Mostrando postagens com marcador cgtp-in. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cgtp-in. Mostrar todas as postagens

25.10.24

Dia de luta convocado pelos sindicatos dos trabalhadores da Administração Pública da CGTP-IN leva ao encerramento de vários serviços no distrito de Portalegre

Para hoje, dia 25 de outubro, está convocada, pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública da CGTP-IN, uma manifestação nacional em Lisboa. Os trabalhadores da Administração Pública vão protestar contra o empobrecimento e a perda de poder de compra e a ausência de respostas aos problemas das carreiras que têm sido colocados. A este propósito, os sindicatos da Frente Comum emitiram um pré-aviso de greve que, em resultado do descontentamento dos trabalhadores, contou com elevada adesão particularmente no sector da educação. Os trabalhadores não docentes, que ainda no dia 4 de Outubro demonstraram a sua disponibilidade para prosseguir a luta pela recuperação das suas carreiras, dinamizando uma greve que levou ao encerramento de dezenas de escolas só no distrito de Portalegre, estiveram mais uma vez hoje em protesto. Em Portalegre, frente à escola do Atalaião, dezenas estiveram concentrados. Noutras escolas como as Sedes de Agrupamento de Avis, Nisa, Crato, Arronches, Bonfim em Portalegre (à excepção da escola da Corredoura) e ainda a EB/JI da Boa Fé em Elvas, EB/JI de Avis e a ES Mouzinho da Silveira em Portalegre estiveram fechadas ou sem actividade lectiva. Outros serviços públicos como as Finanças em Campo Maior e o Centro de Saúde em Arronches não estiveram a funcionar em consequência da greve dos trabalhadores da Administração Pública. Também o sector dos Espaços Verdes da Câmara Municipal de Portalegre esteve condicionado assim como outros de outras autarquias, devido ao protesto dos trabalhadores da Administração Local.

1.6.24

SOCIEDADE: 50 anos do Salário Mínimo Nacional com olhos postos nas exigências do presente

 
A CGTP-IN assinalou os 50 anos do Salário Mínimo em Portugal. Com a conquista do passado e ciente do que significou na melhoria das condições de vida, a central sindical de classe exige hoje um Salário Mínimo de 1000 euros de forma a tirar os trabalhadores da pobreza. 
Há 50 anos, no quadro da Revolução e confirmando o que a mesma significou na vida dos trabalhadores, o Governo provisório liderado por Vasco Gonçalves decretou a instauração do Salário Mínimo Nacional, algo que até então não existia. 
Em comunicado, a CGTP-IN, como não podia deixar de ser, caracteriza este acontecimento como  «medida de grande impacto e alcance (estimando-se que 50% dos trabalhadores foram beneficiados)». A criação do Salário Mínimo Nacional justificava-se, então, pela «”situação de depauperamento e instabilidade" que afectava a "generalidade do povo português, especialmente os trabalhadores"» conforme está escrito no decreto-lei que estipula a criação deste avanço e relembra a CGTP-IN.
Apesar de assinalar o facto, a central sindical relembra que «volvidos 50 anos, a verdade é que o SMN evoluiu de forma muito insuficiente» e que «caso tivesse acompanhado a inflação e a produtividade, deveria ser superior aos 1200 euros em 2024», sendo que tem «como agravante» a reduzida evolução geral dos salários.
Fazendo um enquadramento, afirmando que «no final de 2023, dois em cada três trabalhadores tinha um salário base bruto inferior a 1000 euros, sendo que para 42% dos assalariados esse valor não ultrapassava os 800 euros», a CGTP  diz que é necessaria «ruptura com a política de direita, que se insere a reivindicação da fixação do SMN nos 1000 euros em 2024 e de uma subida em pelo menos 15% e nunca inferior a 150 euros de todos os salários».
A estrutura representativa dos trabalhadores não tem dúvidas que a política dos sucessivos governos passa pela «opção pela política que perpétua os baixos salários, que ataca o direito de contratação colectiva e que impõe a perda de poder de compra dos trabalhadores, de forma ainda mais expressiva para os da Administração Pública».
«Emigração, fraco crescimento económico, elevada dependência externa, défice na balança de bens (Portugal tem de importar, porque é insuficiente o nível de produção nacional), défice demográfico» são todos impactos que traduzem esta política de baixos salários, algo que a CGTP-IN está investida em combater. A «Semana de Esclarecimento, Acção e Luta» de 20 a 27 de Junho, para aumentar salários, garantir direitos, combater a exploração e as desigualdades é mais um momento convergente de luta que insere em si a luta por melhores salários. 
 in AbrilAbril - 27.05. 2024
Foto: António Pedro Santos / Lusa


