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28.7.26

ÉVORA: Na FEA “Uma viagem depois do pôr do sol”

 


6 de agosto | 21h00

Coleção de Carruagens

O verão convida-nos a partir. Hoje, basta escolher um destino. Mas houve um tempo em que a própria viagem era o acontecimento. No século XIX, partir já significava descobrir novos lugares, alargar horizontes e afirmar um modo de estar no mundo, mas estava ao alcance de poucos. Entre carruagens elegantes, grandes itinerários pela Europa e os rituais da alta sociedade, cada percurso era vivido com tempo, curiosidade e requinte.

Nesta visita noturna, percorra o imaginário de uma época em que viajar era um privilégio e uma forma de conhecer o mundo, através das carruagens que deram corpo a esse espírito de descoberta. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia,

18.4.26

ÉVORA: Conferência "O Futuro do Terceiro Setor: Pessoas, Valores e Compromisso


Data: 6 de maio

Horário: 14h15 - 17h00

Local: Auditório do Centro de Inovação Social da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora.

A Área Social da Fundação Eugénio de Almeida convida-o (a) a participar nesta conferência dedicada à reflexão e ao debate sobre o papel do Terceiro Setor na promoção da participação cidadã, da inclusão e da coesão social, reforçando a sua importância como agente de mudança e parceiro na construção de políticas públicas mais participativas.

Destinatários: Organizações do Terceiro Setor e  Comunidade em Geral

Programa:

14h15 – Acolhimento

14h30 – Abertura

Pedro Oliveira, Presidente do Conselho Executivo da Fundação Eugénio de Almeida

14h40 – "O Futuro do Terceiro Setor: Pessoas, Valores e Compromisso"

- Fabiana Fernandes, Diretora da Academia Geração

- Rui Nunes da Silva, Presidente do IPAV e CEO da Academia de Líderes Ubuntu

- Rita Leote, Diretora Executiva da Plataforma Portuguesa das ONGD

15h40 - Moderação e Debate por Luís Matias, sociólogo

16h15 – Encerramento e Cartuxa de Honra

Inscrição Gratuita mediante inscrição prévia.


 

 

 

21.4.24

ÉVORA: VENHAM + 50 | O que fazer com esta Liberdade?

