13.6.17

33% das farmácias de Portalegre em situação de insolvência e penhora

Insolvência ou penhora atinge mais de 20% das Farmácias nacionais
 O número de farmácias em situação de insolvência ou penhora continua a aumentar. Nos últimos cinco anos registou-se uma subida de 145,2% de farmácias nesta posição. As dificuldades financeiras do setor colocam em causa a cobertura farmacêutica nacional, a rede de saúde de proximidade à população e o acesso ao medicamento.
No distrito de Portalegre, são já 32,6% as farmácias nestas condições, quase que quadruplicando as 8,7% em 2012. É o distrito português com a maior percentagem de farmácias em situação de penhora ou insolvência.
A nível nacional, as farmácias com ações de insolvência ou de penhora representam 20,1% da rede farmacêutica nacional, o que se traduz em 591 farmácias portuguesas. Entre dezembro de 2012 e abril de 2017 o número de farmácias em insolvência subiu de 61 para 212, mais 247,5%. No mesmo período, o número de farmácia com ações de penhora aumentou de 180 para 379, o que representa um aumento de 101,6%. Estas são conclusões do mais recente estudo do CEFAR para a Associação Nacional das Farmácias.
As farmácias estão empenhadas em trabalhar com o Governo sobre este problema que afeta milhares de portugueses e que põe em causa o acesso ao medicamento.

NISA: Academia de Férias Escolares


12.6.17

12 de Junho - Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil

Nova Iorque (RV) - Celebra-se, nesta segunda-feira (12/06), o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) quer combater o trabalho infantil em áreas de conflito e desastres.
Segundo o diretor do escritório da agência da ONU, em Nova Iorque, Vinícius Pinheiro, “o tema do Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil para 2017 diz respeito à situação das crianças que são vítimas de conflitos e catástrofes”.
“Esse é um grupo, particularmente, vulnerável porque, em muitos casos, estão sujeitos ao trabalho infantil, ao tráfico de pessoas, à exploração e ao abuso sexual. De acordo com a OIT, existem 168 milhões de crianças que são vítimas do trabalho infantil e 85 milhões realizam trabalhos perigosos”, disse ele à Rádio ONU.
O Guia de Princípios da OIT aprovado em 2016, pede a todos os Estados-membros que adotem medidas para combater e prevenir o trabalho infantil.
Segundo a organização, os conflitos e os desastres têm um impacto arrasador nas vidas das pessoas. Eles matam, mutilam, ferem e forçam milhões a fugir de suas casas.
Além disso, destroem meios de subsistência, levam pessoas à pobreza e à fome e lançam muitos em situações como vítimas de violações dos direitos humanos.
A OIT explica que as crianças, geralmente, são as primeiras a sofrer com a situação já que as escolas são destruídas e os serviços básicos suspensos. Muitos menores se tornam deslocados internos ou refugiados e estão mais propensos ao tráfico humano e ao trabalho infantil.

Segundo outra agência da ONU, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a porcentagem mais elevada de crianças que trabalham se encontra na África Subsaariana com 28% de menores de 5 a 14 anos. A seguir, a África Central e Ocidental com quase 28% e a África Oriental e do Sul com 26%. No Oriente Médio, no Norte da África, no Leste da Ásia e no Pacífico, 10% das crianças que fazem parte dessa faixa etária desempenham trabalhos prejudiciais em relação aos 9% das crianças na América Latina e Caribe. 
As meninas têm mais probabilidade de ser envolvidas nos trabalhos domésticos. Segundo um relatório recente do Unicef, as meninas de 5 a 14 anos gastam 40% a mais de tempo ou 160 milhões de horas a mais por dia em trabalhos domésticos não remunerados e na coleta de água e de lenha em relação às crianças da mesma faixa etária.
Os dados mostram que o tempo empregado nos trabalhos domésticos começa cedo: as meninas de 5 a 9 anos gastam 30% a mais de tempo ou 40 milhões a mais de horas por dia, em relação às crianças da mesma idade. As meninas de 10 a 14 anos gastam 50% a mais de tempo ou 120 milhões de horas a mais por dia.
A agência da ONU alerta que é necessária uma ação urgente para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável de nº 8 que busca erradicar o trabalho forçado e acabar com a escravidão moderna até 2030.
A meta é também pôr um fim a todas as formas de trabalho infantil até 2025.
(MJ/Rádio Onu)
Índia: aumento do trabalho infantil nos campos de algodão

