11.7.16

Alpalhão e Nisa na Rota dos Coretos do Norte Alentejano

Alpalhão e Nisa vão receber a Rota dos Coretos do Norte Alentejano 2016, uma iniciativa da Fundação Inatel.
Alpalhão abre o roteiro musical das Filarmónicas no dia 23 de Julho, com um concerto pela Banda da Sociedade Filarmónica Alpalhoense às 19 horas.
Em Nisa, a banda da Sociedade Musical Nisense actua no dia 12 de Agosto pelas 22 horas.

PORTUGAL É CAMPEÃO EUROPEU DE FUTEBOL 2016









Pronto, já está. Acabou o sofrimento, a incerteza. A garra, a determinação, a capacidade de superar obstáculos, a união e a superior capacidade técnica dos futebolistas portugueses levaram de vencida os gauleses. O país e as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, sobretudo, os residentes em França, explodiram de alegria e num ápice a festa tomou conta de ruas, largos e avenidas. Portugal é Campeão Europeu de Futebol, no mesmo dia em que o Atletismo nacional escreveu uma das mais brilhantes páginas da sua história, através de Sara Moreira, campeã europeia da meia-maratona. Jéssica Augusto, Patrícia Mamona, campeão europeia do triplo salto e outros atletas.

10.7.16

NISA: Ficheiros do Património (12)


Vamos lá, Portugal! Rumo à Vitória!

Esta foto foi publicada numa das edições do Jornal de Nisa de 2004, ano do Europeu de Futebol disputado em Portugal. Era o ano de todas as esperanças na conquista de um título internacional, a nível de selecções, que nos fugia desde há muito. O país vibrou com a sua selecção; as ruas, portas e janelas engalanaram-se, vestidas de verde, amarelo e vermelho no apoio à "equipa de todos nós". No fim, a decepção...
Ficámos "gregos" de tanto jogar e, ao cair do pano, na única jogada digna de registo da selecção helénica, um golo a frio, acabou com o jogo e deixando-nos prostrados e tristes.
Ficou, todavia, esta foto, belíssima, a ilustrar os "Postais do Concelho" e como mensagem de que a esperança nunca morre e hoje, 12 anos depois, queremos vê-la revigorada.
Vamos lá, Portugal! Rumo à Vitória!

GAVIÃO: Festa de Verão no Alamal


8.7.16

NISA: Ficheiros do Património (11)


Alpalhão tem vida própria - Agenda Cultural de Julho


NISA: E não se pode experimentar cá?

É um exemplo que vem de um concelho vizinho, Castelo de Vide. Vila onde o Centro Histórico não atinge, nem de longe, os níveis de degradação a que chegou o da vila de Nisa. 
A Câmara castelo-vidense vai procurar alterar a situação de abandono em que se encontra a zona histórica. Não é uma tarefa fácil, antes pelo contrário. Cidades como Abrantes sentem problemas idênticos. À constante perda de população, principalmente a mais jovem e activa, junta-se a atracção por outros lugares e zonas residenciais, de vistas mais largas e de melhores condições de habitabilidade.
Por isso, investir, intervir, dinamizar actividades, criar condições de permanência e até de atracção de novos residentes é um trabalho colossal e para o qual, quase sempre, faltam os meios financeiros adequados.
A tudo isso juntam-se as imposições e as barreiras burocráticas, técnicas e administrativas.
Falta flexibilidade, uma intervenção mais próxima e acima de tudo, leis e regulamentos que, defendendo o património, possam articular os dois interesses em presença: os dos moradores e os da manutenção dos centros históricos, como entidades dignas desse nome.
É um trabalho ciclópico. Mas tem que se começar por algum lado. E há problemas na margem dos centros históricos que podiam ser resolvidos sem grandes verbas e projectos. Lembro-me, por exemplo, das antigas oficinas municipais, tornadas obsoletas pelo uso das novas instalações, e de todo o espaço em terra batida que ali está servindo de parque de estacionamento e sem condições mínimas para tal fim.
Não falo sequer dos "vergonhosos sanitários" ali existentes. Eu sei que vieram do tempo da outra senhora e do outro senhor, mas nunca deixei de alertar para esta situação anómala e indecorosa que envergonha todos os nisenses.
E, se não é dizer mal, deixo um sugestão: intervenham no Centro Histórico de Nisa; tenham em conta este exemplo de um concelho vizinho e podem começar pelo antigo espaço da Aletrina (Latrina).
Mário Mendes

CDU reage em Comunicado à Desvinculação do Município de Nisa da Naturtejo

A CDU de Nisa reagiu, em comunicado, à deliberação tomada na sessão da Assembleia Municipal de 24 de Junho último, através do qual o Município de Nisa tornou efectiva a sua desvinculação da Associação de Municípios Natureza e Tejo - Naturtejo e, em consequência, deixando de pertencer ao Geoparque Naturtejo. Abaixo reproduzimos o Comunicado bem como a Declaração de Voto produzida na referida sessão da Assembleia Municipal de Nisa.



