31.8.17

VILA VELHA DE RÓDÃO: Trilhos dos Grifos

Data: 24 de Setembro
Vila Velha de Ródão é palco, dia 24 de Setembro, da edição dos “Trilhos dos Grifos”, iniciativa do Centro Cultural e Recreativo de Gavião de Ródão, que conta com o apoio do Município e da Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão.
Com o objetivo de promover o concelho de Vila Velha de Ródão enquanto região de excelência para a prática da modalidade de trail running, os “Trilhos dos Grifos” dividem-se em duas provas de carácter competitivo, com 18km e 28km, e uma caminhada com cerca de 10km, que passam por lugares emblemáticos como o GeoMonumento das Portas de Ródão, um dos ex-libris da região, o miradouro natural do Penedo Gordo, e ainda um percurso repleto de lugares mágicos onde se pode desfrutar do voo planado dos grifos que dão o nome à iniciativa.
Quer o difícil desafio dos 28km, com 2.900m de desnível total, quer a distância dos 18km, igualmente exigente e com um desnível total de cerca de 1.800m, e ainda a caminhada, partem de Gavião de Ródão e terminam em Vila Velha de Ródão onde, no final, tem lugar o almoço-convívio para os participantes e que tem como padrinhos a albicastrense Natércia Silvestre e o portalegrense Luís Semedo, duas referências da modalidade em Portugal. As inscrições estão abertas até dia 17 de Setembro, com preço reduzido até 31 de Agosto. Com as receitas obtidas, a organização conta desenvolver atividades de recuperação da fauna e da flora, entretanto devastadas no concelho devido aos incêndios ocorridos.

PROENÇA-A-NOVA: A Defesa da Beira Baixa – A Linha Defensiva das Talhadas-Moradal

Data: 1 a 22 de Setembro
Local: Auditório Municipal
O concelho de Proença-a-Nova é rico em estruturas militares que remontam ao Séc. XVIII às quais se dá o nome de Linha Defensiva das Talhadas-Moradal. Esta era a primeira linha de defesa do território face às invasões que entravam pela Beira-Baixa. Inserida no I Congresso Internacional de Arqueologia e História, esta exposição realça a importância destes pontos estratégicos, mostrando as rotas invasoras e a estratégia dos militares portugueses face a estas ameaças. De 23 de setembro a 31 de outubro, a exposição passará para o Edifício Fortes e Baterias, em Sobreira Formosa, ficando disponível para visita mediante marcação prévia no Posto de Turismo ou no polo da biblioteca de Sobreira Formosa.

SANTANA (Nisa): Apresentação de livro de Joaquim Marques

"Apontamentos Históricos e Genealógicos para uma Monografia da Freguesia de Santana" é o livro da autoria de Joaquim Marques Rodrigues, numa edição da Chiado Editora, que vai ser apresentado no próximo dia 9 de Setembro pelas 16 horas na Casa do Povo-Junta de Freguesia de Santana, em Arneiro.
A sessão terá como oradoras convidadas a Drª Graça Cêncio e a Drª Fátima Dias.

GNR: Operação “Festival ZNA Gathering – Montargil 2017”

O Comando Territorial de Portalegre, através do Destacamento Territorial de Ponte Sor, realizou entre 21 e 29 de agosto, uma operação de segurança, com a finalidade de detetar a posse e tráfico de estupefacientes, durante o decorrer do Festival ZNA – Gathering Montargil 2017, na albufeira da Barragem de Montargil.
Da fiscalização efetuada a 248 viaturas e 749 pessoas, foram detidas 29 pessoas de diversas nacionalidades, com idades compreendidas entre os 19 e 48 anos, por tráfico de estupefacientes. Foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva, a um homem francês, com 36 anos.
Foram ainda elaborados 83 autos de contraordenação por consumo de estupefacientes.
Das apreensões, destacam-se:
·         3 680 doses de LSD;
·         2 354 doses de MDMA;
·         682 doses de haxixe;
·         310 doses de cocaína;
·         95 doses de liamba;
·         80 doses de anfetaminas;
·         45,7 gramas de psilocibina (cogumelos).
A GNR empenhou 198 militares das diversas valências operacionais, entre as quais os binómios de deteção de estupefacientes, militares da Investigação Criminal e da valência do territorial, garantindo assim que este evento decorresse em segurança.

30.8.17

IMPRENSA REGIONAL: "Alto Alentejo - 30/8/2017


AUTÁRQUICAS 2017: Candidatura da CDU à Assembleia de Freguesia de Santana


MONTALVÃO: Concerto de Encerramento de Época do EmCanto

2 set., na Casa do Povo, em Montalvão.
Como anunciado antes, realizar-se-á no próximo sábado, em Montalvão, o habitual concerto suprareferido, cf. cartaz anexo.
Este concerto, que como todos os que realizamos em Montalvão revertem a favor da campanha de angariação de fundos para o restauro da Igreja Matriz, será antecedido do Tributo que a Junta de Freguesia de Montalvão promoverá ao antigo campeão de atletismo e atleta internacional, José Morujo Júlio, dada a sua condição de natural e assumido montalvanense.
Evento ao qual o Grupo Coral EmCanto se associou desde a primeira hora, correspondendo ao convite da JFM, o que muito nos honra, vaticinando o maior sucesso para o mesmo, como, aliás, se justifica e a personalidade a homenagear amplamente merece.
Obs: estarão disponíveis na sala, mediante a contrapartida estabelecida, exemplares do CD editado pelo G.C. EmCanto, integralmente em benefício da campanha acima mencionada.

