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31.8.26

SAÚDE: 36 anos de vida dos dadores de sangue de Portalegre


Mais uma data inesquecível se aproxima no contexto da vida da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP. E já passaram 36 anos da sua fundação. Tudo se concretizou graças à energia de muitas pessoas solidárias e ligadas à causa da dádiva de sangue, entre elas António Joaquim Eustáquio.

Os 36 anos da ADBSP serão comemorados no sábado cinco de setembro, com o seguinte programa:

Missa na capela do Hospital de Portalegre pelas 10h00, durante a qual serão recordados, com estima, amigos e todos os colaboradores que já partiram.

Sessão solene às 12h00, no centro de saúde de Portalegre - sala de formação. No final, os presentes rumarão para Caia, onde os espera o almoço convívio.

Inscrições para o almoço, e demais pormenores, podem ser obtidos na sede da associação (no hospital de Portalegre) e em https://www.facebook.com/AssociacaoDadoresBenevolosSanguePortalegre/.

Junte-se a este dia tão especial!

JR

30.8.26

PORTALEGRE: Livro de António Ventura sobre os 50 anos do Hospital Doutor José Maria Grande


No próximo dia 16 de Setembro, quarta-feira, pelas 17 horas, será apresentado, no Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre o livro «50 Anos do Hospital Doutor José Maria Grande. 500 Anos de Assistência Hospitalar em Portalegre». O design gráfico é de Raul Ladeira.  Edição da Unidade Local de Saúde Alto Alentejo, com o apoio da Câmara Muniipal de Portalegre. O livro assinala os 50 anos  daquele Hospital, mas aborda também cinco séculos de assistência sanitária na região de Portalegre, desde a fundação das Misericórdias, passando pelos hospitais daquelas instituições, associações mutualistas e humanitárias, hospitais militares, os momentos críticos, com as epidemias, a actividade clínica pública e privada, etc. Constitui,  também, uma homenagem a todos aqueles que contribuíram, com o labor e dedicação, para minorar o sofrimento de quem carecia de assistência.

16.8.26

Urgência de Obstetrícia do Hospital de Portalegre volta a encerrar: MDM exige respostas imediatas


O Núcleo de Portalegre do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) manifesta a sua profunda preocupação face ao novo encerramento da Urgência de Obstetrícia do Hospital de Portalegre, previsto até ao próximo dia 18 de agosto, denunciando uma situação que compromete gravemente os direitos das mulheres no distrito.

A maternidade não pode fechar quando mais precisamos dela. A interrupção recorrente deste serviço essencial coloca em risco a saúde e a vida de grávidas e bebés, obrigando a deslocações longas, inseguras e muitas vezes realizadas em momentos críticos.

 Os encerramentos intermitentes das urgências obstétricas geram incerteza e angústia no momento do parto, aumentam o risco para grávidas e recém-nascidos, reforçam as desigualdades territoriais no acesso à saúde e configuram situações de violência obstétrica estrutural. 

Para o MDM, a saúde das mulheres não pode depender do código postal. O acesso a cuidados de saúde materna de qualidade deve ser garantido em todo o território nacional, em condições de proximidade, segurança e dignidade.

Perante esta situação, o Núcleo de Portalegre do MDM exige:

Um Serviço Nacional de Saúde público, universal e gratuito, devidamente reforçado

A abertura permanente (24h/dia, todos os dias) das urgências obstétricas

A contratação urgente de profissionais de saúde

O fim dos encerramentos rotativos de serviços

A valorização do planeamento familiar e da saúde materna como prioridade política

O MDM reafirma o seu compromisso na defesa dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e apela à mobilização da população e das entidades responsáveis para pôr fim a esta situação inaceitável.

Nem um direito a menos. Todos os direitos para todas!


MDM – Movimento Democrático de Mulheres - Núcleo de Portalegre

12.8.26

OPINIÃO: Podia ser sobre NISA ou outro qualquer Município português *


O mundo está para os espertos: uma crónica sobre Portalegre

Uma única feira local custa mais do que apoiar as 50 associações do concelho. Para onde caminha o orçamento de Portalegre?

Há uma frase que se ouve cada vez mais nos cafés de Portalegre, sussurrada entre um copo e outro: “o mundo está para os espertos.” Não é resignação vazia — é a constatação de quem observa, há anos, o mesmo padrão a repetir-se: dinheiro público a sair, resultados a não aparecer, e ninguém a perguntar porquê.

Não é preciso inventar escândalos para ver o problema. Basta olhar para a estrutura.

Um exemplo que dispensa teorias da conspiração.

Fermelinda Pombo Carvalho é, desde 2021, presidente da Câmara Municipal de Portalegre. É também, desde 2014, presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Portalegre (AADP). As duas coisas não são segredo — estão em qualquer biografia oficial, em qualquer entrevista de recandidatura. É a própria autarquia que apresenta a Feira das Cebolas como fruto da “parceria” entre a Câmara e a AADP.

