O templo romano de Évora, mais resistente do que se esperava
e erroneamente conhecido como templo de Diana, foi construído em homenagem ao
imperador Augusto, que era venerado como um deus durante e após o seu reinado.
O tempo de Diana não é, afinal, da filha de Júpiter, deusa
da caça. Essa lenda, criada no século XVII pelo jesuíta Manuel Fialho, foi desmontada
na sequência de trabalhos arqueológicos realizados no templo, em Évora, e no
fórum de Ebora Liberalitas Iulia, nos anos 90 do século XX, pelos arqueólogos
alemães Theodor Hauschild e Felix Teichner.
Segundo o Público, a publicação Laudator conclui que a
intenção era “claramente de o dedicar ao culto imperial”, mais concretamente o
imperador Augusto que foi venerado como um deus.
