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31.5.24

MÚSICA: Sérgio vezes três


COMPILAÇÃO DISPONÍVEL PELA PRIMEIRA VEZ NO STREAMING
COM GRAVAÇÃO INÉDITA DE "LIBERDADE" COM A GAROTA NÃO E O CANTO NONO
HONORIS CAUSA ATRIBUÍDO PELA UNIVERSIDADE DE AVEIRO COM CERIMÓNIA NO DIA 7 DE JUNHO
Publicada originalmente numa edição limitada em formato de triplo CD no final do ano passado e entretanto esgotada, está finalmente disponível desde hoje nas plataformas digitais a compilação “SÉRGIO VEZES TRÊS”
Como novidade neste lançamento, a inclusão da versão ao vivo de “Liberdade” com a participação de A Garota Não, o Canto Nono e a banda de Sérgio Godinho, Os Assessores, captada numa das noites mágicas vividas nos Coliseus em Março passado quando da apresentação do espectáculo “LIBERDADE25”. Aliás, hoje mesmo, a partir das 22H45, a RTP1 exibirá o registo deste espectáculo que marcou o regresso de Sérgio Godinho aos Coliseus.
Com o lançamento digital de “SÉRGIO VEZES TRÊS”, a par daquela gravação inédita, ficam assim disponíveis pela primeira vez nas plataformas digitais canções como: “Nós por cá todos bem”, tema-título do filme de 1978 do realizador Fernando Lopes; “Il primo giorno”, versão em italiano do clássico “O Primeiro Dia” captado em Milão em 1995 quando da entrega do Prémio Tenco; “O rei vai nu”, numa versão em parceria com Xana gravada para o disco solidário “UPA – Unidos Para Ajudar”; “Heat de Verão” composta em parceria com GOMO em 2008 para o “Três Pistas” da Antena3; ou ainda “Ora Vejam Lá”, um original do Conjunto de António Mafra que Sérgio versionou para o espectáculo “Caríssimas Canções”, aqui numa versão ao vivo em estúdio com os companheiros nessa aventura Manuela Azevedo, Hélder Gonçalves e Nuno Rafael.
SÉRGIO VEZES TRÊS” traça o retrato de uma obra única que ao longo de mais de 50 anos não perdeu a sua actualidade e, arriscamos afirmar, a sua contemporaneidade.
Ao ouvinte é proporcionada a audição de 67 gravações que traduzem o percurso, nas suas diferentes vertentes, de um criador e intérprete fundamental da história da música produzida em Portugal.
Coincidentemente, no próximo dia 7 de Junho decorrerá a cerimónia de entrega do Doutoramento Honoris Causa atribuído pela Universidade de Aveiro a Sérgio Godinho, uma distinção de reconhecimento pelo contributo ímpar do “escritor de canções” na história das últimas cinco décadas.
Pela noite, Sérgio Godinho sobe ao palco do Centro de Artes de Águeda para mais uma apresentação esgotada de “LIBERDADE25”.
AGENDA - LIBERDADE25
18 MAI | AVENIDA DA LIBERDADE | BARCELOS
07 JUN | CENTRO DE ARTES | ÁGUEDA
24 JUN | PRAÇA SÃO JOÃO BAPTISTA | ALMADA
29 JUN | CENTRO CULTURAL | VIANA DO CASTELO_com a participação da ORQUESTRA SINFÓNICA ARTEAM e FILIPE RAPOSO
06 JUL | LOCAL A ANUNCIAR
12 JUL | SUMMER OPENING | FUNCHAL
24 JUL | LOCAL A ANUNCIAR
01 SET | FESTAS | CORRIOS
07 SET | FESTA DO AVANTE | SEIXAL_com a participação de CAPICUA
OUTROS
04 MAIO | MONTEMOR-O-VELHO_participação
19 MAIO | LA DISTILLERIE | LISBOA_participação evento "Vinho da Casa" com Filipe Raposo
13 JUL | PARQUE URBANO | OVAR_convidado concerto JORGE PALMA
14 AGO | MORTÁGUA VIVA’24 | MORTÁGUA_concerto com FILARMÓNICA DE MORTÁGUA
30 AGO | LOCAL A ANUNCIAR_participação