O problema não é que a presidente da Câmara goste de agricultura, ou que a AADP seja uma instituição sem mérito. O problema é estrutural: quando a mesma pessoa está sentada dos dois lados da mesa — a decidir, como autarca, quanto dinheiro público vai para um evento, e a beneficiar, como dirigente associativa, da organização e da visibilidade desse mesmo evento — deixou de haver distância entre quem financia e quem é financiado. Isso não exige prova de crime para ser um problema. É, por definição, um conflito de interesses institucionais, e é exatamente o tipo de situação que devia ter um mecanismo de escrutínio externo — auditoria, fiscalização, contraditório público — e que, tanto quanto é possível apurar, não tem.

A Feira das Cebolas consumiu cerca de 120 mil euros do orçamento municipal em 2024 e perto de 195 mil euros em 2025 — um crescimento de mais de 60% num ano, sem que exista, disponível ao cidadão comum, uma explicação clara sobre o que justificou esse salto. É dinheiro de todos os portalegrenses, gerido por quem preside simultaneamente a uma das entidades parceiras do evento.

O associativismo como cortina de fumo

Em maio de 2026, a Câmara assinou contratos-programa com 50 associações culturais e desportivas, num investimento global de cerca de 162 mil euros. Nos comunicados oficiais, isto é apresentado como prova de vitalidade do tecido associativo local. E, para muitas dessas associações — que fazem, de facto, trabalho sério com pouco — o apoio é justo e bem-vindo.

Mas a escala deste apoio revela uma profunda inversão de prioridades quando cruzamos os dados:

Feira das Cebolas (1 único evento): perto de 195 mil euros.

Todo o tecido associativo (50 associações): cerca de 162 mil euros.

Colocando os números em perspetiva, todo o ecossistema cultural e desportivo de Portalegre recebeu, junto, menos dinheiro do que uma única feira de poucos dias. Na prática, isto significa uma média irrisória de 3.240 euros por associação para gerir atividades, pagar despesas e sobreviver durante um ano inteiro.

Um bolo distribuído desta forma por 50 entidades não é, por si só, sinónimo de critério. O que falta, sistematicamente, é aquilo que qualquer atribuição de dinheiro público deveria ter: critérios de avaliação públicos e comparáveis, relatórios de execução por associação, e a possibilidade de qualquer cidadão perceber por que razão a associação A recebeu X e a associação B recebeu metade disso. Sem essa transparência, o “apoio ao associativismo” pode ser genuíno em 45 casos e um exercício de relações públicas nos outros 5 — e ninguém de fora consegue distinguir uns dos outros. É esse vazio de escrutínio, e não uma acusação concreta contra qualquer associação em particular, que alimenta a sensação de que quem sabe pedir, e a quem pedir, recebe — e quem só sabe trabalhar, espera.

Uma cultura que não existe enquanto política pública

Portalegre não tem fome de gente que faça cultura. Tem fome de uma câmara que a trate como prioridade e não como despesa acessória. O que existe de cultura genuína na cidade nasce, quase sempre, de bolsos privados, de gente que arrisca o seu próprio dinheiro e tempo — e quando a Câmara aparece, aparece como licenciadora, não como parceira. Autoriza um espaço, cede um palco, tira uma fotografia na inauguração. Raramente investe no montante, na criação, na produção, na continuidade de um projeto que ainda não tem público garantido.

Compare-se isto com o investimento na Feira das Cebolas — um evento consolidado, de baixo risco político, que gera fotografias seguras com o Secretário de Estado e discursos sobre “o melhor de Portalegre.” É sempre mais fácil investir no que já funciona e dá visibilidade imediata do que no que é incerto mas necessário: uma política cultural com visão de década, não de mandato.

Menos oposição, mais impunidade

Nas autárquicas de outubro de 2025, a coligação PSD/CDS-PP de Fermelinda Carvalho obteve 62,54% dos votos em Portalegre — a primeira capital de distrito a fechar essa noite eleitoral — e conquistou maioria absoluta: seis dos sete mandatos no executivo, contra três no mandato anterior. O PS e a CLIP (Candidatura Livre e Independente por Portalegre) ficaram reduzidos a um papel cada vez mais residual.

Isto não é, por si só, ilegítimo — é o resultado de um voto livre. Mas tem uma consequência prática que importa dizer com todas as letras: quanto menor a oposição dentro do executivo, menor a pressão institucional para justificar decisões, publicar critérios ou responder a perguntas incómodas na Assembleia Municipal. A fiscalização que falta de fora — auditorias, imprensa local robusta, sociedade civil organizada — precisava de ser compensada por mais fiscalização de dentro. Está a acontecer o contrário.

E há um dado oficial, não uma opinião, que resume o lugar da cultura nas prioridades formais do município: no portal público Mais Transparência, que monitoriza a descentralização de competências da administração central para os municípios, a Cultura surge como “competência aceite” por Portalegre — mas com despesa registada de 0€ nos anos disponíveis para consulta. Aceitar a competência no papel e não lhe atribuir despesa própria é, em termos administrativos, a definição exata de tratar algo como acessório.

