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30.7.26

Montemor-o-Novo renova a sua histórica ligação ao Festival Sete Sóis Sete Luas com uma nova programação internacional


Em agosto e setembro, a cidade volta a acolher uma programação artística de grande qualidade, com concertos, circo contemporâneo e projetos musicais solidários que reúnem artistas provenientes de diferentes geografias da Rede Cultural Sete Sóis Sete Luas.

A Associação Cultural Sete Sóis Sete Luas agradece ao Município de Montemor-o-Novo pelo apoio, pela confiança e pela continuidade desta colaboração, que representa um exemplo de como a cultura pode criar pontes duradouras entre comunidades, países e gerações. Montemor-o-Novo ocupa um lugar especial na história do Festival: foi a primeira cidade portuguesa a acolherem 1993 jovens artistas provenientes da Toscana, num momento pioneiro de intercâmbio cultural que esteve na origem de uma relação construída ao longo dos anos com base na amizade, na criação artística e no diálogo entre povos.

Mais de trinta anos depois, essa ligação mantém-se viva e continua a gerar novos encontros, novas produções e novas oportunidades para artistas emergentes e comunidades locais.

A programação deste ano inicia-se com a extraordinária voz da cantora e compositora grega Xanthoula Dakovanou, no dia domingo 2 de agosto, às 21h30, no Terreiro de João de Deus. Uma viagem pelas tradições vocais da Grécia, dos Balcãs e do Mediterrâneo Oriental, através de uma artista com uma reconhecida carreira internacional.

No dia domingo 9 de agosto, às 21h30, no Auditório do Parque Urbano, será a vez dos Ayom (Angola/Brasil) subirem ao palco. A formação multicultural, composta por músicos de Angola, Brasil e Itália, apresenta uma música profundamente ligada às rotas da diáspora africana, cruzando ritmos, culturas e histórias do Atlântico.

A programação artística prolonga-se até setembro com o espetáculo “RODEO” da companhia La Banda de Otro (Andaluzia), no dia segunda-feira 7 de setembro, às 20h45, na Feira da Luz. Um espetáculo de circo contemporâneo, clownerie e malabarismo que combina humor, acrobacia e participação do público.

O Festival Sete Sóis Sete Luas mantém também a sua dimensão social e de proximidade através dos concertos solidários em instituições de Montemor-o-Novo, levando a música a novos públicos e reforçando o papel da cultura como instrumento de inclusão.

No dia 6 de agosto, às 15h, os Ayom realizam um concerto solidário no “O Sobreiro” – Associação de Proteção Social à População de Cortiçadas de Lavre.

No dia 10 de agosto, às 11h, o Centro Social e Paroquial de São Cristóvão recebe o projeto Jeunesse IX das Cidades 7Sóis, uma produção original do Festival Sete Sóis Sete Luas que reúne jovens músicos e mestres de diferentes países da Rede Sete Sóis Sete Luas, sob direção musical de Rolando Semedo (Cabo Verde).

Esta nova edição confirma mais uma vez o espírito do Festival Sete Sóis Sete Luas: promover encontros entre culturas, valorizar a criação artística contemporânea e aproximar os povos através da música, da arte e da partilha.

https://festival7sois.eu/festival-2026/montemor-o-novo-3

15.7.26

MORA: Noite especial no Festival Música no Rio junta o fado e flamenco

 


Parque Ecológico do Gameiro – Mora

📅 18 de julho de 2026

No dia 18 de julho, o Parque Ecológico do Gameiro, em Cabeção - Mora, recebe mais uma edição do Festival “Música no Rio - Os Outros Sons do Fluviário”. Uma iniciativa que celebra a diversidade musical em um dos cenários naturais mais emblemáticos do município.

Ao longo da noite, o público poderá desfrutar de uma programação que une a intensidade do flamenco, a emoção do fado e a riqueza das sonoridades ibéricas contemporâneas, reconhecidas Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, com as apresentações do grupo Flamenco Open, Pedro Moutinho e Sangre Ibérico, respectivamente.