Nova Deli (RV) – Ainda este ano, a Índia deve se transformar no principal produtor de algodão do mundo com uma expectativa de produção que gira em torno dos 6 milhões de toneladas do produto. O sacrifício para esse título, porém, foi denunciado por um estudo publicado pelo Comitê Indio Holandês e pela Stop Child Labour Coalition: o número de crianças trabalhando nos campos continua aumentando.
No país asiático, trata-se de 200 mil menores de 14 anos – a idade mínima legal para trabalhar. No entanto, é dessa faixa etária que o país usufruiu 25% da mão de obra, enquanto aqueles entre os 14 e 18 anos somam mais 35%. No total, cerca de meio milhão de crianças estão empenhadas nos campos de algodão na Índia.
Segundo declarações do próprio estudo, percebe-se que o número de crianças usadas como mão de obra nos campos aumentou em até 100 mil em comparação a 2010. A pesquisa ainda traz dados sobre as condições em que as crianças trabalham, que continuam a ser de muito risco.
(AC/Fides)

NISA: Vereadores da CDU reclamam remoção de amianto de edifícios escolares

Os Vereadores da Câmara Municipal de Nisa eleitos pela CDU – Vitor Martins e Fátima Dias – reclamam a substituição das coberturas em fibrocimento dos edifícios escolares e outros sob tutela da autarquia.
Vereadores da CDU exigem intervenção do município sobre edifícios e outros equipamentos na área do município utilizados pela população escolar e que contêm amianto na sua construção. Reclamam igualmente informação sobre a última avaliação do risco que representam para a segurança e saúde pública. Os vereadores destacam em especial os edifícios da antiga escola EB 2,3/S que foram desocupados na sequência da construção do novo Centro Escolar e os que, na mesma área, ao abrigo de acordos de comodato acolhem associações, a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens – CPCJ e cursos de formação de adultos ministrados pelo IEFP.  
Os vereadores invocam as disposições legislativas (Lei n.º 2/2011, de 9 de fevereiro)  que definem o prazo de um ano a contar da entrada em vigor da lei, para proceder ao levantamento de todos os edifícios, instalações e equipamentos públicos que contêm amianto na sua construção, seguindo-se a publicitação da listagem desses edifícios designadamente através do portal do governo na internet;
O artigo 7º da Lei nº 2/2011 estabelece que as entidades que gerem cada um dos edifícios, instalações e equipamentos públicos constantes na listagem têm de prestar informação a todos os utilizadores desse edifício da existência de amianto e da previsão do prazo de remoção desse material.
Apesar de o prazo previsto na lei estar há muito esgotado, há edifícios escolares e outros, em Nisa, sob tutela da autarquia, em que existe amianto na sua construção, mas cuja remodelação não constituiu prioridade ao longo deste mandato.
Nisa, 7.Junho.2017
Comissão Coordenadora Concelhia da CDU Nisa

PÓVOA E MEADAS: Festa do Jardim


11.6.17

NISA: Postais do Concelho: A Escola do Monte Claro 1947-1948

Aviso prévio: a foto não é minha (nem podia ser, nasci 4 anos depois...), nem sei qual a sua proveniência. Apenas que a "descobri" numa página do Facebook (esta ferramenta ou sítio da net também tem uma grande utilidade cultural e não serve apenas para o insulto, a filosofia de alcofa e a propaganda...) e, pela sua beleza, julgo merecer maior destaque.
Monte Claro, freguesia de S. Matias (ainda não a "sede" da freguesia como é - vale lá saber-se como e porquê - actualmente), alunos da Escola Primária do ano lectivo de 1947/1948.
Há 70 anos, as aldeias do concelho de Nisa fervilhavam de gente e de vida. A foto é, a esse respeito, bastante elucidativa. Meninos e meninas (... a rica teve um menino, a pobre pariu um moço, lembram-se?) aqui irmanados, vestidos com fato "grave" para posse do fotógrafo. Que devia ser um bom profissional, tal a qualidade da foto.
Havia muito mais a dizer sobre este autêntico Postal do Concelho. As crianças da foto andarão, hoje, perto dos 80. Alguns, porventura, já não estarão entre nós, mas fica a foto, este documento sempre intemporal, a convocar a saudade, a lembrança, a nostalgia e, por que não dizê-lo, a encher-nos, por dentro, de uma pontinha de satisfação e orgulho.

10.6.17

CASTELO DE VIDE: Sessão de Esclarecimento - "Almaraz, o que sabemos?"

Uma Sessão de Esclarecimento sobre Almaraz e a problemática da energia nuclear vai realizar-se em Castelo de Vide, no próximo dia 12 de junho, (segunda-feira) ás 18 horas, no Cinte-Teatro Mouzinho da Silveira.
A sessão é organizada pelo Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide e da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide.

