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28.5.26

MARE lança campanha sobre “invasores” aquáticos, um problema de 423 mil milhões de dólares


No âmbito da Semana sobre Espécies Invasoras #SEI2026, o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e o ARNET – Rede de Investigação Aquática revelam os rostos (e as barbatanas) das maiores ameaças à biodiversidade aquática em Portugal.

 De tartarugas “libertadas” a peixes de 120kg, passando por minhocas marinhas e algas invasoras: a ciência sai à rua para alertar para um prejuízo global de 423 mil milhões de dólares por ano.

 A campanha vai estar no ar entre os dias 25 e 29 de maio, com forte aposta no digital e através de cartazes físicos em locais estratégicos a nível nacional.

 O que têm em comum uma tartaruga de estimação, um peixe-gato, uma minhoca marinha que é isco na pesca e uma alga castanha do Pacifico que nos impede de gozar as praias no Verao? Todos fazem parte de uma “lista negra” que está a transformar os ecossistemas aquáticos portugueses. Entre os dias 25 e 29 de maio, o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e o Laboratório Associado ARNET – Rede de Investigação Aquática lançam uma campanha de sensibilização para alertar os cidadãos: as espécies invasoras não são apenas um problema da natureza, são um desafio económico e social.


Integrada na Semana sobre Espécies Invasoras (#SEI2026), a campanha utiliza uma abordagem direta e visual – através de redes sociais e cartazes físicos em locais estratégicos como Lisboa, Cascais, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Mação, Gavião, Penamacor algumas das áreas mais afetadas – para mostrar que o comportamento humano é, muitas vezes, a porta de entrada para estes intrusos indesejados.

Cinco dias, cinco alertas

A campanha foca-se em quatro espécies críticas, terminado com um alerta global para este problema:

A "falsa liberdade" das tartarugas (25 maio): a libertação de tartarugas exóticas em lagos e rios afeta as espécies nativas. O que parece um ato de bondade é um crime ambiental.

 O ganso coreano (26 maio): minhoca marinha usada como isco vivo. O simples gesto de deitar o resto do isco à água no final da pescaria pode introduzir um invasor nos nossos estuários.

 O gigante do Tejo (27 maio): peixe-gato-europeu ou siluro pode atingir 2,8 metros. “Ninguém o come, mas ele come tudo”, avisa o investigador do MARE, Filipe Ribeiro. A solução? O controlo também passa pela gastronomia.

 O tapete sufocante (28 maio): a alga castanha Rugulopteryx okamurae está a ocupar quase por completo muitos fundos rochosos e a competir com as espécies locais, com impactes graves no turismo e nas pescas.

 No dia 29 de maio, a campanha culmina com um alerta para o problema global das espécies invasoras.

 Ciência ao serviço da prevenção

Segundo a IPBES (Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas), as espécies invasoras são uma das cinco principais causas de perda de biodiversidade no mundo. De acordo com a avaliação temática da IPBES de 2023, os custos anuais associados a espécies invasoras ultrapassam os 423 mil milhões de dólares a nível mundial.

Em Portugal e Espanha, este problema é particularmente relevante nos ecossistemas aquáticos e costeiros, onde diversas espécies introduzidas, muitas vezes de forma inadvertida, têm vindo a alterar profundamente o equilíbrio dos habitats nativos, com consequências para a fauna, a flora e as comunidades humanas que deles dependem (Soto et al. 2025, MARE).

“Esta campanha é uma extensão natural do nosso trabalho de investigação,” explica Joana Cardoso do MARE. “Queremos que o pescador, o aquarista e o cidadão comum percebam que têm um papel ativo. Um pequeno descuido pode alterar para sempre o equilíbrio de um rio ou de uma praia”, continua.

A iniciativa conta com parcerias inovadoras, como a colaboração com a empresa de isco vivo Valbaits, que incluirá mensagens de alerta nas caixas de isco, e as Câmaras Municipais de Lisboa, Cascais, Proença-a-Nova, Mação, Gavião, Penamacor e Vila Velha de Ródão, que levarão a ciência para o espaço público.