A entrada tem o custo simbólico de 2€, valor que reverte integralmente a favor da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mora, contribuindo para apoiar o importante trabalho desenvolvido diariamente por esta Instituição junto da comunidade.

Venha viver uma noite onde o rio, a natureza e a música se encontram, em um ambiente único que convida a conhecer diferentes culturas e sons!

 

23.6.26

PORTALEGRE: 21º Portalegre JazzFest


2 a 4 JUL. QUI. a SÁB.

Festival Internacional de Jazz de Portalegre

Na sua 21º edição, o Portalegre JazzFest, festival consagrado a nível nacional, apresenta um programa muito diversificado, a começar com o ciclo de guitarra americana, no Jardim do Museu das Tapeçaria de Portalegre - Guy Fino, nos três dias do evento.

Apesar do jazz ser historicamente pouco permeável à guitarra americana tradicional, ou primitiva, conforme lhe chamou o grande John Fahey, tudo mudou com dois guitarristas americanos há cerca de três décadas, Bill Frisell e Marc Ribot (que já marcaram presença no JazzFest, Frisell em duo com o contrabaixista Thomas Morgan e Ribot a solo), vieram alterar por completo a perceção de que as três músicas americanas tradicionais, o folk, os blues e o jazz, não poderiam estar presentes simultaneamente.

Dos EUA visitam-nos Kelby Clark e Emily Robb e o norueguês Hein Westgaard, com três instrumentos e três abordagens diferentes da mesma música. Nos opostos, temos Hein Westgaard, residente em Copenhaga e um programa solo em fingerpicking, a explorar as raízes sonoras do folk ou primitivismo americano, um músico bicéfalo que divide a sua atividade musical ao lado de improvisadores, como Mat Maneri e Raymond Strid,; a guitarrista Emily Robb, apresenta-se em guitarra, elétrica e suja pelo rock. Já o virtuoso e experimental banjista Kelby Clark picoteia o seu instrumento de 5 cordas, navegando entre a tradição e o apelo doom que tanto o seduz, e a nós também.

Para os concertos after-hours convidàmos gente ilustre, de uma das cidades mais ativas do jazz no rico panorama norueguês, Bergen. A bela cidade de Bergen, situada na parte ocidental da Noruega (a cerca de 7 horas de Oslo) é, desde há cerca de uma década, um polo central para a cena criativa do jazz neste país escandinavo. Duas entidades têm sido responsáveis por esta crescente importância, o festival NattJazz, e a organização Vestnorsk Jazzsenter.

Mais do que merecidamente, o JazzFest atribui o seu foco nesta edição aos bons ventos que de lá sopram e que, ao contrário da meteorologia do país, são bem quentes. A comandar as tropas estará naturalmente em destaque o colossal saxofonista Aksel Røed que participa nos três concertos.

Aksel Røed é considerado um dos jovens músicos mais entusiasmantes da Noruega da atualidade, conhecido pelo seu trabalho com bandas como General Post Office, Other Aspects e o Knut Kristiansen Quartet. É também reconhecido como uma força motriz por trás do Bergen Improklubb e do Tedans, na mesma cidade.

Para os concertos do “meio”, os mais concorridos e em horário nobre, no Grande Auditório do CAE Portalegre, selecionámos três projetos nacionais: o Sexteto de Jazz, que regressou ao ativo e em boa hora; o duo da muito original Sara Serpa, residente em Nova Iorque, com o superlativo pianista Matt Mitchell; e o novel projeto de um dos mais excitantes músicos do novo jazz nacional, o guitarrista Mané Fernandes. Este conceito muito pessoal e decerto inclassificável (outra coisa de que gostamos), apresenta 3 cantoras, guitarra e piano e é simplesmente notável o trabalho de conceção composicional de Fernandes.