Falta de visão, sobra de eventos

O investimento direto na capital do município cresceu 54,71% em 2023 face ao ano anterior, segundo as próprias contas da autarquia — números que, isolados, soam bem em qualquer relatório de mandato. Mas crescimento de despesa não é sinónimo de estratégia. Não encontrei, nos documentos públicos disponíveis, um plano estratégico de cidade a dez ou vinte anos que amarre esse investimento a objetivos claros — só planos plurianuais de investimento que se renovam ano a ano, e um calendário de eventos e feiras que se repete com pequenas variações de cartaz.

Isto é o retrato de uma gestão que apresenta números de execução orçamental como se fossem, por si só, visão de futuro. Não são. Gastar mais não é o mesmo que planear melhor.

O impacto mais profundo desta falta de visão não se mede só em euros mal explicados — mede-se no que a cidade não constrói. A Covilhã, um concelho de dimensão comparável, soube transformar o conhecimento e o património local — a Universidade da Beira Interior, o Parkurbis, parque de ciência e tecnologia criado em 2005 — num ecossistema que atrai empresas tecnológicas e indústrias criativas, com centenas de postos de trabalho qualificado gerados nesse processo. Não é magia nem sorte geográfica: é o resultado de décadas de aposta institucional deliberada em algo que ainda não existia.

Portalegre também tem um politécnico a formar quadros todos os anos. O que falta perceber — e é uma pergunta em aberto, não uma certeza — é se existe da parte do município uma estratégia equivalente para reter esse talento, ou se continuamos a depender quase inteiramente do emprego público e de setores tradicionais para segurar quem cá nasce. Uma feira, por mais bem-sucedida que seja, não substitui essa pergunta. E enquanto ninguém a fizer com seriedade, Portalegre continua a formar gente para exportar, não para empregar.

Onde ninguém olha, ninguém precisa de esconder

Apontar essas falhas não é acusar ninguém de ilegalidade, mas sim fazer o diagnóstico de um problema estrutural. A diferença entre a má gestão e a fraude é jurídica e ética, e esta crónica assenta estritamente nos factos públicos. Mas a ausência de escândalos criminais não significa que o concelho esteja bem gerido. Pelo contrário: é o sintoma mais claro de uma anestesia geral.

Numa cidade onde os dados se perdem em relatórios densos, a oposição definha e ninguém questiona o orçamento, os governantes não precisam de esconder nada — porque não há nada a ocultar de quem escolheu não olhar. Portalegre não precisa apenas de mais uma feira de cartaz. Precisa de uma cidadania ativa e de uma câmara que trata o escrutínio público como parte do trabalho, e não como um incómodo a evitar.


Chris Relvas  in www.substak.com

16.7.26

ATLETISMO: Portalegre acolhe Milha Nocturna


O evento desportivo Milha Noturna de Portalegre está agendado para o próximo sábado, 18 de julho, pelas 20h00. A prova integra o calendário de competições oficiais da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre.

A Corrida 1 Milha (1609m) + Caminhada é para todos, dos mais novos aos Veteranos 65.

9.7.26

PORTALEGRE : Festival Internacional de Cinema PERIFERIAS - 14º aniversário


17 e 18 JUL. SEX. e SÁB.

Festival Internacional de Cinema PERIFERIAS - 14º aniversário

Cinema | PA | 4€ | M/12 anos

O Festival Periferias dá continuidade ao seu percurso de descentralização cultural, promovendo o acesso aos direitos culturais e propondo um diálogo entre cinema, música e novos públicos. Nesta extensão em Portalegre, a programação centra-se no cinema realizado por mulheres em Portugal e Espanha, cruzando olhares e geografias, e unindo-se também pela música, entre rumba flamenca e ritmos latinos.

As sessões serão apresentadas por Rui Pedro Tendinha, programador e crítico de cinema, e por Paula Duque, diretora do Festival Periferias.

17 JULHO — CINEMA – CAEP – PA - 18:30H - Romaria (Carla Simón)

Ano: 2025 · Duração: 115 min · M/14. Espanha

17 JULHO — CONCERTO Pátio da Casa - 22H - TAMARA AGUDO LA MUJER PAJARO (entrada Livre)

Tamara Agudo é cantora, compositora, atriz e bailarina, com mais de 20 anos de percurso nos palcos. Lidera o projeto musical La Mujer y el Pájaro, uma banda que cruza influências de rumba flamenca com ritmos latinos, reggae, ska, guajira e tango.

18 JULHO — CINEMA – CAEP – PA - 17:00H - As Estações (Maureen Fazendeiro)

Ano 2025. Duração: 82' Portugal, França, Espanha, Áustria.

2.7.26

PORTALEGRE: CLIP alerta Assembleia Municipal sobre a instalação do Campo de Tiro da Força Aérea em Alter do Chão

 


O CLIP - Candidatura Livre e Independente por Portalegre alerta para a iminente instalação do Campo de Tiiro da Força Aérea no Alto Alentejo em Carta Aberta dirigida ao presidente da Assembçeia Municipal. Documento que transcrevemos ns íntegra.
Excelentíssimo Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Municipal de Portalegre, Dr. Luís Romão

O Grupo Municipal da CLIP – Candidatura Livre e Independente por Portalegre, no cumprimento do mandato que lhe foi conferido pelos portalegrenses, dirige esta Carta Aberta a Vossa Excelência, com conhecimento à Comunicação Social, para alertar sobre a urgente necessidade de defender as competências deste Órgão perante a iminente instalação do Campo de Tiro da Força Aérea no Alto Alentejo.

