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30.5.21

APRESENTAÇÃO DO LIVRO “Uma Vontade de Música – As Cantigas do Zeca”, de Octávio Fonseca

É já no feriado de 3 de Junho, às 18H00, que ocorrerá a apresentação do livro “Uma Vontade de Música – As Cantigas do Zeca”, de Octávio Fonseca, com a participação do autor e de Guilhermino Monteiro.
A sessão decorrerá na sede da UPP, com participação presencial limitada e sujeita às regras de segurança sanitária e com transmissão por videoconferência.
Se ainda não se inscreveu, pode fazê-lo por e mail para upp.secretaria@gmail.com
Esta obra de investigação de Octávio Fonseca, com prefácio de Rui Pato, procura demonstrar a dimensão artística das canções de José Afonso, que estão ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX.José Afonso inventou soluções musicais extraordinárias e surpreendentes e introduziu diversas inovações na nossa canção popular.De facto, este livro é uma forma de ler e ouvir as canções de José Afonso, tão discutível como outra qualquer. Mais importante do que o seu conteúdo é confrontá-lo com as canções e reflectir sobre elas para descobrir o mar profundo de surpresas que é a obra de José Afonso.

8.9.20

ARRONCHES: Apresentação do livro "Filhos da cidade morta" de Francisco Ceia

Dia 12 de setembro de 2020 (Sábado), às 15h30, na Auditório do Centro Cultural de Arronches.
Francisco Ceia é natural de Portalegre.
Em 1976 frequenta o curso de teatro e inicia a sua carreira artística como ator profissional no CENDREV – Évora. Em janeiro de 1980, funda em Portalegre, a Companhia de teatro profissional, Teatro do Semeador.
Compõe música para Teatro e participa, como ator, em peças para a RTP, a convite desta estação, é o pivot da série ‘A Casa do Mocho Sábio’, onde conjuga o trabalho de ator, músico e autor das canções e genérico do programa.
Em 1995, a convite da Companhia de teatro do Porto ‘Seiva Trupe’, integra o seu elenco no musical ‘Ópera do Malandro’ de Chico Buarque.
Em maio de 1997, participa, em Cáceres, no Festival Internacional da World Music, ‘WOMAD’ e, em 1999, no 36.º Festival RTP da Canção.
Discografia
1980 – ‘Foi no monte é no monte’
1980 – ‘As Aventuras de Tom Sawyer’
1981 – ‘Cava dor’
1983 – ‘Alcatruz’
1985 – ‘Voo andando’
1988 – ‘Entre a cal e o sol’
1990 – ‘Bicicleta cor-de-rosa’
1996 – ‘Lendas e Romances’
1990 – ‘Fado Singelo’
2000 – ‘Caderno de Afectos’ (Poesia de José Régio)
2002 – ‘Sandálias de Vento’ (Poesia de Fernando Namora)
2003 – ‘Nas Tardes’ (Poesia de António Sardinha)
2004 – ‘Asa de Luz’ (Poesia de Maria Rosa Colaço)
2005 – ‘Virado para a Serra’ (Poesia de Vergílio Ferreira)
Livros
2012 – ‘Jogo de Janelas’
2013 – ‘Terra da Paciência’
2016 – ‘Foi como um Rio’ 