USNA congratula-se com o regresso do Transporte ferroviário de passageiros à Linha do Leste

Foi com uma enorme satisfação que a União dos Sindicatos do Norte Alentejano (USNA) assistiu hoje à passagem do comboio em Portalegre.
Desde o encerramento desta linha em 2011 que a USNA lutava pela sua reabertura, mobilizando estruturas de vários sectores e trabalhadores do distrito e unindo esforços com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF) da CGTP-IN e com estruturas sindicais espanholas, como as CCOO e a UGT da Extremadura.
Recuperado parcialmente em 2015 devido a um protocolo, foi só em Janeiro de 2016 que as aspirações da população do distrito foram correspondidas com o retorno do transporte ferroviário de passageiros na totalidade da linha do Leste a ser aprovado por unanimidade na Assembleia da República.
O comboio tardou mas não falhou o que é mais uma prova de que é preciso não desistir e continuar a defender o direito dos trabalhadores do nosso distrito e suas famílias à mobilidade, a serviços públicos de qualidade e a viver e trabalhar no Norte Alentejano.
Portalegre, 29/08/2017

AUTÁRQUICAS 2017: Candidatura PPD/PSD-CDS/PP à Assembleia de Freguesia de Santana


NISA: GNR deteve 4 indivíduos por extorsão

O Comando Territorial de Portalegre, através do Núcleo de Investigação Criminal de Nisa, deteve, em flagrante delito, dia 28 de agosto, quatro homens por extorsão.
Os suspeitos, com idades entre os 21 e os 43 anos, andavam a ameaçar um homem de 59 anos, a quem já tinham extorquido 45 mil euros, sob pena de difamarem a sua vida privada.
A vítima alertou as autoridades para o facto de andar a ser intimidado e após algumas diligências de investigação, os militares detiveram os quatro homens quando se preparavam para receber mais 3 mil euros.
No decurso da ação foi apreendido 1150 euros, uma viatura, três telemóveis e uma faca.
Os suspeitos irão ser presentes ao Tribunal Judicial da Comarca de Portalegre, hoje, dia 30 de agosto.

NISA: Dia da mensagem de Fátima sobre «Maria na história da salvação»

O Secretariado Diocesano do Movimento da Mensagem de Fátima de Portalegre-Castelo Branco promove um encontro de convívio, reflexão e divulgação, a 9 de setembro, em Nisa, que vai terminar com a Eucaristia presidida por D. Antonino Dias. 
“Difundir a mensagem de Fátima, promover o seu conhecimento e a vivência por crianças, adolescentes, jovens e adultos”, é o objetivo do Dia Diocesano da Mensagem de Fátima em Portalegre-Castelo Branco.
Com o tema ‘Maria na História da Salvação: A Mensagem de Fátima na nossa vida’, o encontro vai começar às 10h00 no cineteatro de Nisa e termina após a Eucaristia presidida pelo bispo diocesano, D. Antonino Dias, às 16h00 na igreja matriz.
Do programa preparado pelo Secretariado Diocesano do Movimento da Mensagem de Fátima assinala-se a intervenção do bispo de Portalegre-Castelo Branco sobre ‘Fátima, Sinal de Esperança para o nosso tempo’, às 10h25, para além de outras reflexões, testemunhos e momentos de oração.
Segundo o sítio online da diocese, no dia 9 de setembro, as crianças e os jovens também têm atividades específicas como a ‘Catequese sobre as Orações ensinadas em Fátima e o Terço’, às 10h30, e passado uma hora exercícios espirituais ao jeito dos Pastorinhos: ‘Oferecimento, oração e penitência’.
CB

