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26.11.21

COVID-19: ULSNA reporta 20 novos casos e mais um internamento nas últimas 24 horas

 
A situação epidemiológica continua a agravar-se no distrito de Portalegre com o registo de 20 novos casos e 13 recuperações, nas últimas 24 horas.
Feitas as contas há 145 casos ativos no distrito, mais 7 em relação ao dia anterior.
De acordo com o boletim da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), divulgado esta sexta feira, o número de doentes covid internados nos hospitais do distrito de Portalegre também aumentou, atualmente há 9 pessoas internadas, mais uma face ao dia anterior.
Os novos casos foram registados em Campo Maior (+7), Nisa (+4), Gavião e Portalegre com mais 3 casos em cada concelho e um novo caso nos concelhos de Arronches, Marvão e Monforte.
Nisa continua a liderar a lista dos concelhos com maior número de casos ativos, com 49, seguem-se Campo Maior com 18, Portalegre com 17, Marvão com 15, Gavião com 9, Elvas e Castelo de Vide com 8 casos ativos, Fronteira com 7 e Sousel com 3.
Nas últimas 24 horas foram efetuados 164 testes de diagnóstico à covid-19 na área de influência da ULSNA.
Carla Aguiã - Rádio Portalegre - 26/11/2021

8.8.21

Covid-19/Distrito de Portalegre: Os números da ULSNA continuam distantes dos números dos autarcas

 
Os dados mais recentes divulgados pelos municípios apontam para a existência de 159 casos ativos de covid-19 no distrito de Portalegre, enquanto o último boletim epidemiológico da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, publicado esta sexta feira, reporta 95 infeções pelo novo coronavírus na região.
O exemplo mais gritante desta discrepância nos números é o do município de Ponte de Sor onde a autarquia precisa existirem 39 casos ativos, mais 36 do que os referenciados pela ULSNA.
Mas há mais! Em Sousel o município notifica 34 casos ativos, mais 16 do que a ULSNA, e em Elvas a autarquia contabiliza 37, mais 8 do que a Unidade de Saúde do Norte Alentejano.
Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior e Gavião, são outros concelhos, onde os números dos municípios são superiores aos reportados no boletim da ULSNA, que justifica esta discrepância com o facto de só contabilizar resultados de testes PCR feitos em laboratórios públicos.  
Em relação ao número de doentes de covid-19 hospitalizados no distrito de Portalegre, nas últimas 24 horas baixou para cinco, menos dois face ao dia anterior.
Gabriel Nunes - Rádio Portalegre - 6/8/2021


7.2.21

VILA VELHA DE RÓDÃO: Câmara e CLDS 4G oferecem de kits de proteção individual contra a Covid-19

A Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão em parceria com o CLDS 4G de Vila Velha de Ródão, um projeto cofinanciado pelo Fundo Social Europeu, está a desenvolver uma campanha de distribuição de kits de proteção individual junto dos funcionários da Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas do concelho e dos elementos dos Bombeiros Voluntários de Vila Velha de Ródão.
A iniciativa surge na sequência da distribuição, em novembro passado, aos residentes do concelho com mais de 65 anos e, tal como na altura, estes kits são compostos por uma bolsa que contém uma máscara lavável, um filtro para a máscara, um porta-máscaras, uma embalagem de álcool gel e um folheto informativo.
O objetivo é promover a segurança e a saúde da população e sensibilizar as pessoas para a importância de cumprir o dever cívico de recolhimento e as regras implementadas pela DGS de combate à propagação da doença: manter o distanciamento físico, o uso obrigatório da máscara, a lavagem ou desinfeção frequente das mãos e o cumprimento da etiqueta respiratória.

17.1.21

CONCELHO DE NISA: Boletim Epidemiológico - 17 de Janeiro

 

CONCELHO DE NISA: Boletim Epidemiológico - COVID 19 
17 de Janeiro 2021 - Dados com INCLUSÃO dos 36 casos positivos resultantes dos testes realizados pelo Município de Nisa (8 de Janeiro)

CONCELHO DE NISA: Boletim Epidemiológico - COVID 19 
17 de Janeiro 2021 - Dados da ULSNA e do MUNICÍPIO DE NISA


1.1.21

COVID-19:Distrito de Portalegre com mais um óbito e 32 novos casos nas últimas 24 horas