1.9.20

ARRONCHES: Apresentação do livro "Filhos da cidade morta" de Francisco Ceia

No dia 12 de setembro de 2020 (Sábado), às 15h30, na Auditório do Centro Cultural de Arronches é paresentado o livro "Filhos da Cidade Morta", da autoria de Francisco Ceia.
Francisco Ceia é natural de Portalegre.
Em 1976 frequenta o curso de teatro e inicia a sua carreira artística como ator profissional no CENDREV – Évora. Em janeiro de 1980, funda em Portalegre, a Companhia de teatro profissional, Teatro do Semeador.
Compõe música para Teatro e participa, como ator, em peças para a RTP, a convite desta estação, é o pivot da série ‘A Casa do Mocho Sábio’, onde conjuga o trabalho de ator, músico e autor das canções e genérico do programa.
Em 1995, a convite da Companhia de teatro do Porto ‘Seiva Trupe’, integra o seu elenco no musical ‘Ópera do Malandro’ de Chico Buarque.
Em maio de 1997, participa, em Cáceres, no Festival Internacional da World Music, ‘WOMAD’ e, em 1999, no 36.º Festival RTP da Canção.
Discografia
1980 – ‘Foi no monte é no monte’
1980 – ‘As Aventuras de Tom Sawyer’
1981 – ‘Cava dor’
1983 – ‘Alcatruz’
1985 – ‘Voo andando’
1988 – ‘Entre a cal e o sol’
1990 – ‘Bicicleta cor-de-rosa’
1996 – ‘Lendas e Romances’
1990 – ‘Fado Singelo’
2000 – ‘Caderno de Afectos’ (Poesia de José Régio)
2002 – ‘Sandálias de Vento’ (Poesia de Fernando Namora)
2003 – ‘Nas Tardes’ (Poesia de António Sardinha)
2004 – ‘Asa de Luz’ (Poesia de Maria Rosa Colaço)
2005 – ‘Virado para a Serra’ (Poesia de Vergílio Ferreira)
Livros
2012 – ‘Jogo de Janelas’
2013 – ‘Terra da Paciência’
2016 – ‘Foi como um Rio’

24.1.20

SINES: Apresentação do livro “A árvore da Sabedoria"

Centro de Artes de Sines – Átrio | 16h30 | Público em geral
"A Árvore da Sabedoria" conta a história da família de Pisco e de como os valores (Respeito, Tolerância, Iniciativa, Responsabilidade, Amor, Generosidade, Humildade, Simplicidade, entre outros), que são passados de geração em geração e praticados no dia-a-dia, os levam a viver uma vida tranquila e feliz. Uma história que reflete também as nossas vivências e apela às nossas memórias. Inclui notas para pais e profissionais da área da educação, com sugestões de exploração da história e dos valores apresentados.

27.11.19

PORTALEGRE: Apresentação de livro de João Miguel Tavares

O jornalista, cronista e comentador político João Miguel Tavares apresentará, no dia 1 de Dezembro, às 15h30, no Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre, o seu novo livro, "Dêem-nos alguma coisa em que acreditar: o discurso do 10 de Junho e outros textos", que compila o discurso que proferiu no dia 10 de junho de 2019 em Portalegre, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, proferido na sua condição de Presidente da Comissão Organizadora das Celebrações do 10 de Junho. Esta obra engloba ainda o discurso feito por si no Mindelo, Cabo Verde, no dia 11 de junho, no Encerramento das Comemorações do Dia de Portugal, assim como outros textos da sua autoria.
Este livro, que foi apresentado em julho pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, numa sessão que decorreu em Lisboa, na Casa do Alentejo, saiu recentemente para venda ao público, sob a chancela da editora Cinco Um Zero.João Miguel Tavares nasceu em 1973 em Portalegre e é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Foi jornalista do Diário de Notícias e fundador da revista Time Out. É atualmente colunista do Público, comentador do "Governo Sombra" (TVI24 e TSF) e coautor do programa "E o Resto É História", na rádio Observador, e ainda publisher da 510, empresa que edita a revista Observador Lifestyle. Publicou dois livros de crónicas, Os Homens Precisam de Mimo e Manual de Sobrevivência para Pais e Maridos e quatro livros infantis, A Crise Explicada às Crianças, Uma Baleia no Quarto, O Pai Mais Horrível do Mundo e As Incríveis Aventuras da Super-Miúda.

5.11.19

MARVÃO: Florival Lança apresenta “E da Fronteira se fez Pão”

O Salão Nobre dos Paços do Concelho de Marvão recebe, na próxima sexta-feira, dia 8 de novembro, às 17h30, a apresentação do romance “E da Fronteira se fez Pão”, da autoria de Florival Lança.
Depois da obra sobre as origens muçulmanas de Marvão, o autor regressa com um romance sobre o contrabando, cuja ação se desenrola a partir dos finais dos anos trinta, quase nos finais da guerra civil espanhola, e vai até aos inícios dos anos cinquenta do século XX.
Foi criada uma panóplia de personagens da época e, com elas, se vai montando um mosaico de histórias paralelas que retratam a vida difícil dos povos raianos em tempos de guerra, tempos que foram simultaneamente, tempos de enormes carências.
O contrabando, já de si uma atividade perigosa, foi nestes tempos conturbados, uma aventura só ao alcance dos mais afoitos. Daí que, ao longo destas páginas, perpassem alguns episódios de grande violência.
Marvão é uma terra plena de encantos. Mas é, simultaneamente, o cenário ideal para a ação deste romance e, as histórias aqui contadas, só poderiam acontecer no meio destas belas serranias.