14.4.24

ÉVORA: Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril

| Sérgio Godinho e os Assessores – LIBERDADE25
PROGRAMA
PRAÇA DE GIRALDO
21h45 – Vozes de Abril
22h00 – Sérgio Godinho e os Assessores – LIBERDADE25
00h00 – Grupo de Cantares de Évora
                Espetáculo Pirotécnico
SOIR JAA – PÁTIO DO SALEMA Nº11
00h30 – ZARCO 
Para celebrar os 50 Anos do 25 Abril a Câmara Municipal de Évora desenvolveu um vasto programa de celebrações, do qual um dos pontos altos é o espetáculo da noite de 24 de abril, na Praça do Giraldo, com Sérgio Godinho e Os Assessores; pela meia-noite, canta-se a Grândola Vila Morena, de Zeca Afonso, com a participação dos Cantares de Évora, culminando com o sempre aguardado espetáculo pirotécnico. As celebrações prosseguem na SOIR – Sociedade Joaquim António de Aguiar (Páteo do Salema), às 00h30, com concerto e DJ set.
Antes, pelas 21h45, a Praça recebe uma atuação das Vozes de Abril.
O concerto de Sérgio Godinho, LIBERDADE25, é uma estreia reservada para 2024 por ser um trabalho de celebração de uma carreira que se confunde com história do quotidiano português e que tem numa canção composta em 1974 um dos seus hinos obrigatórios. E, em palco, este projeto passa em revista a rica discografia do cantor, constituída por 20 álbuns de estúdio e por 10 registos ao vivo, na sua voz que apela e sempre apelou à Liberdade.

30.5.23

SÉRGIO GODINHO - "75 CANÇÕES"

ANATOMIA DO CANCIONEIRO PORTUGUÊS
 Assírio & Alvim publica 75 Canções, um livro de grande formato que reúne partituras, letras, cifras e fotografias de Sérgio Godinho
Há uma canção de Sérgio Godinho para cada momento das nossas vidas. Basta folhear 75 Canções para disso ganharmos (ainda mais) consciência. Este é «um livro dinâmico, como a música deve ser», a expansão de um projeto que começou por abarcar 55 canções, depois 60, e agora 75.
Com transcrições musicais de João Cabrita, este volume celebra a carreira de mais de cinco décadas de um dos maiores cantautores portugueses. Disseca não só poemas e músicas concebidos e interpretados a solo, mas também uma mão-cheia resultante de cumplicidades e partilhas com artistas de múltiplas gerações e vários estilos musicais. Armadilha, Grão da mesma mó, O sopro do coração, O novo normal ou Tudo no amor são apenas algumas das novas aquisições.
Momentos para apreciar à lupa. E depois espalhar a notícia.
O livro já se encontra em pré-venda e estará disponível nas livrarias a 18 de maio.
"Foi há tantos anos que ainda me lembro: adolescente, eram livros como este que me levaram a experimentar as primeiras (e rudimentares) formas de escrita; e, desde aí, nunca me têm largado. Ou seja, tenho-os à mão e eles têm-me à perna. O acesso prático aos mecanismos que outros usaram para criar (ou criaram para usar…) nunca deixou de me trazer luzes e dicas importantes, neste ofício intermitente da feitura de canções.
Imitamos, transformamos, inventamos, emperramos e solucionamos, mas nunca a partir do nada — há sempre, num ponto de partida, de percurso ou de chegada, o que nos foi sugerido por outros saberes. Com livro ou sem livro, com ou sem Internet. Mas é destes manuais que falamos: sabemos como, em Portugal, são, infelizmente, aves raras. Começam agora algumas a pousar, e serão cada vez mais bem-vindas. Que prenda para todos os que praticam estas coisas, ter um dia acesso a toda a música portuguesa (enfim, não exageremos…) neste formato, ou noutros que se vão inventa! ndo. Estatisticamente, o meu contributo passaria a ser muito menor, e eu com isso no maior contentamento."
Sérgio Godinho


11.6.22

SARDOAL: Apresentação do livro de Sérgio Godinho “Palavras São Imagens São Palavras”

O Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, recebe no próximo dia 18 de junho, pelas 15 horas, a apresentação do livro “Palavras São Imagens São Palavras”, da autoria de Sérgio Godinho, que marcará presença na sessão.
Na sinopse da obra pode ler-se: “Neste livro, as letras ou os poemas não darão origem a canções, mas a imagens - as que Sérgio Godinho procurou ativamente, ou que foi registando espontânea e aleatoriamente e que vieram a encontrar a «sua» letra. O diálogo que assim se estabelece entre poemas e fotografias atravessa os temas da viagem, do amor, da memória, da arte, produzindo instantâneos de pessoas, lugares, animais, e de acontecimentos diários ou únicos e irrepetíveis.”
Conhecido cantor, Sérgio Godinho nasceu no Porto e foi ator de teatro, tendo começado a exercitar a escrita de canções nos finais dos anos 60. O seu primeiro álbum, “Os Sobreviventes”, é de 1971, ao qual a se seguiram mais trinta até aos dias de hoje. Sobre si próprio disse: “Não vivo se não criar, não crio se não viver. Essa balança incerta sempre foi a pedra de toque da minha vida.”
A iniciativa é promovida pela Biblioteca Municipal de Sardoal, enquadrada na comemoração dos seus 25 anos, e tem entrada livre.

17.3.22

SÉRGIO GODINHO: Celebração de "Abril em Lisboa" no Campo Pequeno

CAPICUA, FILIPE RAPOSO, MANUELA AZEVEDO, SAMUEL ÚRIA E TÓ TRIPS SÃO OS CONVIDADOS
23 MARÇO 2022 | 21H30 | ENTRADA GRATUITA
A convite da Câmara Municipal de Lisboa e no âmbito da abertura da programação "Abril em Lisboa", Sérgio Godinho levará ao Campo Pequeno no próximo dia 23 de Março, um espectáculo inédito e de celebração da liberdade - em palco com o "escritor de canções", Capicua, Manuela Azevedo, Samuel Úria, os instrumentistas Filipe Raposo e Tó Trips, e os "inevitáveis" Assessores dirigidos por Nuno Rafael.
O que me ocorre, quando penso que vou estar no Campo Pequeno no dia 23?
 Lisboa, desde logo. A minha familiaridade com esta cidade fez-se também com a vivência das suas salas de espectáculos, uma a uma vibrante e cúmplice. Os seus públicos sabem, e levaram com eles o que me tinham dado a mim.
 E agora o Campo Pequeno. Tinha-o já habitado, de casa repartida com os meus companheiros dos Três Cantos. Mas desta primeira vez, em nome próprio. Sim. Porém, mais importante, em nome próprio repartido. Porque o distribuo pelos ilustres convidados, que acharam por bem comparecer – a Ana, o Filipe, a Manuela, o Samuel e o Tó. An offer you can’t refuse, pensaram. Fico feliz.
 Eles serão o esteio da diversidade da música que partilho e admiro – cruzando os nossos territórios e referências. Espero já o que é já bom.
 Por fim, os meus inevitáveis Assessores, que moldam e activam o chão onde iremos pousar. A nossa cumplicidade não tem já nome.
 E, mais largo que tudo isto, a comemoração de um momento importante da nossa luta comum pela liberdade. Uma pedra plantada ao alto no chão, assinalando uma data da história. 48-48. Quarenta e oito aos de fascismo, quarenta e oito de democracia. Abril de 74. Está passado o cabo. Pode não querer dizer nada, mas diz tudo.
Sérgio Godinho, Março 2022
É inegável colocar Sérgio Godinho no centro do quotidiano da vida portuguesa desde que nos finais de 1971 publicou o seu primeiro trabalho discográfico, o EP “Romance de um dia na estrada”, que antecedeu em pouco meses a edição do LP “Os Sobreviventes”, obra charneira da nova música portuguesa. A celebrar 50 anos de actividade criativa, onde se incluem mais de três dezenas de registos discográficos, entre gravações em estúdio, ao vivo e em colaboração, o “escritor de canções” é figura central no que de mais importante e interessante se produziu em termos líricos e musicais em Portugal.
 Respondendo ao convite efectuado pela CML, para este espectáculo em que a “palavra” assumirá papel principal, para além de uma selecção de repertório representativo da sua obra, Sérgio Godinho (e respectivos “Assessores”) propõe-se complementar essa visita à banda sonora das nossas vidas, com a partilha do palco com alguns dos artistas e músicos que mais admira e respeita, e que, dalguma forma, têm na sua obra e postura o “lastro godineano”.
 A saber, para este momento único, a lista de presenças inclui:
os já referidos “Assessores”, banda que o acompanha há cerca de duas décadas;
Manuela Azevedo, cúmplice de Sérgio Godinho de muitas aventuras, a voz dos Clã e para os quais Sérgio compôs alguns dos seus maiores êxitos;
Capicua, rapper de eleição, cuidadora da palavra, e que tem o fétiche de evocar a obra de Godinho nas suas criações; e Samuel Úria, uma das novidades deste espectáculo, o mais respeitado cantautor da sua geração, que recentemente colaborou com Sérgio na composição de “O Novo Normal”.
Ainda, o interesse em chamar a palco dois instrumentistas que embora de origens completamente distintas, têm em comum o facto de serem também eles compositores: Filipe Raposo, exímio pianista, colaborador assíduo de Sérgio Godinho na última década e com quem teve a oportunidade de partilhar a autoria de “Noite e Dia”, a magnifica abertura de “Nação Valente”, ou ainda a banda sonora do filme “Refrigerantes e Canções Amor”, distinguida com o “Prémio Sophia”; e Tó Trips, uma das metades dos Dead Combo, para os quais escreveu “Ouvi o texto muito ao longe”, que antecipa a ideia de que “Lisboa Que Amanhece” se pode mesclar com as sonoridades da “Lisboa Mulata” criada pelo músico lisboeta.
 Uma noite especial a não perder.
SÉRGIO GODINHO & CONVIDADOS
CAMPO PEQUENO | 23 MARÇO | 21H30
Entrada gratuita limitada a 2 bilhetes por pessoa. Levantamento feito na bilheteira do Campo Pequeno e nas Fnacs da Área Metropolitana de Lisboa (Alcochete, Almada, Barreiro, Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sintra, Sesimbra, Setúbal e Vila Franca de Xira)