9.6.17

FEIRA DAS CEREJAS: Alpalhão e Tolosa sem transporte municipal


As freguesias de Alpalhão e Tolosa estão fora do Circuito de Transporte Municipal organizado pela Câmara e destinado a proporcionar as populações do concelho a visita e eventual aquisição de artigos na Feira de Junho (Feira das Cerejas) que se realiza no próximo domingo em Nisa.
 Fomos alertados para o facto por um natural do concelho residente na Grande Lisboa e que nos perguntou se Alpalhão deixara de pertencer ao concelho de Nisa. Ao verificarmos o cartaz e o "Circuito" de Transporte Municipal notámos que além de Alpalhão também a povoação de Tolosa não figurava na "benemérita" oferta de transporte camarário, meio ou equipamento, pago por todos nós, munícipes e, nesta conformidade, destinado a servir todas as populações do concelho sem excepção.
Parece que não é bem assim. E porque estranhámos esta tão caricata como discriminatória disponibilização de um meio de transporte  que é de todos nós, contactámos diversos serviços da Câmara, procurando uma explicação e uma resposta para tão insólita, como vergonhosa, decisão.
No grande edifício da Praça do Pelourinho, o silêncio é de chumbo!. Ninguém se disponibilizou para dar uma resposta, uma explicação, um simples esclarecimento. Havia forma fácil de resolver o assunto, se para tal houvesse vontade. Alterava-se o Circuito de Transporte, que nem é difícil, fazendo circular o autocarro desde a freguesia de Sua Majestade por Tolosa e Alpalhão e vice-versa. Resolvia-se sem mais delongas o problema, disponibilizava-se, respeitosa e democraticamente, um meio de transporte que não é pertença da presidente da Câmara e sim dos munícipes - de todos os munícipes sem excepção - que jurou servir, mas que não serve ou serve-se deles para "guerras do alecrim e da manjerona".
Tudo isto é triste, tudo isto é um fado, constantemente repetido, do "quero, posso e mando". E ainda não viram nada. Eu por mim, continuo a pensar que a Câmara é livre para "dar" ou "não dar" transporte. Mas, ao disponibilizar o autocarro municipal e elaborar um Cartaz com um Circuito de Transporte para o Concelho, gratuito, como se estivesse nos anos 30 ou 40 do século passado a dar "um bodo aos pobres", tem que contemplar, obrigatória e democraticamente todos os seus filhos (salvo seja). Não pode discriminar uns em proveito de outros. Ou há transporte (autocarro, carrinhas, o que seja) para todos ou não há para ninguém.
Fechar-se em "copas", refugiar-se no mutismo, não dar uma explicação a ninguém, não só não é bonito como é revelador de um estilo autocrático de governação. 
As populações de Alpalhão e Tolosa, como povoações que integram o Município de Nisa, deviam merecer-lhe um pouco de consideração e respeito.
Mário Mendes

FECHAR ALMARAZ: 123 organizações apelam à participação na Manifestação Antinuclear deste sábado

Endesa, Iberdrola e Gás Natural Fenosa já deram os primeiros passos para garantirem o prolongamento da vida da Central Nuclear de Almaraz. Manifestação do Movimento Ibérico Antinuclear tem lugar este sábado em Atocha, Madrid, às 18h.
Esta quarta-feira, a Central Nuclear de Almaraz enviou ao Ministério da Energia espanhol a documentação referente à renovação da sua licença de exploração, que expira a 8 de junho de 2020. Esta informação foi confirmada pelo responsável de Relações Institucionais da Central Nuclear de Almaraz, Aniceto González, em declarações à Europa Press.
González explicou que, em primeiro lugar, se remeteu esta documentação, e que, posteriormente, a central tem até 2019 para pedir oficialmente a renovação da licença.
O Ministério da Energia irá agora remeter o processo para o Conselho de Segurança Nuclear (CSN), que irá analisar e avaliar o mesmo, emitindo um parecer sobre a continuidade ou não do funcionamento da central.
Esta notícia surge uma semana depois da Cimeira Ibérica, durante a qual não foi discutida a situação de Almaraz.
"O processo arrancou nas barbas do Governo português"
"O processo arrancou nas barbas do Governo português, uma semana depois da Cimeira do Clima, e sob uma inaudita complacência dos responsáveis portugueses que dizem aguardar 'um plano espanhol de energia e clima", frisou o deputado bloquista Pedro Soares.
O também presidente da Comissão Parlamentar de Ambiente acrescentou ainda que "as autoridades espanholas vão empatando, enquanto o plano nuclear vai avançando e tornando-se facto consumado".
Segundo assinalou o dirigente do Bloco, o Governo português “está rendido e não esboça sequer um gesto de desagrado, apesar da orientação parlamentar unânime sobre a matéria".
Questionado pelo Expresso, o ministro do Ambiente português referiu que “não foi apresentado nenhum pedido formal de prolongamento da Central de Almaraz" e que "Espanha não tomará qualquer decisão enquanto não concluir o seu plano de energia e clima em 2018 e decidir qual o mix energético que pretende fazer".
No que respeita ao facto de Almaraz não constar da agenda da Cimeira do Clima, João Matos Fernandes afirmou que "não havia nada em concreto a discutir” sobre a central nuclear.
O ministro português destacou que Portugal não pode impor nada a Espanha: “Quem toma esta decisão é o Governo de Espanha. Portugal fez uma aposta nas renováveis e quer muito que outros países no contexto europeu façam um caminho em tudo semelhante".
123 organizações e 1200 pessoas apelam a participação em manifestação antinuclear
123 plataformas antinucleares e organizações sociais e políticas portuguesas e espanholas, às quais se juntam 1200 pessoas a título individual, assinam o manifesto pelo fim da energia nuclear (link is external), e apelam à participação na Manifestação Ibérica Antinuclear contra a renovação das autorizações de funcionamento de várias centrais nucleares, incluindo a de Almaraz, a 100 quilómetros da fronteira portuguesa.
Segundo o Movimento Ibérico Antinuclear, “as últimas movimentações do Partido Popular facilitam o prolongamento do funcionamento de um parque nuclear envelhecido que terá como consequência o aumento do risco de um acidente”.
A coordenadora bloquista Catarina Martins irá participar este sábado na manifestação ibérica pelo encerramento da Central Nuclear de Almaraz. A manifestação tem início previsto para as 18h00 (hora local de Madrid), na Estação de Atocha, situada na Plaza Emperador Carlos V.