11.3.23

SINDICAL: União dos Sindicatos com nova Direcção Regional

 
A Direcção Regional da União dos Sindicatos do Norte Alentejano – USNA/CGTP-IN, tomou ontem posse e elegeu a Comissão Executiva, que conta com 5 membros, representando 5 estruturas sindicais diferentes.
Nesta primeira reunião da Direccão Regional, Helena Neves foi reeleita como coordenadora.
Este mandato inicia-se após um Congresso que contou com cerca de 50 delegados em representação de 11 estruturas sindicais, e que acabou com um desfile entre o Museu das Tapeçarias e o Rossio em Portalegre, com o objectivo de dar visibilidade ao compromisso de prosseguir e intensificar a luta por melhores condições de vida e de trabalho no Norte Alentejano, assumido pela nova Direcção Regional da USNA/CGTP-IN, composta por 15 membros, 9 eleitos pela primeira vez.
Ana Albergaria - SIESI - Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas
Ana Luísa Pinheiro - SPZS - Sindicato dos Professores da Zona Sul
Ana Mafalda Nóvoa - STFPSSRA - Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Estado do Sul e Regiões Autónomas
Daniel Reguengo - STFPSSRA - Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Estado do Sul e Regiões Autónomas
Domingos Pires . SITE-SUL - Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul
Elsa Brinquete - Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Restauração e Turismo e Similares do Sul
Helena Neves - STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins
Helena Almeida -  STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins
João Isidoro - STCCMCS - Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores e Cortiças do Sul e Regiões Autónomas
Joaquim Rodrigues - SNTCT - Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Correios e Telecomunicações
José Paulo Lopes - CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
Paula Pedras - Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Restauração e Turismo e Similares do Sul
Paulo Canau -Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins.
Pedro Reis - SPZS - Sindicato dos Professores da Zona Sul
Verónica Pereira - SEP - Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
O órgão executivo, eleito na primeira reunião da Direcção Regional, é composto por:
Ana Albergaria
Ana Luísa Pinheiro
Daniel Reguengo
Elsa Brinquete
Helena Neves
Foi eleita como coordenadora, Helena Neves.
* O Depº de Informação da USNA/cgtp-in


12.12.22

Semana de luta nas empresas e serviços no distrito de Portalegre

Tem início este sábado, dia 10, a Semana de Luta nas Empresas e Serviços convocada pela CGTP-IN.
O objectivo desta iniciativa é desenvolver, na semana de 10 a 17 de Dezembro, iniciativas que possibilitem a expressão de rua dos principais problemas e reivindicações dos trabalhadores de diversos serviços, empresas e sectores, bem como da sua acção reivindicativa e luta contra a exploração e o empobrecimento, pelo aumento dos seus salários, pela melhoria das suas condições de trabalho, pelo direito à contratação colectiva que passa pela alteração às leis laborais, pela regulação dos horários de trabalho, pelo respeito pelas categorias e funções, pela liberdade sindical.
No distrito de Portalegre esta semana de luta vai ser assinalada com as seguintes iniciativas:
- Dia 12, segunda-feira, pelas 8h30, reunião de trabalhadores no Estaleiro Municipal de Gavião, seguido de deslocação destes trabalhadores até ao edifício principal da Câmara Municipal do Gavião para entrega de carta reivindicativa (acção organizada pelo STAL – Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Regional e Local, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins);
- Dia 12, segunda-feira, acção dos e pelos trabalhadores da Randstad em Elvas, pelo direito a regressar ao local de trabalho, contra a imposição do teletrabalho, que consistirá numa acção simbólica às 14h30 frente a sede da Randstad e noutra às 16h30 no Largo 25 de Abril em Elvas (acção organizada pelo SIESI – Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas);
- Dia 13, terça-feira, concentração dos trabalhadores da EPAL/VT junto ao Palácio Póvoas (Rossio) em Portalegre, pelas 10h, para assinalar a greve nacional dos trabalhadores do Grupo Águas de Portugal convocada para este dia (acção organizada pelo STAL – Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Regional e Local, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins);
- Dia 14, quarta-feira, Vigília em Defesa de uma Profissão com Futuro, que consistirá numa concentração de professores e activistas sindicais na Praça da República em Portalegre, pelas 18h (acção organizada pelo SPZS – Sindicato de Professores da Zona Sul);
- Dia 16, sexta-feira, Eleição da Pior Empresa do Ano de 2022, iniciativa anual da USNA que este ano terá lugar junto à Valnor (Herdade das Marrãs, Figueira e Barros), pelas 9h, tendo como objectivo denunciar o bloqueio da actividade sindical desenvolvido por esta empresa;
- Dia 16, sexta-feira, desfile pela Rua do Comércio (a partir do Museu das Tapeçarias), a partir das 16h30, seguido de Tribuna Pública no Rossio em Portalegre, iniciativa regional que tem como objectivo fazer um balanço da acção reivindicativa e luta dos trabalhadores do Alto Alentejo durante o ano de 2022.
O Depº de Informação da USNA/cgtp-in