Sobre o MARE

O MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente - é um centro de investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação com competências para o estudo de todos os ecossistemas aquáticos, na vertente continental e no mar. Promove o uso sustentável de recursos e a literacia do oceano disseminando o conhecimento científico e apoiando políticas de desenvolvimento sustentável. Criado em 2015, integra 8 Unidades Regionais de Investigação associadas às seguintes instituições: Universidade de Coimbra (MARE-UCoimbra), Politécnico de Leiria (MARE-Politécnico de Leiria), Universidade de Lisboa (MARE-ULisboa), Universidade Nova de Lisboa (MARE-NOVA), ISPA - Instituto Universitário (MARE-ISPA), Instituto Politécnico de Setúbal (MARE-IPSetúbal), Universidade de Évora (MARE-UÉvora), Universidade da Madeira e ARDITI (MARE-Madeira). O MARE integra, juntamente com o CBMA - Centro de Biologia Molecular e Ambiental (Universidade do Minho) e o CIMA - Centro de Investigação Marinha e Ambiental (Universidade do Algarve), o ARNET – Rede de Investigação Aquática, um Laboratório Associado de dimensão nacional que, com 742 investigadores e colaboradores em 11 instituições anfitriãs, se dedica ao estudo integrado dos sistemas aquáticos, desde as bacias hidrográficas ao oceano profundo, promovendo a ligação entre conhecimento científico, políticas públicas e ação no território.

 

 

25.5.25

APRENDE AÍ, Ó IDALETE! - 𝐂𝐚𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐞 𝐄𝐬𝐭𝐞𝐫𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚çã𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐧𝐢𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐂𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐢𝐚 𝐝𝐞𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞 em Ródão


Entre os dias 19 e 30 de maio de 2025, a Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão promove mais uma edição da Campanha de Esterilização de Animais de Companhia, uma iniciativa que assume crescente importância, tanto na promoção do bem-estar animal, como na prevenção da sobrelotação dos Centros de Recolha Oficial de Animais.

Tal como em edições anteriores, a campanha destina-se a animais de companhia com tutor — cães e gatos — com mais de seis meses de idade, cujos proprietários residam no concelho de Vila Velha de Ródão. O apoio atribuído pelo Município pode ir até 120€ por animal, abrangendo os custos com a esterilização e identificação eletrónica (quando o animal ainda não esteja identificado).

Os interessados devem apresentar a sua candidatura entre 19 e 30 de maio de 2025, presencialmente no balcão de atendimento da Câmara Municipal ou por correio eletrónico, para o endereço: geral@cm-vvrodao.pt.

Para mais informações sobre os documentos a apresentar e as Normas da Campanha de Esterilização de Animais de Companhia 2025, recomenda-se a consulta da informação disponível site oficial da autarquia (www.cm-vvrodao.pt).

26.6.24

ESTREMOZ: II Campanha de escavações arqueológicas

 
Campanha irá decorrer nas ruínas romanas de Santa Vitória do Ameixial
De 1 a 26 de julho, irá decorrer a II Campanha de Escavações Arqueológicas nas Ruínas Romanas de Santa Vitória do Ameixial, em Estremoz.
 Esta iniciativa enquadra-se no Projeto de Investigação Plurianual de Arqueologia (PIPA), SVA_ETZ  Programa de Valorização e Investigação Arqueológica apresentado ao Património Cultural, I.P. e que contará com outras atividades associadas, nomeadamente saídas de campo para a realização de prospeções arqueológicas, no âmbito do Projeto “A Carta Arqueológica do Concelho de Estremoz”.
 A campanha de escavação será dividida em duas quinzenas. Irá contar com voluntários locais, alunos universitários do País e estrangeiro e profissionais da área.
 Os trabalhos que irão ser desenvolvidos visam dar continuidade ao proposto no documento PIPA apresentado ao Património Cultural, I.P., com intervenções em áreas já anteriormente escavadas, com vista à limpeza da superfície, ao estabelecimento de perfis e ao registo gráficos dos elementos existentes. A villa de Santa Vitória do Ameixial,  tem todas as condições para “voltar” a ser um sítio de referência a nível regional e nacional.
 Esta iniciativa trata-se de uma organização conjunta do Departamento de História da Universidade de Évora e da Câmara Municipal de Estremoz.
 Saiba mais em: https://www.cm-estremoz.pt/noticias/ii-campanha-de-escavacoes-arqueologicas-nas-ruinas-romanas-de-santa-vitoria-do-ameixial

5.4.23

SAÚDE: Abril arranca com campanha “Preserve o seu Futuro, Cuide do seu Fígado hoje!”