Embora se preveja que o polígono do Campo de Tiro se situe fora dos limites geográficos do concelho de Portalegre (nomeadamente em Alter do Chão), as repercussões indiretas para o nosso território são profundas e inegáveis. Conforme exposto na moção apresentada pela CLIP, a capital de distrito sofrerá um impacto sonoro devastador, amplificado pelo "efeito de anfiteatro" da Serra de São Mamede, além da desvalorização económica e turística que afetará toda a região. Estes impactos configuram um "assunto de interesse para o município", sobre o qual esta Assembleia tem a competência legal exclusiva de "tomar posição", nos termos do Artigo 25.º, n.º 2, alínea j) da Lei n.º 75/2013.

Assistimos com preocupação à declaração da Senhora Presidente da Câmara, Eng.ª Fermelinda Carvalho (assumimos que em nome do Executivo), ao escusar-se a tomar uma posição local definitiva, remetendo a decisão para a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA). É imperativo recordar que a CIMAA não é um órgão político com soberania própria, mas sim uma associação de municípios de natureza administrativa. Conforme o Acórdão n.º 296/2013 do Tribunal Constitucional, as entidades intermunicipais não podem substituir à vontade das autarquias locais nem revestir-se de um grau superior aos municípios.

Senhor Presidente, o voto da Senhora Presidente de Câmara na CIMAA não é um ato individual ou de foro pessoal, mas sim uma manifestação da vontade do Município, que deve ser formada através da deliberação deste Órgão. Outras Assembleias Municipais da nossa região já aprovaram moções de rejeição clara ao Campo de Tiro, conferindo aos seus respetivos presidentes um mandato imperativo de oposição na CIMAA. Portalegre não pode ser exceção.

A moção do PSD/CDS aprovada nesta casa, embora menos assertiva que a proposta pela CLIP, estabelece limites jurídicos que a Senhora Presidente não pode ultrapassar:

1. Define as expropriações de solo agrícola como "inaceitáveis".

Uma vez que o projeto anunciado prevê expropriações em cerca de 7.500 hectares, a Presidente não tem legitimidade para dar um "Sim" a algo que a Assembleia já classificou como inaceitável

2. Condiciona qualquer posição à "necessidade imperativa de esclarecimento documental e técnico", o qual, como o próprio Ministro da Defesa admitiu, ainda não existe.

Juridicamente, o voto na CIMAA é definido como "representativo do número de eleitores do Município" (Artigo 10.º, n.º 5 dos Estatutos da CIMAA). Sem uma orientação clara desta Assembleia sobre o mérito da questão, a Senhora Presidente carece de legitimidade substantiva para vincular o nosso concelho. Qualquer "sim" ou omissão em sede intermunicipal que ignore os impactos em Portalegre constituirá um excesso de mandato e uma violação do princípio constitucional da autonomia local, que garante que os interesses das populações sejam decididos pelos seus próprios representantes eleitos.

Compete a Vossa Excelência, enquanto garante do regular funcionamento desta Assembleia, exigir que a Senhora Presidente reconheça que a sua voz na CIMAA é a voz delegada de Portalegre. Não permitiremos que a capital de distrito seja tratada como um mero espectador ou como o "quintal de Lisboa", enquanto as decisões estruturantes são tomadas à margem do escrutínio deste Órgão deliberativo.

A CLIP apela a que Vossa Excelência defenda a dignidade desta Assembleia, assegurando que Portalegre tenha, o mais  rapidamente possível, uma posição soberana, informada e transparente antes de qualquer votação vinculativa na CIMAA.

Portalegre, 30 de junho de 2026

O Grupo Municipal da CLIP – Candidatura Livre e Independente por Portalegre

 

30.6.26

Projeto “Cultura nas Freguesias”, muita música e animação nas Freguesias de Portalegre, de julho a setembro


Sete freguesias, um único concelho!

A quinta edição do projeto “Cultura nas Freguesias” decorrerá de julho a setembro, tendo espetáculos nas sete freguesias do concelho de Portalegre, com diversos estilos musicais, desde fado e bandas filarmónicas, até ao jazz, pop, flamenco, rock e música tradicional.

Serão 12 concertos e projetos musicais, ao final da tarde e nas noites de verão, com música ao vivo e muita animação, todos com entrada gratuita, que prometem aproximar e alegrar as pessoas do concelho.

O primeiro espetáculo será o do grupo Rumo ao Sul, que decorrerá no dia 4 de julho, às 21h30, no Polidesportivo de Urra, também integrado nas Comemorações do Dia da Freguesia.

Os Rumo ao Sul são projeto jovem, que incluí temas conhecidos de rumba, flamenco e sevilhanas, bem como adaptações portuguesas desses géneros musicais.

