9.7.21
9 de Julho - Pela Paz e pelo Desarmamento universal
ASAE doa artigos de vestuário e calçado à Santa Casa da Misericórdia de Nisa
Assembleia Municipal de Avis reitera a sua oposição à “Transferência de Competências do Património Classificado”
A referida transferência de competências de gestão, valorização e conservação recai sobre imóveis que sendo classificados, se considerem de âmbito local, e implica a posse das respetivas infraestruturas, no caso o Castelo de Avis, ficando o Município obrigado a garantir o disposto no Decreto-Lei n.º 22/2019, de 30 de janeiro.
O grupo de eleitos da CDU (Coligação Democrática Unitária) votou contra esta proposta pelas seguintes razões:
“Transferência de Competências do Património Classificado”:
O governo chama transferência de competências a uma mera descentralização. O caso da transferência do Património Classificado, atualmente sobre a tutela da Direção Geral do Património Cultural é testemunho disso mesmo.
O Município recebeu o auto de efetivação da transferência de competências do Castelo de Avis, imóvel classificado como Monumento Nacional, identificando as obrigações do Município. Neste podem ler-se:
- “Assegurar a qualidade das atividades que envolvem o imóvel classificado Castelo de Avis, bem como garantir as condições de funcionamento e segurança das instalações adequadas, considerando a ausência de transferência de recursos financeiros” e
- “Prestar à área governativa da Cultura as informações que esta considere necessárias à avaliação da qualidade de execução dos serviços e à adequada verificação e supervisão das condições de funcionamento do imóvel classificado”.
Há mais 20 anos que nem a DGPC nem as suas estruturas regionais (IPPAR, IGESPAR e DRC) realizaram qualquer intervenção neste monumento classificado. Em nenhuma altura, nestes 20 anos, estas entidades nos perguntaram sobre questões de recuperação ou conservação, de funcionamento, de qualidade do serviço que prestamos ou sobre a segurança das instalações.
É, no mínimo, ridículo que, agora, nos venham impor obrigações que, na prática, tem sido o Município a executar sem que a entidade responsável pelo património tenha demonstrado, em momento algum, qualquer preocupação nesta matéria. Depois de mais de 20 anos sem executar qualquer obra de conservação ou mais de 30 sem atribuir recursos financeiros e humanos para apoiar o Município na sua execução, vem o Governo elencar estas “obrigações” que, na prática, já eram nossas, porque zelamos diariamente pelo nosso território e pela herança patrimonial que nos deixaram.
Nos últimos anos foi o Município, pelos seus meios, que executou obras de conservação neste Monumento Nacional. Existem áreas que não oferecem condições de segurança, estando mesmo um troço encerrado ao público, pelo que o Município se vê agora obrigado a executar obras que vão muito para além de meras obras de manutenção e não existe da parte do Estado qualquer palavra sobre esta matéria. Se depois desta data ruir um troço de muralha, vão-nos dizer que a responsabilidade é do Município de Avis, quando quem deixou chegar isto a este estado foi o Estado Português.
A Assembleia Municipal de Avis reitera a sua oposição a esta incongruente transferência de competências e denuncia as manobras do governo PS, cuja mera preocupação é a de se libertar de responsabilidades, sacudindo as mesmas com insuficiência de meios e de recursos (ou mesmo com a sua ausência) de que é exemplo a presente transferência na área do património.
A Assembleia Municipal de Avis reforça a sua posição quanto à premência de concretização das Regiões Administrativas, prevista há décadas na Constituição da República Portuguesa, como única forma de reforço efetivo do regime democrático.
União dos Sindicatos do Norte Alentejano organiza a 1ª Feira do Trabalho com Direitos no distrito de Portalegre
Coincidindo com a Jornada Nacional de Acção e Luta convocada pela CGTP-IN e que decorre de 21 de Junho a 15 de Julho, a União dos Sindicatos do Norte Alentejano, USNA/CGTP-IN, vai organizar este sábado, dia 10 de Julho, no Jardim do Tarro em Portalegre, das 9 às 13h, a 1ª Feira do Trabalho com Direitos no Distrito de Portalegre.
ABRANTES: Desmantelada rede de tráfico de estupefacientes
CASTELO DE VIDE: IV Jornadas de Arqueologia do Norte Alentejano de 10 a 12 de Setembro
8.7.21
7.7.21
CRATO: Dois detidos em flagrante por furto de metais não preciosos
INIJOVEM promove Passeio de Canoas no rio Tejo
OPINIÃO: Justiça dá a mão ao populismo
NISA: A poesia popular ou mais um acto inqualificável de Censura e Discriminação?
No passado sábado, dia 3 de Julho, foi apresentado no âmbito da Feira do Livro, a obra "Poesia Popular do Concelho de Nisa", um projecto que, de acordo com a Nota Introdutória, "resultou da imperativa necessidade de dar voz através da corporização em texto escrito e impresso, em livro, das diferentes formas poéticas e histórias de vida de pessoas naturais do concelho de Nisa trazendo à "luz do dia" os seus recôndidos escritos que, através desta obra irão perdurar para a posteridade."