AÇÃO ALERTA PORTUGUESES PARA A IMPORTÂNCIA DE CUIDAR DA SAÚDE DO FÍGADO
A Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) vai promover uma campanha de consciencialização para a prevenção das doenças hepáticas. Sob o mote “Preserve o seu Futuro, Cuide do seu Fígado hoje!”, esta iniciativa surge no âmbito do Dia Mundial do Fígado, que se assinala a 19 de abril, e decorrerá durante o mês de abril, nas redes sociais da associação, com o objetivo de alertar a população para os cuidados a ter com a saúde do fígado, como forma de prevenção das várias doenças que podem comprometer a sua função tão essencial à vida.
“O fígado é um importante órgão do sistema digestivo, destacando-se por ser o segundo maior órgão e a maior glândula do corpo humano. Com esta iniciativa pretendemos que, através de várias mensagens, as pessoas compreendam a importância de cuidar dele e garantir que se mantém saudável. Pessoas mais informadas sobre os fatores de risco para as doenças do fígado, formas de as prevenir, de as diagnosticar e de tratar, formam uma sociedade mais saudável”, afirma José Presa, presidente da APEF.
O hepatologista explica ainda que um caso de inflamação ou lesão, pode comprometer as funções do fígado e originar diversas complicações a curto ou a longo prazo. “Estamos a falar de patologias, que são, na sua grande maioria, evitáveis, embora tratáveis e, até, curáveis, como é o caso da hepatite C. O primeiro passo para o combate a estas doenças começa na prevenção: pratique exercício físico; faça uma alimentação equilibrada e saudável; evite beber álcool e consumir drogas; use preservativo; não partilhe seringas nem objetos de higiene pessoal; lave as mãos com frequência, sobretudo antes das refeições e depois de ir à casa de banho”.
E conclui: “No caso de ter alguma doença do fígado já diagnosticada e em tratamento, não se esqueça de tomar os medicamentos, através das recomendações dos especialistas na área. Cuide do seu fígado hoje!’”.
As doenças hepáticas são as que resultam da lesão do fígado, podendo afetar a sua função tão essencial à nossa sobrevivência. As doenças mais comuns são o fígado gordo, as hepatites, a cirrose hepática e o cancro do fígado. Na maior parte dos casos tratam-se de situações resultantes de hábitos de vida pouco saudáveis - como alimentação inadequada, sedentarismo, consumo de álcool e drogas, entre outros - pelo que podem e devem ser prevenidas.

1.10.21

SAÚDE: Núcleo de Estudos de Geriatria da SPMI lança campanha “Vacinação é Proteção”

