Descubra
um território onde a história milenar, a força da paisagem e a criação
artística dialogam em experiências únicas.
Junte-se
a nós e venha conhecer Coruche através de um novo olhar.
Todas
as atividades são de acesso livre e gratuito
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Duração: 1 h 30 min.
«Do Romantismo ao Âmago da Modernidade: Essências e
Rupturas» é o título do concerto da noite de sábado, 27 de junho (21h30), na
igreja matriz de Belver, monumento que se destaca pela nave coberta por abóbada
de nervuras e pelo retábulo-mor barroco, além das qualidades acústicas. Em
palco, o italiano Duo Baldo-Consonni, formado pela violoncelista Lorenza Baldo
e a pianista Martina Consonni.
O programa percorre mais de século e meio de criação musical
europeia: Beethoven parte de Mozart para construir um refinado exercício de
invenção; Schumann convoca o universo popular com a sensibilidade poética do
romantismo alemão; Stravinsky revisita a tradição italiana do século XVIII com
a liberdade e a ousadia da modernidade; e Castelnuovo-Tedesco recupera a figura
de Fígaro e a vitalidade teatral de Rossini numa obra de grande brilho
instrumental. Exercício de visitação à memória e à reinvenção, à tradição e à
transformação, o concerto propõe uma escuta atenta ao modo como a música
perpassa os séculos renovando continuamente os seus próprios horizontes.
Fundado em 2019 no âmbito da Academia Pianística
Internacional Incontri col Maestro, de Imola, o Duo Baldo-Consonni tem
percorrido salas de referência na Europa, na Ásia e na Oceânia, construindo uma
obra camerística que dialoga com a tradição sem se deixar aprisionar por ela.
Martina Consonni, considerada uma das pianistas italianas mais promissoras da
sua geração, já se apresentou na Philharmonie de Berlim, na Wigmore Hall de
Londres e no Teatro alla Scala de Milão. A violoncelista Lorenza Baldo
distingue-se pela consistência do trabalho de câmara e pela colaboração com
músicos de referência europeus.
Concerto «Um Piano, Quatro Mãos: Obras de Compositoras Polacas e
Portuguesas dos Séculos XX/XXI»
Próximo Concerto:
17/05 — 21:30 ARRONCHES
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção
Sob o Teu Manto:
Aspectos da Vida de Nossa Senhora na Música (Séculos XI-XXI)
Territórios Rituais: A Arte Rupestre na Freguesia de Esperança
17/05 — 15:00
ESPERANÇA
Ponto de encontro
Centro Interactivo da Ruralidade de Arronches
Actividade guiada por MANUEL CALADO – Arqueólogo
É com enorme júbilo que anunciamos a realização, de Março a Dezembro de 2025, da 𝟮𝟭.ª 𝗲𝗱𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹 𝗧𝗲𝗿𝗿𝗮𝘀 𝘀𝗲𝗺 𝗦𝗼𝗺𝗯𝗿𝗮 intitulada «𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀, 𝗜𝗻𝘁𝗲́𝗿𝗽𝗿𝗲𝘁𝗲𝘀, 𝗠𝘂𝘀𝗮𝘀: 𝗢 𝗘𝘁𝗲𝗿𝗻𝗼 𝗙𝗲𝗺𝗶𝗻𝗶𝗻𝗼 𝗲 𝗮 𝗖𝗼𝗻𝗱𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝘂𝗹𝗵𝗲𝗿 𝗻𝗮 𝗠𝘂́𝘀𝗶𝗰𝗮 (𝗦𝗲́𝗰𝘂𝗹𝗼𝘀 𝗫𝗜𝗜𝗜-𝗫𝗫𝗜)».
A candidatura do Terras sem Sombra ao
Apoio Sustentado às Artes, da Direção-Geral das Artes, para 2025-2026, na área
da Programação, foi aprovado por esse organismo, em sede de concurso nacional.
Desde 2022 que o Festival tinha visto sucessivamente preteridas as suas
candidaturas a essa linha de apoios, não obstante as altas classificações
atribuídas pelos respectivos júris às candidaturas, o que se revelou deveras
prejudicial e contribuiu para aprofundar o fosso entre a vida cultural nos
grandes centros e no Alentejo e regiões vizinhas, pondo em causa a coesão
territorial. Tão injusta situação foi agora, felizmente, reposta.
Neste momento de júbilo e partilha,
não podemos deixar de agradecer a colaboração recebida em 2024 da Fundação
"la Caixa" de todos os municípios que são parceiros do Terras sem
Sombra e das instituições de países amigos – Áustria, Bélgica, Espanha,
Filipinas, Itália, República Checa –, colaboração que se revelou fundamental
para manter vivo este projecto de descentralização cultural nos quatro
distritos do Alentejo (Beja, Évora, Portalegre e Setúbal), sem esquecer o
Ribatejo.
O Festival Terras sem Sombra, fundado
em 2003, tem vindo a realizar-se, de forma ininterrupta, desde então. Configura
a temporada musical do Alentejo e abrange, além da música erudita, o património
cultural e a salvaguarda da biodiversidade.