6.7.16

NISA: "Amigos, não consultem os relógios!"

Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios…

Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida – a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.

Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.

E os anjos entreolham-se espantados
quando alguém – ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são…
(Mario Quintana)
(poema do livro A Cor do Invisível. 2a. edição. São Paulo: Globo, 2005. p.96.)
Já era tempo, mais que tempo, da Torre do Relógio, um dos ex-libris de Nisa, ser olhada com outros olhos.  Há muito que os mostradores do relógio estão desafinados, desalinhados, mostrando tempos diferentes, consoante os locais de onde se olha. Estão assim há anos, à espera de uma reparação que há muito se justifica.
Não sei se é por falta de verbas e vontade, ou se há outras prioridades a reclamarem intervenção mais urgente.
Que o relógio da torre e a própria torre carecem de uma reparação e de uma limpeza geral, salta à vista de todos. Até daqueles que não têm um blog "só para dizer mal", como é - na fértil imaginação de alguns dos eleitos, atentos e vigilantes, da Praça do Pelourinho -, este em que escrevo e tem como título Portal de Nisa.
Talvez por estas ou outras razões que me escapam, o blog tenha atingido, na semana passada, mais de um milhão e quarenta mil visitantes, não se incluindo nestes as minhas "entradas".
Mas, tenho de concordar com o Mário Quintana: Não olhem (consultem) os relógios!
O da Torre de Nisa merece uma visão mais limpa e desafogada.
Mesmo, para os mal-dizentes...
Mário Mendes

GÁFETE: III Passeio de Motas e Motorizadas Antigas


Encontro de Cante Alentejano em Portalegre


IIª Edição das Festas do Campo da Associação de Caçadores de Alpalhão.

Dias 15, 16 e 17 de Julho venha passar um dia/noite no campo e divirta-se com os vários tipos de animação que a Associação tem preparado para si...
Durante o evento, decorrerá uma exposição de animais.

4.7.16

EFEMÉRIDE: 41º Aniversário da USNA/cgtp-in

Aos quatro dias do mês de Julho de 1975, nas instalações da Delegação de Portalegre do Sindicato dos Bancários, na Praceta, reuniu sobre a presidência de António Milheiro – Bancários, secretariado por António Serra – Agrícolas e António Ceia dos Reis – Corticeiros, o  Plenário distrital dos Sindicatos do Distrito de Portalegre, para discutirem e aprovarem os Estatutos da União dos Sindicato do Distrito de Portalegre.
Nascia assim a organização sindical dos trabalhadores do distrito que se assumia desde a primeira hora como a Intersindical do distrito de Portalegre.
Hoje, quarenta e um anos depois, com milhares de lutas travadas, com vitórias e derrotas no seu historial, mas sempre com os trabalhadores e trabalhadoras deste distrito, a União dos Sindicatos nascida em 1975 e entretanto renomeada como União dos Sindicatos do Norte Alentejano continua a afirmar-se como a maior e mais representativa organização social do distrito de Portalegre e a demonstrar a mesma firmeza e entusiasmo na defesa dos trabalhadores que representa e do direito de todos em trabalharmos e vivermos num território acolhedor e desenvolvido.
Hoje, no dia em que comemora mais um aniversário a União dos Sindicatos do Norte Alentejano reafirma a sua total disponibilidade e vontade em continuar a luta por um distrito desenvolvido e solidário, que garanta aos que aqui nasceram e permanecem trabalho com direitos e condições de vida dignas.
Este é o compromisso diariamente renovado.
Sempre, Sempre com os trabalhadores e trabalhadoras do Norte Alentejano!
Portalegre, 04 de Julho de 2016
A Direcção Regional da USNA/cgtp-in

NISA: Camilo de Oliveira nos "Postais do Concelho"

São dois artistas na arte de bem entreter. Camilo de Oliveira tem uma longa carreira como homem do teatro e humorista. Bebiano Serralha, deu show nos anos 60 como vocalista da orquestra “Atlântida Nisense”. Encontraram-se, há dias, em Nisa e do encontro ficou esta foto cheia de boa disposição.