Pelo segundo ano consecutivo o Núcleo de Estudos de Geriatria (NEGERMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) lança a campanha “Vacinação é Proteção” no dia 1 de outubro, Dia Internacional do Idoso.
A campanha destina-se a sensibilizar todos os idosos, os seus cuidadores e familiares, para a necessidade, segurança e eficácia da vacinação contra diversas infeções, com destaque nesta altura do ano para a gripe e a pneumonia, na população idosa. Este ano foi ainda desenvolvida uma publicação com as “Recomendações Clínicas para a Vacinação da População Idosa em Portugal”, destinada a médicos e profissionais de saúde.
“A Direção Geral de Saúde (DGS) já recomenda a vacinação de alguns doentes crónicos e imunodeprimidos contra a doença pneumocócica invasiva e a pneumonia pneumocócica, mas, pela elevada suscetibilidade dos idosos a estas infeções e a sua potencial gravidade, consideramos importante expandir esta recomendação a todos os idosos, com ou sem doenças associadas”, afirma Paulo Almeida, do NEGERMI e responsável da campanha.
Para além das vacinas antipneumocócicas, a vacinação contra a Zona assume particular importância nos idosos considerando a maior frequência, gravidade e morbilidade da doença, assim como a influência na comorbilidades.
Com esta campanha relembra-se também a vacina contra o tétano e a difteria, a única incluída no Programa Nacional de Vacinação para idosos, e a vacina contra a gripe recomendada anualmente pela DGS para os indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos.
“Os idosos são mais suscetíveis às infeções devido à diminuição progressiva da resposta imune com o envelhecimento associada às comorbilidades e síndromes geriátricas, pelo que sem programas específicos de vacinação, as doenças infeciosas continuarão a ter um impacto muito negativo nesta população nas próximas décadas”, conclui Paulo Almeida.
O aumento da esperança de vida justifica uma cuidadosa adaptação das recomendações vacinais à terceira idade, tendo por base uma melhor compreensão das razões subjacentes à baixa taxa de cobertura, bem como um melhor conhecimento da imuno-senescência. Ao contrário das crianças, para quem existem programas de imunização bem definidos, para os idosos não tem havido um plano de vacinação específico, o que tem como consequência uma baixa taxa de cobertura vacinal neste escalão etário.
As doenças infeciosas são uma significativa causa de morbilidade e mortalidade na população idosa podendo algumas ser prevenidas através de vacinação. As infeções do trato respiratório inferior são a quarta causa de morte nos países desenvolvidos, sendo três vezes mais frequentes acima dos 60 anos. Em particular, a pneumonia pneumocócica é uma das principais causas de morte nos idosos e a vacina previne as formas mais graves. O tétano ainda aparece em muitos países, incluindo Portugal, especialmente na população acima dos 50 anos.
As vacinas atualmente disponíveis têm um potencial suficiente para baixar o peso das doenças infeciosas nos idosos, independentemente de viverem no domicílio ou em instituições, prevenindo internamentos hospitalares e a deterioração funcional com subsequente diminuição da qualidade de vida.

14.8.21

SEGURANÇA RODOVIÁRIA: Campanha Viajar sem Pressa

 
CAMPANHA “VIAJAR SEM PRESSA” da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária em conjunto com a PSP e GNR com o objetivo de alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade
Porquê “Viajar sem pressa”?
A velocidade estreita o campo visual. A uma velocidade de 130km/h, o campo visual é apenas de 30 graus, o que atrasa a perceção de riscos e reduz a capacidade de reagir atempadamente.

6.7.21

PREVENÇÃO RODOVIÁRIA: Campanha “Taxa Zero ao Volante”

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam amanhã, dia 6 de julho, a Campanha de Segurança Rodoviária “Taxa Zero ao Volante” inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2021.
A decorrer entre os dias 6 e 12 de julho, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução sob a influência do álcool. Um em cada quatro condutores mortos em acidentes de viação apresenta uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l, e destes condutores, três em cada quatro apresentam uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l.
Vários estudos científicos demonstram que conduzir sob a influência do álcool causa perturbações ao nível cognitivo e do processamento de informação, o que acarreta, entre outros efeitos, uma menor capacidade e rapidez de decisão, aumento do tempo de reação, diminuição do campo visual (visão em túnel) e descoordenação de movimentos. Esta perda de capacidades, bem como as alterações de comportamento que podem levar a estados de euforia e desinibição, aumenta de forma muito significativa o risco de envolvimento em acidentes rodoviários.
O Plano Nacional de Fiscalização, enquadrado no Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária – PENSE 2020, o qual tem como desígnio “Tornar a Segurança Rodoviária uma prioridade para todos os Portugueses”, prevê a realização de campanhas de sensibilização em simultâneo com operações de fiscalização em locais onde ocorrem regularmente infrações que representam um risco acrescido para a ocorrência de acidentes.
Assim, a campanha “Taxa Zero ao Volante” integrará:
§  Ações de sensibilização da ANSR;
§  Operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização 2021, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que tange à condução sob a influência do álcool.
As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:
§  Dia 6 de julho, às 9h00: Campo Grande sentido Norte/Sul junto ao ginásio “Go Fit”, Lisboa;
§  Dia 7 de julho, às 14h00: EN15 – Amendoeira e EN15 – Santa Comba de Rossas, Bragança;
§  Dia 8 de julho, às 14h00: Avenida Cidade de Ourense – Junto ao Viaduto, Vila Real;
§  Dia 9 de julho, às 14h00: EN17, km 106, Rotunda da Estrela, Gouveia;
§  Dia 12 de julho, às 15h00: Praça Vitória Futebol Clube, frente ao Estádio do Bonfim no sentido Nascente-Poente, Setúbal.
A ANSR, a GNR e a PSP relembram que a condução sob a influência do álcool é um risco para a sua segurança e dos outros:
§  Com uma taxa de álcool no sangue de 0,5 g/l o risco de sofrer um acidente mortal duplica;
§  Os acidentes que decorrem da condução sob a influência do álcool são particularmente graves.
A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