ALPALHÃO: Encerramento da Catequese

Venha passar uma tarde diferente! Todos juntos iremos encerrar mais um ano de Catequese com uma celebração especial na Capela de Nossa Senhora da Redonda.

Encontro de Culturas de Serpa promove a cultura como factor de união entre os povos

Os concertos da cantora brasileira Ana Carolina, do fadista António Zambujo e da banda portuguesa Os Azeitonas são os destaques do 14.º Encontro de Culturas de Serpa, no Alentejo, que vai decorrer de quinta-feira a domingo, naquela vila alentejana
O encontro tem como objectivo promover "a cultura enquanto factor de desenvolvimento e de união entre os povos" bem como divulgar os procedimentos de cultura do concelho e de outras regiões portuguesas e ainda de países com os quais o município tem laços de cooperação, explicou a Câmara de Serpa promotora do evento.
Os espectáculos da principal programação do encontro vão decorrer na Praça da República, a partir das 22:00, os da programação "fora de horas" no Espaço da Nora, a partir das 00:00, e o castelo será o palco especial "reservado" para uma homenagem ao cante alentejano.
A principal programação musical do encontro vai arrancar na quinta-feira com o espectáculo “O homem que à terra canta” criado no âmbito da enREDE - Rede Internacional de Municípios pela Cultura, que reúne parcerias culturais de vários municípios portugueses e estrangeiros.
O espectáculo, que foi apresentado pela primeira vez em 2007 no encontro da enREDE na então Capital Brasileira da Cultura São João del-Rei e no 4.º Encontro de Culturas de Serpa, regressa 10 anos depois e volta a reunir em palco artistas brasileiros, portugueses e espanhóis.
A principal programação musical vai incluir também os concertos de Ana Carolina, "uma das artistas mais completas e populares da música brasileira", na sexta-feira, da banda Os Azeitonas, do Porto, no sábado, e de António Zambujo, para um espectáculo entre o fado e o cante, no domingo.
A programação musical "fora de horas" vai incluir os concertos da banda basca Kalakan com o músico português Luís Peixoto, na quinta-feira, da banda de afro-funk Moya Kalongo, que “nasceu” em Barcelona e reúne músicos de Moçambique, Costa do Marfim, Uruguai e Catalunha, na sexta-feira, da banda portuguesa de pop-rock Coração Noir, no sábado, e da cantora brasileira Maira Baldaia, no domingo.
No sábado, para homenagear o cante alentejano Património Cultural Imaterial da Humanidade e assinalar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, vai decorrer, a partir as 17:00, uma tarde de cante, no castelo de Serpa.
Zita Ferreira Braga in www.hardmusica.pt  8/6/2017

