31.7.13

NISA: Leilão de pombos da Sociedade Columbófila Nisense






A Sociedade Columbófila Nisense levou a efeito no passado sábado, nas suas instalações, o já tradicional Leilão de Borrachos.
A iniciativa constituiu um assinalável êxito, tanto pelo volume de borrachos que foram leiloados e provenientes dos melhores columbófilos de vários distritos do país e de sócios da Sociedade Columbófila Nisense, como pelo convívio que o leilão proporcionou.
Um convívio que começou com o almoço e se prolongou durante a tarde com o leilão de borrachos e com o lanche que se lhe seguiu.
Uma jornada de divulgação e afirmação deste desporto, da qual a Sociedade Columbófila Nisense saiu, uma vez mais prestigiada.

APRESENTADO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE NISA

 Livro de Ana Leitão “faz luz” sobre a história de Arez
“Arez, da Idade Média à Idade Moderna”, livro de Ana Santos Leitão, editado pela Colibri, foi apresentado em sessão pública no passado sábado no auditório da Biblioteca Municipal de Nisa, perante numerosa assistência.
A apresentação da autora e do livro, foi feita pelo Prof. Doutor Hermenegildo Fernandes, que referiu tratar-se de um estudo feito para uma tese de mestrado e tendo como base a ligação afectiva da autora ao território.
Ana Leitão agradeceu a presença do público e a colaboração de todas as pessoas, instituições e entidades que tornaram possível a edição do livro, constituindo a mesma um “parto” difícil, uma vez que o estudo desde há muito estava concluído.
Como o título indica, o livro de Ana Santos Leitão percorre a história de Arez, baseada em diversas fontes documentais, desde a Idade Média à Idade Moderna, focando a organização do território, o povoamento e a implantação do núcleo urbano, as relações de vizinhança, a economia e a sociedade.

O estudo permite comprovar que Arez foi Comenda da Ordem de Cristo e desde sempre associada à fundação pelos Templários, contrariamente à descrição heráldica que era feita no seu brasão e no qual constava a cruz da Ordem Militar de Avis.
Este estudo permitiu “fazer luz” sobre esta e outras questões, rectificando um erro e omissão que poderiam tornar-se “históricas”, levando, por isso, à alteração da simbologia heráldica do brasão de Arez.
A autora de “Arez, da Idade Média à Idade Moderna” pretende, agora, alargar o espaço da sua investigação, tendo em vista a preparação do seu doutoramento. Em perspectiva está o estudo do povoamento da região de S. Mamede, tendo como ponto de partida a cidade romana de Ammaia.
Arez, terra senhorial
Arez é actualmente uma freguesia do Concelho de Nisa, integrada no Distrito de Portalegre, na região do Alto Alentejo. 
A contextualização introdutória e genérica do espaço onde está inserida, foi baseada no conceito de Fronteira, numa lógica de consolidação da formação territorial pelo povoamento.
Arez era uma terra senhorial, fazendo parte da Vigairaria de Tomar e recebeu Carta de Foral, dada por D. Manuel I, em 20 de Outubro de 1517, em Lisboa.

A autora 

Ana Cristina Encarnação Santos Leitão nascida em Lisboa, em 1971, é licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em História Regional e Local pela mesma Faculdade. Possui o Curso Superior de Turismo e uma Pós-Graduação em Gestão Autárquica Avançada, áreas profissionais a que se tem dedicado desde 1995. É investigadora do Centro de História da FLUL e membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais. No âmbito da investigação histórica e do património cultural, destaca-se a publicação de edições e artigos, participação, colaboração e organização de seminários, colóquios, congressos e workshops nacionais e internacionais. 
Actualmente é Bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia e doutoranda do PIUDH, sediado no ICS da Universidade de Lisboa.
Mário Mendes in "Alto Alentejo" - 31/7/2013