AUTÁRQUICAS 2017: Candidatura CDU à Assembleia de Freguesia de Montalvão


29.8.17

OPINIÃO: Venham lufadas de ar fresco

Vamos caminhando para o fim de um verão carregado de tragédias e ventos estiolantes. Diversificados descuidos humanos, a persistência em políticas centradas em objetivos de lucro ou ganhos políticos imediatos, o abandono de valores democráticos na organização da sociedade e do trabalho em contínuas cedências ao neoliberalismo, são as causas fundamentais do duro sofrimento que os povos (incluindo o português) experimentam neste delicado período histórico que vivemos.
Ao iniciarmos um novo ano de trabalho, há que buscar lufadas de ar fresco que reponham esperança e confiança no futuro. A discussão do Orçamento de Estado (OE) deve ser feita com esse objetivo, o que pressupõe uma identificação profunda entre o que se inscreve no OE e as políticas propostas para tratar dos problemas concretos das pessoas, das empresas e organizações, da sociedade no seu todo.
Há setores da economia que têm andado bem mas mostram défices que urge tratar. A ideia de o desenvolvimento do país poder assentar na monocultura do turismo e do imobiliário vem sendo demasiado tolerada e assenta muito no prosseguimento de políticas de baixos salários. Nas últimos meses, escutei, em várias zonas do continente e na Madeira, queixas de empresários sobre o "esgotamento da mão de obra disponível", designadamente no subsetor da restauração. Isto só é possível por duas razões: não existência de suficiente valorização do trabalho aí prestado e atraso na definição de novas estratégias empresariais, face às possibilidades do setor.
Portugal precisa de valorizar o setor industrial, importantíssimo para criar e qualificar emprego, favorecer a inovação, gerar riqueza. O debate sobre o OE deve cumprir esse objetivo. Mas, comentários enviesados sobre o processo de negociação laboral na Autoeuropa, tratando os trabalhadores como privilegiados e atribuindo-lhes, e às suas organizações, a responsabilidade por todos os problemas possíveis e imaginários que a empresa possa vir a ter, só ajudam a consolidar uma desastrosa matriz de relações de trabalho e de desenvolvimento. Quem quiser dar um contributo positivo, examine com rigor e não com pressupostos as posições dos trabalhadores e a ação da CT e dos sindicatos, proceda a uma análise objetiva sobre o novo "modelo de trabalho" que a administração implementará, observe práticas na organização e gestão do trabalho que possam estar a influenciar comportamentos, identifique e analise o instrumento de regulação de trabalho em que se ancora o modelo, confira se este podia ou não ser mais favorável à criação de emprego, exponha e interprete o contexto nacional e europeu em que é formulado.
A reposição de rendimentos a trabalhadores e reformados foi nos últimos dois anos, e terá de ser no próximo, opção sustentada no OE. Os bolsos e as condições de vida da esmagadora maioria continuam muito secos e a economia nacional pode beneficiar mais da dinamização da procura interna, desde que se corrijam conceções sobre o investimento e a poupança.
A redução dos impostos sobre o trabalho, nomeadamente o IRS, o aumento do SMN integrado numa política de valorização progressiva dos salários em geral, reacertos na legislação laboral que reanimem a contratação coletiva, diminuam a precariedade e reponham proteções essenciais aos trabalhadores, são aspetos essenciais para termos um país mais próspero e equilibrado.
O Orçamento deve garantir condições para a educação e a saúde e para outros serviços de utilidade pública. Não existirá uma economia diversificada e qualificada desprezando a atividade e a qualidade do serviço público. O necessário acréscimo de investimento será compensado pela criação de emprego e pela redução da emigração. Além disso, não é expectável que o investimento privado em geral se anime sem um forte impulso do investimento público. O país precisa ainda de infraestruturas estruturantes (e sua manutenção) e de uma nova ação pública que responda à dramática situação da floresta nacional e desenvolva respostas sistémicas ao aquecimento global.
O OE de 2018 não pode ser concebido para uma "navegação de cabotagem". Será importante que o debate em curso confirme não ser essa a opção do Governo em nenhuma área.
Manuel Carvalho da Silva in "Jornal de Notícias" - 28/8/2017

29ª Meia Maratona Internacional de Badajoz/Elvas

Prova de atletismo une Espanha e Portugal
A 29ª Meia Maratona Internacional Badajoz/Elvas realiza-se a 15 de outubro num percurso de mais de 20 quilómetros que une Elvas à cidade vizinha de Badajoz, em Espanha.
A partida está marcada para as 09.30 horas (hora portuguesa) da Avenida de Huelva, na cidade espanhola de Badajoz e termina no Estádio Municipal de Atletismo, em Elvas, Portugal.
A prova é destinada para atletas dos escalões sénior e veteranos, masculinos e femininos. Os interessados em participar devem realizar a sua inscrição até ao dia 11 de outubro.
Mais informações e inscrições através do email: desporto@cm-elvas.pt
Regulamento disponível em www.cm-elvas.pt

AUTÁRQUICAS 2017: Candidatura PSD/CDS à Assembleia de Freguesia de Montalvão

NOTA: Não dispomos de foto do cabeça de lista à Assembleia de Freguesia de Montalvão. Este motivo por que o mesmo não aparece na imagem.

OPINIÃO - Proteção Civil: Um Sistema Nacional assente em “pés de barro”

