAPTOE e em Paris gravando concertos para a Rádio; em 1965, representando Portugal no IV Centenário da Fundação do Rio de Janeiro; no mesmo ano na cidade de Badajoz; em 1980, em Mons (Bélgica) no 20º Festival Internacional de Bandas Militares; em 1987, Cáceres, intercâmbio cultural entre Portugal e Espanha; em 1988, Cáceres e Plasência, (Espanha) jornada de solidariedade com a zona sinistrada do Chiado (Lisboa); em 1995, Modena (Itália)  para participar no 4º Festival Internacional de Bandas Militares; em 1996, Basileia (Suíça) para participar no 5º Festival Internacional de Bandas de Polícia; em 1998, digressão ao Luxemburgo tendo actuado em três cidades: Differdange, Luxemburgo e Vianden, tendo obtido grande êxito sobretudo no concerto efectuado na sala de concertos do Conservatório do Luxemburgo.
Em 2005 a Banda foi distinguida com o prémio “Amália” na categoria de Música Clássica e em 2006 foi conferido à Banda, por S. Ex.ª O Sr. Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, o Título de Membro-honorário da Ordem do Infante D. Henrique.
Desde 1838, a Banda foi dirigida, no período que a cada um se atribui, pelos seguintes maestros: Jerónimo Soller (1838-1878), Jacques Murat (1878), Manuel Augusto Gaspar (1878-1901), António Gonçalves da Cunha Taborda (1901-1911), Joaquim Fernandes Fão (1911-1935), Lourenço Alves Ribeiro (1935-1959), Manuel da Silva Dionísio (1960-1973), Joaquim Alves de Amorim (1974-1982), Idílio Martins Fernandes (1982-1989), Vasco da Cruz Flamino (1989-2001) e Jacinto Coito Abrantes Montezo (2001-2008).
O Maestro Capitão João Afonso Cerqueira é o actual maestro titular da Banda Sinfónica da GNR.
Carlos Piçarra Alves
Carlos Piçarra Alves é Solista A na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Professor Principal de Clarinete e membro do Conselho Científico da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Foi Artista Convidado da Universidade do Estado do Arizona (EUA) em 2009 e 2010.