22.12.18

MEMÓRIA: Sessão Pública em Pé da Serra - Dezembro 2006

Casa cheia no lançamento de livro de José Hilário
Em Pé da Serra, aldeia do concelho de Nisa, decorreu no dia 23 de Dezembro, a sessão de apresentação do livro “Pinceladas de Poesia e Contos da Aldeia” da autoria de José Hilário.
A sessão teve lugar no Centro Cultural e Recreativo Amigos do Pé da Serra, um espaço amplo, mas que se tornou pequeno, face à afluência de amigos, conterrâneos e familiares do autor.
Numa sala cheia, de pessoas interessadas, iniciou-se, sem atrasos, a sessão cultural, com o grupo Filarmonisa, da Sociedade Musical Nisense, a fazer as honras da casa e a privilegiar toda a assistência, com meia hora de música de grande qualidade, sendo cada trecho sublinhado com fortes aplausos. Esta foi a melhor forma que a SMN - de que José Hilário foi presidente da direcção – encontrou para, na sua terra natal, lhe expressar a sua homenagem e associar-se a esta sessão de lançamento do livro, com pinceladas de música nos contos da aldeia. Atrás dos executantes, José Hilário, abria, também, as primeira páginas do primeiro livro a ser posto à disposição do público. Uma enorme fila de pessoas se dirigiram para o adquirir e logo ali, pelas mãos e pela caneta do autor, receberem o privilégio de uma dedicatória, de palavras simples e sentidas, a expressarem amizade e agradecimento.

A sessão de autógrafos foi interrompida, para dar lugar à sessão, propriamente dita, de apresentação do livro.
Na mesa da sessão, o autor, José Hilário, a vereadora do pelouro da Cultura da Câmara de Nisa, Fátima Moura e o director do Jornal de Nisa, Mário Mendes, autor do prefácio de “Pinceladas de Poesia, Contos da Aldeia”.
Numa sala ampla e fria, embora cheia de calor humano, foram breves as palavras de Mário Mendes, recordando, alguns dos excertos do prefácio, e lembrando que o livro era o tributo de um menino nascido na aldeia e que um dia se fez marinheiro e descobridor de outros mundos, gentes e lugares, sem, contudo, esquecer o lugar recôndito onde nascera, as brincas e os companheiros de infância. Essa aldeia – Pé da Serra – povoou, sempre, o seu imaginário e a ela retornou, como filho pródigo de regresso ao lar, após a sua passagem à situação de reforma, que não de inactividade.
Mário Mendes falou dos poemas que integram o livro, assim como das histórias, algumas  das quais classificou como sendo de “fino sabor popular e etnográfico” e que ajudam a compreender a odisseia das gentes destes lugares quase inóspitos, para tirarem da terra  sustento para a família e para a alimentação do corpo e do espírito dos seus filhos. Destacou, entre outras, a história do “Ti Manel dos Caixotes” e, logo alguém, de entre a assistência, se mostrava “incomodado” com a alusão ao seu nome. Questionou a mesa e a história do livro e fez questão de deliciar a assistência com a sua “versão” do mesmo conto da aldeia. Demorou ainda um pouco à assistência e ao próprio autor, perceberem, que estavam perante uma encenação, ensaiada para dar mais cor e vibração ao lançamento do livro, e interpretada pela jovem, Ana Margarida Marzia, animadora sócio-cultural pela Etaproni. Após a surpresa inicial, as pessoas reagiram, com manifestações de alegria e carinho, sendo o seu desempenho alvo de vibrantes aplausos.
José Hilário, emocionado, agradeceu a presença da população, dos músicos, dos colegas autarcas e dos amigos, dizendo que o livro era a concretização de um sonho antigo, só possível pelo apoio da família e de várias pessoas.
Fátima Moura, disse estar sensibilizada pelo convite à Câmara e que não podia faltar ao lançamento de uma obra de inegável valor, quer para a freguesia, quer para o concelho, e desta forma, associar-se a esta sessão cultural e de homenagem ao senhor José Hilário, uma pessoa bastante conhecida e a quem desejou os maiores êxitos na divulgação da obra.
Mário Mendes voltou ao uso da palavra para deixar três mensagens em forma de lembrança.
A primeira – disse – “para recordar, aqui, nesta aldeia, Carlos Franco Figueiredo, recentemente, falecido. O Carlos Figueiredo, foi um dos primeiros colaboradores do Jornal de Nisa e lembrá-lo, aqui, tem um significado especial. Ele escreveu, há 50 anos, talvez, uma das mais belas poesias sobre o Pé da Serra: o Poema da Aldeia em Festa.
A segunda – prosseguiu – “para homenagear os autarcas do concelho e do país, pelo que de bom fizeram para tornar cada lugar, aldeia, vila e cidade, com melhores condições de vida. É um tributo justo quando se assinalam 30 anos sobre as primeiras eleições para o poder local”.
A última lembrança, referiu, emocionado, “vai para um grande amigo e filho desta terra e que há muito nos deixou: Carlos da Cruz Ribeiro.
O Carlos esteve comigo na tropa, durante a especialidade, em Paço de Arcos, e depois, durante dois anos, na Guiné-Bissau. Foram anos de convívio, mais do que suficientes para perceber que estava perante uma pessoa de carácter excepcional que fez questão de me distinguir com a sua amizade. Não ficaria de bem comigo se não o recordasse aqui, hoje”.
Ana Margarida, recitou, a finalizar, um dos poemas do livro, dedicado à mãe do autor. Este, profundamente comovido, agradeceu e convidou todos presentes a tomarem parte no lanche convívio que tinha preparado.
A festa, porque de uma festa popular se tratou, prosseguiu e nós ficámos a pensar, como é preciso tão pouco para animar uma aldeia, neste caso, Pé da Serra, e dar-lhes, ainda que por momentos, o frémito de vida por que tanto anseiam.