Bem-vindos ao 21º Portalegre JazzFest!

 

 

15.6.26

TRADIÇÕES: 3.º Festival “Vozes da Tradição” voltou a celebrar a música popular e tradicional na Freguesia da Lardosa


A Associação Etnográfica e Cultural “Os Loureiros” da Lardosa realizou, no passado dia 6 de junho de 2026, em Vale da Torre (Lardosa), a terceira edição do Festival “Vozes da Tradição” – Encontro de Música Popular e Tradicional da Freguesia da Lardosa, numa tarde marcada pela celebração das tradições, da música popular e do convívio entre grupos e comunidade. Para além dos anfitriões, com o Rancho Folclórico “Os Loureiros” da Lardosa a abrir o festival e o Grupo de Cantares “Os Loureiros” da Lardosa a encerrar as atuações, estiveram também presentes o Grupo de Cantares A Mensagem (NDS Guarda), o Rancho Folclórico e Etnográfico de São Miguel de Anreade (Resende), o Grupo das Pedrinhas de Arronches e o Rancho Folclórico “As Capuchinhas” de Pendilhe (Vila Nova de Paiva), proporcionando ao público uma viagem pelas diferentes sonoridades e tradições do património cultural português. O recinto de festas do Vale da Torre, bem composto, acolheu as diferentes atuações num ambiente de grande proximidade e celebração cultural, com os ranchos folclóricos a subirem ao palco principal e os grupos de cantares a atuarem no coreto, criando uma dinâmica contínua de animação ao longo de toda a tarde. A Associação Etnográfica e Cultural “Os Loureiros” da Lardosa agradece a todos os grupos participantes, voluntários, entidades colaboradoras e público presente pelo contributo para o sucesso de mais uma edição do Festival “Vozes da Tradição”, reafirmando o compromisso de continuar a promover, preservar e transmitir as tradições populares e culturais da nossa região às gerações futuras.

12.6.26

“30 Anos de Cultura em Rede: Ponte de Sor e o Festival Sete Sóis Sete Luas”


A cidade de Ponte de Sor vive este ano um momento particularmente simbólico ao celebrar 30 anos de parceria contínua com o Festival Sete Sóis Sete Luas, uma relação que se consolidou como um verdadeiro exemplo de cooperação cultural internacional, diálogo entre povos e construção de uma identidade artística aberta ao Mediterrâneo e ao mundo lusófono.

Três décadas depois do início desta colaboração, o balanço é feito com emoção e reconhecimento. Ao longo dos anos, esta parceria permitiu a criação de inúmeros projetos artísticos, residências, espetáculos e encontros entre artistas de diferentes países, sempre com o envolvimento ativo da comunidade local. O Festival e o Município de Ponte de Sor deixam um agradecimento muito especial a todos os artistas do concelho que parteciparam internacionalmente, às equipas técnicas, às freguesias e a todos os parceiros locais que, com dedicação e profissionalismo, tornaram possível este percurso cultural tão rico e consistente.

As comemorações arrancam oficialmente no dia 20 de junho, com um programa pensado para marcar de forma simbólica esta data tão significativa. A tarde será dedicada à memória e ao reconhecimento da parceria, com um momento evocativo que contará com testemunhos e intervenções oficiais. Segue-se a inauguração da exposição “Primavera su carta”, da artista italiana Daria Palotti, uma mostra de aguarelas que convida o público a mergulhar num universo delicado e poético onde a água, a cor e a imaginação se fundem numa linguagem visual muito própria. O dia termina em ambiente festivo com um beberete comemorativo e, já ao início da noite, com o espetáculo de circo “Somos”, da companhia espanhola CIRCUSPUNTO TEATRO, que promete transformar o espaço cénico num lugar de confiança, movimento e beleza partilhada entre artistas e público.