8.6.17

Quercus denuncia destruição de floresta mediterrânica em Tomar

Abate de sobreiros e azinheiras protegidas sem a devida autorização
A Quercus foi alertada para a destruição de uma área de floresta mediterrânica dominada por um sobreiral, com azinheiras, carvalhos portugueses e medronheiros, entre outras espécies, em Porto de Cavaleiros, no concelho de Tomar.
A gravidade da situação é acrescida, dado que existe reincidência no abate ilegal de sobreiros, ocorrido em julho de 2015 na propriedade denominada Corvina, com uma área de cerca de 23 hectares, localizada junto do Rio Nabão, em Porto de Cavaleiros e parcialmente integrada no Sítio Sicó-Alvaiázere da Rede Natura 2000. Este é o único terreno com alguma dimensão na zona norte da antiga freguesia de Pedreira, que não foi alvo de plantações de eucaliptos.
O povoamento florestal tinha sido percorrido por um incêndio em 2008, mas os sobreiros estavam verdes, apenas com a cortiça negra, pelo que está condicionada legalmente a alteração de uso do solo.
A Quercus confirmou que no terreno encontravam-se motosserristas da empresa madeireira “Madeiras Afonso, Lda,” a cortar azinheiras, carvalhos e sobreiros não cintados, o que revela a falta de responsabilidade social e ambiental da referida empresa. Também comprovou que no local estava uma escavadora giratória a arrancar os cepos dos sobreiros e medronheiros para destruir as provas do crime. Esta empresa tem a cadeia de custódia certificada pelo FSC e está a iniciar a certificação da gestão florestal em outras áreas, contudo, estas ações ilegais, revelam que não está comprometida com uma gestão responsável da floresta.
Dado o abate de sobreiros e azinheiras efetuado na última semana, foi solicitada uma fiscalização urgente ao SEPNA da GNR para impedir o abate de mais indivíduos destas espécies protegidas, tendo também sido solicitados esclarecimentos ao ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, sobre os processos em causa.
A Quercus esteve novamente no terreno para confirmar as infrações e teve conhecimento de que no decorrer do levantamento do auto de Notícia e do processo de contraordenação por abate ilegal de sobreiros em 2015, a arguida Madeiras Afonso, Lda., foi condenada ao pagamento de uma coima pela infração grave cometida.
Entretanto, no final de 2015 entrou um pedido de autorização para arborização do terreno em causa com eucalipto, que foi indeferido pelo ICNF, com notificação de arquivamento a 8 de março de 2016, dado que não se pode converter povoamentos de sobreiros. Não obstante esta situação, foi requerido pelo arrendatário, Madeiras Afonso, Lda., ao ICNF, um pedido de autorização para corte de 55 sobreiros adultos, alegadamente 26 secos e 29 decrépitos, quando a copa estava verde, referindo que tinha existido um incêndio em 2015, o que é falso, pelo que a situação é uma nulidade. Apesar de ter caducado a validade da autorização cortaram agora os sobreiros, incluindo diversos verdes não cintados, sem qualquer autorização, o que condiciona a conversão para um novo eucaliptal.
Perante estes acontecimentos, a Quercus exige uma firme atuação do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, bem como do ICNF, para impedir a destruição das últimas áreas de floresta mediterrânica na área, onde ocorrem espécies protegidas. A Quercus alerta desde já que não poderá ser autorizada a conversão para uma nova plantação de eucaliptos e que deverá ser reposto o povoamento de sobreiros.
Este é mais um caso que revela a pressão para novas plantações de eucalipto em território nacional, fruto da Regime de Arborização aprovado pelo Governo anterior. Ainda que o Governo atual tenha assumido que ia revogar esse Regime no final de 2015, a alteração proposta ainda se encontra na Assembleia da República, sem que tenha entrado em vigor até ao momento.
A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
Para mais informações contatar:
Domingos Patacho – Coordenador do Grupo de Trabalho de Florestas da Quercus - 937 515 218
João Branco – Presidente da Direção Nacional da Quercus – 937 788 472

NISA: Festas de Santo António


5.6.17

QUEIJO DE NISA: Um dos melhores do Mundo

O texto já tem uns bons aninhos (2009) mas não deixa de ser interessante e com estímulo para a valorização dos produtos locais.
Considerado por uma revista norte-americana como um dos melhores do mundo, o Queijo de Nisa é dos mais reconhecidos e apreciados queijos do Alentejo.
Curado, de pasta semi-dura e cor entre o branco e o amarelado, é produzido artesanalmente com leite cru de ovelhas da raça regional Merina Branca, coagulado com cardo vegetal, a que se segue um processo de esgotamento lento da coalhada e posterior maturação durante 45 dias. Tem a forma de um cilindro baixo e apresenta-se em dois tamanhos: merendeira, com um diâmetro de 10 a 12 centímetros e peso entre 200 e 400 gramas, e normal, com diâmetro de 13 a 16 centímetros e peso compreendido entre 800 e 1300 gramas. De aroma pronunciado e sabor ligeiramente acidulado. É reconhecida a sua especial afinidade com vinhos, uma das características que levou a revista norte-americana "Wine Spectator" a considerá-lo um dos 100 melhores queijos do mundo.
É produzido nos concelhos de Nisa, Crato, Castelo de Vide, Marvão, Portalegre, Monforte, Arronches e Alter do Chão.
Trata-se de um queijo DOP, que é além de ser consumido a nível nacional é igualmente exportado para França, Luxemburgo, Dinamarca, Brasil, Japão e E.U.A.

in http://passosdegourmet.blogspot.com

NISA: Exposição "Arte em Ponto Cruz"