Foi também professor na Universidade Católica Portuguesa, na Escola Superior de Música de Lisboa, na Escola Superior de Música do Porto, no Conservatório Regional de Música de Castelo Branco, no Conservatório de Música de Coimbra, na Escola Profissional de Música da Covilhã e na Escola Profissional de Música do Porto.
Em 2012 foi­-lhe atribuído o título de Especialista em Clarinete por unanimidade do júri em provas públicas.
Fez Bacharelato e DESE na ESMAE, na classe do Prof. António Saiote e Prix de Perfectionement á Unanimité du júri au Conservatoire Superior de Region de Versailhes na classe do Prof. Philipe Cuper (Super Solista da Ópera de Paris). Fez Master Class com Walter Boykens, Guy Deplus, Philipe Cuper, Guy Dangain, Michel Arringhon, Michel Collins e Paul Mayer.
Foi Director Artístico do Festival Internacional de Música de Paços de Brandão de 2009 a 2012.
Em 2013 foi nomeado para o Júri da Direção Geral das Artes na área da Música.
Foi Premiado nos mais importantes Concursos Nacionais, 1º Prémio no Prémio Jovens Músicos, 1º Prémio Juventude Musical Portuguesa e 1º Prémio no Concurso do Festival Internacional Costa Verde. Participou em dois concursos internacionais, sendo semi­-finalista no Concurso Internacional de Roma e Premiado no Concurso Aurelian Octav Popa na Roménia, abraçando, desde logo, uma intensa carreira solística e de música de câmara, que se expande internacionalmente por países como EUA, Rússia, Alemanha, Áustria, Holanda, Noruega, França, Itália, Espanha, Bélgica, Luxemburgo, Roménia, Macau, Brasil, etc.
Concertista de reconhecido mérito que atua frequentemente nas principais salas de concerto portuguesas.
Em Guimarães 2012­ - Capital Europeia da Cultura, no ciclo Master Pieces, foi convidado a ser o solista da estreia mundial do Concerto para Clarinete e Orquestra de Mário Laginha.
Fez parte das Escolas da Orquestra Juvenil da Comunidade Europeia, colaborou com a Orquestra Gulbenkian e Regie Sinfonia do Porto.
Tocou a solo com a Orquestra Clássica do Porto, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Clássica da Madeira, a Orquestra Nacional do Porto, a Orquestra de Câmara Portuguesa, a Orquestra Sinfónica de Constanza na Roménia e a Orquestra J. Futura em Itália.
Nos seus trabalhos discográficos destaca-se a gravação para a EMI Classics do Concerto para Clarinete e Orquestra de Mozart com o Maestro Rui Massena e a Orquestra Clássica da Madeira. Gravou também as Integrais II para clarinete solo de João Pedro Oliveira, a convite do próprio compositor. Tem um CD que foi realizado com Caio Pagano, Daniel Rowland, Caterine Stryncx e Paulo Álvarez, com obras de Olivier Messiaen (Quarteto para o Fim dos Tempos) e Béla Bartok (Contrastes) para a etiqueta Numérica. No seu CD gravado nos EUA, Recital in the West (2010), na companhia do consagrado pianista Caio Pagano, a imprensa norte ­americana encontrou a melhor interpretação da primeira sonata de Brahms: "Esta é sem dúvida a melhor versão da Sonata de Brahms que já ouvi. Carlos Alves extrai do clarinete um som belíssimo e soberbo, com um excelente sentido de frase musical ao longo de toda a obra" (Arizona Republic, Julho de 2010).
É membro fundador do Grupo Artclac Ensemble, juntamente com o acordeonista Paulo Jorge Ferreira.
Fez também incursões com o teatro, musicando ao vivo as Peças de Teatro Figurantes de Jacinto Lucas Pires e D. Juan de Molière, ambas com encenação de Ricardo Pais, no Teatro Nacional de S. João.
Destaca­se também a sua participação no espetáculo Sombras, em que Carlos Piçarra Alves participa, na companhia de artistas como, Ricardo Pais, Mario Laginha, Paulo Ribeiro, etc. Este espetáculo esteve em tourné por Lisboa, Porto, Viseu, Guimarães, Açores, Paris, São Paulo, Santos e Moscovo, tendo agendamentos futuros para o Porto e Rio de Janeiro.
Carlos Piçarra Alves é artista Buffet Crampton e é internacionalmente considerado um dos clarinetistas mais relevantes da sua geração.
Sérgio Charrinho

Iniciou estudos musicais com o pai na Banda da Sociedade Musical Nisense. Ingressou em 1993 no Conservatório Regional de Portalegre, onde estudou com José Pereira. Prossegue a sua formação na Escola Profissional de Artes da Beira Interior em 1996, com Fernando Jorge Ribeiro. Em 1999, entra no Conservatório Hector Berlioz em Paris, tendo como formador Bruno Nouvion.
Foi laureado em 2001 no concurso da RDP Prémio Jovens Músicos em música de câmara com o quinteto de metais Harmon-Brass.
Desempenhou as funções de 1º Trompete Solo na Orchestre de la Cité International Universitaire de Paris, sob a direção de A. MacDonnel e ganhou o concurso para 1º Trompete na Orquestra do Algarve em 2002.
Participou, em 2002, na homenagem ao compositor G. Enescu, na embaixada da Roménia em Paris, onde gravou para a televisão romena a peça Legende para trompete e piano. Gravou para a RTP o programa Sons da Música exibido em 2007, dedicado ao trompete.
Apresentou a solo, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, o Concerto para trompete e piano de Chostakovich, o Concerto para trompete e orquestra de J. Haydn, o Concerto em Mi Maior de J. N. Hummel, o Concerto Brandenburguês nº 2 de J. S. Bach (2004 e 2013) e Quiet City de A. Copland. Com a Orquestra de Câmara de Sintra, apresentou o Concerto em Ré Maior de G. Torelli e o Concerto em Do menor de A. Marcello. Com a Camerata Amicis, interpretou o Concerto para trompete e orquestra de J. B. G. Neruda.
Foi professor na Escola Profissional de Artes da Beira Interior e na Escola Profissional de Música de Espinho e tem dirigido diversas masterclasses de trompete em Portugal.

É membro fundador do quinteto de trompetes Almost6, com o qual gravou o cd Sopros em Laboratório, editado em 2012. Desempenha as funções de 1º Trompete na Orquestra Metropolitana de Lisboa desde janeiro de 2003 e é professor na Academia Superior de Orquestra. 

