12.2.13
ETAPRONI: Alunos de termalismo levaram “relaxamento” até à Danone!
No passado dia 6 de
fevereiro, os alunos do curso Técnico de Termalismo 2010/2013 da ETAPRONI
visitaram a fábrica da Danone em Castelo Branco. Consigo
levaram as marquesas, as toalhas e os óleos de massagem, com o intuito de
promoverem uma sessão de relaxamento entre os trabalhadores. Esta atividade foi
realizada no âmbito da disciplina de Técnicas de Hidroterapia e incluiu:
aconselhamento aos trabalhadores sobre a forma correta de levantar pesos,
treino de exercícios de alongamento e relaxamento possíveis de realizar no
local de trabalho e, por fim, uma sessão de massagem. Regista-se assim mais uma
atividade de sucesso, com um feedback muito positivo tanto por parte dos alunos
(que aplicaram os seus conhecimentos em contexto prático) como por parte da
Danone!
11.2.13
9.2.13
8.2.13
OPINIÃO: Pelo poder (mesmo) local
CONTRA AS CANDIDATURAS
PÁRA-QUEDISTAS
1. Correspondendo a um
sentimento instalado em muitos munícipes de firme vontade de reforço da
democracia local e renovação dos seus principais protagonistas, o parlamento
nacional aprovou legislação para limitar a 3 mandatos sucessivos (são 12
anos, caramba!) o exercício de funções de presidentes de câmara e juntas de
freguesia.
2. O regime de limitação
de mandatos nas instituições políticas (e mesmo nas direções executivas dos
partidos) vigora em muitos países e é, indiscutivelmente, um sintoma de pujança
democrática e renovadora. Infelizmente, no caso português, além do presidente da
república (aqui, desde o início do
regime democrático), o alcance da medida foi demasiado tímido, dela ficando fora
muitos dos atores políticos .
Aliás, uma medida deste
tipo devia aplicar-se, por exemplo, também aos responsáveis máximos de
organizações como associações sindicais e empresariais, de que há casos no Alentejo (e não só) em que os cargos parecem de exercício vitalício...
3. A garantia legal da
limitação temporária do poder, não sendo obviamente solução só por si,
parece-nos uma condição indispensável e salutar para assegurar a renovação dos
mandatos, neste caso nas autarquias locais. Aliás, é uma prática corrente em
vários países de democracia local bem mais participativa que a nossa (que vem
sendo cada vez mais débil). Até em Cuba, no último congresso do partido
comunista, sem reservas, foi aprovada resolução nesse sentido.
4. À boa maneira
portuguesa, fingindo respeitar a lei e o seu espírito, o chicoespertismo de
alguns quer fazer vingar a tese de que um presidente de câmara não pode
recandidatar-se onde está há (pelo menos) 3 mandatos a exercer, mas já poderá
concorrer ao mesmo cargo num outro concelho. Por razões de
circunstância, acompanhámos de perto o trabalho parlamentar que produziu esta
norma legal e, sem margem para dúvidas, o que se pretendeu foi impedir, nas
circunstâncias definidas, qualquer possibilidade de prosseguir no cargo, fosse em
que concelho fosse. Aliás, os principais redatores da lei, com origem no campo do
bloco central, ainda estão vivos e afirmam sem tibiezas o que pretenderam
limitar. Sem quaisquer nuances. Todo o expediente usado para «dar a volta» à
questão não passa de mera (e grave) hipocrisia.
5. É verdade que, já
antes, ocorreram fenómenos de «paraquedismo», com candidatos a presidentes de
câmara que pouco (ou nada) tinham a ver com os concelhos onde se apresentavam a
eleição.Um dos primeiros (e mais paradigmáticos) casos foi a ida de Santana
Lopes (sempre ele!) para a estância da Figueira.
Consideramos firmemente
que às freguesias e municípios devem apresentar-se como candidatos gente da
terra ou que tenha a ver com a terra. É essa uma marca original do poder
local, da garantia da identidade doa territórios e das suas gentes...