4.6.17

NISA: Feiras do Livro e dinamização cultural



A dinamização cultural esteve sempre presente nas preocupações dos diversos executivos municipais e de freguesia ao longo dos 40 anos do Poder Local Democrático. Numa época em que era preciso, imperioso e urgente, recuperar o atraso e promover obras fundamentais para o progresso e desenvolvimento do concelho como estradas, redes de águas e esgotos, caminhos, saneamento e salubridade pública, as autarquias locais faziam um esforço suplementar para garantir o acesso à cultura e ao recreio das populações do concelho.
A implantação de uma Biblioteca Municipal, "velha" aspiração de muitos anos, concretizou-se, primeiro em instalações provisórias mas dotadas das mínimas condições, indispensáveis aos fins em vista, depois em edifício próprio, a antiga Escola do Rossio, onde hoje funciona e oferece uma diversidade de serviços, gratuitos, ao alcance do público de todas as idades. 
Com a Biblioteca Municipal, ainda nas antigas instalações do Clube Nisense, vieram também as Feiras do Livro, importante "ferramenta" para a dinamização da leitura. A nova Biblioteca, no principal largo da vila e inaugurada, de raiz, em 1993, veio dar um novo impulso à popularidade destas iniciativas com um carácter cultural mais abrangente e diversificado. 
Nada aparece por acaso. No passado recente autárquico, lançaram-se as bases para o desenvolvimento do concelho, começando por onde era imperioso começar: as infraestruturas básicas para a melhoria das condições de vida das populações.
O concelho tem vinte povoações, chamem-lhe, se quiserem, aglomerados urbanos. Alguns, hoje, estão quase desertos. Faltam-lhe o "sopro de vida" que alimenta o sonho e comanda a ideia de futuro. Mas existem. Com poucos ou alguns moradores, continuam a necessitar dos cuidados básicos, não só de saúde, mas de todas as infra-estruturas e serviços, a que como cidadãos têm direito. 
A água, os esgotos, a electricidade, as comunicações, a limpeza das ruas e dos caminhos, a recolha do lixo, a sala de convívio, as manifestações culturais, recreativas e desportivas.
O concelho começou a ficar "mais bonito" logo a seguir ao 25 de Abril. Abriram-se, de par em par, as janelas da liberdade e os eleitos locais, de todas as cores e em todo o concelho, fizeram o que podiam e não podiam, para melhorar as suas terras, as suas aldeias, no fundo "acertar o passo" com o desenvolvimento que tardava.
A água, a electricidade e os esgotos em todas as casas. As ruas calcetadas e limpas. Os centros de convívio, a biblioteca pública, as piscinas para toda a gente, a sala de espectáculos degradada e recuperada por iniciativa do poder local. Novas estradas e caminhos que foram rasgadas e abertas ao tráfego.
Não se fez tudo. Nem ninguém faz tudo sozinho, como nos ensina o poema de Brecht. Há sempre alguma coisa para fazer e melhorar. Bom seria que tivéssemos tudo feito e população para usufruir de todas as infra-estruturas e equipamentos. E, aqui, o paradoxo, que ganhará mais evidência, penso, com o "novo" Centro de Saúde". Se não for invertida a tendência da desertificação do interior, da forma brutal que está a acontecer, iremos deparar-nos, a curto prazo, com esta triste realidade: dispormos de todas as condições e mais algumas para uma boa "qualidade de vida" e não termos gente para usufruir delas. 
Os edifícios escolares que animaram e "cultivaram" tantas e tantas aldeias, e que hoje estão ao abandono, quais fantasmas do passado, serão a imagem de outros tantos edifícios e equipamentos nos quais se investiram muitos milhares de euros.
E esse, sim, é o problema cultural, do momento.
As florinhas e os bordados ajudam a colorir o momento, eleitoral ou não. As obras de fundo, o investimento que cria emprego e mantém vivas as esperanças no futuro das terras e das gentes, esse continua a faltar e não se vislumbram melhores dias.
Vamos "vendo, ouvindo e lendo" mas com tantas flores, "ideias bonitas" e manipulação das consciências, o futuro não está a passar por aqui...
Mário Mendes

3.6.17

Caminhar no Pé da Serra para ver o Romper da Aurora e o Nascer do Sol



PROGRAMA PREVISTO:
- 04h30: Concentração no Pé da Serra no painel de início da PR5;(Junto à
sede d’ “Os Amigos do Pé da Serra”)
- 05h00: Início da caminhada pelo romper da aurora;
- 06h05: Nascer do Sol no cume da Serra de S. Miguel;
- 06h30: Pequeno-almoço volante junto ao “penoco” (café e bolos);
- 07h00: Reinício da Caminhada;
- 10h00: REAB (1 sólido e 1 líquido) - Ermida de Nossa Senhora dos Prazeres
-10h30: Reinício da Caminhada;
- 12h00: Chegada a Nisa, seguida de Almoço Convívio: Sardinha assada com
salada de tomate e pimentos assados, regada a rigor com bom tinto da região.
- Distância: 14Km em travessia
- Grau de Dificuldade: Médio
- Descrição: Em travessia, de pequena rota, que ocorrerá nalguns troços da PR5: À
Descoberta de S. Miguel e junto à Ribeira de Nisa
- É obrigatório o pagamento no acto da inscrição;
-(inclui enquadramento técnico na actividade, documentação,
reabastecimentos, almoço, viatura de apoio)
- Seguro da responsabilidade da organização;
-Data limite de Inscrição: 21 de Junho ( Quarta-feira)
Equipamento Aconselhável
- É imprescindível o uso de lanterna ou frontal (com recargas);
- Roupa e calçado adequado, botas de trekking;
- Peúgas de micro fibras, sem costuras, de poliéster ou de poliamida;
- Mochila cómoda (fruta, comida energética e água);
- Agasalho (percurso em montanha c/ temperaturas mais baixas à noite);
- Bengala de marcha ou bastão articulado;

- Máquina fotográfica.