 
CICLO DE CONVERSAS NA FEA
Venham + 50! Conversas daqui para a frente
O que fazer com esta liberdade?
Com Irene Flunser Pimentel, historiadora
Cândida Pinto, jornalista
Clara Não, ilustradora
Imaginar o Futuro sob o duplo signo da Liberdade e da Esperança. Este é o mote do ciclo Venham + 50, através do qual o Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida convida várias personalidades a refletirem sobre o mundo que nos rodeia e os grandes desafios e oportunidades que hoje se colocam. No ano em que se celebram cinco décadas de Democracia em Portugal, olhamos novamente em frente.
Curadoria e moderação: Bruno Fraga Braz.
IRENE FLUNSER PIMENTEL
Mestre em História Contemporânea (Século XX) e doutorada em História Institucional e Política Contemporânea, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Investigadora do Instituto de História Contemporânea (FCSH da UNL), autora de ‘História das Organizações Femininas do Estado Novo’ (2000, Prémio Carolina Michaëlis em 1999), de ‘Judeus em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial. Em Fuga de Hitler e do Holocausto’ (2006, Prémio ex-aequo Adérito Sedas Nunes, atribuído pelo Instituto de Ciências Sociais em 2007), de ‘A História da PIDE ‘(2007, Prémio Especial Máxima em 2008), de ‘Tribunais Políticos. Tribunais Militares Especiais e Tribunais Plenários durante a Ditadura e o Estado Novo’, em coautoria com Fernando Rosas, João Madeira, Luís Farinha e Maria Inácia Rezola (2009), de ‘A cada um o seu lugar’ (2011, Prémio Ensaio 2012 da Máxima), de ‘O Caso da PIDE/DGS’ (2017), de ‘Holocausto’ (2020, vencedor do Prémio Fundação Calouste Gulbenkian, na categoria «História da Europa», em 2021) e de ‘Informadores da Pide – Uma Tragédia Portuguesa’ (2022). Distinguida com o Prémio Pessoa, em 2007, e com o Prémio Seeds of Science, na categoria «Ciências Sociais e Humanas», em 2009, e condecorada com a Ordem Nacional da Legião de Honra pelo Governo de França, em 2015.
CÂNDIDA PINTO
É jornalista e vive em Lisboa. Licenciada em Comunicação Social, iniciou a vida profissional na rádio (RDP e TSF). Optou depois pela televisão na RTP. Em 1992, fez parte do grupo fundador da SIC, onde foi repórter, editora de Internacional e coordenadora do programa Grande Reportagem. Exerceu as funções de diretora da SIC Notícias e diretora-adjunta do semanário Expresso. Em 2019, foi diretora-adjunta de Informação na RTP. Ao longo dos anos, foi enviada especial a Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Iraque Afeganistão, Paquistão, Líbia, Líbano, Haiti, Venezuela, Kosovo, Rússia e Ucrânia, onde esteve por quatro vezes, em 2022. Recebeu vários prémios de jornalismo, tanto nacionais como internacionais. É grande repórter na RTP.
CLARA NÃO
É ilustradora, feminista em construção, cresceu no Porto e vive em Lisboa. Licenciada em Design de Comunicação, pela Faculdade de Belas Artes do Porto, fez Erasmus na Willem de Kooning Academie, em Roterdão, onde focou os seus estudos em Ilustração e Escrita Criativa. Mais tarde, tornou-se mestre em Desenho e Técnicas de Impressão, tendo estudado a relação fabular entre Desenho e Escrita. Destaca-se pela irreverência e ironia, reivindicando a igualdade, tratando tabus da sociedade e explorando experiências pessoais. Em 2019, lançou o seu primeiro livro, editado pela Ideias de Ler, intitulado Miga, esquece lá isso!— Como transformar problemas em risadas de amor-próprio. O livro foi o bestseller nacional durante várias semanas. Entre 2019 e 2021, foi cronista mensal do jornal Gerador. Desde 2022, é cronista semanal do semanário Expresso. Nas horas vagas, canta Britney.

15.11.23

ÉVORA: Exposição Unreliable Memories, de Lev Manovich na FEA

Vivemos atualmente o início de uma nova revolução tecnológica na arte e nos média — o desenvolvimento de novas ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para a criação de imagens. Essas ferramentas podem gerar automaticamente imagens do mais absoluto realismo, bem como imitar estilos de inúmeros artistas, fotógrafos e ilustradores. O Financial Times refere-se ao momento como “crucial na história da arte.” A New York Magazine declarou: “Como trabalhamos — até como pensamos — muda quando podemos gerar imagens convincentes tão imediatamente.” De acordo com a revista Wired, “A inteligência artificial consegue agora fazer arte melhor do que a maioria dos humanos.”
Nesta exposição, Lev Manovich investiga algumas dessas questões e apresenta um conjunto de trabalhos especificamente desenvolvido para esta exposição, que inclui também uma série de desenhos e gravuras criados por pelo artista entre 1981 e 1990, e que permaneceram inéditos até hoje.
O Serviço Educativo da Fundação Eugénio de Almeida realiza visitas guiadas à exposição para o público em geral e visitas jogo para escolas e famílias.
Classificação etária: m/3
Site: http://www.fea.pt
Redes Sociais:
Facebook: @fundacaoeugeniodealmeida
Instagram: @fundacao_eugenio_de_almeida
Organização: Fundação Eugénio de Almeida
Curadoria: José Alberto Ferreira
Largo do Conde de Vila Flor 7000-804


