Mostrando postagens com marcador dinamização cultural. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dinamização cultural. Mostrar todas as postagens

19.5.24

CRATO: Feira do Livro no Jardim Municipal

De 23 a 28 de maio no Jardim Municipal
Exposição e Venda de Livros
25 e 26 de maio
Insufláveis no espaço da Feira do Livro
23 de maio
10h30: Inauguração da Feira do Livro com espetáculo musical pelo grupo Plusband e Crianças do Centro infantil “A Eira”
24 de maio
Encontro com o escritor Carlos Nuno Granja para apresentação de vários livros para os alunos do 1º e 2º ciclo
10h30 – Biblioteca Escolar | 14h30 – Biblioteca Municipal

18h00 – Encontro com a escritora JOANA CRUZ para a presentação do livro “Escolhi Viver” com sessão de autógrafos, no Jardim Municipal
27 de maio
16H00: Encontro com o escritor JOSÉ AMARO para apresentação do livro “Sem Rasto”, no Jardim Municipal
28 de maio
Encontro com a escritora Maria Fernandes para apresentação do livro “No Sítio Mágico e Encantado” para os alunos da Pré e 1º Ciclo
10h30 – Biblioteca Escolar | 14h30 – Biblioteca Municipal


23.5.19

ALTER DO CHÃO: 2º edição do AlterCulturFest

O Município de Alter do Chão promove nos meses de Maio e Junho a 2ª Edição do Alter Culturfest, evento dedicado à cultura, este ano com o tema Teatro.
A direccção artistica do Programa do Festival é da atriz Maria João Luís, figura marcante no panorama cultural do país e responsável pela companhia Teatro da Terra, sediada em Ponte de Sôr.
Os espetáculos irão decorrer todos os fins de semana em vários espaços como o Castelo , Casa da Álamo e Igreja do Convento de Santo António. O espetáculo do dia 25 de maio marca o encerramento temporário do Cineteatro para obras de reabilitação, prevendo-se a reabertura em Abril de 2020 por ocasião do International Horse Summit. Assim no dia 25 subirá ao palco do Cineteatro Municipal o Teatro de Marionetas do Porto com a peça Nunca. 
Quando vai Carmen fazer Lady Macbeth?  do Teatro dos Alóes e Elsa Valentim é o espetáculo agendado para dia 1 de junho, pelas 21h30, no Castelo.
Arantxa Joseph, André Duarte e Giacomo Scalisi trazem ao Sotão da Casa do Álamo pelas 15H30 do dia 8 de junho a peça infantil Milho Por Peixe. Também no mesmo dia mas pelas 21H30 é possível assistir no Castelo à peça 1936 – O ano da Morte de Ricardo Reis pela Barraca Teatro com encenação de Hélder Costa.
Ilha Encantada do Teatroesfera é o espetáculo que vão poder assistir no dia 15 de junho pelas 21H30 no Castelo.
A própria diretora artística do Alter Culturfest, Maria João Luís, subirá ao palco no dia 21 de junho para interpretar Ermelinda do Rio, produção do Teatro da Terra, pelas 21H30 no Castelo.
Para ti, Sophia pelo Trigo Limpo Teatro Acert com encenação de Pompeu José é o espetáculo agendado para o dia 22 de junho , pelas 21H30 no Castelo.
O Alter Culturfest 2019 encerrará dia 23 de junho pelas 15H00, na Igreja do Convento de Santo António, com a peça Paiaçu da companhia Cassefaz, interpretada por João Grosso e Sílvia Filipe. 
Para além dos espetáculos agendados serão realizadas Leituras Encenadas na Casa do Álamo nos dias 8  e 22 de junho – por Dinarte Branco e Leonor Salgueiro e no dia 15 de junho pela atriz Teresa Coutinho.
Links informativos:
http://www.cm-alter-chao.pt
https://www.facebook.com/MunicipioDeAlterDoChao/

22.5.19

CRATO: Encontro de Bandas

Realiza-se no Crato, no dia 25 de maio, um Encontro de Bandas, espetáculo musical que mostrará na sede do concelho não só a anfitriã Filarmónica do Crato, como a Associação Recreativa Musical Covilhanense (Covilhã) e também a Banda Filarmónica da Academia Musical União e Trabalho de Sarilhos Grandes.
Pelas 10h30 terá lugar a cerimónia de boas vindas e apresentação de cumprimentos seguindo-se, 30 minutos depois, o desfile até aos Paços do Concelho, onde serão prestadas as homenagens às entidades oficiais.
A partir das 15h00, no Jardim Municipal do Crato, terão lugar os diversos concertos, com cada um dos agrupamentos a interpretar diversas das suas mais conceituadas músicas.
A Câmara Municipal do Crato, como co-organizadora do evento, orgulha-se de, mais uma vez, poder contribuir para um ato de elevado valor cultural e recreativo e convida toda a população a presenciar os espetáculos.