O Jardim da Avenida da Liberdade, em Portalegre, receberá o segundo espetáculo, “A Música que nos Une”, no dia 10 de julho, às 21h30, um concerto único e inédito, protagonizado pela Sociedade Musical Euterpe e pela Sociedade Recreativa Musical Alegretense, inspirado nos ritmos do swing, jazz, pop e música latina, na voz de Margarida Geraldes.

No dia 11 de julho, às 21h30, o Quarteto em Mim, com Vera Soldado e Jorge Silva, apresentará o projeto “Fado: Viagem”, no Jardim da Carreira, em Reguengo, uma noite que promete celebrar o Fado, a palavra e a imortalidade, onde a obra de Amália Rodrigues será o guia artístico principal.

No fim-de-semana de 17 a 20 de julho, é a vez do Largo da Praça, em Alegrete, receber quatro espetáculos, também integrados na Feira de Artesanato e Gastronomia: dia 17, às 20h00, não perca a divertida animação itinerante “Os Castanhos”, uma dupla de artistas que convida o público a celebrar a cultura e a vida; dia 18, às 20h00, atuará o grupo de música popular Verde Maio, com um reportório inspirado na tradição alentejana e temas originais, que mantém viva a paixão pela música tradicional portuguesa e pelas raízes do Alentejo; também no dia 18 de julho, às 21h30, o Projeto Régio dará vida e voz a poemas de José Régio, unindo músicos portalegrenses de diferentes influências, um tributo às gerações vindouras e que preserva ainda as memórias das muitas gerações inspiradas pelo escritor; finalmente, no dia 19 de julho, às 21h30, o Grupo Voz Amiga de Terrugem levará ao Largo da Praça um repertório fortemente inspirado na música tradicional portuguesa e no cancioneiro alentejano.

O mês de agosto trará no dia 21 o concerto de duas Grandes Vozes do Fado, às 21h30, no Largo da Boavista, em Fortios, com a atuação de Luis Caeiro e Yola Dinis, que prometem uma noite inesquecível.

No dia 22 de agosto, às 21h30, a Piscina da Ribeira de Nisa recebe o concerto imersivo “Lumen Noctis”, com o tenor internacional João Mendonza e o Ensemble Ibérico, um espetáculo que aliará a beleza natural do espaço arborizado ao ambiente mágico, reunindo algumas das mais belas e inesquecíveis músicas de sempre, de Andrea Bocelli e André Rieu, até Frank Sinatra e os Queen.

Dia 6 de setembro, às 16h00, atuará na Associação Sete Montes do São Julião a Banda da Sociedade Recreativa e Musical de Póvoa e Meadas, um concerto integrado nas Festas de São Julião em Honra de Nossa Senhora dos Remédios.

O projeto Só Xutos, grupo de rock de tributo aos Xutos & Pontapés, encerrará da melhor forma o Sunset das Carreiras, no Miradouro da Fonte dos Carvoeiros, no dia 19 de setembro, às 21h30, uma noite que promete recordar os grandes êxitos que marcaram gerações.

Finalmente, as “Melodias no Largo” visitarão o Largo do Rossio, em Alagoa, no dia 26 de setembro, às 21h30, espetáculo também integrado na Feira de São Miguel, protagonizado pela Banda da Sociedade Musical Nisense, filarmónica que mantém viva a tradição e a formação musical.

A “Cultura nas Freguesias” é organizada pela Câmara Municipal de Portalegre, em parceria com a Junta de Freguesia de Alagoa, Junta de Freguesia de Alegrete, Junta de Freguesia de Fortios, Junta de Freguesia de Urra, União das Freguesias de Reguengo e São Julião, União das Freguesias de Ribeira de Nisa e Carreiras e União das Freguesias da Sé e São Lourenço.

Para mais informação, consulte as redes sociais do Município de Portalegre e o portal, em https://www.cm-portalegre.pt/.

27.6.26

PORTALEGRE: Arguido por suspeita de Falsificação de Documentos


O Comando Territorial de Portalegre, através do Destacamento de Trânsito de Portalegre, no dia 23 de junho de 2026, procedeu à constituição de arguido de um indivíduo do sexo masculino, 37 anos, por suspeita de falsificação de documentos e falta de habilitação legal para conduzir.

No âmbito de uma ação de fiscalização direcionada para o controlo de velocidade, os militares da Guarda abordaram um veículo que previamente foi detetado em excesso de velocidade. Durante a abordagem foi verificado que o formato físico do título de condução português apresentava características invulgares, motivo que levantou sérias dúvidas relativas à sua real conformidade legal.

Os militares procederam à apreensão do título de condução e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Portalegre. 

23.6.26

PORTALEGRE: 21º Portalegre JazzFest


2 a 4 JUL. QUI. a SÁB.

Festival Internacional de Jazz de Portalegre

Na sua 21º edição, o Portalegre JazzFest, festival consagrado a nível nacional, apresenta um programa muito diversificado, a começar com o ciclo de guitarra americana, no Jardim do Museu das Tapeçaria de Portalegre - Guy Fino, nos três dias do evento.

