- Dia 16 de Setembro, sábado, vamos ser muitos mil a defender o SNS e a exigir o seu reforço!
Mostrando postagens com marcador serviço nacional de saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador serviço nacional de saúde. Mostrar todas as postagens
9.9.23
30.6.22
Campanha nacional da CGTP-IN “Defender e Reforçar o Serviço Nacional de Saúde” com expressão no distrito de Portalegre
goog_1169521420A CGTP-IN promove, desde o passado dia 9 de Junho, a campanha “Defender e Reforçar o Serviço Nacional de Saúde Público, Gratuito e Universal”, cujos objectivos, entre outros, passam por colocar o foco na saúde e na prevenção da doença, pela necessidade de reforçar e modernizar o SNS, por investir na saúde como condição para a garantia deste direito fundamental da população e elemento de avanço social no progresso e de desenvolvimento económico do País.
Amanhã, dia 30 de Junho, entre as 7h30 e as 9h30, esta campanha terá expressão no distrito de Portalegre, numa iniciativa organizada pela União dos Sindicatos do Norte Alentejano, frente ao Hospital de Portalegre, que consistirá numa jornada de contactos com trabalhadores e utentes deste serviço de saúde.
Nesta jornada participarão vários sindicatos, entre eles o SEP – Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e o STFPSSRA – Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Estado do Sul e Regiões Autónomas, que acompanham os trabalhadores do sector e ainda o Sindicato da Hotelaria do Sul que acompanha os trabalhadores das cantinas dos hospitais distritais, também fundamentais ao funcionamento deste serviço público.
Para o dia 1 de Julho está convocada uma greve para o sector da saúde, pela Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.
O Depº de Informação da USNA/cgtp-in
22.2.22
COIMBRA: Exposição "A criação do Serviço Nacional de Saúde: a conquista de um direito (1974-1979)"
3 Fevereiro a 1 Maio
Coimbra, Piso 3 do Colégio da Graça na Rua da Sofia, 10h00 às 17h30
Exposição Virtual - A criação do Serviço Nacional de Saúde: a conquista de um direito (1974-1979)
Documentos sobre a história da criação do Serviço Nacional de Saúde
O Serviço Nacional de Saúde, aprovado em 1979, materializa uma das conquistas da Revolução de Abril e do processo revolucionário iniciado em 1974. A presente exposição, baseada nas coleções do Centro de Documentação 25 de Abril, procura traçar a genealogia do SNS ao analisar as iniciativas desenvolvidas no setor durante o período que se segue imediatamente ao 25 de Abril.
Partindo de algumas imagens icónicas que refletem as condições de vida, de higiene e de saúde do Portugal “pluricontinental” do pré 25 de Abril encontraram-se fontes documentais variadas que espelham a luta pela concretização das expectativas que também na área da saúde o novo regime político fez nascer nas comunidades. Essa luta tornou urgente a construção de um serviço público que cobrisse todo o território e mobilizou os militares do MFA, os movimentos sociais, os profissionais de saúde, bem como os partidos políticos.
À seleção inicial que foi feita para a exposição real que vai estar a público no Piso 3 do Colégio da Graça assim que as condições de segurança sanitária o permitirem, juntam-se aqui, no espaço virtual, alguns documentos de arquivo que pela sua raridade e importância podem despertar curiosidade a quem se interessa pelo tema mais vasto da saúde pública e comunitária.
20.7.15
OPINIÃO: As urgências do Hospital de Portalegre
De
acordo com a Ordem dos Médicos, as urgências do hospital da capital do distrito
estão “permanentemente sobrelotadas”.
No
Hospital de Portalegre, os maiores problemas têm a ver com constrangimen-tos de
espaço e organização envolvendo, principalmente o Serviço de Medicina e a
Urgência.
Os
doentes (a grande maioria da Medicina Interna) ficam internados na Urgência em
corredores e compartimentos esconsos e alguns chegam a ter alta daí, sem serem
transferidos para o serviço de internamento. Este é um problema permanente desde
há vários anos que, naturalmente, se agrava durante os picos. Infelizmente este
cenário já faz parte dos hábitos dos utentes e dos profissionais.
Com
causas principais apontam-se são a redução do nº de camas da Medicina (o 7º
piso foi ocupado pelos serviços de conva-lescença e paliativos), a
desestruturação do serviço de Medicina onde não há hie-rarquia nem liderança
(os directores de serviço sucedem-se) e o efeito perverso da actividade clínica
dos tarefeiros, onde falta o espírito de equipa resultante do horizonte
temporal da sua tarefa.
As
sucessivas administrações querem resolver este problema crónico construin-do
“enfermarias” no espaço físico da Ur-gência (as obras irão permitir o
interna-mento de 18 doentes mas a média de doentes internados ronda os 30, pelo
que continuará a haver doentes internados em macas nos corredores).
As
políticas praticadas nos últimos anos centraram-se na redução drástica do
número de camas de internamento e na desvalorização das Carreiras Médicas, em
que as hierarquias garantiam uma flexibilidade e compliance dos serviços que
asseguravam as respostas adequadas às situações excepcionais, sem
interferências administrativas.
Agora
com a excessiva burocratização, constata-se a incapacidade das administra-ções
das unidades, das ARS e da própria tutela na resolução do problema.
O
Sindicato dos Enfermeiros Portugueses defende que o descongestionamento das
urgências hospitalares passa pelo alargamento dos horários de funcionamento
dos centros de saúde, mas considera que a medida tem que ser acompanhada pelo
reforço de médicos e de enfermeiros nos serviços de urgência.
Estas
realidades resultam da sucessiva redução do horário de atendimento dos centros
de saúde e a falta de médicos são resultantes de politicas destrutivas que
desde há anos vem destruindo o Serviço Nacional de Saúde.
Eugénia
Palha Ferreira | CDU Alter do Chão
Assinar:
Postagens (Atom)