23.6.21

PREVENÇÃO RODOVIÁRIA: Campanha “Cinto-me vivo”

 
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam amanhã, dia 23 de junho, a Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo” inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2021.
A decorrer entre os dias 23 a 29 de junho, a campanha tem como objetivo alertar os condutores e todos os ocupantes dos veículos para a importância de utilizarem sempre os dispositivos de segurança. Na última campanha sobre este tema, efetuada de 8 a 14 de setembro de 2020, as Forças de Segurança fiscalizaram 41.150 veículos tendo registado 1.180 infrações relativas ao à não utilização dos dispositivos de segurança, o que correspondeu a uma taxa de infração de 2,87%, numa média de 169 infrações por dia.
Estudos científicos demonstram que numa colisão a 50 km/h, uma pessoa sem cinto é projetada exercendo uma força de duas toneladas, podendo causar trauma grave nos ocupantes do veículo, em particular os da frente. Numa colisão frontal à mesma velocidade, uma criança pode sofrer lesões equivalentes a uma queda de um terceiro andar. Está igualmente comprovado que o uso do capacete devidamente apertado e ajustado reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente.
A campanha “Cinto-me vivo” integrará:
§  Ações de sensibilização da ANSR;
§  Operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP, com especial incidência para vias e acessos com elevado fluxo rodoviário, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que tange à utilização de dispositivos de segurança, designadamente cinto de segurança, sistemas de retenção de crianças e capacete.
As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:
§  Dia 23 de junho, às 9h00:  Rua António Maria Jalles – Alenquer;
§  Dia 24 de junho, às 9h00: Rotunda da Cadeia (interceção da Avenida Dr. Gordinho Moreira com a Avenida Calouste Gulbenkian, Faro;
§  Dia 25 de junho, às 9h00: EN260, Km 0, Rotunda da Força Aérea, Beja;
§  Dia 28 de junho, às 9h00: Rua Vitorino Fróis, Caldas da Rainha;
§  Dia 29 de junho, às 9h00: Variante de Almeirim, Santarém.
A ANSR, a GNR e a PSP relembram que a utilização dos dispositivos de segurança é fundamental e apelam a todos para que os utilizem de forma correta:
§  Utilize sempre uma cadeirinha homologada e adaptada ao tamanho e peso da criança, devidamente instalada;
§  Utilize sempre o cinto de segurança, em todos os lugares do veículo, e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância;
§  Use o capacete de modelo aprovado devidamente ajustado e apertado.
O Plano Nacional de Fiscalização, enquadrado no Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária – PENSE 2020, o qual tem como desígnio “Tornar a Segurança Rodoviária uma prioridade para todos os Portugueses”, prevê a realização de campanhas de sensibilização em simultâneo com operações de fiscalização em locais onde ocorrem regularmente infrações que representam um risco acrescido para a ocorrência de acidentes.
A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