A exposição permanecerá patente no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor até 5 de setembro, reforçando a ideia de um verão cultural longo, vivo e aberto à comunidade.

Ao longo dos meses de verão, a programação estende-se por várias localidades do concelho, afirmando a vocação descentralizadora do Festival e a ligação profunda ao território. A música assume um papel central, com concertos de grande diversidade estética e geográfica, desde a música popular italiana de AMBROGIO SPARAGNA, no final de junho, até às criações musicais originais que reúnem artistas de vários países da rede Sete Sóis.

Em julho, destaca-se a apresentação da orquestra MED 7LUAS26 ORKESTRA, uma criação original do Festival que junta músicos do Mediterrâneo sob direção artística de João Barradas, afirmando o espírito de encontro e experimentação que caracteriza este projeto internacional.

O mês de agosto será marcado pelo talento jovem com o projeto JEUNESSE IX DAS CIDADES 7SÓIS, que percorre várias freguesias do concelho, dando palco a novos músicos e criadores provenientes de diferentes culturas musicais do espaço Sete Sóis Sete Luas. Trata-se de uma aposta clara na formação, na criação e na renovação artística, sempre em diálogo com mestres de referência internacional.

Já no final de agosto, o circo contemporâneo regressa com a companhia francesa LES P’TITS BRAS e o espetáculo “La Panne”, enquanto setembro traz um dos momentos mais aguardados das celebrações com propostas que cruzam flamenco, circo e criação internacional. Entre elas, destaca-se o BARCELONA FLAMENCO BALLET com “Romeo Y Julieta”, e a companhia andaluza LA BANDA DE OTRO com o espetáculo “RODEO”, ambos inseridos nas comemorações do aniversário do Centro de Artes e Cultura.

O encerramento musical ficará a cargo de mais um projeto LUSO 7SÓIS-26 e do concerto final de FIORENZA CALOGERO, que encerrará simbolicamente este ciclo festivo.

Mais do que uma programação cultural, esta edição comemorativa afirma-se como uma celebração da amizade entre povos, da criação artística em rede e do papel fundamental da cultura na construção de pontes duradouras entre comunidades.

O Festival Sete Sóis Sete Luas e a cidade de Ponte de Sor renovam assim um compromisso que, ao longo de 30 anos, tem transformado encontros em memórias e projetos em património cultural vivo.

25.8.25

PALESTINA VIVE: Soldado que participou no genocídio organiza festival israelita em Portugal esta semana

De 28 de agosto a 1 de setembro, a Aldeia da Pena (São Pedro do Sul) acolherá o festival “Anta Gathering”, um encontro psytrance onde os organizadores, a produção, o proprietário do terreno, artistas e outras entidades associadas são, quase exclusivamente, israelitas sionistas.

 O encontro é organizado pelos irmãos Shahar Pierre Bickel e Dean Bickel, que irão também participar enquanto músicos, sob os nomes artísticos Fat Cat e Bickeloz, respetivamente.

 Shahar Bickel,  o principal organizador, é um soldado reservista que regressou a Israel em outubro de 2023, quando Israel iniciava o genocídio em Gaza, para se alistar no exército de ocupação, tendo cumprido serviço militar pelo menos até dezembro desse ano. Shahar é soldado no batalhão “Sayeret Nahal”, uma unidade das forças especiais e de reconhecimento integrada na brigada Nahal. Os seus soldados são conhecidos como os “Corvos de Nahal”.

 Em maio de 2025, em plena campanha de utilização da fome como arma de guerra, Shahar promoveu uma festa do dia da “independência” de Israel, onde se celebrou a Nakba e o atual genocídio em Gaza. Essa festa foi organizada pela produtora israelita “Fusion Culture”, que fará um showcase musical no “Anta Gathering”, apresentando 5 artistas israelitas do seu catálogo.