1- No dia 23 de agosto de 2016, tive a infeliz oportunidade de verificar a falência de um sistema de comunicação utilizado pela Proteção Civil. No decorrer do combate ao incêndio florestal que devastou uma considerável área de floresta dos concelhos de Sardoal e Abrantes, no posto de comando, verifiquei o desespero dos presentes ao tentarem, sem sucesso, contactar com os operacionais que estavam no teatro de operações. Assim se apresentou o SIRESP – Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal, um sistema que custou mais de 400 milhões de euros! A normalidade de funcionamento do sistema só foi reposta passadas quase 18 horas.
Do facto foi dado especial relevo na reunião extraordinária da Comissão Municipal de Defesa da Floresta do Concelho de Sardoal, realizada em setembro de 2016, cuja ata foi enviada para os nossos governantes com responsabilidades nesta área.
No dia 26 de abril de 2017, recebi, via Gabinete do Secretário de Estado da Administração Interna, um relatório da responsabilidade da Secretaria Geral da Administração Interna que diz o seguinte, em jeito de conclusão:
“…pode-se garantir que deste evento se retiraram os devidos ensinamentos e que numa próxima situação idêntica a resposta dos meios operacionais das comunicações SIRESP será mais rápida e eficaz.
O senhor Primeiro Ministro “apagou” o referido relatório referente às falhas do sistema SIRESP no dia 23 de Agosto de 2016. Para ele o “mundo” começou a 17 de Junho de 2017 em Pedrógão Grande. Tirem-se as ilações, assumam-se as responsabilidades!
2- De uma forma generalizada, os apelos à população para ofertarem bens que, supostamente, são necessários aos bombeiros, são pura falácia e uma desresponsabilização de quem na verdade o deve fazer. A Autoridade Nacional de Proteção Civil paga à entidade responsável pela logística numa situação de combate a um incêndio 7 € por almoço e 7 € por jantar, assim como 1,8 € por pequeno-almoço, lanche e reforços para todos os operacionais dos diferentes agentes de Proteção Civil envolvidos nas operações de combate. Refira-se que tudo isto se faz sem necessidades de documentos comprovativos de despesa. Então para que servem os “peditórios”? Será que não corremos o risco de, em determinadas situações, se reduzir no essencial de uma refeição condigna, para quem anda há bastantes horas, com enorme esforço, no terreno, a favor do lucro fácil? Os bombeiros sabem do que falo!
Por outro lado, é latente a irresponsabilidade de quem, oficialmente, faz tamanhos apelos, pondo muitas vezes em risco as populações e os operacionais no terreno. Por um lado queremos que as pessoas se mantenham nas suas casas, não prejudicando as manobras de combate que se desenvolvem no terreno, mas por outro, apelamos a que circulem livremente para oferecerem águas e outros bens. Em que é que ficamos?
3- É lamentável a completa desresponsabilização de alguns municípios (muitos), no apoio que é dado às suas corporações de bombeiros. O responsável máximo da Proteção Civil em cada concelho é o Presidente da Câmara, que permite a realização de peditórios nas rotundas e cruzamentos do seu concelho, para que os bombeiros da sua terra possa adquirir, por exemplo, equipamentos de proteção individual. Para onde vai o dinheiro das transferências financeiras do Orçamento de Estado para a Proteção Civil? Gostamos de ver tal situação, num País que se “diz” Europeu do século XXI? Não tenho na memória se alguma vez igual “peditório” foi feito para as Forças Armadas, PSP ou GNR! O Estado (somos todos nós) não se sente envergonhado por tal situação? Eu sinto-me!
Lamentavelmente há Municípios neste País que gastam mais dinheiro em “festas” e “fogo-de-artifício” do que em Proteção Civil!
4 – Defendo um modelo assente na profissionalização no âmbito da Administração Local. O modelo existente no Município de Sardoal, composto por profissionais com carreira na Administração Local e voluntários, muitos deles aposentados aos 50 anos de idade, mas com muita força e capacidade para continuarem o seu trabalho em prol da sociedade, é o sistema organizacional que melhor responde às necessidades do nosso território. Cada Município deve garantir um número de profissionais de acordo com a sua tipologia e grau de risco. É fácil de verificar que determinadas regiões do País são autênticos “desertos” no que diz respeito a profissionais prontos a dar resposta às ocorrências, 24 horas por dia, todos os dias do ano. Equipas de Intervenção Permanentes (EIPs), grupos de 5 operacionais pagos a 50% pelo Estado e 50% pelas autarquias, são rejeitadas. O modelo existente de organização das corporações de bombeiros, está demasiado assente no voluntariado, no voluntarismo dos seus dirigentes, quando devia ser uma responsabilidade do Estado, como o é nos restantes organismos da Proteção Civil.
5- Como Presidente de Câmara sinto necessidade de formação nestas matérias de Proteção Civil. Já transmiti a minha opinião ao Presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil, já houve datas marcadas e, estranhamente, não se realizou. No teatro de operações, o responsável máximo da Proteção Civil em cada um dos Concelhos (o Presidente de Câmara) é o único que não tem formação específica.
6- O Município de Sardoal tem uma candidatura aprovada no âmbito da “Prevenção Contra Agentes Bióticos e Abióticos (Prevenção da Floresta Contra Incêndios) no valor de 573 731,58€ desde 2014, tendo transitado
para o atual PDR 2020 no final de 2016. A candidatura encontra-se aprovada, mas, para a sua execução, não existe dotação financeira.
Lamentavelmente, é muito mais fácil o financiamento para a Reposição do Potencial Produtivo ou Estabilização de Emergência, após destruição por incêndio, do que para a prevenção. Não queremos nenhum projeto piloto de reflorestação, queremos sim, manter a nossa floresta, manter o nosso Concelho verde!
Seis pontos que pretendem ajudar a mudar um sistema que, como disse anteriormente, está assente em “pés de barro”. Tenho-o dito, nos locais próprios, a diferentes Ministros e Secretários de Estado, na Associação Nacional dos Municípios Portugueses, mas sinto que existem forças muito maiores, que pretendem que tudo continue como está. Sinto-me a “pregar no deserto”.
António Miguel Cabedal Borges
Presidente da Câmara Municipal de Sardoal
Membro da Mesa da Secção de Municípios com Bombeiros da Administração Local da Associação Nacional dos Municípios Portugueses

AUTÁRQUICAS 2017: Candidatos do PPD/PSD-CDS/PP à Assembleia de Freguesia de Alpalhão


NISA: 2º Encontro dos "Filhos da Escola" (Marinha)