Montalvão (Nisa) acolhe o 3º Encontro de Coros Ibéricos

A antiga vila de Montalvão (Nisa) acolhe no próximo dia 24 de Junho, o 3º Encontro de Coros Ibéricos, numa organização do Grupo Coral EmCanto.
A iniciativa cultural tem lugar na Igreja Matriz com início marcado para as 16 horas e integra-se na Campanha de Angariação de Fundos para o restauro da Igreja Matriz de Montalvão.
No 3º Encontro Ibérico de Coros actuam o grupo anfitrião Em Canto, o Coral San Roque (Vigo - Galiza) e o Coro da EDP.
Em perspectiva, um espectáculo de qualidade e para o qual desde já convidamos os todos os visitantes do Portal de Nisa.

1.6.17

NISA: 20 Anos da Inijovem

O Caminho faz-se caminhando!
A Inijovem – Associação de Iniciativas para a Juventude de Nisa completou no passado dia 23 de Maio, 20 anos de actividade, aniversário comemorado a preceito numa festa simples, realizada na sede da colectividade e à qual assistiram o vice-presidente da Câmara Municipal, Francisco Cardoso, os vereadores Vítor Martins e Fátima Dias e o presidente da União de Freguesias de Nisa, João Malpique, para além de inúmeros sócios, dirigentes e amigos da associação
Marco Moura, o presidente da direcção, em breves palavras, agradeceu a presença de todos, traçou um resumido balanço da história da Inijovem, enumerou alguns dos problemas e dificuldades mais sentidas, deixando no final uma mensagem de confiança e determinação.
Depois, partiu-se o bolo de aniversário, deram-se vivas e parabéns à colectividade em festa.
O futuro faz-se caminhando e a Inijovem está pronta para “novos trilhos e novas caminhadas”.
Da história e dos projectos desta associação nos deu conta o seu presidente, na entrevista que aqui publicamos.
“Sucesso da Inijovem está na abrangência de públicos e qualidade das suas iniciativas” – Marco Moura (presidente da direcção)
AA - A Inijovem atingiu a idade "adulta". Que balanço é que faz destes 20 anos de actividade?
Marco Moura - Sem dúvida que estes 20 anos de INIJOVEM, são o reflexo de uma associação que se conseguiu afirmar e ir ao encontro da comunidade local numa 1ª fase, passando depois e até actualidade como uma associação de referência regional e nacional. Isto deve-se sem dúvida ao trabalho desenvolvido por todos os Directores, associados, colaboradores e entidades que ao longo destes 20 tiveram sempre como objectivo, a excelência nas suas organizações
AA- A colectividade começou por ser uma Associação Juvenil, vindo a perder esse estatuto. Por que é que isso aconteceu e que consequências, a nível administrativo, isso vos trouxe?
Marco Moura - Embora neste momento a INIJOVEM seja ainda filiada na FNAJ - Federação Nacional de Associações Juvenis, na verdade deixou de ser Associação RNAJ - Registo Nacional de Associações Juvenis, facto este devido a exigências e regras que se tornavam complicadas de cumprir pela nossa parte, incumprimento  este devido talvez à interiorização e à fuga de muitos jovens para fora do concelho( estudar, trabalhar, ...). De salientar que a exigência é ter 70% dos directores e associados com menos de 30 anos, difícil de cumprir  como deve calcular...
A consequência foi apenas e só não nos podermos candidatar a fundos atribuídos pelo Instituto do Desporto e Juventude, mas em contrapartida conseguimos que aqueles que gostam de estar no associativismo e com ligações fortes à INIJOVEM, não fossem afastados por força de uma regra de "idade" e ainda hoje continuem a dar um importante contributo à associação, até porque “espírito jovem” não deve ter idades. 
AA - Que aspectos mais positivos destaca na acção/actividade da Inijovem ao longo destes 20 anos? O que é que trouxe de novo a Nisa e ao concelho?
Marco Moura - Não tenho a menor dúvida que a INIJOVEM veio mexer com a vida associativa do Concelho de Nisa, sendo exemplo não só a nível local mas também regional, na forma como está organizada, quer a nível financeiro, quer a nível das diversas actividades que desenvolve. Pois não nos podemos esquecer da larga abrangência de públicos que esta associação tem conseguido motivar e aproximar ao longo destes 20 anos que é muito amplo, começando pelos percursos pedestres onde somos pioneiros quase a nível nacional, o que é hoje a realidade ou quase uma moda quando falamos em pedestrianismo/ caminhadas, já a INIJOVEM realizava à 20 Anos; no Ténis de Mesa foram alcançados objectivos de participantes e de méritos desportivos durante bastantes anos; na Pesca Desportiva conseguiu-se que a equipa da INIJOVEM tivesse atletas nos Campeonatos Nacionais; no Andebol também se conseguiram resultados que levaram a manter equipas nos campeonatos nacionais. Recentemente formou-se uma equipa de Trail Running que tem representado de forma honrosa a INIJOVEM por todo o País. Claro que sem a colaboração de várias entidades (CM Nisa, Juntas de Freguesia do Concelho, Outras Associações, Patrocinadores, etc.) dos Associados e muitos colaboradores, realizar e organizar tudo isto era tarefa quase impossível.