In "Jornal de Nisa" - nº 257 - 11/6/08

CULTURA: Morreu Camilo de Oliveira

Segundo fonte familiar, o actor morreu no sábado às 20:10 em Lisboa. Tinha 91 anos
De acordo com a referida fonte, haverá lugar a uma cerimónia religiosa na próxima terça feira na Basílica da Estrela.
Camilo Venâncio de Oliveira nasceu a 11 de Agosto de 1924 em Buarcos na Figueira da Foz.
Nasceu nos camarins do Teatro do Grupo Caras Direitas, localizado em Buarcos, na altura o único teatro existente no concelho da Figueira da Foz.
Em finais de Setembro de 2012, houve rumores da sua morte, um boato que os jornais se apressaram a desmentir. Faleceu a 2 de Julho de 2016, aos 91 anos de idade, no Hospital Egas Moniz, em Lisboa, onde estava internado na unidade de cuidados paliativos devido a cancros na próstata e nos intestinos.
Camilo estreou-se na companhia itinerante da família com apenas nove anos. Depois saiu da Figueira da Foz para Lisboa em busca de uma carreira. A sua primeira revista foi "Lisboa é Coisa Boa" em 1951.
Durante a sua vida, contracenou com diversos artistas, como por exemplo Beatriz Costa, Raul Solnado, Vasco Santana, Ribeirinho, entre outros mais contemporâneos.
Entre 1995 e 2009, protagonizou várias séries cómicas onde o protagonista tinha sempre o seu nome mas com apelidos diferentes de série para série. Esse personagem assumia vários estilos de vida, porém sempre na linha da comédia de peripécia. Foram ao todo, sete as séries, seis das quais exibidas na SIC e, uma na RTP1.
Em relação ao teatro, Camilo de Oliveira fez 47 revistas à portuguesa.
Editou "Camilo de Oliveira - As Regras da Minha Vida" onde relata uma carreira de décadas.
Desde o fim das gravações de "Camilo, o Presidente" que, o actor se reformou definitivamente.
Esporadicamente concedeu entrevistas a talk-shows; a última das quais dada a Manuel Luís Goucha, no seu programa "Você na TV!", na TVI, do dia 03 de Abril de 2015.
in Hardmúsica