AUTÁRQUICAS 2017: Candidatos da CDU à Assembleia de Freguesia de Alpalhão

GNR: Operação "Festival do Crato 2017"

O Comando Territorial de Portalegre, com o apoio da Unidade de Intervenção, realizou, entre 19 e 27 de agosto, uma operação direcionada ao patrulhamento e segurança da 33.ª edição do Festival do Crato, garantindo a segurança de pessoas e bens, bem como a manutenção da ordem pública, na localidade do Crato, que contou com a presença de cerca de 80 mil pessoas.
No decorrer da operação foram prestados inúmeros auxílios aos espetadores, quer na resolução de incidentes, conflitos menores, acidentes, artigos perdidos e achados, entre outras situações.
Foram detidas dez pessoas, homens com idades compreendidas entre os 19 e os 60 anos, por tráfico de estupefacientes, detenção de arma ilegal (arma de fogo) e por condução de veículo com taxa de álcool igual ou superior a 1,2 g/l. Foram também elaborados sete autos de contraordenação por consumo de estupefacientes, e 30 ao Código da Estrada.
Das apreensões, destacam-se:
·         217 doses de haxixe;
·         17 doses de liamba;
·         11 doses de cannabis;
·         Sete doses de cocaína;
·         Sete doses de MDMA.
A GNR empenhou 344 militares de diversas valências operacionais, entre as quais os binómios de deteção de estupefacientes e deteção de explosivos, militares de manutenção da ordem pública, da Proteção da Natureza e Ambiente, da Investigação Criminal, da Seção de Programas Especiais e da valência do Trânsito, garantindo assim que este evento decorresse em segurança.

28.8.17

OPINIÃO - COISAS DA VIDA XV: Que Deus?

Posso dizer que sou uma apreciadora de música, sem um tipo de música específico, adepta de vários estilos, desde que com qualidade. Boss Ac é um dos fenómenos do Hip- Hop português, tendo inclusivamente sido já nomeado para a categoria de Best Portuguese Act nos MTV Europe Music Awards. Boss Ac transmite mensagens em algumas das suas canções, que, devido ao ritmo da batida, passam por vezes despercebidas. Apercebi-me disso, há pouco tempo, ao ouvir o álbum “Ritmo, Amor e Palavras” (RAP), que me foi apresentado por uma amiga que eu desconhecia apreciadora de Hip-Hop. Fiquei surpresa ao constatar que determinados conteúdos das suas músicas difundem algo mais do que meras palavras sem sentido, envoltas na cadência de um qualquer compasso improvisado numa mesa de mistura. Convenhamos, muitos estilos musicais, são por vezes alvo de comentários depreciativos por parte de pessoas que, se calhar, nunca ouviram nem uma música, mas são logo rotulados, apenas por serem associados a um determinado estilo. Encontrei neste álbum (RAP) uma conversa com Deus, onde são colocadas diversas questões que nos assolam ao espírito e que dificilmente conseguimos formular. É essa conversa, a letra da música intitulada Que Deus?, que pretendo agora partilhar convosco e, eventualmente, surpreender alguém, como me surpreendeu a mim.
"Quem quer que sejas, onde quer que estejas. Diz-me se é este o mundo que desejas. Homens rezam, acreditam, morrem por ti. Dizem que estás em todo o lado mas não sei se já te vi. Vejo tanta dor no mundo pergunto-me se existes. Onde está a tua alegria neste mundo de homens tristes. Se ensinas o bem porque é que somos maus por natureza? Se tudo podes porque é que não vejo comida à minha mesa? Perdoa-me as dúvidas, tenho que perguntar. Se sou teu filho e tu amas-me, porque é que me fazes chorar? Ninguém tem a verdade o que sabemos são palpites. Se sangue é derramado em teu nome é porque o permites? Se me destes olhos porque é que não vejo nada? Se sou feito à tua imagem porque é que durmo na calçada? Será que pedir a paz entre os homens é pedir demais? Porque é que sou discriminado se somos todos iguais? Porquê que os Homens se comportam como irracionais? Porquê que guerras, doenças matam cada vez mais? Porquê que a Paz não passa de ilusão? Como pode o Homem amar com armas na mão? Porquê? Peço perdão pelas perguntas que tem que ser feitas. E se eu escolher o meu caminho, será que me aceitas? Quem és tu? Onde estás? O que fazes? Não sei. Eu acredito é na Paz e no Amor. Por favor não deixes o mal entrar no meu coração. Dou por mim a chamar o teu nome em horas de aflição. Mas tens tantos nomes, és Rei de tantos tronos. E se o Homem nasce livre porque é que é alguns são donos? Quem inventou o ódio, quem foi que inventou a guerra? Às vezes acho que o inferno é um lugar aqui na Terra. Não deixes crianças sofrer pelos adultos. Os pecados são os mesmos o que muda são os cultos. Dizem que ensinaste o Homem a fazer o bem. Mas no livro que escreveste cada um só leu o que lhe convém. Passo noites em branco quase sem dormir a pensar. Tantas perguntas, tanta coisa por explicar. Interrogo-me, penso no destino que me deste. E tudo que acontece é porque tu assim quiseste.
Porque é que me pões de luto e me levas quem eu amo? Será que essa é a justiça pela qual eu tanto reclamo? Será que só percebemos quando chegar a nossa altura? Se calhar desse lado está a felicidade mais pura. Mas se nada fiz, nada tenho a temer. A morte não me assusta o que me assusta é a forma de morrer. Quanto mais tento aprender, mais sei que nada sei. Quanto mais chamo o teu nome menos entendo o que te chamei. Por mais respostas que tenha a dúvida é maior. Quero aprender com os meus defeitos, acordar um homem melhor. Respeito o meu próximo para que ele me respeite a mim. Penso na origem de tudo e penso como será o fim. A morte é o fim ou é um novo amanhecer?"