Bombeiros de Castelo de Vide comemoram 100 anos, no próximo Domingo.

No dia 25 de Outubro de 1915 nasceu em Castelo de Vide a Associação Humanitária de Bombeiros. Passados 100 anos sobre esse dia é nosso dever, mas também um privilégio, comemorar essa data. Foram 100 anos de dedicação, de entrega a uma causa.
Por esta Instituição passaram muitos homens e mulheres que, como bombeiros voluntários ou nos órgãos sociais, deram o seu melhor sem ter por objetivo receber nada em troca. São todas essas pessoas, do passado e do presente da Associação Humanitária de Bombeiros de Castelo de Vide, que pretendemos homenagear no próximo fim-de-semana.
O programa das comemorações é constituído por atos simples, por momentos simbólicos, por homenagens puras… como puro foi o valor de 100 anos de serviço à comunidade.
Apesar de ser objetivo da atual Direção da Associação de Bombeiros de Castelo de Vide comemorar o Centenário desta Instituição ao longo de todo um ano com atividades das mais variadas índoles, pretendemos que de 23 a 25 de Outubro de 2015 seja a data que marque o início desta homenagem.
Estão convidadas a participar varias pessoas e Entidades que esperamos se venham juntar a nós para viver este momento com os Bombeiros de Castelo de Vide.
Consideramos o que vamos viver digno de registo por se tratar de um momento de respeito, homenagem e agradecimento para com um grande grupo de pessoas que ao longo de 100 anos serviram, e servem, a comunidade entregando o que de melhor têm ao serviço de todos nós. Somo gratos e fazemos questão de o manifestar.
Neste sentido convidam-se os órgãos de comunicação social a associar-se a este programa de comemorações, facto que muito prezaríamos, na medida em que, pelo desempenho da respectiva actividade profissional, seria possível divulgar e dinamizar este marco histórico na vida desta instituição.
21 de Outubro de 2015,

A Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros de Castelo de Vide

ALPALHÃO: Apresentação do livro "Quem Sou?" de Cristina Murteira

O Centro Cultural de Alpalhão - Professor José Maria Moura - acolhe no próximo dia 24 de Outubro (sábado) pelas 15 horas, a sessão de apresentação do livro infantil "Quem Sou?" da autoria de Cristina Murteira, editado pela Lua de Marfim. A apresentação da obra estará a cargo de Orada Chambel e a sessão cultural conta com o apoio da Freguesia de Alpalhão.

NISA: Cemitério aberto no dia 1 Novembro - Dia de Todos os Santos

A Câmara Municipal de Nisa publicou no seu site a informação sobre a Abertura do Cemitério de Nisa no Domingo - Dia 1 de Novembro e Dia de Todos dos Santos. O cemitério estará aberto nesse dia, bem como no sábado, dia 31 de Outubro, como é aliás, normal e no horário de funcionamento que acima se indica:
* MANHÃ: Das 8H00 às 12H00
* TARDE: Das 14H00 às 17H00

Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre elegem Corpos Sociais

No sábado 17 de Outubro de 2015: reuniu a Assembleia Geral da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP. No decorrer dos trabalhos foram eleitos os novos Corpos Sociais para o triénio 2016 / 2018, os quais passamos a apresentar:
À Assembleia Geral continua a Presidir o Dr. Jorge Pais, sendo Vice-Presidente António Martins e Secretário Luís Filipe Ricardo.
O Conselho Fiscal tem como Presidente Joaquim Correia, sendo os respectivos vogais: António Barradas e António Joaquim Ribeiro.
Carlos Alberto da Graça Eustáquio foi eleito Presidente da Direcção da ADBSP, de cujo órgão também fazem parte Paulo Cardoso (Vice-Presidente), Florinda Vicente (Tesoureiro), Ana Maria Meira (1.º Secretário), Padre Américo Agostinho (2.º Secretário), José Rui Rabaça (1.º Vogal) e Carlos Martins (2.º Vogal).
São suplentes Marco António Gomes e Silvina de Fátima Narciso.
Os novos Corpos Sociais tomaram posse no decorrer da sessão, na qual foi aprovado o seguinte propósito:
A dimensão fantástica da dádiva de sangue
O testemunho que recebemos de António Joaquim Eustáquio, fundador da nossa Associação, é deveras importante e vamos empenhar-nos para dar continuidade a este projeto com a relevância que o caracteriza.
O sangue é a chama da vida que percorre o corpo e cabe, a todos nós, manter essa chama acesa. Para que esta não se apague é preciso doar sangue. Participar nesta causa não se esgota apenas na dádiva, porque a passagem de informação bem como todos os outros apoios que possam ser dados são considerados um contributo neste desígnio que temos: o de salvar vidas.
Numa altura em que, felizmente, já existem bancos de sangue para animais, temos de continuar a insistir nos princípios de solidariedade, melhorar e assegurar que todos possam garantir a vida com uma dádiva de sangue. Tal gesto, que não tem preço e salva vidas, é de uma dimensão fantástica. Muitas vezes, nem os próprios dadores se dão conta destes preciosos pormenores, tal é a naturalidade e a boa vontade com que praticam as suas dádivas.
Os dadores são um exército anónimo dos que salvam vidas, que dão sem nada em troca e que partilham parte de si mesmos. Dar sangue é dar vida!
A Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre

