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20.4.24

Federação dos Bombeiros de Portalegre tem novos órgãos sociais

Realizou-se no dia 16 de abril, a eleição dos órgãos sociais da Federação dos Bombeiros do Distrito de Portalegre, para o próximo triénio 2024/2026.
Esta foi a última Assembleia Geral liderada pelo comandante do Quadro de Reserva Francisco Louro, tendo sido objeto de louvor e agradecimento, “por unanimidade e aclamação, pela missão que desempenhou”, enquanto anterior presidente da direção e da mesa da Assembleia da Federação dos Bombeiros do Distrito de Portalegre.
Com a saída de Francisco Louro, o novo presidente da Mesa da Assembleia é João Crespo, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arronches.
O presidente da direção, Marçal Lopes, da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Sor, transita dos órgãos sociais anteriores. Luís Fava, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior assume a presidência do Conselho Fiscal.
O presidente da direção dos Bombeiros Voluntários de Elvas, Amadeu Martins, assume o cargo de secretário da direção da Federação.
No plano de atividades para o próximo triénio, informa ainda a  Federação dos Bombeiros do Distrito de Portalegre, “existe o forte compromisso de endereçar esforços, reivindicando e apresentando propostas objetivas, por forma a debelar o subfinanciamento a que as Associações de Bombeiros são sujeitas, em particular o subfinanciamento do INEM, serviço de emergência pré-hospitalar, prestado ao INEM e cuja compensação (transferências do INEM) se fica por um terço do seu custo efetivo”.
A obtenção de retorno, “pelo custo efetivo dos serviços prestados, é essencial para o segundo grande foco da ação a realizar nos próximos tempos pela federação, a indispensabilidade de lutarmos por condições de trabalho, renumeração e carreira, digna (e com equidade em relação aos pares) para os bombeiros profissionais das Associações Humanitárias de Bombeiros”. Em relação a este último ponto, não sendo exclusivo do Distrito de Portalegre, sendo um paradigma nacional, é hoje, 17 de abril, dia de celebração dos 120 anos da Liga dos Bombeiros Portugueses, objeto de ampla campanha nacional de alerta junto dos poderes políticos, numa ação denominada “Da defesa dos Bombeiros e das Associações Humanitárias de Bombeiros”.

6.1.20

SINES: Santa Casa da Misericórdia tem novo Provedor

Órgãos Sociais tomaram posse dia 5 de janeiro
O novo Provedor da SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SINES, Eduardo Bandeira, e restantes Órgãos Sociais eleitos para o quadriénio 2020/2023, tomaram posse dia 5 de janeiro de 2020, numa cerimónia antecedida por uma Missa celebrada pelo Reverendíssimo Bispo de Beja, D. José João dos Santos Marcos, que decorreu na Igreja Matriz de Sines.
No ato de posse, o recém-eleito Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Sines deixou clara a sua missão ao referir que: “A Mesa Administrativa que tomou hoje posse está focada num objetivo simples, servir a Santa Casa, estando ao serviço dos seus utentes”. Eduardo Bandeira prometeu “Tudo fazer para que as respostas sociais da SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SINES cumpram os mais elevados padrões de qualidade dos serviços prestados, com escrupuloso respeito pela dignidade da vida humana, pela personalidade dos utentes e pela missão que a instituição prossegue.”
A Irmandade da SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SINES, nas suas diferentes respostas sociais, acolhe mais de 260 utentes e presta apoio diário a mais de 140 outros utentes. Dá, ainda, importantes contributos para a integração e coesão social, através de projetos temporários que lidera ou dos quais é entidade parceira.
Para servir os mais de 400 utentes diários, nas suas diferentes valências, a Santa Casa dispõe de um quadro de pessoal com 220 trabalhadores permanentes e gere um orçamento anual de cerca de 5 milhões de euros.
O Provedor Eduardo Bandeira afirmou que a Santa Casa está “ao serviço da sociedade e a cumprir funções que o Estado entende, e bem, dever garantir a todos os cidadãos. Tem aqui o Governo e, em particular, os serviços da tutela setorial, uma participação crítica e incontornável: continuar a dotar a SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SINES dos meios financeiros adequados à prestação destes cuidados de instalação, acolhimento, integração e, principalmente, de bem-estar e com esperança a cada um desses utentes.”
Afirmações que reforçou sublinhando que “o continuado subfinanciamento do Estado ao funcionamento da Santa Casa conduzirá, inevitavelmente, à degradação da resposta social que aqui é dada ou, em alternativa, ao encerramento de valências que se revelem insustentáveis. Como, para esta Mesa Administrativa, a indignidade não é opção, seremos confrontados, se esses apoios se confirmarem aquém do necessário, com evidências que impõem decisões racionais de salvaguarda da sustentabilidade da instituição, embora nem sempre as mais adequadas às necessidades da sociedade.”