Boletim Epidemiológico - Concelho de Nisa - 1 Janeiro
O distrito de Portalegre registou mais um óbito associado à Covid-19 nas últimas 24 horas, contabilizando agora um total de 64 mortes desde o começo da pandemia.
De acordo com o boletim epidemiológico da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), divulgado esta sexta feira, o óbito foi registado no concelho de Avis, que contabiliza agora3 mortes associadas à Covid-19.
Portalegre é o concelho do distrito com mais mortes (33) associadas ao novo coronavírus, seguindo-se Marvão com 8, Nisa com 6 e Crato e Elvas com 3.
O boletim da ULSNA indica ainda que nas últimas 24 horas foram registados 32 novas infeções por Covid-19 no distrito de Portalegre que contabiliza um total de 568 casos ativos.
No mesmo documento observa-se que o número de doentes recuperados subiu para 1.641, mais 32 em comparação com o dia anterior. Já no que diz respeito aos doentes internados, nos hospitais de Portalegre e Elvas, subiu para 28, mais três face às 24 horas anteriores.
Na distribuição dos casos ativos por concelhos, Elvas lidera com 126, seguindo-se Nisa com 116, Portalegre com 94, Marvão com 63, Castelo de Vide (32), Crato (25), Avis (18), Gavião (17)  Ponte de Sor (18), Monforte (15), Alter do Chão (14) Sousel (13), Fronteira (9) e Campo Maior (7).
A ULSNA revela também que nas últimas 24 horas foram realizados na sua área de influência 271 testes de diagnóstico à Covid-19.

in Rádio Portalegre - 01-01-2021

9.12.20

COVID-19 – GNR descontaminou mais de 500 instalações

 

A Guarda Nacional Republicana, desde o início da pandemia COVID-19, através de militares do núcleo de matérias perigosas da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), procedeu à descontaminação de mais de 500 instalações em todo o território nacional.
Esta estrutura, que integra cerca de 60 militares da GNR altamente especializados em matérias perigosas e agentes NRBQ (nucleares, radiológicos, biológicos e químicos), tem vindo a ser acionada quase diariamente para a descontaminação de estabelecimentos hospitalares, IPSS, lares de idosos, creches, centros de dia, e outro tipo de infraestruturas, incluindo-se aqui instalações e viaturas da própria Guarda.
Adicionalmente, estes militares têm vindo a efetuar ações de sensibilização a entidades com responsabilidades nas infraestruturas mais afetadas pela pandemia COVID-19, e a promover ações de formação a agentes de proteção civil de vários locais do território nacional.

18.10.20

CRÓNICA COVID-19: Somos os mesmos, mas já não somos os mesmos

Na loucura, seria possível duplicar o número de hospitais e centros de saúde do país, mas os profissionais de saúde não se fazem numa fábrica.
Nós não tivemos tempo de lamber as feridas. É evidente que estamos numa segunda vaga e não estamos preparados. Não estivemos, não estamos e talvez nunca fosse possível estarmos. É um problema de saúde pública que só se controla a montante dos hospitais. É um tsunami silencioso que passa por toda a gente sem se fazer notar, tal como a dita “onda gigante” é quase imperceptível para quem está em alto mar, até que rebenta com estrondo e destrói todos os que se encontram no sítio errado à hora errada.
Estar preparado para o que aí vem só seria possível se tivéssemos um pensamento militar, investindo milhões só para estar preparado para uma guerra que muitos nunca viram. Mas esta vê-se. Viu-se e vai voltar a ver-se. E só a ideia de reviver o que passámos há seis meses faz-me sofrer.
Poderíamos sempre ter feito melhor, mas não sou demasiado crítico por não estarmos preparados. É apenas um facto incontornável. Na loucura, seria possível duplicar o número de hospitais e centros de saúde do país, mas os profissionais de saúde não se fazem numa fábrica, e por isso é que a única arma realmente impactante que temos para salvar vidas está fora dos hospitais. Está nos bares e restaurantes, nas escolas, nas famílias e nos beijos e abraços. Está em todos os locais onde o vírus anda a saltar de uns para os outros. Porque nos hospitais só podemos tentar esvaziar o oceano com uma colher de chá.
Somos os mesmos, mas já não somos os mesmos. Ainda não tivemos tempo de lamber as feridas. Ainda nos doem as cicatrizes no corpo e mais ainda na alma. Tivemos de aprender, tivemos de ensinar, tivemos de engolir as lágrimas para enfrentar o desafio, para só as deixar sair na exaustão quando víamos o hospital pelas costas. Vimos gente a morrer sozinha e disparámos palavras-bala pelo telefone às famílias que esperavam de nós um milagre, mas recebiam a dura realidade. Mas estas palavras fazem ricochete e a razão pela qual doem tanto é a mesma que nos fez escolher esta profissão – é porque não somos de ferro.
Decidimos salvar vidas. E é isso que vamos continuar a fazer. Dar tudo o que temos, enquanto tivermos, para tratar esta maldita doença e todas as outras que sempre tratámos. Ricos e pobres, gordos e magros, os que nos respeitam e os outros também. Os que acreditam na ciência e nas organizações, e também os que relativizam, facilitam, negam ou confabulam a dureza do desafio que temos pela frente. Trataremos todos. Todos os que pudermos, sustentados na premissa de que somos todos iguais.
Estamos doridos, cansados e até traumatizados. Já não somos os mesmos, mas vamos à luta com os mesmos. Os mesmos que sempre acreditaram que a medicina é um bem público, de todos e para todos. Não estamos preparados, mas vamos na mesma, com a certeza que, enquanto a vida humana for o bem mais precioso, a medicina será sempre a mais bonita das ciências.
Somos os mesmos.