3.7.16

Pé da Serra e Vinagra festejam o S. Simão


PÉ DA SERRA: À roda da possível origem do seu nome

Desde há muitos anos (anos que acordaram musas), mas sempre com o mesmo fervor contemplativo, que nos detemos na visão magnífica deste pequeno burgo ou lugar da Serra de São Miguel, que se inclina como que em prece ou perene preito à montanha redonda que lhe absorve, em místico gigantismo, o fronteiro horizonte.
Pé da Serra só porque situada a aldeia no sopé ou falda-leste do grande morro? Só por isso? E quanto à proveniência dos seus habitantes?
Ninguém, povo ou grupo humano, se radica em determinado ponto geográfico, sem causa mais ou menos justificante e até mesmo de concreto teor. Sabe-se que muitas aldeias ou lugarejos nasceram por progressiva ou ampliada fixação dos seus nativos, devido a propriedades que lhes asseguraram certa fonte de sustento necessário à vida, numa altura em que o mercado de trabalho era circunscrito a espaços reduzidos ou a escassos metros medidos a pé descalço. A era do quilómetro chegaria muito mais tarde e só para muito poucos, os que dispunham da roda e do cavalo...
Cabem aqui casos como os de Monte Claro (Monte do Claro), Montes Matos (Montes dos Matos), Chão (da Velha), Montes (do Duque) e do Prado, que obviamente poderão derivar dos nomes de antigos patrões, ou principais proprietários aí existentes.
Porém, com o Pé da Serra o caso não será idêntico, dado que o nome não tem qualquer referência ou identidade com pessoa, propriedade rural ou mesmo urbana.
As musas que acordámos até diziam:
Rostos belos, olhos, olhos,
Como jamais ainda vira
Nascidos de entre os abrolhos
Que a mão de Deus repartira...
Mas, para tudo há uma história e não deixaremos de contar esta aos nossos leitores. Facto, lenda, ou simplesmente imaginação?
Com certeza que, na Torre do Tombo, não deve haver nada parecido com isto.
Por várias vezes, ao longo da vertiginosa meninice, ouvimos contar a familiares, muito ligados à obra esforçada e grandiosa (feita a braço de homem) que foi a abertura de canais e túneis da Hidro Eléctrica do Alto Alentejo, que o povo do Pé da Serra, em homens e mulheres, foi dos que maior contributo deu para a execução física desse ousado projecto de progresso e modernidade para a época (2ª vintena do século passado).
Nessa altura, um “exército” de trabalhadores, comandado pelo Engº Filipe dos Santos que teria combatido em La Lys poucos anos antes, “batia-se” arduamente nos "cabeçurros" da Senhora da Graça, desbravando um novo caminho para a água do velho Nisa que agonizava entre as suas milenárias barreiras, em patriótico holocausto.
Numa pausa do trabalho, ensopados embora os lenços no suor da refrega das picaretas, sempre havia algum tempo para contar uma anedota brejeira ou rememorar o passado, face à transformação da realidade presenciada.
E foi assim que, duma vez, falando-se “nos de Nisa” e “nos do Pé da Serra”, alguém conhecido por Miguéns terá dito:
Os povos de Nisa e do Pé da Serra são o mesmo povo. E desde que Nisa desapareceu daqui. Muitos foram para onde hoje estão, na outra Nisa. E outros, poucos, foram para ali, para “ao pé da Serra”, ouvi muitas vezes o meu avô, que era pastor, contar isso. Fugiram do assalto, eram uns trinta ou quarenta em homens e mulheres e, o “mais importante” mandou que fossem para a Serra.”
Parece que o homem mais importante e que mandava quis apenas dizer: instalar junto da Serra. Como, aliás, ainda hoje em Nisa se diz:
- And´aqui pró pré de mim.
Lógica histórica terá esta “história” quiçá com testemunho passado desde os tempos do Rei Trovador.
Mas será facto, lenda, ou só produto de bucólica imaginação?
Carlos Franco Figueiredo –Notícias de Nisa14/7/1997

NISA: Festival Jovem na Praça da República


SAÚDE: Falta de enfermeiros poderá causar "situações críticas" no Norte Alentejano

A época que se aproxima, habitualmente de férias, poderá despoletar situações críticas em alguns serviços" do Norte Alentejano, alerta o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que responsabiliza a administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano - ULSNA se tal vier a ocorrer.
Apesar do número de enfermeiros ser insuficientes para o normal e regular funcionamento dos serviços da ULSNA, o SEP teve conhecimento de que, este mês, terminam funções mais três enfermeiros, pelo facto de deterem um contrato individual de trabalho a termo certo, apesar de cumprirem funções necessárias e permanentes.
Para o SEP a situação é inaceitável, uma vez que estes enfermeiros, para além de estarem a responder a necessidades permanentes, são insuficientes para o normal e regular funcionamento dos serviços, nomeadamente fazendo face à grave carência destes profissionais.
O SEP entende que a administração da ULSNA deve envidar todos os esforços para garantir de forma urgente a permanência destes e de todos os enfermeiros que estão a terminar o contrato e que é urgente que o Ministério da Saúde/ACSS/ARSA autorizem a passagem de todos os processos de CIT a termo certo para sem termo.
FONTE: SEP