30.7.13

ALPALHÃO: Partiu um homem bom

1. De forma súbita e brutal,com intenso  pânico e sofrimento para a Maria Inês e o Carlos enquanto aguardavam o INEM / VMER, nos primeiros minutos desta segunda feira, Agostinho Madureira Pinto deixou o mundo dos vivos.
Mais conhecido, em Alpalhão, por Camões, pelos amigos carinhosamente tratado por «poeta», morre após um domingo passado a transmitir o seu carinho às netas, algo de elementar num homem tão humano.
 2. Operário de têmpera, ao longo da sua carreira sempre cumpriu exemplarmente tanto como trabalhador ciente dos seus deveres, como homem apegado aos seus direitos e com espírito lutador, lamentando, tantas vezes, a fragilidade da ação sindical no setor das pedras no concelho de Nisa. Muitas vezes, interrogando-se a si próprio do porquê desta contradição, intrigado com a falta de resposta para as suas preocupações e ansiedades.
3.Desde a primeira hora da democracia, ainda no tempo em que am Alpalhão a ação política era exercida quase clandestinamente, esteve sempre disponível para, com outros homens bons, dar a cara (e o nome) para assegurar as escassas dezenas de votos que eram recebidos pela FEPU. Humildemente, não mudou de caráter com a passagem para a APU vitoriosa (1982). Desinteressado de benesses, com a mesma colaboração que sempre deu aos comunistas e seus aliados. Em Alpalhão, a esse título, vale a pena (porque merecem) recordar os velhos Boaventura, Ideia, Paixão (pai), com o João Fortunato (felizmente ainda vivo) a aceder ao encabeçamento das listas eleitorais.
4. Generoso, o «Camões» estava em tudo o que era iniciativa popular  «alpalhoeira». Com legítimo orgulho, ajudando (sempre na retaguarda, por feitio) o «seu» Desportivo, no futebol e no trabalho de montagem da festa anual da terra.
Morreu, justamente, no momento em que, com outros camaradas, voluntária,  desinteressada e entusiasticamente, edificava a estrutura que a partir de 9 de agosto acolherá os festejos anuais organizados pelo GDRA, com a colaboração de outra associações locais.
O Agostinho partiu do nosso convívio, mas o seu exemplo de cidadão interveniente e solidário irá perdurar na memória de todos aqueles que tiveram o privilégio de, com ele, sonharem e lutarem por um mundo novo, mais justo e fraterno.

29.7.13

OPINIÃO: A cooperação e a internacionalização no IPP

Segunda-feira, 8 de julho de 2013: à entrada da Escola de Tecnologia e Gestão do IPP cruzam-se dois grupos de “estranhos” – os jovens participantes de mais uma edição do Politécnico Júnior e os estudantes e docentes de várias instituições de ensino superior da Europa e de várias outras regiões do mundo, que iniciam a reedição da “Escola de Verão” integrada num Programa Intensivo coordenado por aquela Escola.
Juntemos a esta coincidência um outro Programa Intensivo prestes a iniciar-se, também na ESTG, que mobiliza mais de 50 pessoas, entre docentes e estudantes internacionais; a recente participação de docentes e estudantes da Escola Superior de Educação num programa similar na Bulgária; ou a iminente partida de estudantes da Escola Superior de Saúde para um período de mobilidade em Macau.
Reforcemos a ideia com os destaques que as atividades de cooperação e internacionalização no seio do IPP têm merecido a nível nacional ou internacional: a inclusão do Programa Intensivo a que fazemos referência acima, bem como do Consórcio ErasmusCentro, na publicação da Agência Nacional PROLAV (vulgo Erasmus) sobre Boas Práticas na Mobilidade, Projetos e Cooperação; a participação do IPP como convidado no estudo U-Multirank, de classificação das Instituições de Ensino Superior; a cooperação com diversas instituições do Brasil, em desenvolvimento.
Tomemos tudo isto como exemplos da atividade de cooperação nacional e internacional que marca a atualidade do IPP nos dias que correm e não será difícil concluir que o IPP vive atualmente uma das fases mais ricas da sua História, no que se refere às atividades de cooperação e internacionalização.
É hoje considerado que a internacionalização de uma instituição de ensino superior não se deve esgotar na mobilidade dos seus estudantes, docentes ou não docentes. Um recente Relatório do Grupo de Alto Nível
sobre a Modernização do Ensino Superior, patrocinado ao mais alto nível pela Comissão Europeia, define como uma das 16 recomendações que “As instituições de ensino superior devem desenvolver e implementar
estratégias holísticas de internacionalização como parte integrante da sua missão e funções em geral. 
O aumento da mobilidade dos alunos e docentes, a dimensão internacional dos currículos, a experiência
internacional do corpo docente, com um domínio suficiente de Inglês e uma segunda língua estrangeira e competências interculturais, a oferta transnacional de cursos e graus, e alianças internacionais devem tornar-
-se componentes indispensáveis de ensino superior na Europa e além.”
Com os níveis de mobilidade já conseguida, o IPP, estando, ainda, longe de ter implementada e consolidada uma estratégia que abranja todos os domínios referidos na recomendação acima, caminha na direção certa.
Se houver vontade e compromisso institucional, como hoje sucede no IPP, com pequenos passos, como os que descrevemos acima, e sobre alguns dos quais damos conta nesta edição, lá se chegará.
1 High Level Group on the Modernisation of Higher Education – Recommendations for improving quality in teaching and learning, em http://ec.europa.eu/education/ higher education/doc/modernisation_en.pdf (junho 2013)
Carlos Afonso - Coordenador das Relações Externas e Cooperação
in "Portal nº 95" - Boletim Informativo do IPP - Instituto Politécnico de Portalegre