6. No caso do Alentejo, já
nos basta a afronta de impingirem como deputados personalidades que vêm donde
calha. Não façam o mesmo nas autarquias. A região está desertificada também no
plano humano. Mas, não tanto... Em cada concelho e freguesia haverá sempre
alguém para, honrosa, bairrística e dedicadamente, assegurar a gestão da coisa
pública. E depois ainda se pode recorrer, com imaginação e vontade, a uma
diáspora que temos com quadros de altíssima experiência...
7. Terminamos, voltando à
questão essencial: as leis são para cumprir, sem subterfúgios de conveniência. Vamos
caricaturar um pouco: extrapolando a «interpretação» que convém a alguns, na
tal tese «territorial» e não a da função, que tal Cavaco Silva, impossibilitado
de se recandidatar em Portugal, apresentar-se como adversário de François
Hollande nas próximas eleições à presidência da república francesa?
José Manuel Basso
7.2.13
NISA ACOLHEU NORTE ALENTEJANO "O" MEETING
Fernando
Costa, um amieirense do Norte
Pôr de pé um evento como o Norte Alentejano O
Meeting não é tarefa fácil mesmo para quem, como os elementos do Grupo
Desportivo dos 4 Caminhos (Matosinhos) tem já um longo historial e experiência
nestas andanças.
Fernando Costa, oficial superior do Exército,
com origens em Amieira do Tejo (Nisa) é o « rosto » mais visível de
um vasto grupo de voluntários que desde há meses prepararam esta edição do
NAOM.
« Com a prova terminada podemos, enfim,
respirar de alívio. É uma iniciativa de grande envergadura, com atletas de
grande gabarito internacional e tudo temos que fazer para que não haja falhas
na organização e às vezes basta um pequenino deslize para que as falhas sejam apontadas.
Esta edição do NAOM correu muito bem, o tempo
ajudou, tivemos aqui alguns dos mais qualificados atletas do mundo, a selecção
da Dinamarca, a presença de jovens atletas de muitas escolas e continuo a
defender que a região norte-alentejana tem condições únicas para a Orientação
pedestre.
Agradeço a todas as pessoas que colaboraram
neste evento, mais de 80 voluntários que ajudaram a pôr de pé o NAOM, às
entidades e empresas que nos apoiaram, bem como a todos os atletas e
acompanhantes que participaram nesta iniciativa. »
A
Orientação não tem idades
A orientação pedestre (a modalidade tem ainda
disciplinas nas vertentes de btt, esqui e orientação de precisão, esta última vocacionada para pessoas com mobilidade reduzida, deslocando-se em cadeira de rodas) é um desporto para
todas as idades. Entre crianças de 10 anos e adultos com mais de 80, homens e
mulheres, vimos nos campos de Arez e da Costa da Lapa (Nisa) uma multiplicidade
de praticantes deste desporto que combina a parte puramente atlética (marcha e
corrida) com uma componente mental e cultural (leitura de mapas, conhecimento
da morfologia do terreno e sentido de orientação).
Juhani Salmenkila tem 81 anos, é finlandês e
foi um dos percursores da Orientação naquele país.
Veio a Nisa, participou no NAOM, como atleta e
exemplo, acha o Alentejo uma região maravilhosa e cheia de sol e diz que vai « continuar
a praticar Orientação enquanto viver » considerando-o um desporto
completo.
Armandino Cramez, 70 anos, representa o
OriEstarreja e lembra que « comecei a praticar aos 40 anos, a conselho do
médico. Sofria de bronquite asmática, o médico disse-me para praticar natação e
atletismo. Ainda fiz algumas maratonas, mas tenho um problema no joelho e
optei, definitivamente, pela Orientação. É uma modalidade em que contactamos
com a natureza, há uma camaradagem formidável, sinto-me muito melhor e quando venho
ao Alentejo, eu fiz a tropa em Évora, é como se nascesse de novo. Gosto muito
desta região e recomendo este desporto a toda a gente. Para a saúde não há
melhor ».
Orientar
e conjugar vontades
Mais de 80 pessoas, na sua maioria
voluntários, deram o corpo ao manifesto para a realização do NAOM. Na
« cidade desportiva » da Costa da Lapa, desde um restaurante, a lojas
diversas de artigos de desporto e recordações, tendas de apoio, parque
infantil, centros de recuperação para atletas, nada faltou. A Cruz Vermelha de
Portalegre acompanhou a prova, prestou assistência aos atletas e acompanhantes,
felizmente sem ocorrências graves, bem como os Bombeiros e a GNR de Nisa,
fundamentais na segurança de nove centenas de atletas.