* Sofia Tello Gonçalves - Licenciada em Serviço Social e Mestre em Saúde Pública

SANTANA (Nisa): Memórias da Freguesia

Rancho do Arneiro em Cortejo de Oferendas (1950)
Em Vila Velha de Ródão, tal como em Nisa uns anos depois, realizaram-se na década de 50, Cortejos de Oferendas a favor da construção do Hospital.
Eram estas as iniciativas que se realizavam, de norte a sul do país, como forma de superar as carências financeiras do Estado Novo e das autarquias que sofriam de um mal crónico e endémico: a falta de verbas para resolver problemas elementares. Eram, pois, os cortejos de oferendas que garantiam uma parte considerável do financiamento para as obras de construção, ampliação e/ou remodelação de hospitais nas décadas de cinquenta e sessenta, construções e melhorias só possíveis com as dádivas das populações locais que, muitas vezes e num exemplo de verdadeira solidariedade, tiravam da boca e do pouco que tinham, os magros proventos para ajudar e contribuir numa causa que era de todos.
No caso do Arneiro, na altura pertencente à freguesia de S. Simão, a contribuição e o envolvimento directo da população no Cortejo de Oferendas a favor do Hospital de Vila Velha de Ródão é, ainda, um facto mais notável, por se tratar de ajudar uma estrutura e instituição de um concelho e região a que não pertenciam.
A explicação residia, na altura, como ainda hoje, nas relações de proximidade e afectividade existente entre as duas povoações de uma e outra margem do Tejo.
A participação do Rancho do Arneiro, dirigido por Francisco Diogo Pinto, no Cortejo de Oferendas, realizado em 10 de Setembro de 1950, a favor do Hospital de Vila Velha de Ródão teve um assinalável êxito.
Homens e mulheres, na sua maioria jovens e envergando os trajes típicos dos pescadores, a actividade económica mais importante dos designados Montes de Baixo, desfilaram pelas principais ruas da vila rodense entoando canções populares, de que deixamos aqui algumas quadras.
I
Arneiro, terra de amores
Viçoso como alecrim
Aldeia de pescadores
Cheia de flores
Tu és assim
II
O teu sorriso de glória
Realça a tua nobreza
Embora bem pequenino
Deu-te o destino
Tanta beleza
Coro
Ó minha aldeia
De pobreza revestida
Embora feia
Para mim é s a mais querida
A tua graça
No mundo não tem rival
Onde quer que a marcha passa
Mostra que esta raça
É de Portugal!
III
Lá vão na marcha contentes
Rapazes e raparigas
Mostram-se audazes, valentes
Ei-los sorridentes
Não mostram fadigas
IV
Todos cantam, todos bailam
Num conjunto verdadeiro
Cantam p´ra todo o cortejo
Viva o Alentejo
Viva o nosso Arneiro!
A finalizar a sua participação no Cortejo de Oferendas, o Rancho do Arneiro não escondia o fim que ali os levara e, em jeito de despedida, cantaram:
Trazemos pão
Azeite louro
E a nossa fé
Que é o maior tesouro

Fé no futuro
De Portugal
E fé no carinho
Do nosso Hospital

Vivam senhores
Por largos dias
Deus nos proteja
E dê muitas alegrias

Quem faz o bem
Empresta a Deus
Senhoras e senhores
Dizemos-lhes adeus.
in "Jornal de Nisa" nº 264 - Outubro 2008

POSTAIS DO CONCELHO: Dia de Sortes em Nisa

A foto foi-me enviada pelo Carlos Matos há já alguns anos. "Perdeu-se" entre tantos e tantos ficheiros de fotografias, mas, felizmente, encontrei-a e publico-a para lembrar o que eram as "Sortes" antes do 25 de Abril. A malta de Montalvão nascida em 1952 (lá está em cima, ao lado do Manuel Bicho, o meu amigo Joaquim Margarido, já falecido) no esplendor dos seus 20 anos, num espaço relvado ainda há pouco tempo.

AUTÁRQUICAS 2017: Candidaturas PSD/CDS à Câmara e Assembleia Municipal


Depois da CDU - a primeira força política que colocou na internet, de modo legível e compreensível - as listas de candidatos aos vários órgãos autárquicos do concelho, publicamos, hoje as listas da coligação A Minha Terra (PSD/PPD - CDS/PP) à Câmara e Assembleia Municipal de Nisa.
Faço-o, no rigoroso dever informativo - uma vez que o site da Câmara não serve para informar os cidadãos, a exemplo do que fez a Câmara do Porto -  e sem qualquer ideia de favor. As listas da coligação A Minha Terra estão publicadas numa página em formato jpeg e obrigou, por isso, a trabalho extra. Que fiz com gosto e sem precisar de cartas anónimas, mas "bem identificadas", para as quais estou vacinado desde há 40 anos.
À medida que for construindo os "modelos" gráficos irão sendo publicadas as listas de candidatos a todas as freguesias do concelho.