26.7.13

PÉ DA SERRA: Festas de S. Simão 2013


ANDANÇAS: 7 dias de festa e de música na Barragem da Póvoa e Meadas

Na programação Andanças’2013, o corpo é peça chave que se quer descobrir sob diferentes âmbitos. Nos concertos, bailes, oficinas de danças ou oficinas instrumentos explora.se o corpo enquanto instrumento artístico, produtor de movimentos e de sons, que se transformam em danças ou músicas. Nas oficinas de relaxamento e de aquecimento e nas danças sociais, descobre-se o corpo enquanto veículo de conexão com o Eu e ligação ao Outro. Por fim, encontra-se o Corpo sob o prisma da mente, no mundo das ideias, da imaginação, da criatividade e da reflexão, com conversas, passeios, cinema ou oficinas criativas.
Os 7 dias Andanças são preenchidos por 52 concertos com 32 bandas, 90 bailes com 45 grupos musicais, 8 espetáculos de teatro, circo e dança, 51 oficinas de aquecimento e relaxamento com 13 propostas distintas , 105 oficinas de 71 tipos de dança, 14 oficinas de instrumentos, 17 espetáculos de animação de rua, 17 filmes no cinema ao ar livre, 8 conversas / palestras, 6 oficinas de gastronomia local, 47 oficinas criativas com 26 atividades diferentes, 24 visitas culturais a 10 espaços distintos. Para os mais novos e entre as áreas referidas há 85 atividades que lhes são especialmente direcionadas.
A grande extensão e variedade de propostas têm como objetivo oferecer um grande leque de possibilidades aos participantes, criando um espaço de liberdade, para que cada um elabore o seu próprio percurso, de acordo com os seus gostos e escolhas pessoais.
Contrariamente aos demais festivais, no Andanças não existem “cabeças de cartaz”. Em vez disso, procura-se dar igual visibilidade aos diferentes projetos, mantendo todos ao mesmo nível, independentemente de serem os mais conhecidos, reputados, antigos ou amadores.
Na proposta deste ano, a música continua a fazer parte integrante da programação como elemento essencial à movimentação dos corpos, às aproximações entre pessoas e à construção de espaços de encontro e aprendizagem, numa dança que além de corpos dinamiza ideias. A diversidade de públicos do Andanças e a multiplicidade de atividades, permitem a construção de uma rede espessa e dinâmica de interações, que transformam o festival numa aldeia global.
O Andanças 2013 respira a Descoberta de um novo local e das novas experiências que a programação quer partilhar nesta semana que não dorme.
PédeXumbo
 O Andanças é organizado pela PédeXumbo – Associação para a Promoção de Música e Dança. Com espaço próprio em Évora e uma equipa profissional permanente, desenvolve projetos em todo o país e dedica-se à recuperação e divulgação de diversas práticas culturais, através de registos, co-produções, criações artísticas, investigação, ensino, organização de festivais e programação regular de oficinas, concertos e bailes.
Pédexumbo – Associação para a Promoção de Música e Dança
Apartado 2195 – 7001‐901 ÉVORA
Tel./Fax: (+351) 266 732 504
Tlm: (+351) 927 808 899

REFLEXÃO E APELO: Cair de Joelhos...

Cair de joelhos
sobre o nada
de altura maior que a da casa do seu nascimento,
o peregrino:
hoje é o dia de estar a ti
em queda só nua e desamparada,
hoje é o dia de estar atento
em remoinho de rosas errantes e vazias;
estar a ti
como ferida em noite agreste e consentida,
estar a ti
como vela ao relento fundo do tempo,
estar a ti
como pão lançado à memória do mar em sua infância,
estar a ti
a flutuar sobre uma vida que demora o olhar
a render a cor de uns olhos,
estar a ti
morrendo devagar ao som futuro dos teus passos,
estar a ti
a nascer descalço sobre o cheiro a terra molhada,
estar a ti
de voz húmile e mais nua que o silêncio,
estar a ti
de pensamento vazio debruçado sobre
veias de pedras e palavras,
estar a ti só contigo
e já sem mim.
                                                  Fernando Eduardo Carita
 I - AS RAZÕES DESTA MISSIVA
Exma. Senhora Presidente da Câmara Municipal de Nisa :
Exmo. Senhor Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Nisa:
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Nisa e Grupos aí representados, nas distintas pessoas que os integram.
 Exmos Senhores Presidente e Vice Presidente da Direcção da Associação dos Amigos de Nisa, a quem me dirijo na elevada estima pelas vossas inconfundíveis personalidades, o primeiro o Sr.Dr. António Montalvo, um nome que dispensa apresentações enquanto pessoa, jurista Advogado perito em questões europeia, na linha de seu pai um muito conhecedor, competente e interessado Secretário da Câmara ao tempo secretário da Câmara de Nisa, dos que contactou os nisenses mais eméritos de sempre., e que  e na interpretação e aplicação das leis e regulamentos administrativos, matéria  que dominava embora não jurista chegava a ser brilhante ,era  um amigo de Nisa, que persiste na distinta pessoa de seu filho o Senhor Dr. António Montalvo, e de imediato o nome de João José Temudo ( Meu sempre lembrado João) ....permanente no seu dedicado e indispensável trabalho oculto, mas nunca supletivo... porque essencial, permitam- Me  dizer   Meus Ilustríssimos Presidente e Presidente da Associação Amigos de Nisa, Meus Sempre Respeitados Amigos :
Meus Amigos nisenses ditos em geral apenas por força da abstração em não poder individualizar, mas sempre nisenses em especial  ,passe a contradição meramente formal, mas vinculística de e conceitualmente abrangendo todos os amigos do concelho em plano de perfeita   igualdade, e não, nunca em função de qualquer hierarquia absurda, deduzida de critério arbitrário de origem vila ou aldeia ou outra...... mas todos  os residentes, os não residentes no concelho de Nisa,, os amigos , saudosos da sua terra ,expressa e impressivamente todos os nisenses, termo empregue como atrás e sempre doravante sem preconceitos nem equívocos...mas no seu sentido rigoroso , a todos considerando sem qualquer excepção seja de quem for... mesmo que me considerem adversário que não quero ser (...enfim todos os nascidos e residentes ou não  mas que gostam da nossa terra, o concelho mais belo de Portugal, e mesmo os que não sendo daqui naturais amam tanto ou mais que nós a nossa terra....substituir de vez toda e qualquer cultura ,preconceito ou erro que divida, antagonize...de princípios e regras assim interpretáveis, ou procure ver superioridade inadmissível ,injustificável de uns sobre os outros, só seremos, verdadeiramente felizes quando toda a gente o possa ser...passar a exigir de nós próprios contributos ....jamais constrangimentos ou críticas inúteis,..
Minha Terra.!... Minha Gente!:
SEMPRE E SEMPRE NOSSA SENHORA DA GRAÇA....COM JESUS....COMO VÓS SEMPRE....SEMPRE.... EU QUERO FICAR COM NOSSA SENHORA  DA GRAÇA...COM JESUS.SEMPRE , SEMPRE EU QUERO FICAR ,...NESTE MILAGRE PERMANENTE ...NOSSA SENHORA DA GRAÇA...COM JESUS.
 