As alunas de balneoterapia da Etaproni foram
incansáveis na prestação de cuidados de reabilitação a muitos atletas e
acompanhantes e muitos outros voluntários e anónimos deram o seu melhor para
que a 7ª edição do NAOM fosse concluída com grande êxito desportivo e de
organização, contribuindo para afirmação do país e do Alentejo, em particular.
*
Textos e fotos de Joaquim Margarido e Mário Mendes - "Alto Alentejo" - 6/2/2013
6.2.13
NORTE ALENTEJANO O" MEETING
900 Atletas em
competição no concelho de Nisa
Durante dois
dias (2 e 3 de Fevereiro) o concelho de Nisa transformou-se na capital europeia
da Orientação Pedestre, uma modalidade desportiva que ganha cada vez mais adeptos
entre nós, a exemplo do que acontece nos países mais desenvolvidos da Europa,
especialmente nos países nórdicos, onde é um desporto muito popular.
Prova disso
foram os cerca de novecentos os atletas que competiram no Norte Alentejano O
Meeting, um terço dos quais vindos de países tão díspares como o Brasil,
Finlândia, Espanha, França, Rússia, Dinamarca, Suécia, Alemanha, Suíça, Bélgica
e outros, que transformaram os campos de Arez e de Nisa,
« inundados » por um sol primaveril, numa autêntica « torre de
Babel », a mostrar que o desporto é um veículo privilegiado de
aproximação, de convívio fraterno dos povos e de culturas.
O concelho
de Nisa acolheu a sétima edição da prova, e do que pudemos observar e inquirir,
organizadores e participantes mostraram-se satisfeitos com o acolhimento das
pessoas e as condições que lhes foram proporcionadas para competirem. As vilas
de Nisa e de Arez ganharam um colorido e animação diferentes, o comércio
agradeceu e o nome do Alentejo vai ser divulgado por todos aqueles que, a
pretexto do desporto, passaram um fim de semana nesta região de sol luminoso.
DAVID ANDERSSON E
AMÉLIE CHATAING OS GRANDES VENCEDORES
David Andersson e Amélie Chataing foram os
grandes vencedores da sétima edição do Norte Alentejano O' Meeting. Depois dos
triunfos na etapa inaugural disputada no dia 2, sábado, os dois atletas
souberam guardar as magras vantagens e inscreveram pela primeira vez o seu nome
do historial do prestigiado evento.
Terminou da mesma forma que começou. Com sol e
temperatura amena em terrenos de sonho, competição intensa e a incógnita quanto
ao vencedor a permanecer até ao derradeiro segundo de prova. No final, a
confirmação dos nomes do sueco David Andersson (Malungs OK) e da francesa
Amélie Chataing (Kalevan Rasti) como os vencedores da sétima edição do Norte
Alentejano O' Meeting (NAOM).
Abrindo um ciclo de três provas
internacionais, o NAOM regressou a Nisa sob os melhores auspícios. Contando com
a assinatura do Grupo Desportivo dos Quatro Caminhos e da Câmara Municipal de
Nisa, o evento constituiu o pontapé de saída da Taça de Portugal de Orientação
Pedestre da presente temporada e teve hoje o aliciante duma etapa de Distância
Média pontuável para o ranking
mundial da modalidade. Motivo pelo qual alguns dos que no primeiro dia faltaram
à chamada não quiseram deixar de marcar presença na derradeira prova, com
particular destaque para a seleção dinamarquesa que foi a grande animadora da
prova feminina no escalão de Elite. De resto, registe-se o excelente índice de
participação, contabilizando-se em quase novecentos os atletas que tiveram a
oportunidade de participar em pelo menos uma das três provas levadas a cabo.