27.8.17

OPINIÃO: A morte da imprensa

A discussão já tem duas décadas. Com o crescimento da Internet e a migração para o digital, os jornais e revistas em papel foram definhando sem que as receitas de publicidade seguissem o mesmo caminho de transferência para o online. Com a estrutura de receitas progressivamente abalada, a imprensa continua à espera de encontrar um modelo de negócio que acerte com o futuro. O resultado tem-se traduzido em sucessivas vagas de despedimentos e encerramento de títulos.
A comunicação social não deveria ser encarada como uma qualquer linha de enchidos. Uma gestão que não olhe para a especificidade da informação, esvaziando as redações de recursos e consequentemente de condições para um trabalho de qualidade, induz um círculo cada vez mais difícil de inverter. Mas, não sendo um negócio qualquer, não deixam de ser empresas obrigadas à sustentabilidade. Sem independência financeira, não há independência editorial. Qualquer debate realista sobre a crise dos média tem de olhar para este pressuposto.
O problema, que mais uma vez se coloca perante o anúncio de que títulos com a espessura da "Visão" estão em risco, é que este não é um drama de jornalistas, ainda que sintam na pele a precariedade, o desemprego e a degradação a muitos níveis do jornalismo que se pratica. O problema é, antes de mais, dos leitores.
São merecidas as críticas de tantos os que diariamente batem no "clickbait", na crescente ausência da reportagem como género nobre para olhar o Mundo, na falta de investigação e no vazio de muitas abordagens. Ao mexermos com o direito público à informação, nas redações devemos ser os primeiros guardiões do rigor e da relevância no serviço que prestamos. Também é verdade que muitas das escolhas são dos leitores e que até muitas das críticas estão minadas à partida.
O problema é, além de empresarial, de cidadania e de solidez democrática. Sem uma comunicação social forte, estaremos cada vez mais na mão dos algoritmos do Facebook, das "fake news" e de fenómenos ainda mal estudados como os que contribuíram para a eleição de Donald Trump. Podemos, do lado de cá, continuar a queixar-nos ou, do lado do público, bater nos jornalistas à vontade. Como nos livros cor-de-rosa e azuis, estaremos apenas a olhar para uma parte da realidade e a demitir-nos de uma reflexão séria sobre o valor da informação.
Inês Cardoso in "Jornal de Notícias" - 25/8/2017

ALPALHÃO: Torneio Infanto-Juvenil de Futsal


MARVÃO: Festa em honra da Senhora da Estrela



26.8.17

FUTEBOL DE FORMAÇÃO: Castelo de Vide dá o exemplo!


SAÚDE: 50% dos doentes asmáticos não estão controlados

A asma é uma doença crónica muito prevalente, constituindo um problema de saúde pública do lactente ao adulto idoso. Em Portugal, cerca de um milhão de habitantes sofrem com esta doença.
A asma é responsável por múltiplos recursos aos serviços de urgência e por um número crescente de episódios de internamento hospitalar, decorrentes da gravidade clínica relacionada com um deficiente controlo. E apenas cerca de metade dos asmáticos estão controlados.
 Mas a perceção do asmático acerca do controlo da sua doença é deficiente em cerca de 80% daqueles que têm a sua qualidade de vida significativamente limitada por esta doença.
 A equipa de saúde tem um papel importante na informação e educação do asmático com vista a um melhor conhecimento da doença, aumentando-se ainda a adesão ao tratamento. Tem sido demonstrado que existe uma melhoria significativa no controlo da doença e na redução do uso de medicação de alívio, em doentes que recebem reforço de informação. E, ao mesmo tempo, reduzem- -se os custos.
 A educação do doente, bem como a implementação de programas de intervenção, multidisciplinares, permitem um melhor conhecimento da utilização dos fármacos antiasmáticos, nomeadamente dos inaladores, e dos motivos geradores do não controlo da doença.
Importa esclarecer e acabar com mitos e crenças: na maioria dos casos a asma não é difícil de diagnosticar, mesmo na criança; a asma não passa com a idade; os sintomas são a base do diagnóstico da asma; a asma pode afetar muito a qualidade de vida; a asma pode ser controlada; se bem utilizados, os tratamentos para a asma não são perigosos; os corticoides por via inalatória são seguros; os broncodilatadores não “fazem mal ao coração”; é muito perigoso deixar a asma controlar a nossa vida.
 Importa falar com os asmáticos. Colocar-lhes questões. Pedir-lhes para questionarem os profissionais sobre as suas dúvidas e receios. Importa medir o controlo. E interpretá-lo.
Tem asma, conhece asmáticos? Sabe que é uma doença crónica que tem controlo? Sabe que a maioria dos asmáticos não avalia a sua doença? Sabe que quando se avalia o controlo da asma, a maioria dos asmáticos estão mal ou muito mal controlados? E, afinal, o que é a falta de controlo? É ter sintomas diurnos e noturnos, é ter uma vida, física e psiquicamente pouco ativa, é ter crises de falta de ar, é faltar ao trabalho ou à escola, é estar sempre cansado. É frustrante.
 Consegue correr? Dorme bem? Subir escadas é possível? O nariz está sempre tapado? O que é que deixa de fazer? E os seus filhos? Afinal, não sabia que tinha asma?
O diagnóstico baseia-se nos seus sintomas e em alguns exames, iniciando-se então um programa de controlo assente em educação, evicção alergénica e alguns medicamentos, usados de uma maneira que se consiga a maior eficácia ao menor custo. E, é claro, a medicação de crise tem de estar sempre presente.
 A educação é essencial. Importa que a doença seja gerida em conjunto pelos profissionais de saúde e pelo asmático e seus familiares, isto é, consigo e para si. Participe. Inscreva-se na Associação Portuguesa de Asmáticos.
Mas também sabemos que os custos penalizam os doentes, em particular os que têm asma mais grave. A asma tem controlo, mas o custo, de facto, pode ser insuportável.
Os asmáticos não devem ter medo do tratamento, pois é a asma que cronicamente, dia após dia, ano após ano, década após década, nos perturba a qualidade de vida, em especial se não está bem controlada.
Informe-se e estabeleça uma boa relação com a equipa de saúde. Comunicação. É a “pedra de toque”. É essencial.
 Está a decorrer a campanha “Vencer a Asma”, uma iniciativa conjunta das mais importantes organizações relacionadas com a asma em Portugal, como a SPAIC (Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica), a APA (Associação Portuguesa de Asmáticos), a SPP (Sociedade Portuguesa de Pneumologia), a Fundação do Pulmão, a ANF (Associação Nacional de Farmácia) e GRESP (grupo de médicos de família interessados em patologia respiratória da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), com o apoio da GSK. Esta campanha pretende sensibilizar e alertar para a importância do controlo da Asma. Mais informações no site www.venceraasma.com.
Artigo de opinião de Mário Morais de Almeida, Presidente da Associação Portuguesa de Asmáticos