30.6.22

Campanha nacional da CGTP-IN “Defender e Reforçar o Serviço Nacional de Saúde” com expressão no distrito de Portalegre

goog_1169521420A CGTP-IN promove, desde o passado dia 9 de Junho, a campanha “Defender e Reforçar o Serviço Nacional de Saúde Público, Gratuito e Universal”, cujos objectivos, entre outros, passam por colocar o foco na saúde e na prevenção da doença, pela necessidade de reforçar e modernizar o SNS, por investir na saúde como condição para a garantia deste direito fundamental da população e elemento de avanço social no progresso e de desenvolvimento económico do País.
Amanhã, dia 30 de Junho, entre as 7h30 e as 9h30, esta campanha terá expressão no distrito de Portalegre, numa iniciativa organizada pela União dos Sindicatos do Norte Alentejano, frente ao Hospital de Portalegre, que consistirá numa jornada de contactos com trabalhadores e utentes deste serviço de saúde.
Nesta jornada participarão vários sindicatos, entre eles o SEP – Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e o STFPSSRA – Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Estado do Sul e Regiões Autónomas, que acompanham os trabalhadores do sector e ainda o Sindicato da Hotelaria do Sul que acompanha os trabalhadores das cantinas dos hospitais distritais, também fundamentais ao funcionamento deste serviço público.
Para o dia 1 de Julho está convocada uma greve para o sector da saúde, pela Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.
O Depº de Informação da USNA/cgtp-in

14.5.22

PORTALEGRE: CGTP-IN comemorou o 1º de Maio



Um animado desfile seguido de convívio ao som do Grupo de Cantares de S. Vicente marcaram as comemorações do 1º de Maio em Portalegre .
Mais de 30 acções tiveram lugar em todo o país, organizadas pelas CGTP-IN.
Nestas acções a CGTP-IN pretende, não só homenagear os homens e mulheres que têm contribuído com a sua luta para a melhoria das condições de trabalho, mas também dar visibilidade às principais reivindicações dos trabalhadores portugueses:
-  O aumento geral dos salários em 90 euros para todos os trabalhadores 
- A valorização das carreiras e profissões
- A fixação dos 850€ a curto prazo para o Salário Mínimo Nacional
- O aumento real das pensões
- O combate à precariedade, a luta pelas 35 horas e contra a desregulação dos horários de trabalho
- A exigência do cumprimento e reposição de direitos
- A revogação das normas gravosas da legislação laboral, nomeadamente a caducidade da contratação colectiva e a reposição do princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador
- O reforço dos serviços públicos e das funções sociais do Estado
- A garantia da efectivação da liberdade sindical em todas empresas e locais de trabalho, entre outras.



Num momento de agravamento da situação dos trabalhadores e reformados por via do brutal aumento do custo vida, a CGTP-IN avança ainda com a exigência das seguintes medidas excepcionais e imediatas tais como:
- Reafirmar a reivindicação de aumento dos salários de todos os trabalhadores em 90€ em 2022
- Aumentos extraordinários de todos os salários cuja revisão/actualização tenha sido absorvida pela inflação
- Aumento extraordinário do Salário Mínimo Nacional para 800€ com efeitos a 1 de Julho de 2022
- Aumento extraordinário de todas as pensões e reformas que reponha o poder de compra, num mínimo de 20€
O Departamento de Informação da USNA/CGTP-IN


6.4.22

PORTALEGRE: CGTP-IN convoca Concentração pelo aumento dos salários e pensões

O aumento geral dos salários e das pensões é fundamental para fazer face ao significativo e geral aumento dos preços de bens e serviços essenciais à vida com que, já antes das últimas semanas, os trabalhadores e a generalidade da população estavam a ser confrontados. Por isso, a CGTP-IN convocou para a próxima sexta-feira, dia 8 de Abril, uma jornada nacional de luta descentralizada pela valorização de todos os salários e ainda:
- Pela erradicação da precariedade;
- Pelo respeito pelos direitos, dinamização da contratação colectiva, revogação das normas gravosas da legislação laboral;
- Pela defesa e mais investimento nos serviços públicos e na funções sociais do Estado.
Em Portalegre, tal como em muitas outras capitais de distrito do país, trabalhadores e activistas sindicais sairão à rua esta sexta-feira, concentrando-se na Av. Movimento das Forças Armadas, frente ao Centro Comercial Fontedeira, a partir das 17h, demonstrando que é urgente aumentar os salários e pensões e tomar medidas imediatas para travar a especulação e regular os preços.
O Depº de Informação da USNA/cgtp-in