II-FERNANDO EDUARDO CARITA (A CASA,O CAMINHO, A OBSCURA ESPIRITUALIDADE DA MATÉRIA, A SALVAÇÃO PELO VAZIO)

QUEM É ESSE NISENSE AINDA JOVEM....SENHORA DA GRAÇA QUE PARTE PARA A ETERNIDADE VENCENDO A MORTE....DEPOIS DE TER CARREGADO TANTO TEMPO SEMPRE COM EXTRAORDINÁRIA DOÇURA E ACEITAÇÃO A PESADA CRUZ DO SOFRIMENTO EM ÁREA TÃO DIFÍCIL SENHORA DA GRAÇA QUE SÓ DE PENSAR NOS FAZ TREMER...QUEM É ESSE JOVEM ASSIM REVESTIDO DE FORÇA SUPERIOR QUE TECEU O MELHOR PARA LEVAR, PROFESSOR
 SENTINDO A ALEGRIA DE O SER ,ADORADO POR COLEGAS E ALUNOS,IMITADOR DA PASSAGEM DE CRISTO, PORQUE DEIXA TAL TESTEMUNHO  CONCRETO; RESOLUTO NA CORAGEM E QUE NOS DEIXA DA SUA PASSAGEM ...UMA MULTIDÃO DE OUTROS TESTEMUNHOS TRADUZIDOS EM AMIZADES INIGUALÁVEIS DE ALUNOS E COLEGAS, E UMA AUTÊNTICA FORTUNA, SEMEADA AO LONGO DO CAMINHO, E  POSTA À NOSSA DISPOSIÇÃO QUE É A SUA OBRA LITERÁRIA E POÉTICA, SE TIVERMOS O CUIDADO DE A LER  , TRAZER, PASSAR SEMPRE A TRAZER ...PORQUE AS SUAS PALAVRAS SÃO ENSINAMENTOS NÃO SÃO DE CONSUMO IMEDIATO...TÊM, DEVEM TER UM VALOR AQUISITIVO PARA NISA, PASSARÃO A SER NOSSO CONFORTO, NUMA PONTA O AMOR... NOUTRA  PONTA A INTELIGÊNCIA.
SENHORA DA GRAÇA ... COM JESUS ... SEMPRE, SEMPRE COM JESUS, ESSE JOVEM EM VEZ DA AGRESSIVIDADE ESCOLHEU A DOÇURA COMO JESUS... E SEGUE CAMINHO POR ESSA VEREDA DE FLORES, AS MAIS LINDAS DOS CAMPOS DE NISA.
ESSE JOVEM É O NOSSO MELHOR E MAIOR POETA.
Não demos por ele, pela sua grandeza intelectual, moral e profissional?...honremos pelo menos a sua vida, o seu nome, a sua obra.
“ É preciso acreditar .....É preciso acreditar......que uma vela ao longe erguida é um bem para se guardar!...”