30.5.21

Ródão celebra o Dia de Portugal com concerto de Sérgio Godinho

 
Depois do adiamento em abril, por motivos relacionados com a sua saúde, Sérgio Godinho sobe ao palco da Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, no dia 10 de junho – Dia de Portugal, Camões e das Comunidades –, às 17h00, para um concerto no qual apresentará o seu mais recente disco e espetáculo “Nação Valente”.
Os bilhetes para este concerto têm um custo de 10 euros e podem ser adquiridos a partir de quarta-feira, dia 2 de junho, no balcão da Casa de Artes ou online, em  https://ticketline.sapo.pt/, tratando-se de um evento com a devida limitação de lugares, conforme indicações da DGS, de forma a cumprir todas as normas inerentes à atual situação pandémica.
Tal como o título anuncia, “Nação Valente” é um espetáculo que terá como pano de fundo as mais recentes criações de Sérgio Godinho, que contaram com a colaboração de músicos como David Fonseca, Filipe Raposo, Hélder Gonçalves, Pedro da Silva Martins ou um velho companheiro, José Mário Branco, que partilharam com Sérgio Godinho as composições de uma parte significativa deste seu 18.º álbum de estúdio. 
Em palco, “Nação Valente” crescerá. Às canções que compõem o disco juntar-se-ão outras, menos recentes, das mais e menos conhecidas, e que por certo enriquecerão o retrato desta nação, necessariamente valente, feita de vida.


24.4.21

VILA VELHA DE RÓDÃO: Concerto de Sérgio Godinho foi ADIADO

 
Vimos por este meio informar que, por motivos de força maior que impedem o artista de subir ao nosso palco, o concerto de Sérgio Godinho anunciado para o próximo dia 25 de abril, às 11h00, na Casa de Artes e Cultura do Tejo, será adiado.
Para informações sobre os bilhetes adquiridos, os interessados devem entrar em contacto com a Casa de Artes e Cultura do Tejo a partir da próxima semana (telefone 272 540 314).