1.6.21

MORA: Câmara promove campanha solidária de esterilização de animais de companhia

 
A Câmara Municipal de Mora promove entre Junho e Dezembro de 2021, uma campanha solidária de esterilização de animais de companhia, cães e gatos.
A autarquia considera que as dificuldades financeiras dos agregados familiares poderão ser um dos principais motivos para que os mesmos não considerem o controlo reprodutivo dos seus animais através da esterilização cirúrgica. Nesse sentido, esta acção surge como um auxílio para os detentores de cães e gatos, mas também com os objectivos de promover a saúde e bem-estar dos animais e o controlo desta população. Sobre o controlo da população animal há também a referir que esta medida contribui directamente para evitar as ninhadas indesejadas e reduzir o número de abandonos/animais errantes e a sobrepopulação dos centros de recolha, canis e/ou abrigos.
Esta campanha está limitada a dois animais, canídeos e/ou gatídeos, por agregado familiar. Os animais devem ter mais de seis meses, possuir chip, vacina antirrábica e DIAC válido, sempre que aplicável, e os seus proprietários devem estar recenseados no Concelho de Mora. Será necessário proceder à inscrição junto da Divisão de Urbanismo e Ambiente da Câmara Municipal de Mora, com os documentos devidamente preenchidos e assinados. As esterilizações serão realizadas no Centro de Recolha Oficial de Montemor-o-Novo pelo Veterinário Municipal, com o qual a autarquia tem estabelecido um protocolo de colaboração. 
As esterilizações serão gratuitas, no entanto existe uma contrapartida. Simbolicamente, a Câmara Municipal de Mora apela à entrega mínima de 1kg de alimentos, seco ou húmido, para cães e gatos, destinados a alimentar os animais recolhidos pelo Centro de Recolha Oficial de Montemor-o-Novo.
Mais informações sobre esta campanha poderão ser consultadas no site municipal: www.cm-mora.pt .

4.12.20

MARVÃO: Município promove campanha “Este Natal ofereça Comércio Local - Voucher Oferta”

 “Este Natal ofereça Comércio Local - Voucher Oferta”, é uma campanha do Município de Marvão que pretende incentivar o consumo nos estabelecimentos de comércio a retalho, restauração, alojamento e de prestação de serviços do concelho, aderentes à iniciativa.
Para o efeito, pretende-se que os estabelecimentos possam disponibilizar, aos seus clientes, a possibilidade de estes efetuarem ofertas num determinado valor monetário, a definir pelos próprios, de uma forma rápida e descomplicada, através de um Voucher Oferta.
Aquando da entrega do voucher ao cliente, este deve ser preenchido com o nome do destinatário, o valor de oferta, data de emissão e respetivo carimbo.
Cada estabelecimento deve ter um registo dos vouchers emitidos e respetivo prazo de validade, para que cada beneficiário possa remir o vale oferta, trocando-o pelo bem pretendido, aquando da sua apresentação no respetivo estabelecimento.
Depois de adquirido, o voucher deverá poder ser utilizado no estabelecimento aderente, no prazo de, pelo menos, seis meses.

17.8.20

Ródão associou-se à campanha "Dou mais tempo à vida"

No dia seis de agosto, Vila Velha de Ródão associou-se à campanha solidária "Dou Mais Tempo à Vida – Juntos Venceremos o Cancro", uma iniciativa da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), com a realização de uma caminhada solidária.
“Agora é a nossa vez” é um dos lemas da iniciativa que visa a promoção de estilos de vida saudáveis na luta contra o cancro, respeitando as recomendações da Direção-Geral da Saúde e as normas legais sobre a prevenção da Covid-19.
A organização da caminhada no concelho foi da responsabilidade do Grupo de Voluntariado Comunitário de Vila Velha de Ródão da LPCC e contou com o apoio do Município de Vila Velha de Ródão através do Ginásio Municipal e do CLDS 4G de Vila Velha de Ródão, um projeto cofinanciado pelo FSE – Fundo Social Europeu.
A campanha "Dou Mais Tempo à Vida” está a decorrer na Região Centro do país, até setembro, e vem substituir as habituais caminhadas solidárias na comunidade, pela prática de exercício físico de forma individual ou em pequenos grupos. Com um custo de inscrição de cinco euros por pessoa, o valor angariado no âmbito desta iniciativa reverte a favor da LPCC, para o apoio ao doente oncológico e sua família.