Senhora da Graça ...subiu há pouco por vereda repleta das mais belas flores que se espraiam pelos campos da nossa terra um ainda jovem nisense, não um  qualquer, mas um claro vencedor da mortalidade levando  consigo para a eternidade virtudes, obras, exemplos ...d o vosso conhecimento como sabeis Senhora, Nossa Excelsa Protetora... por múltiplas razões, mas acorrentado à dualidade de homem, nisense, autor de livros de rara espiritualidade, católico acometido por grande sofrimento logo após a Universidade,. e  grande poeta.
Sinto Senhora Graça nossa luz esclaredora que não devo conter o impulso de dar voz  à emoção da partida do Fernando
e que jamais nós nisenses podemos deixar de nos sentirmos honrados  em primeiro lugar com o destino  da exemplaridade do modo como aceitou  o peso do que foi tão grande , contínuo, constante e grave sofrimento, vivido logo após  a sua vida académica, e o espírito de mansidão com que aceitou tão pesada cruz, sendo  desde logo a este título testemunho vivo  de uma forte e humana espiritualidade, por esse dons, e pela aceitação da cruz que  foi a sua doença tão difícil e tão longa.
E que foi exemplo de vida para nós que temos de ver essas situações com uma lógica emocional  diferente, superior, sob perna  de nada entendermos.
Mas mais do que esse plano humano e espiritual com que aceitou a doença soube sempre honrar a sua terra, a sua gente , com a invulgar dedicação e amor pelos seus alunos, os  colegas professores assim o entendem, qualificando a sua vida de professor como uma ...alegria de o ser, uma vocação, que ele via como  dádiva de Deus  ( Bendito seja Deus por eu ser professor ! , ..como Sebastião da Gama ) que o emocionava , e de que teve a correspondente resposta na elevada  amizade carinho e preocupação  que colegas e alunos lhe expressaram, e que o adoravam, e para quem vivia.
Mas acontece que ao vermos os seus livros estamos perante um poeta de qualidade superior, a cultura de que era detentor trazia-lhe às colação temáticas que filosoficamente abordava na sua vida literária e poética, sempre  imbuída de forte espiritualidade, e que ainda jovem vai para  outro espaço de eternidade que justificou com a sua vida concreta do dia a dia, impressionando o alto exemplo da aceitação do sofrimento em que transformou a sua vida.
 É assim glorioso que parte para o lado de lá sem que a morte  o subdimensione, antes  muito pelo  contrário impulsiona-nos a racionalizar a vitória em vez da derrota.
 Seu irmão, enfermeiro de profissão, alias beneficiário da elevada escola que é o Hospital de Santa  Maria jamais o deixou, tornando-se todos com  sua mãe, uma dulcíssima senhora e seu pai, o Senhor Professor  João Maria um verdadeiro bloco de suporte, sem desfalecimentos, o próprio pai ele próprio espantado  com a serena aceitação  com que o Fernando ia aceitando tal peso, tal cruz, foi construindo, adentrando  a consequente   e invulgar capacidade e preparação moral com que o Fernando aceitava  desse sofrimento e o transformava  em serenos gestos de plena aceitação, entrevendo e respeitando em pessoa tão próxima essa estupenda preparação  e maturidade que não julgavam possível na sua idade.
 Passou a ser-lhes evidente o modo como a o Fernando  o transformava , o exemplo para todos da força da aceitação... nunca agressiva, mas ......... antes cheia de mansidão, serenidade e aceitação, e esse exemplo não de derrota .... mas de exemplo permanente  vinculou-os  não já enquanto pais, mas companheiros, irmos do seu próprio filho, e a suas vidas passaram à ajuda fraterna transformada em serviço, amor constante, e jamais saíram de junto da cruz, eles próprios impressionados com tal modo , exemplo de aceitação impressionantemente serena do Fernando.
Compreenderam com a força do exemplo do filho que   essa aceitação transformava tudo, e apesar de se tratar do seu próprio filho, e não verem razão para tanto sofrimento ,perceberam como a aceitação de tal sofrimento que inicialmente não compreendiam chegava aos seus espíritos transformado , visto de outra maneira ,motivo de glória a beleza do exemplo que fica traduzido em eternidade, apesar do  drama  que lhe era próximo.
Mas algo mudara... Já  relevava mais, porque se lhes tornava evidente que o exemplo da aceitação que todos os dias viam o seu filho demonstrar... isso mudava tudo, tinham visto essa superior inteligência emocional no modo com que o filho se relacionava com o sofrimento, e sem darem conta  intuíram-na...e assim foram capazes de suportar tal drama.
Tudo passou a ser  diferente vencidos os porquês que a própria  vida não explica, mas que o exemplo transforma., a lógica  do sofrimento humano, apesar do sofrimento  próximo.... passou a ser vista , compreendida  pela  exemplaridade da impressionante serenidade com que o Fernando no sentido e perspectiva com que a inteligência emocional de Cristo enfrentou  também o seu drama.
E tudo muda apesar da dor,...porque o testemunho e exemplo permanecem vivos.
Não morreu...Jamais  morrerá, viverá para sempre.
(Crês na vida eterna, na ressurreição?....SIM....CREIO!......Crês no Espírito Santo?...SIM CREIO!...)
Contudo temi  pela dureza de verem partir o  seu filho, ainda um jovem, mas um ilustre nisense.
Nisa  não pode pois ignorar a elevadíssima qualidade da sua obra literária, do seu exemplo, da sua vida, da  sua alta craveira intelectual e moral.
 Por estar certo que as nossas emoções são as mesmas Meus Excelentíssimos Senhores , espero que em espírito de unidade se estude a oportunidade e de em cerimónia,  ação ou ações a analisar e a enquadrar, condizentes com a grandeza de tal figura... celebremos a sua poesia, o valor da sua obra, a sua vida ,a sua memória.
Porque temos esta dívida de gratidão para com um nisense de tão alta craveira estou certo que  a generosidade e o espírito de justiça  das Vossas  tão elevadas pessoas não deixarão de cumprir este dever ser, esta ética do conhecimento e reconhecimento de tal personalidade, reconhecer o seu exemplo, a sua vida , a sua obra.
Porque assim  Nisa ficará mais rica.
Agradeço a todos, e apresento-Vos na oportunidade o meu muito respeito. e agradecimento.
João Castanho