 O encontro terá lugar num terreno propriedade de Yotam Ittah, primo dos organizadores. Yotam adquiriu esse terreno para nele construir um centro de retiros, yoga e meditação, que pudesse acolher encontros como o “Anta Gathering”.

 A cultura psicadélica em Portugal não pode ser um porto seguro para quem cometeu crimes de guerra e contra a humanidade. Não aceitamos o livre trânsito em Portugal de quem pratica, apoia, relativiza ou normaliza estes crimes.

 Não são bem-vindos!

Apelamos a um boicote total a este evento de normalização e de acolhimento de criminosos e de apologistas de crimes de guerra e contra a humanidade. Exortamos todos os que estiverem a colaborar neste evento, incluindo cidadãos e empresas portuguesas, a terminarem de imediato essa associação.

Comité de Solidariedade com a Palestina

https://bdsportugal.org/

palestinavence.blogs.sapo.pt

10.5.25

ARRONCHES acolhe Festival Terras Sem Sombra

Terras sem Sombra em Arronches. 17/Maio. “Sob o Teu Manto: Aspectos da Vida de Nossa Senhora na Música (Séc. XI-XXI)” e “Arte Rupestre” na Esperança

Próximo Concerto:

​17/05 — 21:30 ARRONCHES

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

Sob o Teu Manto:

Aspectos da Vida de Nossa Senhora na Música (Séculos XI-XXI)

Territórios Rituais: A Arte Rupestre na Freguesia de Esperança

17/05 — 15:00

ESPERANÇA

Ponto de encontro

Centro Interactivo da Ruralidade de Arronches

Actividade guiada por MANUEL CALADO – Arqueólogo

 

7.3.25

ALENTEJO: Festival Terras sem Sombra com programação para 2025

É com enorme júbilo que anunciamos a realização, de Março a Dezembro de 2025, da 𝟮𝟭𝗲𝗱𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹 𝗧𝗲𝗿𝗿𝗮𝘀 𝘀𝗲𝗺 𝗦𝗼𝗺𝗯𝗿𝗮 intitulada «𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀, 𝗜𝗻𝘁𝗲́𝗿𝗽𝗿𝗲𝘁𝗲𝘀, 𝗠𝘂𝘀𝗮𝘀: 𝗢 𝗘𝘁𝗲𝗿𝗻𝗼 𝗙𝗲𝗺𝗶𝗻𝗶𝗻𝗼 𝗲 𝗮 𝗖𝗼𝗻𝗱𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝘂𝗹𝗵𝗲𝗿 𝗻𝗮 𝗠𝘂́𝘀𝗶𝗰𝗮 (𝗦𝗲́𝗰𝘂𝗹𝗼𝘀 𝗫𝗜𝗜𝗜-𝗫𝗫𝗜)».

A candidatura do Terras sem Sombra ao Apoio Sustentado às Artes, da Direção-Geral das Artes, para 2025-2026, na área da Programação, foi aprovado por esse organismo, em sede de concurso nacional. Desde 2022 que o Festival tinha visto sucessivamente preteridas as suas candidaturas a essa linha de apoios, não obstante as altas classificações atribuídas pelos respectivos júris às candidaturas, o que se revelou deveras prejudicial e contribuiu para aprofundar o fosso entre a vida cultural nos grandes centros e no Alentejo e regiões vizinhas, pondo em causa a coesão territorial. Tão injusta situação foi agora, felizmente, reposta.

Neste momento de júbilo e partilha, não podemos deixar de agradecer a colaboração recebida em 2024 da Fundação "la Caixa" de todos os municípios que são parceiros do Terras sem Sombra e das instituições de países amigos – Áustria, Bélgica, Espanha, Filipinas, Itália, República Checa –, colaboração que se revelou fundamental para manter vivo este projecto de descentralização cultural nos quatro distritos do Alentejo (Beja, Évora, Portalegre e Setúbal), sem esquecer o Ribatejo.