19.1.20

Escolas de Mértola e Serpa juntam-se à APCOI para incentivar portugueses a comer fruta

Campanha alerta para o baixo consumo de fruta em Portugal e convida o público a escolher a melhor entre 400 fotografias até 10 de fevereiro no site www.heroisdafruta.com
Conheça a lista das escolas do distrito de Beja que participam nesta campanha:
https://www.heroisdafruta.com/2020/01/distrito-de-beja.html
A APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil lançou hoje no site www.heroisdafruta.com uma campanha de âmbito nacional para incentivar os portugueses a seguirem o exemplo das 354 mil crianças que até ao momento já participaram no projeto «Heróis da Fruta - Lanche Escolar Saudável» aumentando o seu consumo diário de fruta, através da ingestão de pelo menos uma dose extra, no lanche da manhã ou da tarde.
A mais recente campanha da APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil reúne no site www.heroisdafruta.com uma coletânea com mais de 400 fotografias criadas por escolas de todos os distritos e regiões autónomas que pretendem alertar para o baixo consumo de fruta da população portuguesa: metade dos portugueses não atinge as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para ingestão de pelo menos 5 porções diárias de fruta e produtos hortícolas, segundo dados do Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física (IAN-AF). O consumo reduzido destes alimentos essenciais é indicado pela OMS como um dos dez principais fatores de risco associados ao desenvolvimento de doenças crónicas não transmissíveis, como a obesidade.
Mário Silva, Presidente da APCOI afirma que “aumentar substancialmente a ingestão diária de fruta e outros alimentos de origem vegetal é a principal ação global a tomar para combater a obesidade e travar o aumento do aquecimento global, por ser esta a categoria alimentar com maiores benefícios nutricionais na prevenção de doenças e cuja produção tende a ser mais ecológica”.
Milhares de alunos, de todo o país, que já estão comer fruta diariamente no lanche escolar, aceitaram o convite da APCOI para participar nesta campanha que pretende alertar sobre a importância deste alimento para a saúde e convidam toda a população a escolher a melhor entre 400 fotografias a concurso no site www.heroisdafruta.com
As fotografias que até 10 de fevereiro consigam angariar 200 votos por telefone ou 2000 gostos no facebook serão finalistas e as respetivas escolas serão premiadas.
A votação por telefone para eleger as fotografias finalistas é a vertente solidária desta campanha, revertendo 100% da receita de cada chamada (custo de 0,60€ +IVA) como donativo para oferecer fruta a crianças que não podem levar lanche para a escola. Desde 2015, a APCOI já distribuiu gratuitamente mais de 50.000 peças de fruta nas escolas portuguesas.
Para mais informações, por favor contactar:
APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil
Email: geral.apcoi@gmail.com - Telm: 960474700

13.6.13

Campanha do Banco Alimentar em Nisa

Em acção que decorreu nos dias 1 e 2 de Junho, o Concelho de Nisa contribuiu com 1413 kg de alimentos para a campanha do Banco Alimentar Contra a Fome, iniciativa que envolveu um total de 16 voluntários jovens e 6 adultos.
 Coordenada pela Conferência Vicentina de Nisa e pela Cáritas Inter-Paroquial de Nisa, a campanha decorreu apenas na sede do concelho, tendo ainda assim sido ultrapassado o valor recolhido em 2012, segundo dados provisórios obtidos junto do Coordenador da Campanha no Distrito de Portalegre. O valor total recolhido no Distrito é inferior ao de 2012, sendo excepções os Concelhos de Nisa, Monforte e Elvas, onde esse valor foi ultrapassado.
A Conferência Vicentina e a Cáritas Inter-Paroquial de Nisa não podem deixar de agradecer à população do Concelho, que mais uma vez correspondeu e ultrapassou as expectativas, bem como a todos os voluntários envolvidos na recolha, que não teria sido possível sem a preciosa colaboração dos supermercados “Amoreiras (Só Frescos)” e “Intermarché”.