17.10.15

NISA: Visita da imagem da Senhora de Fátima nos dias 24 e 25 Outubro

No ano de 2017 celebram-se os 100 anos das aparições de Fátima e o Santuário desde Maio de 2015 a Maio de 2016 está a levar a cabo a iniciativa da visita da imagem peregrina de Nossa Senhora a todas as dioceses portuguesas. À Diocese de Portalegre-Castelo Branco coube a visita entre os dias 11 e 25 de Outubro. A vila de Nisa receberá a vista da imagem peregrina nos dias 24 e 25 de manhãzinha, seguindo depois para o Crato onde será celebrada missa transmitida pela TVI.
Como é um evento único e bastante raro, Nisa deve-se alegrar por receber a visita da imagem peregrina.
Em anexo, o programa da visita
 Itinerário da Procissão de Velas, às 21h, para que as pessoas possam se possível enfeitar as ruas e colocar colchas nas janelas.
 Igreja Matriz
 - Rua Drº Francisco Miguéns (Rua Direita)
- Praça do Município (Frente da Santa Casa)
- Rua João de Deus
- Rua Drº Manuel de Arriaga
 - Praça da República (Rotunda do Cinema)
 - Rua Visconde Vale da Sobreira
 - Rua Drº Cruz Malpique (rua dos Bombeiros)
- Avenida D.Dinis
- Praça da República (Rotunda junto ao Calvário, passagem em frente aos Correios)
- Rua Júlio Basso
- Largo 5 de Outubro
- Travessa Marechal Gomes da Costa
- Praça da República - via em direcção  ao largo da Porta da Vila
- Termina na Igreja Matriz

16.10.15

NISA: Mozart e Ópera Italiana em concerto da Camerata Amicis

 No próximo domingo, dia 18 de outubro, às 16 horas, ocorre no Cine Teatro de Nisa, um espetáculo pela Camerata Amicis integrado no evento “Nisa em Música” que a Câmara Municipal de Nisa promove para assinalar os aniversários da Banda da Sociedade Musical Nisense e do Cine Teatro de Nisa.
Depois do concerto, a 11 de outubro,  pela Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, neste segundo espetáculo do “Nisa em Música” a Camerata Amicis apresentará um repertório dedicado a Mozart e à Ópera Italiana. Sob a direção do maestro Carlos Silva, o concerto contará com a participação da Solista Soprano Bárbara Barradas.
A primeira parte do concerto integra temas de Mozart:  “Adagio e Fuga para cordas em Dó menor”, “Abertura da ópera "La Clemenza di Tito", "Ach ich fühl's" da ópera Flauta Mágica,  Sinfonia nº 40 em Sol menor -1º andamento - Allegro Molto . A segunda parte será preenchida por: Abertura "As Hébridas" - Mendelssohn; "Caro nome" da ópera Rigoletto – Verdi; Abertura "O barbeiro de Sevilha" – Rossini; "Sempre libera" da ópera La Traviata – Verdi.
A Camerata Amicis foi fundada em 2012 pela vontade de alguns jovens músicos portugueses com afirmação no panorama musical, músicos profissionais diplomados pelas mais variadas escolas superiores de música portuguesas. Surgiu acima de tudo da amizade e da vontade mútua de traduzir esses laços de união em música. 