O Festival Terras sem Sombra, fundado em 2003, tem vindo a realizar-se, de forma ininterrupta, desde então. Configura a temporada musical do Alentejo e abrange, além da música erudita, o património cultural e a salvaguarda da biodiversidade.

 

9.10.24

NISA acolhe Festival de Caminhadas do Alentejo

O Alentejo Walking Festival pretende celebrar, entre os dias 10 e 20 de outubro, a natureza e a cultura do Alentejo através de caminhadas pela rede de percursos pedestres dos municípios do Alentejo. O Município Nisa vai integrar este evento com dois percursos: ▪ 19 de Outubro - Percurso PR11 NIS "Trilho da Barca D'Amieira; ▪ 20 de Outubro - Percurso PR9 NIS "Trilho da Mina de Ouro do Conhal". Para mais informações e inscrições aceda ao site: https://alentejowalkingfestival.pt/percursos/

26.9.24

Marvão celebra as suas origens com o Festival Al Mossassa

Festival realiza-se de 4 a 6 de Outubro
De 4 a 6 de outubro, Marvão volta a celebrar a autenticidade das suas origens com o Festival Al Mossassa. Durante estes três dias, a parte alta da vila dá espaço à imaginação e leva-nos a recuar até ao séc. IX, data da sua fundação por Ibn Marwan. Para recordar as raízes árabes da vila, o Município de Marvão, promotor desta que é também conhecida como a Festa da Fundação, preparou um programa diário muito diversificado e rico em atividades. Entre recriações históricas, espetáculos de música, dança, artes circenses, cavaleiros em duelos de espadas, a 17ª edição do Festival Al Mossassa convida a uma visita prolongada a Marvão, para uma experiência cultural inesquecível. No Mercado das Três Culturas, numa autêntica viagem pelo tempo, vão poder explorar-se os produtos, saberes e sabores das culturas islâmica, judaica e cristã. Entre os grandes destaques da programação está o espetáculo “Ali Hassan e a Cisterna Oculta”, agendado para as noites de sexta-feira e sábado (21h30). Este momento conta a história de Ali Hassan que, perante um cenário desesperante de seca e opressão do povo, tem a audácia de partir à descoberta e de desafiar os seus limites, transformando a desolação do povo num oásis de liberdade.
O Festival Al Mossassa inclui ainda um espaço dedicado às atividades da época, com artesanato, acampamentos militares (cristão e árabe), exposição de armas, jogos medievais, oficina de esgrima, tiro com arco e uma mostra de serpentes e cetraria. A entrada no certame custa 2€ e é gratuita para menores de 12 anos, com parte da receita a reverter a favor de quatro instituições particulares de solidariedade social do concelho. A inauguração oficial do XVII Festival Al Mossassa está agendada para as 18h00 de sexta-feira, dia 4, no átrio dos Paços do Concelho. Conheça o programa completo em: https://bit.ly/3XVoleK

2.8.24

CASTELO DE VIDE: 11 cervejeiras vão participar na II edição do Festival da Cerveja Artesanal

A segunda edição do Festival de Cerveja Artesanal (Beer Garden), que vai decorrer em Castelo de Vide, de 8 a 10 de agosto, conta este ano com a presença de onze cervejeiras, dez portuguesas e uma espanhola, um stand de cidras e uma banca de cocktails.
O evento, promovido pela cervejeira Barona, com sede em Castelo de Vide, conta ainda com animação de rua e concertos, lançamento de novas cervejas e uma prova comentada de cervejas envelhecidas.
Em declarações à Rádio Portalegre, Diogo Barriga, da cervejeira Barona, disse que o principal objetivo do evento é a promoção da cultura cervejeira de Portugal.
Diogo Barriga acrescentou que na primeira edição, no ano passado, durante os três dias do evento, foram vendidos entre 1500 a 2000 copos.
O festival, de entrada livre, vai decorrer no Parque João José da Luz, em Castelo de Vive, inserido nas Festas de Agosto.