25.7.13

António e Maria João Charrinho mostram "Alentejo a Duas Vozes" em Sousel



 Alentejo a Duas Vozes é o título da exposição de pintura dos artistas nisenses, António Maria Charrinho e Maria João Charrinho (pai e filha) que está patente ao público no Centro Cultural de Sousel e que pode ser visitada até 31 de Agosto de 2013.
 O Maestro António Maria Charrinho, nasceu em Nisa, em Outubro de 1947.
Pintor autodidata, desde muito cedo mostrou o seu à-vontade entre lápis, tintas e pincéis.
É nos tempos livres que se dedica à pintura, arte que tem vindo a aperfeiçoar com a experiên-cia. O seu tema de eleição é a sua terra, Nisa. A maioria dos seus trabalhos retratam a vila alentejana que o viu nascer.

António Maria Charrinho participou em várias exposições coletivas e individuais, em Nisa, Espanha, Azay-le-Rideau - França, Casa do Alentejo - Lisboa. Participou ainda em algumas exposições coletivas com Pintores Alentejanos e em duas Exposições Internacionais de Artes Plásticas de Vendas Novas.
Exposições realizadas:
 Exposição de pintura | Casa do Alentejo - Lisboa.
 Bienal de Vendas Novas.
 Exposição colectiva | Moita do Ribatejo.
 Exposição colectiva de pintores do Distrito de Portalegre.
 2 Exposições colectivas de pintores Alente-janos e da Extremadura Espanhola.
 1997 - Exposição de pintura | La Chapelle, Azay-le-Rideau, Saché - França.
 2013 - ”Imagens da Minha Terra” | 2 a 30 de Abril | NISA - Biblioteca Municipal Dr. Motta & Moura.
 Exposição de Pintura - “Imagens de Minha Terra” | De António Maria Charrinho | De 17 a 30 de Junho de 2013 | Centro de Convívio do Retaxo.
Maria João Franco Charrinho, nasceu em Lisboa a 10 de Outubro de 1974, mas foi em Nisa - distrito de Portalegre - Alto-Alentejo - que viveu grande parte da sua vida.
Licenciada em Design Visual pelo IADE - Creative University, de Lisboa. É Professora do Ensino Básico/ Secundário, do grupo 600 - Artes Visuais, desde 1996.

A pintura e a música sempre fizeram parte da sua vida, uma paixão. Às telas dá a sua voz, trabalhando essencialmente em acrílico e técnica mista.
Exposições realizadas:
 2012 | Exposição individual - “Raízes” | Nisa - Biblioteca Municipal | de 1 a 31 de Outubro.
 2013 | Exposição conjunta com Sandra Conceição - “Utopia” | Junta de Freguesia de Espinho | de 18 de Maio a 1 de Junho.
 2013 | “2ª Bienal Internacional Mulheres d Artes” | de 1 de Junho e 1 de Setembro de 2013 | Museu Municipal de Espinho.

 2013 | Exposição conjunta com Sandra Conceição | Junta de Freguesia de S. Paio de Oleiros | de 20 a 23 de Junho.

24.7.13

NISA: Aviso (público) à navegação...


A folha de cartolina, em tamanho A2, não passa despercebida a quem passa junto ao estabelecimento comercial, na Praça da República: o gerente cansou-se de somar 'calotes' e pendurou o cartaz, avisando os clientes alegadamente devedores, entretanto notificados por carta, de que dispõem de oito dias para saldar as suas dívidas. Findo este prazo, alerta que os seus nomes serão publicados em lista afixada em frente ao estabelecimento, indicando também os valores em dívida.
 Texto e Fotos: José Carlos Monteiro

22.7.13

VELADA (Nisa): 6ª Encontro de Famílias

Um grupo de famílias veladenses vai organizar uma vez mais, o 6º Encontro de Famílias, iniciativa a ter lugar no dia 17 de Agosto e aberta a toda a população.
O pretexto é reunir no largo principal da aldeia, as gerações de naturais de Velada espalhadas pelo país e pelo mundo, fazendo-os participar numa festa que não é mais do que um fraterno abraço e oportunidade para se recordarem os tempos de outrora.
Os lucros - se os houver - revertem a favor de benefícios na Freguesia.