7.12.20

CGTP-IN promove Semana de acção e luta no distrito de Portalegre

Com o objectivo de dar expressão e força à acção reivindicativa dos trabalhadores nos locais de trabalho, a CGTP-IN convocou uma semana de acção e luta, com o lema “Proteger os trabalhadores. Aumentar os salários. Garantir os direitos.” de 7 a 11 de Dezembro.
Sob o pretexto da pandemia muitas entidades patronais têm tentado ir o mais longe possível na intensificação da exploração da força de trabalho, através de despedimentos e da desregulação dos horários, prolongando as jornadas de trabalho para lá dos limites do cansaço, em horas não pagas.
É, no entanto, possível travar esta ofensiva com a força e a unidade dos trabalhadores. É isso que têm feito milhares de trabalhadores em centenas de locais de trabalho e nesta semana, juntamente com os seus sindicatos de classe, os trabalhadores vão trazer para a rua essas acções.
Em plenários, concentrações e tribunas, os trabalhadores vão exigir resposta às suas reivindicações concretas mas também dar mais força à luta pelo aumento geral dos salários e das pensões, pela alteração da legislação laboral, pelo aumento do salário mínimo nacional, pelo investimento público efectivo nas funções sociais do Estado que passa pela valorização dos seus profissionais.
No distrito de Portalegre os trabalhadores e seus sindicatos de classe agendaram as seguintes acções:
- dia 9, pelas 16h, frente ao Hospital de Portalegre, concentração dos trabalhadores das cantinas, bares e refeitórios dos hospitais distritais, geridos pela Uniself, pela reposição dos 10 dias de salário que lhes foram retirados deixando trabalhadores com um salário de cerca de 200 Euros e em alguns casos inferior; acção dinamizada pelo Sindicato da Hotelaria do Sul.
- dia 10, pelas 13h, frente a Hutchinson de Campo Maior, concentração com tribuna pública e eleição da pior empresa do ano de 2020 dinamizada pela União dos Sindicatos do Norte Alentejano e pintura de lona pela Interjovem contra a precariedade e banco de horas; acção dinamizada pelo SITE-SUL – Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul.
- dia 11, pelas 8h30, na ETAR de Portalegre, plenário dos trabalhadores do Grupo AdP - Águas de Portugal, seguido de entrega de resolução na CIMAA e conferência de imprensa junto a este local às 11h. Os trabalhadores do Grupo AdP exigem a aplicação do acordo colectivo e a contratação de mais trabalhadores; acção dinamizada pelo STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins.
- dia 11, pelas 14h, junto ao Palácio Póvoas em Portalegre, tribuna pública com o objectivo de fazer um balanço de todas as acções reivindicativas que tiveram lugar durante a semana de acção e luta; acção dinamizada pela União dos Sindicatos do Norte Alentejano, que vai contar com a participação de vários activistas sindicais de diferentes sindicatos da CGTP-IN.
Os dirigentes e delegados sindicais responsáveis por estas iniciativas convidam o vosso OCS a estar presente nos locais e horários assinalados (com excepção do plenário de trabalhadores do grupo AdP) o objectivo de aprofundar as questões acima enunciadas.
O Depº de Informação da USNA/cgtp-in

25.9.20

SOCIEDADE: Acção de Luta Nacional convocada pela CGTP-IN no distrito de Portalegre


A CGTP-IN convocou para o próximo dia 26 de Setembro, sábado, uma Acção de Luta Nacional, (descentralizada) em todos os distritos e nas regiões autónomas sob o lema “Aumentar os salários! Desenvolver o País.“
Esta acção será um momento de convergência de todas as propostas e reivindicações de trabalhadores de diferentes sectores, nomeadamente no que se refere ao aumento geral dos salários e pensões e do salário mínimo nacional; ao pagamento da totalidade da retribuição a todos os trabalhadores com cortes salariais; à garantia do emprego e do combate à precariedade; à promoção da contratação colectiva; à revogação da normas gravosas da legislação laboral; à redução gradual do horário de trabalho para as 35 horas; ao investimento nos serviços públicos; à resposta aos problemas imediatos que se colocam na área da saúde e na educação.
No distrito de Portalegre, esta acção nacional de luta consistirá numa concentração na cidade de Portalegre, na Avenida Movimento das Forças Armadas, junto ao Centro Comercial Fontedeira, pelas 11h.
O Depº de Informação da USNA/cgtp-in