Apesar do jazz ser historicamente pouco permeável à guitarra americana tradicional, ou primitiva, conforme lhe chamou o grande John Fahey, tudo mudou com dois guitarristas americanos há cerca de três décadas, Bill Frisell e Marc Ribot (que já marcaram presença no JazzFest, Frisell em duo com o contrabaixista Thomas Morgan e Ribot a solo), vieram alterar por completo a perceção de que as três músicas americanas tradicionais, o folk, os blues e o jazz, não poderiam estar presentes simultaneamente.

Dos EUA visitam-nos Kelby Clark e Emily Robb e o norueguês Hein Westgaard, com três instrumentos e três abordagens diferentes da mesma música. Nos opostos, temos Hein Westgaard, residente em Copenhaga e um programa solo em fingerpicking, a explorar as raízes sonoras do folk ou primitivismo americano, um músico bicéfalo que divide a sua atividade musical ao lado de improvisadores, como Mat Maneri e Raymond Strid,; a guitarrista Emily Robb, apresenta-se em guitarra, elétrica e suja pelo rock. Já o virtuoso e experimental banjista Kelby Clark picoteia o seu instrumento de 5 cordas, navegando entre a tradição e o apelo doom que tanto o seduz, e a nós também.

Para os concertos after-hours convidàmos gente ilustre, de uma das cidades mais ativas do jazz no rico panorama norueguês, Bergen. A bela cidade de Bergen, situada na parte ocidental da Noruega (a cerca de 7 horas de Oslo) é, desde há cerca de uma década, um polo central para a cena criativa do jazz neste país escandinavo. Duas entidades têm sido responsáveis por esta crescente importância, o festival NattJazz, e a organização Vestnorsk Jazzsenter.

Mais do que merecidamente, o JazzFest atribui o seu foco nesta edição aos bons ventos que de lá sopram e que, ao contrário da meteorologia do país, são bem quentes. A comandar as tropas estará naturalmente em destaque o colossal saxofonista Aksel Røed que participa nos três concertos.

Aksel Røed é considerado um dos jovens músicos mais entusiasmantes da Noruega da atualidade, conhecido pelo seu trabalho com bandas como General Post Office, Other Aspects e o Knut Kristiansen Quartet. É também reconhecido como uma força motriz por trás do Bergen Improklubb e do Tedans, na mesma cidade.

Para os concertos do “meio”, os mais concorridos e em horário nobre, no Grande Auditório do CAE Portalegre, selecionámos três projetos nacionais: o Sexteto de Jazz, que regressou ao ativo e em boa hora; o duo da muito original Sara Serpa, residente em Nova Iorque, com o superlativo pianista Matt Mitchell; e o novel projeto de um dos mais excitantes músicos do novo jazz nacional, o guitarrista Mané Fernandes. Este conceito muito pessoal e decerto inclassificável (outra coisa de que gostamos), apresenta 3 cantoras, guitarra e piano e é simplesmente notável o trabalho de conceção composicional de Fernandes.

Bem-vindos ao 21º Portalegre JazzFest!

 

 

11.6.26

UGT /PORTALEGRE: Faleceu Alcino Silva, presidente do Conselho Geral


 NOTA DE PESAR

 A UGT Portalegre recebeu com profunda consternação, e manifesta o mais profundo sentimento de pesar, a informação do falecimento, prematuro, do seu Presidente do Conselho Geral, Professor Alcino Silva.

Um dos fundadores da União da UGT em Portalegre, a 17 de Abril de 2010, já anteriormente tinha feito parte dos órgãos da, então, Delegação distrital da UGT, onde foi eleito Vice-presidente da Mesa do Plenário. Actual Coordenador do SDP/Sul Portalegre, afecto à FNE – Federação Nacional de Educação, o Professor Alcino Silva foi um Presidente do Conselho Geral da UGT Portalegre sempre muito próximo da gestão da organização e leal, acompanhando de perto os planos previstos, mas também sem nunca abdicar da fidelidade aos seus princípios. A sua dedicação teve como resultado trabalhar durante o período de gestão de três Secretários-gerais da UGT nacional.

 Esta é uma manifestação de pesar, garantidamente unânime, por parte de todos os membros dos actuais orgãos sociais da UGT Portalegre. Neste momento de dor, a UGT Portalegre solidariza-se com a sua esposa, filhos e restante família, a quem apresenta as mais sentidas condolências, e agradece todo o trabalho e dedicação prestados a esta organização ao longo destes anos.

P’lo Secretariado da UGT Portalegre,

Marco Oliveira

3.6.26

ATLETISMO: Prata de Luiz Otávio destaca participação da AADP no Olímpico Jovem 2026


A medalha de prata conquistada por Luiz Otávio nos 300 metros foi o principal destaque da participação da Seleção da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre (AADP) no Olímpico Jovem Nacional 2026, a principal competição nacional de jovens, que reúne todas as associações regionais de atletismo e os melhores atletas de cada região do país.

O jovem atleta alcançou o segundo lugar do pódio numa das provas mais competitivas do programa, estabelecendo simultaneamente um novo recorde pessoal e distrital. O resultado confirma a sua evolução desportiva e reforça o seu posicionamento entre os melhores atletas nacionais do escalão.