Gustavo Carona - "Público" - 14/19/2020
Foto: Tatyana Makeyeva - Reuters

27.6.20

COVID-19: Reforço das sanções por incumprimento de práticas sociais

Multas entram em vigor este sábado
"Entra este sábado em vigor a aplicação das contraordenações por incumprimento das práticas sociais que visam conter a pandemia da Covid-19", refere a Nota à Comunicação Social do MAI, que reproduzimos.
"O valor das coimas varia entre os 100 e os 500 euros para pessoas singulares. No caso das pessoas coletivas, situa-se entre os 1.000 e os 5.000 euros.
Este quadro sancionatório decorre do facto de a maioria dos novos contágios estarem associados ao incumprimento, em locais e eventos com aglomeração de pessoas, das normas de distanciamento físico decorrentes das situações de Alerta, Contingência e Calamidade declaradas ao abrigo da Lei de Bases da Proteção Civil.
Cabe à GNR, à PSP, à Polícia Marítima, à Autoridade Nacional de Segurança Alimentar e Económica e às Polícias Municipais fiscalizar o cumprimento dos deveres estabelecidos.
Entre as várias regras de ocupação, permanência e distanciamento físico nos locais abertos ao público, destaque para:
- a obrigatoriedade do uso de máscaras ou viseiras nos transportes públicos; em espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços; edifícios públicos ou de uso público; nas escolas e creches ou salas de espetáculos;
- a não realização de celebrações e eventos que impliquem a concentração de pessoas em número superior ao limite permitido por declaração de situação de alerta, contingência ou calamidade, declaradas ao abrigo da Lei de Bases de Proteção Civil;
- a proibição de consumo de bebidas alcoólicas na via pública;
- o cumprimento das regras de fornecimento e venda de bebidas alcoólicas;
Note-se que os infratores podem pagar a coima de forma voluntária e imediata após serem notificados, o que corresponderá ao valor mínimo previsto."
O decreto-lei hoje publicado pode ser consultado em https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/136788887/details/maximized

8.6.20

OPINIÃO: A fractura social

 «Juízes recusam julgamentos em salas sem ar fresco e higienização», dizia a manchete do jornal Público de 3 de Junho. Por esses dias, as preocupações das autoridades sanitárias do país estavam concentradas no aumento das infecções pelo coronavírus na Região de Lisboa e Vale do Tejo (RLVT). Distribuindo-se por vários concelhos desta região de grande densidade e mobilidade populacional, o número diário de novos casos positivos de COVID-19 foi revelando quais as classes sociais e os grupos profissionais por trás do mais recente aumento dos contágios. São os mais pobres, cujos rendimentos nunca permitem ficar em casa sem trabalhar, nem no estado de emergência. São aqueles cujas casas não têm condições de habitabilidade e cujos meios de deslocação para o trabalho não permitem cumprir regras de higiene e distanciamento físico. São aqueles cujos empregos, precários, temporários ou informais, já antes da pandemia colocavam problemas de saúde e segurança, concentravam a maior parte dos acidentes de trabalho e continuam a carecer da intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT).
Os juízes fazem bem em exigir condições de saúde e segurança para voltarem ao trabalho. Mas não é por acaso que as manchetes não dizem que operários da construção civil, empregadas da limpeza ou trabalhadores das cadeias de abastecimento, transporte e distribuição recusam trabalhar sem condições adequadas à protecção da sua saúde. Muito invisíveis no espaço mediático, estes trabalhadores continuaram a desempenhar funções essenciais fossem quais fossem as condições, porque qualquer perda de rendimento era insuportável. Saíram e voltaram a casa com medo de infectar e de ser infectado. Foram os primeiros a saber que os transportes iam cheios demais, que não tinham equipamentos de protecção adequados, mas não puderam dar-se ao luxo de parar. Fizeram chegar denúncias a sindicatos, estruturas partidárias, associativas. Com o passar do tempo foi patente que a pandemia na Área Metropolitana de Lisboa (AML) divergia do resto do país e começou a olhar-se a sério para o que os números traduziam.