Baseada neste princípio, esta pequena orquestra de cordas pretende ser um grande espaço de partilha de conhecimento e oportunidade entre jovens instrumentistas, compositores e maestros. A base do repertório desta orquestra atravessa toda a história da música desde Vivaldi, Mozart, Haydn, Dvorak, Tchaikovsky, Elgar entre muitos outros. No entanto, é também uma janela aberta à experimentação e inovação dando especial relevo à música dos nossos dias. Neste campo, é nossa intenção apoiar e colaborar com compositores portugueses, servindo não só de meio de divulgação do seu trabalho, como também de campo de estudo e exercício. Nesta vertente, a Camerata assume uma estreita ligação às aulas de direcção de orquestra do Maestro Jean-Sebastien Béreau, onde tem sido nos últimos meses uma peça importante na formação de novos maestros no nosso país.


A Camerata Amicis é um projecto assente em dois pilares: concertos e divulgação/difusão da música para cordas. De entre os vários concertos já realizados destacamos o concerto de apresentação no dia 15 de Novembro de 2012 onde obtivemos do público os mais rasgados elogios não só pela interpretação das obras tocadas, mas também pelo dinamismo e energia que apresentámos em palco. Destacamos também a participação nas comemorações oficiais do 1o de Dezembro em Lisboa onde primou por apresentar um programa inteiramente de música portuguesa e nas comemorações do Centenário do Concelho de Alcanena. A camerata Amicis teve também já a oportunidade de acompanhar vários solistas de renome: Pedro Saglimbeni Muñoz; Sérgio Charrinho; Marta Menezes e Ricardo Pires tendo também participado já em algumas estreias de obras de compositores portugueses entre os quais Alexandre Almeida e José Martins.
Fonte: CMNisa

NATURTEJO: Lançamento do "Roteiro das Minas"

O Roteiro de Minas e o Geopark Naturtejo da Meseta Meridional vêm por este meio convidar para o Lançamento oficial da publicação "Serviços educativos e visitas escolares”, a decorrer no próximo dia 19 de Outubro às 17:00, na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico da Castelo Branco.
 O Roteiro de Minas é uma plataforma nacional, um projecto promovido pela Direcção Geral de Energia e Geologia - DGEG, do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, e pela Empresa de Desenvolvimento Mineiro SA – EDM e engloba 31 parceiros como museus, centros de ciência, geoparques, paisagens naturais, etc. (www.roteirodeminas.pt). O Roteiro pretende contribuir para o desenvolvimento local através de iniciativas de salvaguarda e rentabilização do património geoló­gico e mineiro e para a promoção do conhecimento científico.
 Relembramos que o Geopark Naturtejo, território UNESCO (www.naturtejo.com), é Parceiro do Roteiro de Minas e possui uma larga oferta de Programas Educativos, que serão também apresentados, com saídas de campo, actividades nas escolas e workshops, destinados a professores e alunos desde o pré-escolar até ao ensino superior, em diferentes áreas, dinamizados por monitores especializados.
Programa:
Boas vindas (IPCB/ESSE/DGEG/GN)
Apresentação do Roteiro da Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal (DGEG)
Apresentação do guia "Serviços educativos e visitas escolares" dos Parceiros dos Roteiro da Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal (DGEG)
Apresentação “Programas Educativos no Geopark Naturtejo: a oferta do Geopark e a experiência de uma professora” (GN)
Agradecemos confirmação de presença através deste e-mail ou para o telefone 272320176.

MONTALVÃO: Igreja Matriz com sinos e relógio reparados e nova iluminação da torre

A aldeia de Montalvão, em Nisa, assinala, sábado, com um espetáculo musical, a conclusão da reparação dos sinos, iluminação da torre e relógio da Igreja Matriz.
Segundo o porta-voz da comissão para o restauro da Igreja de Montalvão, Luís Gomes, os trabalhos de reparação implicaram um investimento de quatro mil euros, efetivado através de donativos de várias pessoas.
Luís Gomes adiantou que a comissão vai dar continuidade à campanha de angariação de donativos para, numa segunda fase, substituir a rede elétrica e recuperar os altares do templo religioso.
O espetáculo que assinala a conclusão da primeira fase dos trabalhos de reparação da Igreja Matriz de Montalvão começa às 14:30 de sábado e integra as atuações do grupo Coral EmCanto e do grupo de Cante Alentejano de Almodôvar.
A comissão para o restauro da igreja vai entregar certificados às pessoas que contribuíram para as obras.
 Gabriel Nunes/Susana Mourato in "Rádio Portalegre" - 15/10/2015 