2.7.24

PORTALEGRE acolhe Festival Internacional de Cinema PERIFERIAS

 
12 e 13 JUL. SEX e SÁB. 18.30H
Festival Internacional de Cinema PERIFERIAS - 12º aniversário
Cinema | PA | 4€ | M/12 anos
Com uma aposta focada no cinema documental e de autor, o Festival Internacional de Cinema Periferias celebra este ano a sua 12ª edição, de 9 a 17 de agosto. Trata-se de um marco significativo, que será assinalado com a realização de duas sessões especiais no CAE Portalegre.
Dia 12 Julho - 18.30h
A FLOR DO BURITI - Joao Salaviza & Renée Nader Messora
2023 - Brasil/Portugal - Drama - 124 min.
Através dos olhos da filha, Patpro vai percorrer três épocas da história do seu povo indígena, no coração da floresta brasileira. Incansavelmente perseguidos, mas guiados pelos seus ritos ancestrais, pelo seu amor pela natureza e pela sua luta para preservar a liberdade, os Krahô reinventam diariamente novas formas de resistência.
 Dia 12 Julho - 22.00h
SOEMA MONTENEGRO – Concerto no Pátio da Casa – entrada livre
Pátio da Casa Café Concerto - Música Latino-Americana
Nascida na Argentina, a cantora, compositora e investigadora da voz latino-americana e ancestral reafirma a sua identidade musical, através do cruzamento de paisagens, sonoridades e experiências poéticas. Soema inspira-se nas tradições indígenas e na natureza, mantendo-se relevante e inovadora.
 Dia 13 Julho - 18.30h
DEBAIXO DAS FIGUEIRAS - Erige Sehiri
2022 - Tunísia, Suíça - Drama - 92 min.
Entre as árvores, os jovens que trabalham na colheita de Verão desenvolvem novos sentimentos, flertam, tentam compreender-se mutuamente, encontram (e fogem de) ligações mais profundas.


21.6.24

PONTE DE SOR: As músicas e o circo do Mediterrâneo animam o verão

Festival Sete Sóis Sete Luas está de volta ao Alentejo
O Festival Sete Sóis Sete Luas está de volta a Ponte de Sor (...são quase 30 anos!), trazendo uma programação internacional de grande qualidade. Durante 10 noites, as músicas do Mediterrâneo vão se fundir com o circo, animando o concelho de Ponte de Sor. Além da rica programação musical e circense, o festival apresenta muitos concertos de solidariedade, para garantir o acesso à cultura a todos os residentes nos lares do concelho.
A intensa programação do Festival em Ponte de Sor acompanhará todo o verão, começando no domingo, 23 de junho, com a prestigiada companhia espanhola de teatro de rua TRUCA CIRCUS, que apresentará o premiado espetáculo «SOPLA!». A programação contará com o conhecido músico da Eslovénia Teo Collori  que irá dialogar e criar originais duetos com as sonoridades do mestre da guitarra portuguesa Custódio Castelo. Não faltarão as novas orquestras originais do Festival Sete Sóis Sete Luas com músicos vindos de todo o Mediterrâneo e do mundo lusófono, que nas instalações do Centrum Sete Sóis Sete Luas de Ponte de Sor irão encontrar-se pela primeira vez para criar um repertório totalmente novo. O encerramento acontecerá no sábado, 7 de setembro, com a criação original do festival, a LUSO 7LUAS BAND (MEDITERRÂNEO).
Um agradecimento especial ao Município de Ponte de Sor pelo apoio e pela parceria de quase 30 anos, e à Dg Artes pelo apoio às criações musicais originais. A entrada é livre a todos os eventos.
Para o programa completo e todas as informações necessárias, visite o site - https://festival7sois.eu/festival-2024/ponte-de-sor-2


10.6.24

CABRELA (Montemor-o-Novo): “Alentejo World Heritage Festival” homenageia Fado, Cante Alentejano e Morna