8.5.20

COVID-19: A corrida ao medicamento

Com o aparecimento de surpresa, em finais de 2019, do SARS-COV-2 (o micróbio ), originariamente na RP China, o mundo nada conhecia do novo vírus e, naturalmente, por isso, não dispunha de tratamento para a COVID-19 (a doença).
Como em situações anteriores, nas mais recentes para outros tipos de coronavírus, rapidamente os gigantes do negócio do medicamento avançaram na busca de medicamentos que fossem eficazes.
1. Na CHINA, sabiamente, sem antagonismos despropositados, associou se a medicina tradicional à medicina alopática (a que é dominante no ocidente). Assim, utilizaram, nos mais de 4000 hospitais chineses, as plantas e ervas milenarmente testadas no oriente e a acupunctura (uso de agulhas a estimular certos pontos sensíveis do corpo). Mas, ao mesmo tempo, sem complexos, combinaram a sua tradição com remédios fabricados especialmente nos EEUU e Alemanha. E com muito bons resultados. Num território com tantos milhões de almas, que mais parecem formiga, o número de falecidos (já retificado em alta, recentemente) não chega aos 5000...
2. Os EEUU começam já esta semana a experimentar nos doentes mais graves um antiviral (medicamentos contra os vírus) de nome REMDESIVIR (injetável), já utilizado antes contra a ébola . O mecanismo de funcionamento consiste em inibir um produto (chamado enzima), essencial para a multiplicação do vírus. Foi estudado com uma amostra muito pequena de doentes na China, mas os resultados não foram considerados significativos.
    A investigação e produção americana avançaram com novos ensaios. Usado só em casos graves, na amostra apresentada, o tempo para  melhoria importante dos doentes passou de 15 para 11 dias. Ainda assim, também com o beneplácito de Trump, está em curso uma maciça utilização, após a agência americana que tutela novos usos de medicamentos ter dado uma «autorização de emergência».
   Apesar de os meios científicos independentes do país opinarem que a eficácia dos estudos clínicos não é ainda suficientemente clara, esta semana o laboratório que tem a patente já «ofereceu» 1,5 milhões de frascos para serem administrados aos  beneficiários do «sistema de saúde» norte americano. Diga se, de passagem , que este medicamento também já recebeu a indicação da DGS portuguesa para uso nos cuidados intensivos dos nossos hospitais.
3. Em FRANÇA, num processo que tem levantado muita polémica, o instituto mediterrânico para as infeções (especializado em vírus) ensaia, na região de Marselha, a CLOROQUINA (fármaco há muito usado contra a malária e certas doenças reumáticas). Com resultados animadores, mas com efeitos colaterais negativos no coração, estômago e olhos. É administrado juntamente com a AZITROMICINA, um antibiótico usado nas infeções por bactérias na garganta, ouvidos e brônquios. Não atacando o vírus (os antibióticos são assim), combate as afeções que bactérias possam instalar em cima da virose.
4. A BIOMODULINA T, também com injeção no músculo ou na veia, é uma criação da biotecnologia CUBANA que, desde o tempo de Fidel, apesar dos desumanos boicotes de matérias primas a esta ilha das Caraíbas, goza internacionalmente de forte aceitação. Como, aliás, todo o turismo de saúde que não se fica pelas algas nas praias,  pelas lamas para a pele ou pela água termal para reumatismos e bronquite. É procurado por um crescente número de cidadãos de todo o mundo, caricatamente, em especial por americanos endinheirados que não vêem solução para as suas doenças no que já enterrou mais de 60.000 mortes de Cocid-19. Procuram Cuba, os seus serviços médicos e de reabilitação, para resolver sequelas de AVCs , doentes com Parkinson ou possuidores de Alzheimer.
   Este medicamento de patente cubana é um produto biológico à base de produtos naturais que estimulam a imunidade, um dos grandes problemas que conduz doentes virais (caso da atual Covid-19) a terem um risco mais acentuado e uma mortalidade muito maior.
    Além do efeito contra a inflamação (principal problema destas doenças), de forma preventiva, defende os profissionais de saúde e os doentes mais expostos, como os idosos e portadores de infeções respiratórias crónicas e padecimentos do coração e hipertensão arterial bem como enfermos com cancro, que têm necessidade de fazer quimioterapia ou radioterapia, agravando o nível da tal imunidade, que quando baixa demais deixas os vírus à solta, sem quaisquer barreiras que protejam capazmente.
    Claro que este medicamento, fabricado em larga escala, só se utiliza no próprio país produtor, bem como, num internacionalismo genuíno, em países pobres que, como no apoio médico e de enfermagem, recebem o apoio incondicional de Cuba também na oferta deste estimulante das nossas defesas. Que aproveita o timo do boio (glândula importante para induzir anticorpos no humano) .
    Tristemente, não pode ser injetado noutros povos que bem precisariam, porque os Bolsonaros, Trumps e similares, obviamente, não querem...
Dinis de Sá
Cartoon de Henrique Monteiro in https://henricartoon.blogs.sapo.pt