21.6.20

CGTP-IN: Balanço é negativo para quem vive do seu trabalho

 A CGTP-IN fez um balanço negativo dos efeitos da pandemia para os trabalhadores, uma vez que cerca de 100 mil trabalhadores ficaram desempregados e mais de um milhão perderam rendimentos.
«Fizemos uma análise dos três meses do surto epidémico e das medidas tomadas pelo Governo e concluímos que o balanço é muito negativo para os trabalhadores, pois mais de um milhão tiveram cortes no rendimento e cerca de 100 mil perderam o emprego, muitos sem terem sequer direito a subsídio de desemprego», disse a secretária-geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha, em conferência de imprensa na passada sexta-feira.
Os dados divulgados pela sindicalista constam de um documento elaborado com base em estatísticas do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, relativas ao período entre 2 de Março e 2 de Junho.
Para a Intersindical, «o impacto da crise no emprego é multifacetado», pois abrange os trabalhadores que perderam os empregos mas também os que se mantêm a trabalhar, mas têm os contratos de trabalho suspensos ou a duração do trabalho reduzida (lay-off), que são mais de 800 mil.

A central sindical lembra ainda os que se encontram em teletrabalho –muitos tendo a cargo filhos menores de 12 anos cujas escolas foram encerradas–, os trabalhadores independentes com redução total ou parcial da sua actividade económica, e os trabalhadores com salários em atraso.
No documento, a CGTP-IN salienta o «forte aumento» de desempregados inscritos nos centros de emprego desde o início do surto epidémico e referiu os 134 mil novos pedidos de prestações de desemprego.
«As medidas que o Governo tem tomado, quer no Programa de Estabilização Económica, quer no Orçamento Suplementar, são insuficientes e desequilibradas pois não resolvem o problema dos despedimentos nem dos cortes salariais», considerou Isabel Camarinha.
AbrilAbril - 21/6/2020

30.4.20

Sessão comemorativa do 1º de Maio em Portalegre

Amanhã, em todo o país, terão lugar diversas iniciativas organizadas por sindicatos e estruturas intermédias da CGTP-IN, com o objectivo de assinalar o 1º de Maio, dia do trabalhador.
Também em Portalegre se assinalará o 1º de Maio, numa sessão organizada pela União dos Sindicatos do Norte Alentejano/CGTP-IN, pelas 11h, na Avenida Movimento das Forças Armandas, frente ao centro Comercial Fontedeira.
Todas as acções acima descritas cumprirão as normas emitidas pela Direcção-Geral da Saúde, designadamente o distanciamento social e a protecção individual, e respeitarão os condicionamentos que constam do Decreto do Presidente da República nº 20-A/2020 de 17 de Abril.
O Depº de Informação da USNA/cgtp-in

4.7.16

EFEMÉRIDE: 41º Aniversário da USNA/cgtp-in

Aos quatro dias do mês de Julho de 1975, nas instalações da Delegação de Portalegre do Sindicato dos Bancários, na Praceta, reuniu sobre a presidência de António Milheiro – Bancários, secretariado por António Serra – Agrícolas e António Ceia dos Reis – Corticeiros, o  Plenário distrital dos Sindicatos do Distrito de Portalegre, para discutirem e aprovarem os Estatutos da União dos Sindicato do Distrito de Portalegre.
Nascia assim a organização sindical dos trabalhadores do distrito que se assumia desde a primeira hora como a Intersindical do distrito de Portalegre.
Hoje, quarenta e um anos depois, com milhares de lutas travadas, com vitórias e derrotas no seu historial, mas sempre com os trabalhadores e trabalhadoras deste distrito, a União dos Sindicatos nascida em 1975 e entretanto renomeada como União dos Sindicatos do Norte Alentejano continua a afirmar-se como a maior e mais representativa organização social do distrito de Portalegre e a demonstrar a mesma firmeza e entusiasmo na defesa dos trabalhadores que representa e do direito de todos em trabalharmos e vivermos num território acolhedor e desenvolvido.
Hoje, no dia em que comemora mais um aniversário a União dos Sindicatos do Norte Alentejano reafirma a sua total disponibilidade e vontade em continuar a luta por um distrito desenvolvido e solidário, que garanta aos que aqui nasceram e permanecem trabalho com direitos e condições de vida dignas.
Este é o compromisso diariamente renovado.
Sempre, Sempre com os trabalhadores e trabalhadoras do Norte Alentejano!
Portalegre, 04 de Julho de 2016
A Direcção Regional da USNA/cgtp-in