ELVAS: Detido por prática ilegal com arma de fogo

O Comando Territorial de Portalegre, através do Núcleo de Proteção Ambiental de Elvas, levou a efeito uma ação de fiscalização ontem, dia 24 de agosto, no interior de uma zona de caça, em Elvas, e deteve um indivíduo por estar a exercer a atividade de espantamento de aves, com utilização de arma de fogo, para proteção de culturas cerealíferas.
No decurso da operação, foi detetado um indivíduo na posse de dois cartuchos zagalotes e um cartucho de projétil único, bem como diversos cartuchos carregados de pólvora.
A atividade de espantamento de aves, licenciada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, apenas permite tiros de caçadeira sem chumbo pelo que a detenção de cartuchos carregados contraria a atividade licenciada, pelo que o individuo foi detido.
O suspeito foi sujeito a termo de identidade e residência.    

25.8.17

Congresso Internacional "As Linhas Defensivas entre o Século XVII e Napoleão"

Proença-a-Nova, 1 e 2 de setembro de 2017
O Município de Proença-a-Nova disponibiliza transporte aos interessados em assistir ao Congresso. O ponto de encontro é no terminal rodoviário do Parque das Nações – Gare do Oriente, em Lisboa, às 06:00 de dia 1 de setembro. O regresso será no dia 2 de Setembro após a conclusão dos trabalhos. Esta facilidade apenas se verifica com um mínimo de 20 inscritos. Durante a recepção aos participantes o Secretariado disponibilizará informação sobre os restaurantes e alojamentos aderentes onde podem beneficiar de tarifas vantajosas com a apresentação do dístico de participação no evento.
Mais informações em http://defensivelinecongress.pt/index.html

24.8.17

Associação de Dadores de Sangue comemora 27º aniversário

Este ano o simbolismo do acender das velas da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre (ADBSP) vai estar repleto de novidades, sendo certo que se mantém o espírito fraterno que norteou os eventos passados.
O 27.º aniversário da Associação tem lugar no sábado nove de setembro. Recorde-se que o surgimento da ADBSP foi por alturas de setembro de 1990.
O programa das comemorações decorre no recinto da Igreja do Senhor Jesus dos Aflitos, na antiga estrada que liga Portalegre ao Crato (coordenadas GPS: 39°15'45.2"N    7°30'50.6"W). De entre as iniciativas previstas destacamos:
Na Igreja referida será celebrada Missa pelas 11.00 horas, por intenção de todos os colaboradores, sem esquecer os já falecidos.
A Sessão Solene acontecerá logo a seguir à cerimonia religiosa e no mesmo local.
Segue-se a atuação da Banda Filarmónica do Crato.
O almoço convívio decorre nos terrenos anexos ao templo do Senhor Jesus dos Aflitos.
As inscrições para o repasto estão abertas até ao final de agosto − nas instalações da ADBSP ou no Serviço de Sangue do Hospital de Portalegre. Informação complementar em: www.facebook.com/groups/AdbsPortalegre .
Todos estão convidados a participar!

JR

NISA: As festas de Artilheiros/as em Agosto 2008







Festejaram os 60 anos na festa realizada no salão do Sport Nisa e Benfica em Agosto de 2008. Alguns dos "artilheiros" já partiram para a "grande viagem", mas a foto mostra o convívio e recorda um tempo de festa que há-de perdurar na memória. Mesmo que, à mistura, com alguma nostalgia...