No passado dia 15 de fevereiro, estive em Boquilobo, terra natal do general Humberto Delgado, dois dias depois do 55.º aniversário do seu assassinato. Foi morto em terras espanholas, pela PIDE, cuja função era perseguir e se preciso, torturar e até matar, quem fosse contra o regime de Salazar, que ainda promoveu e louvou os assassinos do perseguido General Sem Medo que até tinha vaticinado: “Eu estou pronto a morrer pela liberdade”.[1]