NISA: Escritura de refundação do Sporting Clube de Nisa

No passado sábado, dia 20, no auditório da Biblioteca Municipal de Nisa, realizou-se a escritura de refundação do Sporting Clube de Nisa, acto que contou com a presença dos 40 elementos que fazem parte da sua Comissão Instaladora.
O "Sporting Clube de Nisa" foi a primeira colectividade desportiva existente no concelho de Nisa, vindo-se a tornar a Filial n.º 96 do Sporting Clube de Portugal em 1938, mas que desapareceu prematuramente na década seguinte de 40.
Num processo que decorre desde final de 2012, e como ideia base e única e considerada legítima, um grupo de cidadãos do concelho de Nisa organizou-se no sentido de refundar o "Sporting Clube de Nisa", estando o referido grupo em contacto com o Sporting Clube de Portugal desde a primeira hora, com quem foram estabelecidas excelentes relações e que receberam de muito grado a iniciativa.
A iniciativa tem estado a resultar numa dimensão inesperada, envolvendo crianças, pais e outros familiares e uma grande expectativa, tendo em conta também o número elevado de sócios e adeptos do Sporting Clube de Portugal que existem no concelho de Nisa.
O Sporting Clube de Nisa tem já a sua designação reconhecida no RNPC - Registo Nacional de Pessoas Colectivas, após ter sido concedida autorização formal do Sporting Clube de Portugal para utilização da sua sigla.
Marco Oliveira - P'la Comissão Instaladora do Sporting Clube de Nisa

OPINIÃO: A política do medicamento em Nisa

Os tempos de incerteza, pânico, ansiedade e medo, são tempos doentes, são momentos que vão corroendo a sociedade, que nos vão transformando em seres mais frágeis e vulneráveis a alvos apetecidos, daqueles que não olham a meios para atingir os seus fins.
Em locais mais pequenos, como no interior, mais desprotegido, com uma população envelhecida e pouco esclarecida é, na verdade um campo fértil, para se desenvolverem com mais facilidade relações de submissão, principalmente entre uma classe privilegiada, como são médicos e os seus pacientes, relação esta em que, poucas vezes o utente põe em causa a legitimidade das ações desenvolvidas pelo profissional, em relação à sua saúde (doença ou tratamentos, prescritos, por este).
No concelho de Nisa, existem casos curiosos, não sei se o problema é extensivo ao restante território, mas por incrível que pareça, a politica do medicamento não está a funcionar na sua plenitude, principalmente no que respeita à prescrição médica, contrariamente ao que declara o Ministro da Saúde, que com os «diversos projetos de desmaterialização completa do circuito de prescrição, dispensa e conferência de receituário» que «permitirá a todos os envolvidos beneficiar de melhor informação, de mais segurança e de poupanças associadas à desburocratização e melhoria do serviço prestado». Pois bem, existem extensões do Centro de Saúde de Nisa, a funcionar de forma estranha, o que no meu ponto de vista, poe em causa a saúde do utente.
Alguns médicos de família, não estão a prescrevem no momento da consulta qualquer receituário ao paciente, ficando este a aguardar cerca de uma semana a quinze dias, que a respetiva receita, seja impressa, e chegue, sem erros burocráticos e de diagnósticos, e com sorte poder aviar a mesma, senão meus amigos, é melhor acender uma velinha à Nossa Senhora!
Talvez por isso, ou não, o relatório que o Infarmed, fez publicar esta semana, com dados referentes aos primeiros meses de 2013 (Janeiro a Abril) quanto à quota de genéricos, classificando o concelho de Nisa (quota de 39,8%), numa posição muito baixa, em relação aos restantes concelho do distrito de Portalegre (o 4º melhor a nível nacional), muito longe de Castelo de Vide – com a melhor quota (45,2%) e com a menor quota o Gavião (34,6%).
Quanto às farmácias existentes na vila de Nisa, a que apresenta a melhor quota de genéricos é a Farmácia Seabra (45%), enquanto a Farmácia Ferreira Pinto, fica com uma quota de genéricos mais baixa (43,6%).
Outro dado relevante deste relatório é, o que menciona o número de farmácias e postos farmacêuticos móveis, existentes no concelho de Nisa, o único que baixou em todo o distrito, passando de oito estabelecimentos autorizados em 1990, para cinco em 2012.
Um sinal dos tempos, é sem dúvida, o aumento das dificuldades de acesso da população aos medicamentos a aumentaram drasticamente, e a par disso, no primeiro trimestre de 2013, um aumento de cerca de dez por cento das ações de insolvência e penhora, no sector farmacêutico, em Portugal.
Em forma de apontamento, deixo aqui, este registo, para que as autoridades competentes possam melhorar o serviço de saúde à população do concelho de Nisa, mas para isso, é urgentemente ao seu centro de saúde, em conjunto com a ULSNA - Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, E.P.E.,  e aos seus profissionais, reverem um conjunto de procedimentos burocráticos caducos, que não fazem sentido, na era digital.
E de uma vez por todas, sejamos claros e transparentes ao serviço da população.
Os cidadãos do concelho de Nisa, merecem melhores políticas!