Mas não tenhamos a menor dúvida, que através dos eventos de grande dimensão que a INIJOVEM organiza como são o caso da Rota do Contrabando que vai já para a 19ª edição em 2018 e mais recentemente o Trail Vila de Nisa, que em 2017 se realiza a 05 de Novembro, o retorno e o impacto na economia do concelho é notório ao nível da hotelaria e restauração pois estas duas actividades em conjunto mexem directamente com 2000 mil pessoas, facto este nem sempre reconhecido mas que também não nos faz desanimar.
AA – Há pouco falou nas "dificuldades do movimento associativo". Quais são, para vós, os problemas que vos dão maior acuidade, que mais sentem?
Marco Moura - Quando referi as "dificuldades do movimento associativo", tinha principalmente que ver com as dificuldades que há em renovar os órgãos sociais, repare que quase sempre só aparece uma lista candidata aos órgãos sociais, lista esta que só é apresentada após se esgotarem as convocatórias e os limites previstos nos estatutos.
Facto que não se deve à falta de associados que participem nas actividades nem ao reduzido número de associados, pois a INIJOVEM, realizou já este ano de 2017 uma actualização do ficheiro de sócios e tem 420 associados. Deve-se, em meu entender por as pessoas não quererem chatices, preocupações e principalmente por valores como a responsabilidade civil e a participação na vida da comunidade local serem cada vez menos incutidos nas escolas e nas famílias.
Não queria deixar de referir que uma das grandes preocupações são a degradação que se faz notar nas nossas instalações e que temos como objectivo inverter.
Já relativamente aos apoios financeiros, recebemos uma verba de aproximadamente 3400 euros do Município de Nisa, que é especificamente para o andebol, verba esta proveniente de um acordo entre a INIJOVEM, Associação de Andebol de Portalegre e o Município de Nisa, mas que no entanto é uma verba insuficiente, pois as inscrições dos 20 atletas, exames médicos, alimentação nas deslocações e pagamento a 2 técnicos tem um custo anual de quase 6000 Euros.
Claro que não podemos deixar de referir a importância do apoio logístico que é garantido pelo Município de Nisa e pela União de Freguesias, em eventos como a Rota do Contrabando e o Trail Vila de Nisa, mas não podemos esquecer que este apoio não é uma favor que as entidades fazem às Associações, mas sim um dever que está previsto nas competências das autarquias locais.
AA - Com que perspectivas encaram o futuro? Que iniciativas têm programadas e que possam fazer a diferença?
Marco Moura - Julgo que a INIJOVEM neste momento tem as bases muito bem cimentadas, quer a nível financeiro, quer ao nível  como está organizada, o que lhe permite através daquelas que são as suas actividades de referência, poder dinamizar de uma forma profissional estas mesmas actividades e encarar o futuro com bastante optimismo, pois não há que inventar muito mais, mas sim manter o nível a que habituámos quem participa naquilo que organizámos, se assim o fizermos, garantidamente a INIJOVEM irá celebrar muitos mais anos de vida.
“Esta colectividade vai permanecer por muito tempo”
Marco Oliveira, um dos fundadores e 1º presidente da direcção da Inijovem
Presente na festa dos 20 anos da Inijovem, Marco Oliveira lamentou a ausência de outros fundadores desta associação que começou por ser uma associação juvenil.
“A Inijovem nasceu de um almoço e convívio de jovens no “Bacelo da Megi” a minha falecida avó. Alguns não acreditavam que fosse possível constituir uma Associação de Jovens em Nisa, mas ela vingou e hoje, após 20 anos, estamos aqui a celebrar, embora sinta o ambiente um pouco vazio, pela falta de alguns dos fundadores.
Não tem sido fácil o rejuvenescimento da associação, quando começámos a maioria dos sócios tinha menos de 30 anos e éramos uma associação RNAJ. Mas a Inijovem está viva, com uma boa dinâmica e é um orgulho muito grande ter sido um dos seus fundadores”.

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