4.4.20

PORTALEGRE: Novas medidas para reduzir impactos da pandemia no Concelho

 Em Reunião de Executivo Municipal, realizada no dia 1 de abril por teleconferência, ao abrigo da Lei n.º 1-A/2020, de 19 de março, com a presença da Presidente da Câmara, Adelaide Teixeira, dos vereadores da CLIP, João Cardoso e Nuno Lacão e do vereador Artur Correia, eleito pelo PS, foi aprovado por unanimidade um conjunto de medidas que vêm complementar e reforçar os procedimentos profiláticos já implementados, no quadro da prevenção da propagação do Coronavírus, para segurança de toda a comunidade.
Com este novo pacote de medidas, a Câmara Municipal de Portalegre continua a envidar todos os esforços na tentativa de encontrar as respostas mais adequadas para reduzir os impactos da pandemia a nível concelhio.
As novas medidas focam-se essencialmente em fazer face às dificuldades de famílias, instituições e tecido económico, concedendo um conjunto de incentivos para enfrentar as dificuldades que se perspetivam para o curto/médio prazo, e prevêem:
- Isenção de juros de mora no pagamento de faturas de água, saneamento e resíduos sólidos urbanos enquanto durar o período de emergência. As faturas poderão ser pagas faseadamente até 12 meses sem juros para famílias com quebra comprovada de rendimentos mediante requerimento;
- Isenção de juros de mora no pagamento das rendas de habitação social durante todo o período de emergência podendo ser pagas depois sem juros ou penalizações durante 24 meses;

- Isenção do pagamento de faturas de água, saneamento e resíduos sólidos urbanos a todas as empresas que se encontrem encerradas durante o período de emergência;
- Isenção de pagamento de renda a todos os estabelecimentos comerciais em edifício propriedade do município e que se encontrem encerrados enquanto durar o período de emergência;
- Suspensão da cobrança de todas as taxas relativas à ocupação de espaço público e publicidade a todos os estabelecimentos comerciais, com exceção de bancos, instituições de crédito e seguradoras, enquanto durar o período de emergência, a todas as empresas;
- Redução de 33% do valor da fatura da água para todas as famílias em que um dos membros esteja a ganhar 66% do vencimento durante todo o período de emergência;
- Em caso de diminuição de rendimentos do agregado, desemprego ou quebra de rendimentos as famílias poderão pedir reavaliação do valor da renda, considerando-se a mesma de forma retroativa até à data da declaração do estado de emergência;
- Prorrogação de 60 dias em todos os prazos relativos a processos administrativos em curso;
- Manutenção em pleno funcionamento dos serviços de licenciamento urbanístico, assegurando o recurso ao teletrabalho, apoiando arquitetos, projetistas, promotores e construtores, essenciais à recuperação do emprego e da economia;
- Levantamento de stocks de produtos de higiene e equipamento de proteção em Lares e IPSSs para articular e colmatar eventuais falhas;
- Fazer o levantamento de todas as crianças do 1º ciclo que não têm acesso à internet ou tenham dificuldade de ter um computador, de modo a ser encontrada uma solução, durante o período de vigência do estado de emergência, de forma a poderem ter acesso a aulas online;
- Criação de uma agenda online “Cultura de Quarentena” com iniciativas online dos vários espaços culturais da cidade.  Casa Museu José Régio, Museu Municipal, Museu da Tapeçaria de Portalegre - Guy Fino, Biblioteca Municipal, CAEP e Turismo.
A Câmara Municipal de Portalegre está atenta e empenhada em proteger a sua comunidade e em particular todos aqueles que se encontram em situação de maior fragilidade e vulnerabilidade.
Somos responsáveis uns pelos outros e estamos juntos nesta difícil missão de evitar a progressão da COVID-19.
Todos somos agentes de saúde Pública!
Para que a saúde e o bem-estar de todos possa prevalecer, fique em casa.
Portalegre agradece!