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27.4.20

25 de Abril - A História em Autocolantes (I)








O Almanaque, em rigoroso confinamento algures nas Terras de Idanha, associa-se às comemorações domésticas do 25 de Abril, revelando mais um pedaço da riquíssima coleção de autocolantes de Vânia Sampaio que agora pertence à Biblioteca Silva. Dado o contexto desta coleção, já contado em post anterior, as três coleções situam-se na esfera política do Partido Comunista Português.
A primeira série, de oito autocolantes, constitui uma sequência desenhada dos acontecimentos, antes, durante e após o 25 de Abril, numa narrativa simples e doutrinária. Editada pelo Centro de Trabalho do PCP de Ramalde, freguesia do concelho do Porto, em data incerta, tem um registo aparentemente naif, mas uma excelente qualidade de composição. O verde cadavérico para opressores e o laranja saudável para oprimidos e libertadores, dão o tom à caraterização cartunesca das personagens e tipos sociais.
* Cortesia de Almanaque Silva

9.9.17

NISA: Ora, bolas! Afinal, já houve vida em "Marte" e respirava-se...(4)





... E iniciavam-se e consolidavam-se projectos nos mais variados domínios, tendo sempre presente que este não é um processo acabado, mas contínuo e sempre passível de ser melhorado. A isso chama-se inovação. E esta acontece, sobretudo, com a participação de todos e não apenas ( e exclusivamente) com os sonhos negros e as noites mal dormidas de qualquer "cabecinha pensadora". O "Juntos conseguimos! ou o "Juntos chegamos mais longe" foi substituído pelo "Trabalhar para algumas pessoas", entre estas aquelas que não estavam no sítio certo quando a calamidade chegou e nos deixou mais pobres... 
É preciso pôr mais na carta?