Para
além de sobreviver
pouco
mais fazemos!
tantas
vezes oscilamos...
como
as bolsas...manipuladas!
por
poderosos que, nas sombras...controlam tudo!
até
as guerras!
também
elas lhes servem de negócio
o
que mais utilizam?! é o medo!
enchem
os canhões de carne, mas, os filhos deles...
não
morrem na guerra?
(só
os filhos dos sacrificados morrem, e vão para o céu, embalados pela canção das
armas...(atestado por um capelão!)
oh
infância, ecoada pela velhice voraz...
das
raízes que enlaçam a memória que
viaja
desde ontem...até agora...
em
que me vejo em ausência presente...
estes
muros acesos pelas estrelas do crepúsculo
cada
vez mais ultrapassáveis...
cada
vez mais infames...
andam
as depressões persistentes
e
os deuses moribundos...orquestrados...
por
dementes que...impuseram o medo divino...
o
entardecer da vida...traz este cansaço...
esta
saudade do jovem que sonhava
este
medo...do último sopro...
onde
a angústia e a ansiedade...imperam!
nos
minutos finais, neste curto tempo...vacilante...
vão
surgindo as imagens de contemplação
da
miséria adivinhada...
estanho
pranto este que tento criar...
para
me recriar...nas tempestades que existem em mim.
A.B.
2026.
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