3.10.23

ÉVORA: Workshop “As Dores do Crescimento” na FEA

Data de realização: 9 de outubro de 2023
Horário: 09h30 às 17h30
Local: Centro de Inovação Social (Rua Vasco da Gama, nº 13, Évora)
Destinatários: Artesãos, designers, criativos de produtos artesanais, e empreendedores sociais do Alentejo Central.
Objetivo Geral: promover o conhecimento sobre as fases do crescimento de um negócio e os desafios da sua gestão, bem como apresentar alguns cuidados que os artesãos/empreendedores precisam de seguir para fazer com que o seu negócio cresça de forma sustentável.
Objetivos de Aprendizagem:
No final do Workshop, os participantes deverão ser capazes de:
Reconhecer o mito do empreendedor;
Identificar as principais fases de crescimento de um negócio e os seus desafios;
Conhecer a sua Proposta Única de Valor;
Estruturar um plano de negócios;
Conteúdos Programáticos:
O mito do empreendedor e a forma como influência as nossas decisões;
As fases de crescimento de um negócio;
Como identificar a nossa PUV e o reconhecimento do mercado;
Como estruturar um plano de negócios;
O desafio de transformar lucro em fluxo de caixa;
Plano de ação.
Modalidade da Formação: contínua e presencial
Formador: Joaquim Barroso, consultor de empresas para as áreas de Learning & Development e Business Coaching, trabalhando com executivos de diversas empresas em temas relacionados com Gestão, Liderança, Vendas e Finanças Empresariais.
Com uma vasta experiência como Diretor Financeiro em várias indústrias, sempre se dedicou à investigação na área do Capital Humano, tendo desempenhado funções de Vice-Presidente numa multinacional americana que trabalha na área do desenvolvimento de competências de executivos e talent management.
É formador certificado em formação presencial e à distância, tendo certificações internacionais como formador em gestão e liderança pelo Institute of Leadership and Management (ILM, UK) e pelo Chartered Institute of Personnel and Development (CIPD, UK). Possui uma licenciatura em Economia, uma pós-graduação em Auditoria e Revisão de Contas, um mestrado em Economia e um Doutoramento em Economia.
Critérios de seleção:
- Ser artesão, designer, criativo de produtos artesanais, e empreendedor social do Alentejo Central;
- Dar-se-á preferência aos artesãos, designers, criativos do concelho de Évora;
- Data de inscrição.
Valor da inscrição: 20 €
Prazo para inscrição: 4 de outubro


1.10.23

ÉVORA: Conferência - O Futuro das Organizações da Economia Social nos Territórios de Baixa Densidade

No ano em que celebra o seu 60º aniversário, a Fundação promove a Conferência “O Futuro das Organizações da Economia Social no Territórios de Baixa Densidade”, visando refletir e debater o papel deste sector no futuro que se apresenta tão desafiante.
Destinatários: Dirigentes e técnicos de organizações do terceiro setor, investigadores, empreendedores sociais, estudantes e comunidade em geral.
Programa:
14h15 – Sessão de Abertura
Maria do Céu Ramos, Vogal do Conselho Executivo da Fundação Eugénio de Almeida
José Ramalho, Diretor do Centro Distrital do Instituto da Segurança Social de Évora
14h45 – Intervenções
Rogério Roque Amaro, Professor Associado aposentado do ISCTE, no Departamento de Economia, investigador no Centro de Estudos Internacionais.
João César das Neves, Professor Catedrático, é doutorado e licenciado em Economia pela CATÓLICA-LISBON, lecionando nas áreas de Economia e Ética Empresarial.
Cátia Sá Guerreiro, Diretora do Programa de Gestão de Organizações Sociais da AESE Busines School, Senior Teaching Fellow na área de Fator Humano na Organização e integra a equipa de Coaching. Dirige o Programa de Liderança no Feminino – One Steap Ahead.
15h45 – Debate
Modera Maria da Saudade Baltazar, socióloga e Professora Associada no Departamento de Sociologia da Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora.
16h15 – Cartuxa de Honra
Participação gratuita, mediante inscrição prévia em »»»» https://www.fea.pt/social/qualificacao-para-o-terceiro-setor/formacao/detalhe/conferencia-o-futuro-das-organizacoes-da-economia-social-nos-territorios-de-baixa-densidade