1.7.16

Nova empresa em Ródão na captação de recursos humanos


Decorreu, na passada 4ªfeira, na Casa de Artes e Cultura do Tejo, a apresentação da nova empresa a instalar em Vila Velha de Ródão, a Paper Prime, para pessoas desempregadas que queiram fazer formação específica para possível integração na empresa.
Uma iniciativa, realizada em parceria com o IEFP de Castelo Branco e a empresa Paper Prime, que acolheu cerca de 80 pessoas interessadas em integrar o curso/ formação no âmbito da medida Vida Ativa.
Nesta sessão foram feitas intervenções de Luis Pereira, Presidente da Câmara Municipal de V. V. Ródão, Leopoldo Martins, diretor do centro de emprego e formação de C. Branco, Vitor Silva, diretor fabril da Paper Prime e Mafalda Vicente, responsável pelos recursos humanos da Paper Prime.
O presidente da Câmara Municipal de Ródão saudou os presentes e contextualizou o papel da autarquia nesta matéria referindo que “ À Câmara Municipal coube a iniciativa de trazer este investimento até Ródão sendo que a sua responsabilidade termina neste momento.” Abordou ainda o programa de apoios de fixação da população que a autarquia disponibiliza, nomeadamente no âmbito da construção de habitação no concelho que prevê um apoio simbólico de 2500 euros. Em relação ao arrendamento, o programa da autarquia prevê também, no que concerne a famílias numerosas o valor da renda durante 1 ano totalmente suportado pela Câmara Municipal e no que diz respeito às outras famílias está regulamentado que até 3 anos em função do rendimento da família e para jovens até aos 35 anos existe um apoio que pode variar entre os 75 e 100% da renda mensal.
Outro dado importante que foi referido por Luis Pereira foi o facto da autarquia estar neste momento a adquirir um conjunto de imoveis no núcleo antigo de Vila velha de Ródão e com os projetos de reabilitação para alugar tipos T2, T3, por 100 ou 125 euros por mês. O presidente da Câmara Municipal lembrou ainda, aos presentes, os apoios à fixação existentes na área social, mencionando  que  “Atualmente, a frequência na creche é gratuita para todos os residentes no concelho, os manuais escolares são gratuitos para o 1º2ºe 3º ciclos, entre outros. Estamos a falar de um conjunto de instrumentos da autarquia extremamente fortes para que equacionem, caso sejam selecionados, e venham trabalhar em Vila Velha de Ródão, a possibilidade de se fixarem no concelho, pois, é isso que faz sentido para a câmara municipal e é essa a nossa expectativa.”
O diretor do IEFP de C. Branco, Leopoldo Martins, abordou o tipo de formação a que estava associado o recrutamento dos recursos humanos para a Paper Prime explicando que “ Esta formação está enquadrada numa formação inicial na área da Medida Vida Ativa, e que de acordo com o referencial da Paper prime terá uma componente teórica (300 horas) e outra prática em contexto de trabalho em contacto com os equipamentos. Trata-se uma formação feita à medida para formar pessoas que ficarão habilitadas a responder às necessidades da empresa. Nestes casos, quem fizer formação e demonstrar maiores competências, que a empresa depois irá avaliar, tem uma oportunidade real de vir a obter trabalho. “
Vitor Silva, diretor fabril da Paper Prime, fez a apresentação da empresa e a sua contextualização neste território indicando os princípios, a missão e estratégia de gestão.
A responsável pelos recursos humanos da Paper Prime, Mafalda Vicente, explicou os procedimentos de seleção e recrutamento e análise de perfil do candidato que interessa à empresa.
Recorde-se que a empresa Paper Prime, integrada no grupo Trevipapel, é uma nova fábrica de produção de papel em bobine, instalada em Vila Velha de Rodão, com uma opção empresarial que, vai conferir autonomia ao aprovisionamento, que aumentará a capacidade de diferenciação nos produtos elevando a qualidade e em simultâneo funcionará como base para a sustentabilidade e crescimento da Trevipapel para o futuro. Fruto de um investimento na ordem dos 30 milhões de euros, a Paper Prime terá uma produção média anual acima das 30 mil toneladas de matéria-prima

Arraial Rainha Santa Isabel em Amieira do Tejo


Contradanças de Alpalhão no III Encontro de Danças e Cantares Luso-Espanhol na Portagem

O Grupo de Coros e Danças "Contradanças", de Alpalhão, participa no III Encontro de Danças e Cantares Luso-Espanhol, que terá lugar no anfiteatro do Centro de Lazer da Portagem no próximo Domingo dia 10 de Julho a partir das 21 horas. As entradas são gratuitas.
O grupo alpalhoense actua com o Grupo Coral “El Candil”, o Grupo de Coros e Danzas “Aldava”, o Grupo Coral “Juéllega Extremeña” e o Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Alegria.

Poetas Alentejanos

Aguarela Alentejana

É Julho!... É Julho!... Venham por aqui;
Já cheira a terra quente! O ar, ardendo,
Loirou o trigo, o trigo que estão vendo
Contente de si mesmo, que exulta e ri...

Cantam as ceifeiras... Olhem para ali:
Um mar de espigas mil requebros tendo.
Papoilas espreitam, dum rubro estupendo.
A planície é oiro manchado a rubi.

Mundo bendito, Alentejo imenso.
Ó terra mártir, mãe do pão de Deus,
Calma e resignada. É bom filho, o chão...

Sinto milagre, o labor intenso,
O secular ´sforço dos rurais plebeus,
Milagroso trigo! Milagroso pão!
Manuel Ponce