14.10.15

ORIENTAÇÃO: Portugal O' Meeting regressa ao Alto Alentejo em 2017

O Grupo Desportivo dos 4 Caminhos venceu a candidatura para a organização da XXII edição do Portugal O' Meeting em 2017.
Os Municípios de Alter do Chão, Crato e Portalegre, voltam a acolher o maior evento de Orientação Nacional e o maior do Mundo no Carnaval, depois de em 2011 o mesmo clube ter escolhido os mesmos municípios onde organizou a XVI edição.
O Portugal O' Meeting será pontuável para o ranking Mundial e aparece no Alto Alentejo na continuação do Norte Alentejano o' Meeting (NAOM) que se realiza na região desde 2007.
Em 2016, Castelo de Vide irá receber a X edição do NAOM, sendo o evento também pontuável para o ranking Mundial.
O Portugal O' Meeting vai realizar-se de 11 a 14 de Fevereiro de 2017, tendo ainda os dias 09 e 10 de Fevereiro para treinos.
A organização prevê a participação de 2.000 Orientistas provenientes de 30 Países, que vão criar um impacto económico significativo na Região.
Do programa farão parte os seguintes eventos:
Portalegre
- Prova de distância Média
- Prova de distância Longa
Crato
- Prova de distância Média
- Prova de distância Longa
Alter do Chão
- Sprint noturno
- Prova de Orientação de Precisão.
Mais informações sobre o Portugal O' Meeting:
- Site Oficial do NAOM 2016 - Castelo de Vide.
- Página no Facebook do NAOM 2016
- Site oficial do POM 2016 a realizar-se em Penamacor.

- Página no facebook do POM 2016

Portucel Soporcel inaugura 2 unidades de produção em Cacia e Vila Velha de Ródão



Junto enviamos informação sobre a inauguração de duas unidades de produção nos complexos de Cacia e de Vila Velha de Ródão do grupo Portucel Soporcel, um investimento de global de 95,3 milhões de euros.
O grupo Portucel Soporcel, terceiro maior exportador em Portugal e líder europeu na produção de papéis finos de impressão e escrita não revestidos (UWF), inaugurou hoje os seus dois mais recentes investimentos concretizados nos complexos industriais de Cacia e de Vila Velha de Ródão, no valor global de € 95,3 milhões, tendo ainda anunciado um novo investimento de € 120 milhões a realizar até 2017, em Cacia, numa nova linha de produção de papel tissue.

Este conjunto de projectos – a que se juntam, por exemplo, um investimento florestal verticalmente integrado em Moçambique no montante de € 2,1 mil milhões, bem como a construção de uma fábrica de pellets nos EUA no valor de cerca de € 100 milhões – integra o plano de expansão e diversificação de atividades do grupo Portucel Soporcel traçado para os próximos anos, prosseguindo o objectivo de assegurar o crescimento sustentado de uma cada vez mais importante multinacional de raiz portuguesa.

13.10.15

Baja Portalegre 500 com Zona Espectáculo em Nisa - ZE4


ZE 4 – Termas da Fadagosa de Nisa
GPS: (39 31 416N / 07 47 166W)
Horas de passagem 24 Outubro:
1.ª Moto (km 55) – 10h35
1.º Auto SS3 (km 55) – 14h10
A 29ª edição da Baja Portalegre 500 volta a ter uma Zona Espectáculo, a ZE4 no concelho de Nisa.
Designada ZE4 Termas da Fadagosa (entidade patrocinadora) a Zona Espectáculo de Nisa situa-se entre o IP2 e a aldeia de Vila Flor (Amieira do Tejo) no local onde estiveram as antigas pedreiras da Barragem do Fratel e no caminho que conduz à monumental ponte de Vila Flor ou de Albarrol. Presta-se este esclarecimento porque a menção de ZE 4 - Termas da Fadagosa pode levar os amantes desta espectacular modalidade desportiva a dirigirem-se para junto das Termas.
De qualquer modo, aconselham-se todos os adeptos da Baja 500 a documentarem-se devidamente, procurando não só os melhores locais possíveis para assistirem à passagem dos participantes como também os melhores e mais fáceis acessos.
A escolha do melhor local-espectáculo começa, muitas vezes, por estes pormenores.