17.7.21

ÉVORA: Exposição “Santuários” de Renée Gagnon na Fundação Eugénio de Almeida


Antas megalíticas fotografadas e reinventadas pela pintura
O Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida apresenta, a partir de 17 de julho de 2021, em Évora, a exposição “Santuários”, de Renée Gagnon, com curadoria de Manuel Costa Cabral.
Renée Gagnon, artista canadiana a residir em Portugal há várias décadas, apresenta nesta exposição fotografias de grande formato, que representam antas irlandesas, bretãs, holandesas e portuguesas. Sobre cada fotografia – que edita e prepara com transformações por vezes subtis – a artista usa com gestos precisos guache, lápis, aquarela. Frente às fotografias de antas realizadas na Bretanha, na Bélgica e em Portugal, num corpus não exaustivo de 21 peças, Renée Gagnon transforma, aprofunda, inventa, clarifica.
Num dos textos incluídos no catálogo que acompanha exposição, assinado por João Pinharanda, Diretor do Instituto Camões, em Paris, pode ler-se: “A ambiguidade de estatutos e indizibilidade de sentidos das obras de Renée Gagnon é acentuada pela ambiguidade disciplinar em que se situam. São, de facto, fotografias pintadas: embora pudesse parecer que uma simples manipulação digital bastaria para alcançar resultados sensivelmente idênticos, o registo mecânico é contrariado por uma máscara pictórica de lenta e preciosa execução num cruzamento de tal modo subtil que pode escapar a olhares menos atentos. O tempo imediato da fotografia e o tempo lento da pintura, o tempo histórico longo e o tempo da sua / da nossa própria experiência cruzam-se no campo do discurso especulativo que a artista desenvolve. É este conjunto de recursos sobrepostos que nos oferece as cenografias instáveis onde podemos introduzir de novo a dominante Tempo como eixo de entendimento da série.”
Na mesma publicação, o arqueólogo Manuel Calado afirma que o trabalho de Renée Gagnon se focou, sobretudo, “em monumentos relativamente anónimos, embora imponentes, em quatro áreas bastante diferenciadas, na Europa ocidental (Bretanha, Holanda, Portugal e Irlanda), cujas relações com as respetivas paisagens se mantêm relativamente intactas, bem integradas, e onde se pode sentir, com menos interferências, a força intemporal destas verdadeiras obras de arte, muito valorizadas, certamente, nas suas épocas, patinadas entretanto pelo passar do tempo e amplificadas, hoje em dia, pelo distanciamento e pela estranheza.” E acrescenta: “Os monumentos megalíticos europeus são obras da criatividade humana que atravessaram milénios e aterraram, mais ou menos incólumes, no nosso tempo. Olhá-las com olhos de ver e, de certo modo, recriá-las, é uma homenagem justa aos nossos antepassados, os artistas megalíticos, sonhadores como nós e, como os artistas do nosso tempo, abrindo caminhos novos e, como sempre, insondáveis.”
Por seu lado, José Alberto Ferreira, Diretor do Centro de Arte e Cultura, considera Renée Gagnon uma viajante que, “na sua busca destes santuários que pontuam há milénios as paisagens da Europa, percorreu e fotografou antas na Irlanda, Bretanha, nos Países Baixos. Fotografou também antas do Alentejo, território de eleição no qual apresenta agora o seu trabalho. É este mapa de afetos que o Centro de Arte e Cultura agora tem o gosto de acolher e partilhar”.
A exposição poderá ser visitada de 3ª feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00, com entrada livre. 
Mais informação em https://www.fea.pt/centrodearteecultura/santuarios.