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25.11.21

CUBA: 7º Aniversário da elevação do Cante Alentejano a Património Cultural e Imaterial da Humanidade

 
LANÇAMENTO DO CD “CUBA, CATEDRAL DO CANTE”
Sábado, 27 de Novembro, 18:00, no Centro Cultural de Cuba
No dia em que se assinalam os 7 anos da elevação do Cante Alentejano a Património Cultural e Imaterial da Humanidade, a Câmara Municipal de Cuba apresenta, pela primeira vez, o álbum “Cuba, Catedral do Cante” – uma coletânea de 10 modas, que contou com a participação de 5 grupos corais do concelho: Raízes do Cante, Bafos de Baco, São Luís de Faro do Alentejo, As Flores do Alentejo e Os Ceifeiros de Cuba.
A iniciativa de lançamento do CD – que irá contar com as atuações dos grupos participantes – terá lugar no Centro Cultural de Cuba, no próximo sábado, dia 27 de Novembro, pela 18:00.

14.11.21

CUBA: Exposição de Fotografia “CANTE ALENTEJANO"

 
Até 31 de Dezembro, no Museu Literário Casa Fialho de Almeida
O Museu Literário Casa Fialho de Almeida inaugurou na segunda-feira, dia 08 de novembro, uma exposição de fotografia intitulada CANTE ALENTEJANO, da autoria de Ana Baião.
A mostra é constituída por um conjunto de fotografias que representam um retrato sensível e eloquente do mundo do Cante, dos lugares e espaços onde se pratica, de algumas figuras tutelares que o mantiveram vivo e de grupos que marcaram o movimento coral no Alentejo. Poderá visitar “ este retrato vivo do mundo do cante ” até ao final do mês de Dezembro, na Casa Fialho de Almeida. 

17.2.15

NISA: Exposição fotográfica de Adalrich Malzbender

De 28 de Fevereiro a 4 de Abril estará patente ao público uma exposição fotográfica de Adalrich Malzbender.
A inauguração no dia 28 de Fevereiro será precedida de um desfile pela Praça da República do Grupo Coral "Os Amigos do Cante" de Alvito, seguido de actuação no Cine-Teatro de Nisa, local da exposição.
Adalrich Malzbender
Nasceu em Berlim, Alemanha, em 1943. É casado com um a portuguesa da região do Alentejo, sul de Portugal. Dedica-se à fotografia Preto e Branco desde 1976, revelando e ampliando filmes de 35mm e médio formato em sua casa.
A paisagem árida e luminosa do Alentejo, suas colinas sinuosas e oliveiras, cidades pequenas com ruas estreitas de paralelepípedo e casas caiadas de branco (remanescentes de 400 anos de ocupação árabe), continua a ser a maior inspiração para o seu trabalho - bem com o os Alentejanos e grupos de ciganos que habitam as margens da cidade e são tão marginalizados com o em qualquer lugar da Europa. Malzbender também manteve um a especial paixão e curiosidade pelas igrejas românicas de Portugal - frequentemente localizadas em paisagens maravilhosas - e suas esculturas simbólicas, adornadas com ornamentos graciosos bem com o demónios e feras temíveis.
Publicou dois livros "Alentejo" (1993) e "Olhares Ciganos" (1995).
Considerado um "poeta da imagem" tem mostrado os seus trabalhos fotográficos um pouco por todo o país, particularmente no sul e no Alentejo, como são exemplo as exposições "É tão grande o Alentejo", "O Alentejo não tem sombra", "A Sul" e "Cante Alentejano" exposição que será mostrada em Nisa e que constitui uma homenagem aos grupos corais alentejanos que viram reconhecido o cante como Património Imaterial da Humanidade.

27.11.14

CANTE ALENTEJANO: É Património Imaterial da Humanidade

Decisão tomada hoje na sede da UNESCO, em Paris
O Cante Alentejano conquistou o título de Património Cultural Imaterial da Humanidade, após a decisão tomada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), hoje, dia 27 de Novembro.
Esta manifestação cultural do povo alentejano viu assim reconhecido o seu valor universal após um longo processo que, liderado pela Entidade Regional de Turismo e a Câmara Municipal de Serpa – com a colaboração de outras entidades públicas e privadas do território – teve início em 2011, com a preparação dos trabalhos técnicos e científicos que sustentaram a candidatura.
Valorizar e salvaguardar um bem único da Região – um dos símbolos maiores da identidade, tradição, força e caráter do povo que o expressa e preserva – foram as premissas base do projeto de âmbito regional que valeu ao Cante a elevação, pela UNESCO, à categoria de Património da Humanidade.