Mas a festa faz-se também de primeiras vezes: dos ganenses EYYA à sul-africana Nomfusi, sem esquecer os portugueses Miss Universo, e o projeto João Palavra, há novos encontros para descobrir.
Nos 50 anos da ACERT, permanecemos fieis ao percurso que
temos vindo a construir e, correndo o risco de nos tornarmos previsíveis, insistimos
naquilo que nunca queremos mudar: ser um festival de muitas geografias
musicais; um espaço de celebração da diversidade na sua plenitude; uma casa de
multiculturalidade, inclusão e ecletismo; um território habitado pela sua
comunidade e sempre aberto a quem o queira descobrir; um farol para paz sempre
desejada.
Repetimos este destino com a felicidade de quem regressa a
casa ano após ano.
Vamos embarcar nesta viagem de regresso?
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