O programa irá celebrar o encontro de culturas entre Portugal e Cabo Verde
O “Alentejo World Heritage Festival” está de regresso à vila alentejana de Cabrela, em Montemor-O-Novo, nos dias 28, 29 e 30 de Junho, para uma edição que vai homenagear o Fado, o Cante Alentejano e a Morna, tradições musicais reconhecidas como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.
Esta segunda edição, promovido pela Égide – Associação Portuguesa das Artes, em conjunto com a Associação Lar Doce Ler, decorre dentro do casco histórico da vila de Cabrela, uma das vilas mais antigas do país.
O programa irá, ao longo de três dias, celebrar o encontro de culturas entre Portugal e Cabo Verde, num formato «à sombra», que leva o público a conhecer os encantos e recantos desta vila alentejana.
Para o dia 28 de Junho está agendada uma atuação da tour ‘Portuguesa’ de Carminho. Ainda no arranque do Festival, Marco Oliveira e Ricardo Parreira vão apresentar aos mais novos aquela que é a maior fadista portuguesa do século XX com um concerto dedicado à vida e obra de Amália Rodrigues.
No programa do “Alentejo World Heritage Festival” destaca-se ainda a projeção do documentário “Cesária Évora”, que dá a conhecer a todos a história da “Barefoot Diva”, a cantora mais internacional de Cabo Verde.
Na noite de 29 celebra-se a diversa e  cultura cabo-verdiana com um jantar dançante, com mornas e cachupa, ao som dos músicos Leonel Almeida e Nando Andrade. O dia termina com um concerto das vozes e ritmos de Nancy Vieira, Cristina Clara, Batucadeiras Freireanas Guerreiras e Daniel Bernardes.
Para o último dia do festival, 30 de Junho, está marcado um recital de canto e piano com a soprano Susana Gaspar e o pianista Nuno Vieira de Almeida, dupla que vai homenagear os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões.
A agenda fica completa com a atuação do Grupo Coral Fora d’Oras de Montemor-o-Novo, que encerrará o festival com concerto que funde as culturas celebradas nesta 2ª edição do “Alentejo World Heritage Festival”.
A Casa do Povo e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição são dois dos espaços da Vila de Cabrela que vão ser palco, ao longo dos três dias, das expressões musicais consideradas Património Imaterial da Humanidade.
Os bilhetes já estão à venda na BOL.

Programa: 
28 de Junho 
16h00:  Concerto para crianças – “Amália já sei quem és”. Entrada livre com inscrições limitadas para o email: associacaolardoceler@gmail.com Local: Igreja de Nossa Senhora da Conceição
21h30: Concerto “Portuguesa”, por Carminho. Bilhetes à venda na Bol e nos locais habituais.
29 de Junho 
15h00: Projeção do documentário “Cesária Évora” e debate com a realizadora Ana Sofia Fonseca. Entrada livre e limitada à capacidade da Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Inscrições para o email info@egideartes.pt
19h00: Jantar dançante, com mornas e cachupa na Casa do Povo. Músicos convidados, Leonel Almeida e Nando Andrade. Bilhetes à venda na Bol e nos locais habituais (bilhete único: jantar + concerto)
21h30h: Concerto World Heritage com Nancy Vieira, Cristina Clara, Batucadeiras Freireanas Guerreiras e Daniel Bernardes. Bilhetes à venda na Bol e nos locais habituais.
30 de Junho 
16h00: Recital de Canto e Piano (celebração dos 500 anos de nascimento de Luís Vaz de Camões) com a soprano Susana Gaspar e o pianista Nuno Vieira de Almeida. Bilhetes à venda na Bol e nos locais habituais. Local: Igreja de Nossa Senhora da Conceição
17h00: Grupo Coral Fora d’Oras de Montemor-o-Novo. Local: Adro da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.

5.6.24