18.4.21

Sessão comemorativa online e concerto de Sérgio Godinho marcam o 25 de abril em Ródão

 

O Município de Vila Velha de Ródão comemora o 47.º aniversário do 25 de abril com a transmissão online nas suas redes sociais da sessão comemorativa da Assembleia Municipal, às 9h00, e um concerto de Sérgio Godinho, às 11h00, na Casa de Artes e Cultura do Tejo.
Como é habitual nesta data, a Assembleia Municipal de Vila Velha de Ródão reúne-se para uma sessão comemorativa especial, com a devida limitação de lugares, que se realiza às 9h00, no quartel da Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Velha de Ródão, e será transmitida em direto através da página de Facebook da autarquia.
Após esta cerimónia oficial, às 11h00, o palco da Casa de Artes e Cultura do Tejo recebe Sérgio Godinho, que traz até Ródão o seu mais recente disco e espetáculo “Nação Valente”.
Tal como o título anuncia, “Nação Valente” é um espetáculo que terá como pano de fundo as mais recentes criações de Sérgio Godinho, que contaram com a colaboração de músicos como David Fonseca, Filipe Raposo, Hélder Gonçalves, Pedro da Silva Martins ou um velho companheiro, José Mário Branco, que partilharam com Sérgio Godinho as composições de uma parte significativa deste seu 18.º álbum de estúdio. 
Em palco, “Nação Valente” crescerá. Às canções que compõem o disco juntar-se-ão outras, menos recentes, das mais e menos conhecidas, e que por certo enriquecerão o retrato desta nação, necessariamente valente, feita de vida.
Os bilhetes para este espetáculo têm um custo de 10 euros e podem ser adquiridos no balcão da Casa de Artes ou online, em  https://ticketline.sapo.pt/, tratando-se de um evento com a devida limitação de lugares, conforme indicações da DGS, de forma a cumprir todas as normas inerentes à atual situação pandémica.

1.5.19

1º MAIO - Dia Internacional dos Trabalhadores


QUE FORÇA É ESSA?
Letra e música: Sérgio Godinho* (in LP "Os Sobreviventes", Guilda da Música/Sassetti, 1972, reed. Philips/Polygram, 1990, Universal, 2001, 2019)

Vi-te a trabalhar o dia inteiro,
construir as cidades p'ra os outros,
carregar pedras, desperdiçar
muita força p'ra pouco dinheiro!
Vi-te a trabalhar o dia inteiro,
muita força p'ra pouco dinheiro!...

       Que força é essa?
       Que força é essa
       que trazes nos braços,
       que só te serve para obedecer,
       que só te manda obedecer?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo,
       que te põe de bem com outros
       e de mal contigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?

[instrumental]

Não me digas que não me compr'endes!
Quando os dias se tornam azedos,
não me digas que nunca sentiste
uma força a crescer-te nos dedos
e uma raiva a nascer-te nos dentes!
Não me digas que não me compr'endes!...

       Que força é essa?
       Que força é essa
       que trazes nos braços,
       que só te serve para obedecer,
       que só te manda obedecer?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo,
       que te põe de bem com outros
       e de mal contigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?

[instrumental]

Vi-te a trabalhar o dia inteiro,
construir as cidades p'ra os outros,
carregar pedras, desperdiçar
muita força p'ra pouco dinheiro!
Vi-te a trabalhar o dia inteiro,
muita força p'ra pouco dinheiro!...

       Que força é essa?
       Que força é essa
       que trazes nos braços,
       que só te serve para obedecer,
       que só te manda obedecer?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo,
       que te põe de bem com outros
       e de mal contigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
       Que força é essa, amigo?
* Sérgio Godinho – voz, guitarra acústica, piano, gaita 'bagu' (kazoo)
Christian Padovan – baixo eléctrico
Uli Plech – flauta
Gérard Crapoutchik – guitarra eléctrica
Cras – bateria
Isabel Alves Costa – coros
José Mário Branco – guitarra acústica, órgão, xilofone, coros
Sheila Charlesworth – coros
Produção e arranjos – José Mário Branco, com a contribuição de todos os músicos
Gravado no Strawberry Studio, Château d'Hérouville (arredores de Paris), em finais de Abril de 1971
Engenheiro de som – Gilles Sallé
Capa do LP "Os Sobreviventes", de Sérgio Godinho (Guilda da Música/Sassetti, 1972)
Concepção – Armando Alves
Fotografia – Michel Morange