11.10.15

OPINIÃO: Quanto vale o seu voto?

No passado fim-de-semana (4 de Outubro), houve eleições em Portugal para a Assembleia da República.
Muita gente desconhece que aquele simples acto de colocar uma “cruzinha” no quadrado em frente da sigla do partido que está a selecionar, vale mais do que imagina. Ora vejamos: em primeiro lugar partimos do princípio que o voto em democracia vale o mesmo para todos os eleitores – o princípio de um homem, um voto (desde que não haja abstenções muito elevadas que desvirtuem esse mesmo principio);
Em 2º lugar o voto inútil, ou “sem valor de representação”, que acontece em pequenos círculos eleitorais (como Portalegre), em partidos considerados “fora do sistema”, os quais não servem para eleger deputados.
Em terceiro lugar o voto financeiro, que tem vindo a assumir uma elevada responsabilidade na vida partidária da nossa jovem democracia, desde a lei do financiamento dos partidos políticos em Portugal, que atribui subvenções consoante o número de votos das últimas eleições.
Não vou desenvolver aqui estes três pontos sobre o valor que o voto pode assumir numa eleição, porque tornar-se-ia fastidioso para os nossos leitores. Mas, como a atualidade politica tem-nos surpreendido largamente nestes últimos dias, talvez agora possamos entender melhor o porquê, para o Partido Livre (um dos derrotados nestas eleições) ter lançado um peditório, esta semana, a todos os seus eleitores, para poder pagar despesas de campanha no valor de mais de cem mil euros! Por uma simples razão, não tiveram votos suficientes (cerca de 39 mil) para lhe poder ser atribuída a subvenção estatal.
Cada voto válido introduzido na urna, corresponde atualmente (2015) ao valor de 2.84€.
Podemos fazer um pequeno e simples exercício contabilístico, no caso do círculo eleitoral de Portalegre, em que o resultado foi este:
Como podemos constatar através deste quadro, que apresenta os valores obtidos no círculo eleitoral de Portalegre, por cada partido com direito a receber a subvenção anual (partidos que obtenham mais de 50 mil votos). Assim sendo, através deste círculo eleitoral serão 7 partidos que vão receber cerca de 158 mil euros.
Por exemplo o partido mais votado, neste caso o PS (Portalegre) os seus votos transformar-se-ão numa verba de 71.105,08€ /anual, paga pela Assembleia da República. E mesmo partidos sem assento parlamentar como é o caso do PCTP/MRPP e do PDR, terão direito a receber as suas verbas de 2.842.84€ e 925.84€ respetivamente, neste círculo.
No entanto, sabemos que houve 59.004 votantes, que representam 58,31% dos eleitores inscritos neste círculo eleitoral, mas para efeitos de “valor financeiro” do voto foram apenas contabilizados 55.742, ficando sem direito a qualquer valor cerca de 3.263 votos, dos quais 1.130 são votos em branco e 896 são votos nulos.
Estes são estes alguns dos custos que temos que suportar por viver em democracia, ao qual se devia de acrescer o mesmo grau de transparência no financiamento das campanhas e dos próprios partidos.
O voto é secreto, mas as contas têm que ser públicas!
JOSÉ LEANDRO LOPES SEMEDO