Um segundo lugar com sabor a primeiro
Depois de no sábado ter vencido de forma
conclusiva a etapa de Arez, o sueco David Andersson foi de novo figura maior no
domingo ao concluir a prova no segundo lugar. Andersson soube guardar de forma
segura a vantagem de 51 segundos trazida da véspera, quedando-se a escassos
dois segundos do vencedor, o francês Philippe Adamski (Kalevan Rasti), que
registou um tempo de 29:17 para 7,0
km de prova (24 pontos de controlo, 120 metros de desnível).
Com o mesmo tempo de David Andersson, classificou-se o russo Valentin Novikov
(CSP V. Novgoro). No escalonamento final do Norte Alentejano O' Meeting 2013,
Andersson foi o vencedor e Adamski o segundo, enquanto a terceira posição
pertenceu ao ao russo Valentin Novikov.
A propósito desta vitória e do seu
significado, David Andersson referiu que «representa muito para mim, é o
resultado dum bom período de preparação no Inverno e dá-me a tranquilidade
necessária para encarar da melhor forma os desafios que se avizinham.» Philippe
Adamski era, igualmente, um homem feliz: «Estou satisfeito com a forma como,
num terreno muito rápido, consegui aplicar aquilo que tenho feito este Inverno
ao nível da preparação.» Reconhecendo que retirou alguma vantagem de ter feito
a parte final da prova com outros atletas que se deixaram atrasar e que cometeu
alguns pequenos erros, Adamski deixa sobretudo sublinhado que este «é um
terreno extraordinário, que convida a correr muito rápido e senti na verdade
imenso prazer durante toda a prova.»
Maja Alm imparável
No setor feminino, a dinamarquesa Maja Möller
Alm (Dinamarca) fez jus ao facto de ser a atual 10ª classificada do ranking
mundial e, mercê duma prova absolutamente notável, impôs-se às suas diretas
adversárias por margem concludente. A atleta dinamarquesa cumpriu os 5,1 km de prova (21 pontos
de controlo, 100 metros
de desnível) em 26:20, deixando atrás de si Amélie Chataing e Ida Bobach
(Dinamarca), a 52 e 53 segundos de diferença, respetivamente. No cômputo das
duas etapas, Chataing acabaria por vencer de forma clara, relegando para as
posições imediatas as russas Anastasia Tikhonova (MS Parma) e Svetlana Mironova
(Hellas).
«Na Dinamarca está tanto frio que é muito bom
estar aqui», começaria por referir a vencedora desta últipa etapa, ela que é
uma habitual frequentadora dos nossos Campos de Treino e das nossas competições
nesta altura do ano. Referindo-se à sua prova, Maja Alm disse ter sido «um
excelente treino, com uma corrida muito rápida, perfeita para mim e sem erros.»
Também Amélie Chataing se mostrou «muito contente por ter ganho os dois dias de
competição.» Lamentando o facto da seleção dinamarquesa não ter marcado
presença na primeira etapa, a atleta francesa realça sobretudo o facto de
«poder competir a este nível no período de Inverno» e de ter alcançado «muito
boas performances».
Tiago Romão e Vera Alvarez, os melhores
portugueses
Mercê duma excelente prova, Tiago Romão (ADFA)
foi o melhor português no dia de hoje, concluindo na 16ª posição a 1:59 do
vencedor. No final, o atleta deixou também uma palavra a propósito da sua
prova, começando por valorizar a forma como soube corrigir os erros cometidos
na primeira etapa e os soube reparar: «Sabia o que tinha de melhorar e hoje fiz
um ataque forte, tentei ir focado desde o início. Acusei o cansaço já na parte
final, que também era a mais técnica, cometendo aí alguns erros que me terão custado
cerca de 30 segundos, mas não deixo de ficar satisfeito com a minha prestação
em termos globais.»
No setor feminino, destaque para o 24º lugar
de Vera Alvarez (CPOC), a 7:13 da vencedora, o que faz dela a melhor portuguesa
neste derradeiro dia. Para a atleta, «foi ótimo ganhar, o resultado foi bom,
mas cometi alguns erros sobretudo por falta de concentração». Lembrando que «as
provas no final de 2012 não foram propriamente exemplares», a atleta deixa uma
palavra de apreço a esta organização - «os mapas e os percursos foram muito
bons e é isso que importa para desenvolvermos a nossa orientação» - e vê nisto
«o prenúncio duma boa temporada».