4.6.17

NISA: Feiras do Livro e dinamização cultural



A dinamização cultural esteve sempre presente nas preocupações dos diversos executivos municipais e de freguesia ao longo dos 40 anos do Poder Local Democrático. Numa época em que era preciso, imperioso e urgente, recuperar o atraso e promover obras fundamentais para o progresso e desenvolvimento do concelho como estradas, redes de águas e esgotos, caminhos, saneamento e salubridade pública, as autarquias locais faziam um esforço suplementar para garantir o acesso à cultura e ao recreio das populações do concelho.
A implantação de uma Biblioteca Municipal, "velha" aspiração de muitos anos, concretizou-se, primeiro em instalações provisórias mas dotadas das mínimas condições, indispensáveis aos fins em vista, depois em edifício próprio, a antiga Escola do Rossio, onde hoje funciona e oferece uma diversidade de serviços, gratuitos, ao alcance do público de todas as idades. 
Com a Biblioteca Municipal, ainda nas antigas instalações do Clube Nisense, vieram também as Feiras do Livro, importante "ferramenta" para a dinamização da leitura. A nova Biblioteca, no principal largo da vila e inaugurada, de raiz, em 1993, veio dar um novo impulso à popularidade destas iniciativas com um carácter cultural mais abrangente e diversificado. 
Nada aparece por acaso. No passado recente autárquico, lançaram-se as bases para o desenvolvimento do concelho, começando por onde era imperioso começar: as infraestruturas básicas para a melhoria das condições de vida das populações.
O concelho tem vinte povoações, chamem-lhe, se quiserem, aglomerados urbanos. Alguns, hoje, estão quase desertos. Faltam-lhe o "sopro de vida" que alimenta o sonho e comanda a ideia de futuro. Mas existem. Com poucos ou alguns moradores, continuam a necessitar dos cuidados básicos, não só de saúde, mas de todas as infra-estruturas e serviços, a que como cidadãos têm direito. 
A água, os esgotos, a electricidade, as comunicações, a limpeza das ruas e dos caminhos, a recolha do lixo, a sala de convívio, as manifestações culturais, recreativas e desportivas.
O concelho começou a ficar "mais bonito" logo a seguir ao 25 de Abril. Abriram-se, de par em par, as janelas da liberdade e os eleitos locais, de todas as cores e em todo o concelho, fizeram o que podiam e não podiam, para melhorar as suas terras, as suas aldeias, no fundo "acertar o passo" com o desenvolvimento que tardava.
A água, a electricidade e os esgotos em todas as casas. As ruas calcetadas e limpas. Os centros de convívio, a biblioteca pública, as piscinas para toda a gente, a sala de espectáculos degradada e recuperada por iniciativa do poder local. Novas estradas e caminhos que foram rasgadas e abertas ao tráfego.
Não se fez tudo. Nem ninguém faz tudo sozinho, como nos ensina o poema de Brecht. Há sempre alguma coisa para fazer e melhorar. Bom seria que tivéssemos tudo feito e população para usufruir de todas as infra-estruturas e equipamentos. E, aqui, o paradoxo, que ganhará mais evidência, penso, com o "novo" Centro de Saúde". Se não for invertida a tendência da desertificação do interior, da forma brutal que está a acontecer, iremos deparar-nos, a curto prazo, com esta triste realidade: dispormos de todas as condições e mais algumas para uma boa "qualidade de vida" e não termos gente para usufruir delas. 
Os edifícios escolares que animaram e "cultivaram" tantas e tantas aldeias, e que hoje estão ao abandono, quais fantasmas do passado, serão a imagem de outros tantos edifícios e equipamentos nos quais se investiram muitos milhares de euros.
E esse, sim, é o problema cultural, do momento.
As florinhas e os bordados ajudam a colorir o momento, eleitoral ou não. As obras de fundo, o investimento que cria emprego e mantém vivas as esperanças no futuro das terras e das gentes, esse continua a faltar e não se vislumbram melhores dias.
Vamos "vendo, ouvindo e lendo" mas com tantas flores, "ideias bonitas" e manipulação das consciências, o futuro não está a passar por aqui...
Mário Mendes