Conselho Nacional de Os Verdes analisou resultados das Legislativas 2015

O Conselho Nacional do PEV fez uma análise aprofundada sobre os resultados das eleições legislativas que decorreram no passado dia 4 de outubro e sobre a atualidade política. Dessa análise destacamos os seguintes pontos:
A Coligação Democrática Unitária (coligação PCP/PEV) obteve mais votos, mais percentagem e mais um mandato para a Assembleia da República, traduzindo uma consolidação que se tem vindo a verificar nas eleições legislativas realizadas no século XXI. Esta consolidação representa uma prova de confiança nas forças políticas que integram a CDU (PEV E PCP) e contribui, ela própria, também para que outras forças políticas que se têm alternado no Governo não tenham conseguido obter maioria absoluta.
Os Verdes não podem deixar de sublinhar a atitude profundamente parcial e discriminatória por parte da comunicação social, que reiterou e acentuou um silenciamento inaceitável em relação à voz dos Verdes no quadro da pluralidade da CDU, enquanto em relação a outras forças políticas deu sempre voz a mais do que um dos dirigentes ou candidatos, nas coberturas feitas em campanha eleitoral.
Os portugueses censuraram e condenaram, através do seu voto, as políticas de austeridade e de empobrecimento prosseguidas pela coligação de direita e expressaram uma necessidade de mudança. Nesse sentido, retiraram a maioria absoluta que coligação PSD/CDS detinha, apesar de todas as manipulações que esta empreendeu sobre a realidade nacional e o futuro próximo (note-se, por exemplo, a indecorosa campanha que construíram em torno de uma hipotética devolução da sobretaxa do IRS, com falseamento de dados).
Face à nova composição da Assembleia da República, torna-se claro que os partidos que se comprometeram, em campanha eleitoral, com uma mudança de políticas detêm, no seu conjunto, a maioria dos deputados. Seria irresponsável, portanto, não atender a este novo quadro parlamentar e fingir que tudo se mantinha igual. Nesse sentido, Os Verdes consideram que os cidadãos expressaram uma vontade para que PSD/CDS não se mantenham no Governo e para que possa surgir uma outra formação governativa.
A verdade, contudo, é que os partidos que apresentaram um compromisso de mudança, perante os eleitores, assentam sobre propostas políticas diferentes e têm programas eleitorais diferenciados. Ainda assim, e face à emergência que se coloca, de pôr fim às políticas de austeridade, Os Verdes estão, como já o demonstraram, abertos a discutir um programa de Governo sustentado em políticas alternativas, que quebre o ciclo de empobrecimento e de travão ao desenvolvimento ambiental, social e económico do país.
Face a esta disponibilidade manifestada pelo PEV, compete ao PS determinar se pretende assumir a responsabilidade de um virar de página formando um governo com políticas adequadas, que os Verdes não inviabilizarão, ou se, à semelhança do que tem acontecido nas últimas décadas, pretende voltar a dar a mão à direita para que esta continue no Governo.
Os Verdes apresentaram ontem, em reunião com o PS, um conjunto de matérias que consideram necessário estarem em cima da mesa para discussão de um próximo programa de governo e para garantirem uma política diferente, atendendo àquela que é a atual situação do país, a saber:
Aceitação do princípio da não privatização do setor da água; discussão da política energética, dando primazia à eficiência e à poupança energética; promoção dos transportes coletivos, em especial com o desenvolvimento do transporte ferroviário; combate às assimetrias regionais; garantia de serviços públicos de proximidade; valorização das funções sociais do Estado (defesa e reforço da escola pública, do serviço nacional de saúde, diversificação de financiamento da segurança social); medidas de incentivo, apoio e dinamização da produção nacional; reforço e investimento na conservação da natureza e da biodiversidade; combate à precariedade no emprego; valorização dos salários, incluindo o aumento do salário mínimo nacional; valorização das pensões de reforma, incluindo o aumento das pensões mínimas; implementação de uma política fiscal justa que tribute em função da capacidade de contribuição de cada um; a revisão urgente de medidas tomadas pelo anterior Governo que se demonstraram um erro crasso (e.g. aumento do IVA na restauração, liberalização da plantação do eucalipto, retrocesso no quadro da interrupção voluntária da gravidez).
Ficaram marcadas mais duas reuniões com o PS (para as próximas 3ª e 4ª feiras), no sentido de pormenorizar e desenvolver o entendimento de políticas que cumpram os objetivos acima enunciados.
Os deputados eleitos pelo PEV (Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira) formarão o Grupo Parlamentar Os Verdes na próxima legislatura e, logo no início da sessão legislativa, apresentarão um primeiro pacote de iniciativas legislativas, com matérias determinantes para o desenvolvimento sustentável do país, que oportunamente serão divulgadas. O Grupo Parlamentar Os Verdes continuará de forma firme e determinada a fazer eco parlamentar da realidade do país e das aspirações e anseios das populações, com as quais continuaremos a trabalhar de uma forma muito direta e leal.
Lisboa, 10 de Outubro de 2015
O Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”