Resultados completos e demais informação em http://www.gd4caminhos.com/naom2013-main/naom2013
* Texto e fotos de Joaquim Margarido e Mário Mendes - "Alto Alentejo" - 6/2/2013
Amigos da Terra nascem em Santana
Em Arneiro, a ATAS – Amigos da Terra, Associação
Sociocultural de Santana, começou a dar os primeiros passos.
De acordo com o grupo de promotores, pretendem criar “uma
Associação que fomente a promoção de actividades socioculturais com vista à
preservação do património cultural material e imaterial” considerando-o como “um
capital a não desprezar” e que merece o esforço de ser preservado e legado aos
vindouros.
Para atingir os fins em vista, a ATAS propõe-se:
Incentivar e estimular a participação dos naturais, seus
descendentes e amigos de Santana na participação das actividades propostas;
Promover a inventariação, recuperação, preservação e
divulgação do património cultural material e imaterial da freguesia de Santana;
Promover actividades de convívio e troca de saberes dos seus
associados, privilegiando as relações inter-geracionais.
Promover contactos com entidades congéneres de âmbito local,
regional ou nacional, visando a realização de programas comuns.
A associação irá ter a sua sede na antiga escola primária do
Duque, tendo já elaborado um Plano de Actividades e concretizado uma primeira
iniciativa, a visita ao Centro e Lagar de Varas de Vila Velha de Ródão. No dia
10 de Fevereiro está programada a realização da Caminhada “Contornando o
Conhal” e têm previsto a participação, em 23 de Março, na caminhada “XIV Rota
do Contrabando”.
Durante o ano haverá várias iniciativas, das quais, a seu
tempo, iremos dando notícia.
Eleitos foram também os corpos sociais da colectividade que
ficaram assim constituídos:
Assembleia Geral
Presidente: Pedro Pinto
1º Secretário: Olga Candeias
2º Secretário: José Rodrigues
Direcção
Presidente: Joaquim
Rodrigues
Vice-presidente:
Jorge Nunes
Tesoureiro: Fábio
Pinto
Vogal: Manuel Correia
Vogal: Jorge Rebocho
Suplentes: Daniel
Mendes e Fernando Tavares
Conselho Fiscal
Presidente: Manuel Ribeiro
Relator: Afonso Candeias
Secretário: Pedro Tavares
Mário Mendes in "Alto Alentejo" - 6/2/2013
Quarenta participantes no Passeio de Motos TT da Alentterra
Mais uma vez o Passeio de Motos TT abriu um novo ano de
actividades da associação Alentterra.
Quarenta jovens amantes dos desportos motorizados, marcaram
presença e dispuseram-se a percorrer os trilhos e caminhos do concelho de Nisa,
numa manhã de domingo cheia de um sol radioso. O Passeio de Motos TT é já uma
tradição enraizada no seio do clube e pelas 9 horas, os barulhos das motos já
ecoavam junto ao pavilhão da Junta de Freguesia da Senhora da Graça. Após o pequeno-almoço,
servido à base de iguarias regionais, foi dado o mote para a partida para mais
um passeio que se tornaria bastante animado. Os motociclistas passaram por
diversos locais de interesse paisagístico e apreciaram o convívio com a
natureza, ao longo de todo o percurso.
Pelas 11, 30h houve a primeira paragem, sendo servido um
repasto, já aguardado por muitos desportistas. Agrupados de novo, dirigiram-se
para uma zona onde surgiram as primeiras dificuldades que mostraram que andar
de moto não é apenas acelerar, sendo necessário alguma técnica, atributos que
os participantes provaram possuir.
Chegado ao fim do
passeio e após terem percorrido 80 quilómetros , foi tempo de retemperar as
forças com o almoço, trocar opiniões e ouvir algumas das histórias e peripécias
que ocorreram, durante o passeio.
Para 2014 ficou desde logo prometido a reedição desta
iniciativa e os dirigentes da Alentterra – Clube de Ar Livre do Alto Alentejo –
aproveitaram a oportunidade para agradecerem a todos os patrocinadores, participantes
e apoiantes, a colaboração na realização desta iniciativa que, sem eles não
teria sido possível.
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