O livro de José Hilário, conseguiu operar este “milagre”. Que outros lhe sigam o exemplo e que consigam transmitir aos vindouros, como nesta obra, os pedaços de memórias e de histórias, que passam a integrar o património local e livro aberto para outros livros e outras histórias que ajudam a preservar a raiz e a identidade de gentes e lugares.
O Pé da Serra é, sem dúvida, um desses sítios de eleição.
Mário Mendes in “Jornal de Nisa” – nº 222 – Janeiro de 2007

8.11.18

NISA: Sessão na Biblioteca Escolar assinala o Centenário do Dia do Armistício e o fim da 1ª Guerra Mundial em 1918


Apresentação do livro "A Grande Guerra 1914-1918 - Os combatentes da Freguesia de Montalvão na Grande Guerra", de Ana Morão

Ana Maria Paiva Morão, é Doutorada em Estudos Literários/Literatura Oral e Tradicional, pela Universidade de Lisboa, investigadora do CLEPUL/Grupo de Investigação de Tradições Populares Portuguesas e docente no Curso de Pós-Graduação em Património Cultural Imaterial da Universidade Lusófona. Faz parte da Direção da Associação de Peregrinos Via Lusitana e da Associação Portuguesa para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial.
A  dois dias da celebração do Centenário do Armistício, Ana Maria Paiva Morão, investigadora, autora da obra que agora nos vem apresentar, vem dizer-nos que, entre os  combatentes portugueses na Grande Guerra, 24 eram naturais da freguesia de Montalvão (21 de Montalvão e 3 da Salavessa).  A grande maioria combateu em França, fazendo parte dos cerca de 55.000 homens que constituíram o Corpo Expedicionário Português (CEP), pelo menos 3 terão combatido em África, de acordo  com a investigação conduzida pela autora.

2.7.17

Apresentação do livro "Por Amor" na Escola Básica José Régio

Vimos convidá-lo(a) para estar presente, no próximo dia 4 de julho de 2017, pelas 18h, na Biblioteca Escolar da EB José Régio, na apresentação do livro "Por amor" (com DVD em Língua Gestual Portuguesa), das  autoras Cláudia Pedreira e Dina Coelho.
Na certeza de contarmos com a sua presença, aproveitamos para endereçar os nossos melhores cumprimentos.