 JOSE LEANDRO LOPES SEMEDO

19.7.13

NISA: Deolinda e Amor Electro fazem a Festa na Praça

AMOR ELECTRO e DEOLINDA atuam em Nisa no evento “Há festa na Praça” que a Câmara Municipal de promove de 2 a 4 de Agosto.
A Praça da República, espaço central da vila de Nisa vai acolher espetáculos musicais e exposição e venda de artesanato e de produtos regionais. Em stands de artesãos e das juntas de freguesia, os visitantes poderão apreciar o artesanato de Nisa nas suas múltiplas expressões - olaria pedrada, bordados, alinhavados, aplicações em feltro ... Estarão igualmente disponíveis queijos, doces, bolos, licores e salsicharia tradicional. As noites serão animadas com espetáculos musicais em que participam grupos concelhios e grupos de projeção nacional:
– Na sexta feira, 2 de agosto, atuarão os BOMBOS DE NISA e o grupo de música popular DOMINGOS & DIAS SANTOS e haverá um concerto banda pop-rock AMOR ELECTRO
- No sábado, 3 de agosto, atuarão o grupo nisense DILEMA e os DEOLINDA.
- No domingo, 4 de Agosto, atuarão o grupo de música tradicional CANTE DO CORRUPIO  e o grupo FORA D’HORAS, animação prosseguirá com DJ.
A iniciativa HÁ FESTA NA PRAÇA conta ainda com a participação dos restaurantes do concelho, que integram nas suas ementas  pratos da gastronomia tradicional.
 Nos próximos fins-de-semana, a Praça da República em Nisa vai acolher outras iniciativas de animação promovidas pela autarquia e por coletividades locais:
- A 19 de julho, inicia-se o I TORNEIO DE FUTSAL organizado pelo Nisa Futsal Clube e que decorrerá nos fins-de-semana seguintes com participação de equipas representativas e empresas e associações do concelho.
- No sábado, dia 20 de julho, a partir das 21H30, a Sociedade Musical Nisense promove o ENCONTRO DE BANDAS 2013, com a participação das bandas filarmónicas de Barrancos, de Quiaios – Figueira da Foz e da Sociedade Musical Nisense.
- A 27 de julho, a partir das 16H00 realiza-se um TORNEIO DE MATRQUILHOS HUMANOS organizado pele associação juvenil INIJOVEM. À noite, o Rancho Típico das Cantarinhas de Nisa promove um FESTIVAL DE FOLCLORE com atuações dos grupos: Rancho Folclórico de Ramalde – Porto, Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe – Maia, Rancho Folclórico de Sarnadas – Vila Velha de Ródão, Rancho Folclórico de Nossa Senhora dos Altos Céus – Espinho e do Rancho Típico das Cantarinhas de Nisa.
- No domingo, 28 de julho, a partir das 9H00, realiza-se em terrenos da Zona Industrial de Nisa um TORNEIO DA MALHA organizado pelas Juntas de Freguesia de Espírito Santo e Nossa Senhora da Graça e pela Associação de Jogos Tradicionais do Distrito de Portalegre.

NISA: Encontro de Bandas Filarmónicas


18.7.13

NISA: XIX Festival de Folclore


ALPALHÃO: Festas de Verão 2013


AREZ: Festas Populares 2013



NISA: Apresentação do livro de Ana Santos Leitão

O livro “AREZ da Idade Média à Modernidade” da autoria de Ana Santos Leitão vai apresentado no próximo dia 27 de Julho, pelas 17H30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Nisa.
“AREZ da Idade Média à Modernidade” é uma edição da Colibri e resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Nisa e a Junta de Freguesia de Arês.
Ana Santos Leitão nasceu em Lisboa, em 1971,é licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em História Regional e Local pela mesma Faculdade. Possui o curso Superior de Turismo e uma Pós-Graduação em Gestão Autárquica Avançada, áreas profissionais a que se tem dedicado desde 1995. Investigadora do Centro de História da FLUL e membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais. NO âmbito da investigação histórica e do património cultural, destaca-se a publicação de edições e artigos, participação, colaboração e organização de seminários, colóquios, congressos e workshops nacionais e internacionais. Atualmente é Bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia e doutoranda do PIUDH, sediado no ICS da Universidade de Lisboa.
Arez é atualmente uma freguesia do concelho de Nisa. Na descrição heráldica do seu brasão constava a Cruz da Ordem Militar de Aviz, no entanto foi possível comprovar através deste estudo que Arez foi Comenda da Ordem Militar de Cristo. A contextualização introdutória e genérica do espaço onde está inserida, foi baseada no conceito de Fronteira, numa lógica de consolidação da formação territorial pelo povoamento. Arez era uma terra senhorial, fazendo parte da Vigairaria de Tomar e recebeu Carta de Foral, dada por D. Manuel I, em 20 de Outubro de 1517.

NISA: Almoço Convívio dos Artilheiros de 1956