Não de trata de "uma antologia de poesia popular, nem tão pouco erudita", adianta a referida Nota, deixando o leitor na dúvida sobre o título escolhido para o livro.
Pela sua leitura e conhecendo, minimamente, o universo poético dos autores do concelho, a que o "Jornal de Nisa", em formato papel ou digital deu particular atenção e divulgação, chega-se facilmente à conclusão de que o "projecto" de livro, não respeita, sequer, os princípios a que se propôs e garbosamente anuncia, entre eles, o de, conforme escreve a edil, "dignificar as mulheres e homens que vão construindo o nosso património imaterial, letra a letra, palavra a palavra... " .
Não respeita a própria ideia de "estrutura da obra", nomeadamente, o facto de publicar uns e DISCRIMINAR outros autores naturais do concelho, "vivinhos da silva", alguns com obras publicadas e reconhecidas. O critério fundamental do aparatchik cultural da "roseira brava" e da sua sacerdotisa, foi o da publicação de textos dos "poetas do regime", com uma ou outra honrosa excepção, alguns de qualidade mais do que duvidosa.
Poesias como as de José Hilário, Joaquim Maurício, José Mendes, Carlos Lucas Silva, Nazaré Valente e de outros que à memória não ocorrem, não "couberam" no livro e nos conceitos "poéticos e identitários" da presidente da Câmara de Nisa. Não são, para a edil amieirense, "pessoas de bem", munícipes de corpo e alma, com produção cultural, poética, eleitos, habitantes e contribuintes deste concelho. Pensam e agem pela sua própria cabeça e isso não agrada aos novos ditadores instalados na Praça do Pelourinho. Não abandonaram o território, como faz a edil, todos os dias e por isso o lápis cor de rosa da Censura e Discriminação rasurou os seus nomes.
Abundam, em contrapartida, os escritos "pimba", a louvaminha à edil, à "rainha" como alguns se lhe referem, em dose tripla, a "poesia" dos amigos do poder idalinista.
É um vergonhoso acto de Censura e Discriminação exercido sobre Cidadãos do Concelho, mais um, diria, a juntar a tantos outros praticados neste período de oito anos, em que à luz da propaganda intensiva e goebelliana, se instaurou um regime de poder local que já pouco ou nada tem de democrático, mas tem muito de manipulação e prepotência.
.. E assim se faz Portugal: uns vão bem (muito bem) e outros mal!
Mário Mendes
6.7.21
Dádiva de sangue em Nisa
PREVENÇÃO RODOVIÁRIA: Campanha “Taxa Zero ao Volante”
OPINIÃO: Notas sobre a ofensiva da direita radical (1)
José Pacheco Pereira, in Público, 03/07/2021
5.7.21
TRADIÇÃO ORAL: ADÁGIOS DE JULHO (II)
PORTALEGRE: Debates temáticos de preparação do 3º Congresso Amalentejo
4.7.21
TRADIÇÃO ORAL - ADÁGIOS DE JULHO (I)
- Julho claro como olho de gado.
- Julho debulhar; Agosto engravelar.
- Julho é o mês das colheitas, Agosto é o mês das festas.
- Julho fresco, Invemo chuvoso, estio perigoso.
- Julho fresco, pouco vinho no teu copo.
- Julho passado sempre foi melhor.
- Julho pela manhã, recorre à lua figueira.
- Julho quente traz o Diabo no ventre.
- Julho quente, seco e ventoso, trabalha sem repouso.
- Julho sem pulgas no cão, vento norte e muito frio é sinal de pouco pão.
- Julho, ceifa-se o trigo e a debulha.
- Julho, debulhar.
- Julho, debulhar; Agosto, engravelar.
- Julho, o verde e o maduro.
- Junho, como punho; Julho, já fazem barulho; Agosto, mudam o rosto.
- Junho, Julho e Agosto, senhora não sou vosso.
- Luar de Janeiro, sol de Julho.
- Maio engrandecer, Junho ceifar, Julho debulhar.
- Não há maior amigo do que Julho com seu trigo.
- Nevoeiro de S. Pedro, põe em Julho o vinho a medo.
AMIEIRA DO TEJO: Evocação e Homenagem
3.7.21
Município de Ródão aposta no teatro para promover a integração escolar das crianças
PSD QUESTIONA: Conservatória de Arronches funciona sem “conservador” e em “más instalações”
ÉVORA: Caminhada Gratuita de divulgação Freguesias | N. Sra de Machede
2.7.21
PORTALEGRE: Valorização dos Percursos Pedestres na Serra de São Mamede
COMENDA (Gavião): Festa na Ribeira da Venda
Sábado 3 de julho de 2021
18h – Inauguração da Piscina de Adultos
22h – Concerto com David Antunes








