A competição, considerada o principal momento do calendário nacional jovem, voltou a reunir as seleções distritais e regionais de todo o país, proporcionando um elevado nível competitivo ao longo dos dois dias de provas.

No conjunto da participação, a AADP somou ainda quatro recordes regionais e 25 recordes pessoais, indicadores do crescimento contínuo dos jovens atletas do distrito e da evolução do trabalho desenvolvido ao longo da época desportiva.

A seleção de Portalegre terminou a competição no 18.º lugar entre 20 associações participantes, numa prestação marcada pelo compromisso coletivo e pela capacidade de adaptação dos atletas. Em várias provas, elementos da comitiva competiram fora das suas especialidades habituais, contribuindo para o resultado global da equipa.

Mais do que a classificação final, a participação da AADP evidenciou a evolução individual dos atletas, traduzida num elevado número de marcas pessoais superadas e novos recordes regionais alcançados.

O Olímpico Jovem constitui-se, assim, como um momento de avaliação do trabalho desenvolvido pelos clubes e associações, bem como uma importante experiência de formação para os jovens atletas em contexto de alto nível competitivo.

A prestação da AADP deixa sinais positivos para o futuro do atletismo distrital, num contexto de crescimento sustentado da modalidade no distrito de Portalegre.

Com o encerramento da edição de 2026, a atenção centra-se agora na continuidade do processo de desenvolvimento dos jovens atletas e nos próximos desafios do calendário competitivo.

ENDÓGENOS: Mercadinho de Cereja de São Julião celebra um dos produtos mais representativos de Portalegre


Nos dias 6 e 7 de junho, entre as 17h00 e as 20h00, o Jardim da Avenida da Liberdade acolhe o Mercadinho de Cereja de São Julião, uma iniciativa promovida pelo Município de Portalegre que pretende valorizar e promover a Cereja de São Julião, um dos produtos tradicionais mais apreciados e distintivos do concelho.

Durante os dois dias do evento, os visitantes terão a oportunidade de contactar diretamente com os produtores locais, conhecer melhor este fruto de excelência e adquirir cerejas frescas e produtos derivados, nas barraquinhas de madeira entre o Plátano e o Monumento aos Mortos da Grande Guerra.

O Mercadinho contará com a participação de sete produtores de cereja e quatro produtores de produtos transformados à base de cereja, assumindo os produtores e o seu trabalho como os verdadeiros protagonistas da iniciativa.

Mais do que um espaço de comercialização, o Mercadinho de Cereja de São Julião pretende afirmar-se como um momento de celebração da identidade rural e agrícola do concelho, distinguindo a qualidade de um produto que constitui uma referência da gastronomia e do património local.

Ao mesmo tempo, esta iniciativa evoca também a memória da histórica Feira das Cerejas, que durante décadas integrou o calendário anual de eventos da cidade e se afirmava como a segunda maior feira realizada em Portalegre, reunindo produtores, comerciantes e visitantes num momento de grande dinamismo económico e social.

Com esta ação, o Município de Portalegre reforça o seu compromisso com a valorização dos produtos endógenos, o apoio aos produtores locais e a preservação das tradições que fazem parte da identidade do concelho.

O Município convida toda a população e visitantes a participar nesta celebração dos sabores e das tradições de Portalegre.

 

27.5.26

PORTALEGRE: Sessão evocativa da publicação "Poemas de Deus e do Diabo" e apresentação da revista "Estudos Regianos"


“Vem por aqui? — dizem-me alguns com os olhos doces...”

Há 100 anos, José Régio afrontava a literatura portuguesa com a publicação de “Poemas de Deus e do Diabo”, uma obra que desafiou o conservadorismo da época e que hoje celebramos como um marco da nossa cultura e uma afirmação estética do escritor.

No dia 30 de maio, a Casa Museu José Régio, em Portalegre, abre as portas para uma homenagem especial que une literatura, poesia e música.

17h00 | Apresentação da Revista “Estudos Regianos” (edição comemorativa do centenário dos “Poemas de Deus e do Diabo”), por Isabel Cadete Novais.

17h30 | Temáticas poéticas em “Poemas de Deus e do Diabo”, por Manuel Matos Nunes.

18h00 | Momento Poético com os alunos do Agrupamento de Escolas José Régio & Apontamento Musical pela Banda Euterpe.

Uma organização conjunta da Câmara Municipal de Portalegre, do Centro de Estudos Regianos, do Agrupamento de Escolas José Régio e da Banda Euterpe.

Venha redescobrir José Régio e celebrar o centenário desta obra ímpar connosco.

A entrada é livre.

Sobre “Poemas de Deus e do Diabo”:

Publicado em 1926, em Coimbra, com capa do seu irmão Júlio, está classificado como obra ímpar com a qual o escritor inicia a sua carreira literária e essencial para o conhecimento da obra regiana.

Editado em período muito conservador, o título e a capa da obra suscitaram, desde logo, algumas hesitações e uma certa afronta ao pudor. Hoje tem mais de 12 edições, a última de 2020, com oito desenhos do autor.

“Cântico Negro” um dos seus poemas mais conhecido, repetidamente dito e recitado, expressa bem a essência do autor, a sua maneira de ser e de estar, guiado por forças antagónicas e por vezes inconciliáveis.

Sobre os conferencistas:

Presidente do Centro de Estudos Regianos e diretora da revista “Estudos Regianos, Isabel Cadete Novais é uma das maiores especialistas da obra regiana, investigadora e autora de várias publicações fundamentais para o estudo e conhecimento do escritor. Tem proferido inúmeras palestras, organizado colóquios e exposições sobre o autor.

Também membro da direção do Centro de Estudos Regianos, Manuel Matos Nunes assume, com Isabel Cadete Novais, a direção da revista Estudos Regianos. Investigador e estudioso da obra regiana sobre a qual tem proferido palestras e conferências.

Os alunos da Escola José Régio irão apresentar poemas de José Régio e, também da sua autoria.

Os músicos da Banda Euterpe fecharão o evento com dois duetos de flauta e clarinete.

 

 

26.5.26

PORTALEGRE: Cooperativa Operária organiza mais uma Caminhada pela Cidade


A Cooperativa Operária Portalegrense convida todos os seus beneficiários a juntarem-se a nós para uma Caminhada pela Cidade, no próximo dia 29 de maio de 2026, pelas 9h30.

Esta iniciativa tem como objetivo promover o convívio, o bem-estar e hábitos de vida saudáveis, enquanto desfrutamos juntos das paisagens. É uma ótima oportunidade para socializar e praticar uma atividade física acessível a todos. Neste dia, realizaremos a rota que era realizada para chegar a tradicional Festa dos Aventais.

📍 Ponto de partida e chegada: Estacionamento da Robinson

🕒 Hora: 9h30

📅 Data: 29 de maio de 2026

📝 Inscrição:Não é necessária inscrição prévia – basta comparecer.

👟 Recomendações: Use roupa e calçado confortável e leve água consigo. E um lanchinho para o meio da manhã.

Informação importante: Não disponibilizamos seguro de participação.

SAÚDE: Politécnico de Portalegre seduz 50 dadores de sangue



Mais uma iniciativa a pensar em todos aqueles que necessitam de uma transfusão ‒ e que, afinal, pode ser um de nós ‒ teve lugar na cidade de Portalegre.

Desta feita a diligência partiu do Núcleo de Saúde da Associação Académica do Instituto Politécnico de Portalegre. Para o efeito foram estabelecidas colaborações com a Kyndryl, a Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo, E.P.E (ULSAALE) e a Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre (ADBSP).

Em boa hora foi pensada e concretizada esta colheita que se integrou nas comemorações do Dia do Enfermeiro. Os números foram surpreendentes, já que naquela manhã se inscreveram meia centena de voluntários. E as mulheres em grande maioria, pois compareceram três dezenas (60 %).

Em termos de unidades de sangue total angariadas nesta ação, contabilizaram-se 41, o que é significativo.

Dos presentes, 22 fizeram o seu batismo como dadores de sangue, um momento que jamais esquecerão. Que fixe se continuarem a repetir o gesto agora iniciado.

A ação decorreu em espaços do Campus Politécnico de Portalegre, junto da Zona Industrial da cidade.

E já agora percorra: https://www.facebook.com/AssociacaoDadoresBenevolosSanguePortalegre/


JR

24.5.26

PORTALEGRE: Extensão FITA (Festival Internacional de Teatro do Alentejo)


30 MAI. SÁB. 21.30H

Girasoles para María -  de Irán Capote (Cuba)

Extensão FITA (Festival Internacional de Teatro do Alentejo)

Junho em Cena – Mostra de Artes Performativas

Teatro Performance | CAEP - PA | 5€ | M/12 anos

Espetáculo unipessoal que recria a vida de María de la Caridad, uma cantora de sucesso, que depois de uma função, enquanto se prepara para se encontrar com o amor da sua vida diante do espelho do seu camarim, reflete sobre os seus medos e inseguranças, consequência das más experiências vividas em relações amorosas anteriores, que sempre colocaram em risco a sua profissão.

O amor por Germán, um vendedor de flores que conheceu à saída de um ensaio e que a con-quistou com um girassol, leva-a a regressar ao parque. Enquanto o espera, María estabelece um paralelismo mágico com as vidas sentimentais das cantoras que interpreta: María Callas, Tina Turner, Celia Cruz e La Lupe, cantando as suas canções e evocando os seus êxitos e desventuras.

Ficha Artística:

Elenco: Gretel Cazón

Autor: Irán Capote

Edição Rudisbel González

Design Gráfico: Brenda Ortega

Assessoria de Interpretação: Mirtha Ibarra

18.5.26

PORTALEGRE; Exposição de Homenagem a Leite Rio


Exposição de Homenagem a Luís Leite Rio: "Vi(Ver)", na Galeria de São Sebastião, patente ao público de 23 de maio a 20 de agosto.

🎨Inauguração dia 23 de maio, às 12h00.

🖌Horário: 2ª feira a sábado, das 09h30 às 13h00 & 14h30 às 18h00