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29.9.23

Passeio Rota da Ecologia e da Faina do Tejo no Seixal a 1 de Outubro

 
Rever a história e as fainas do concelho
A Câmara Municipal do Seixal retomou os Passeios Turísticos em vários pontos de interesse do concelho. Entre várias opções a entidade promove a Rota da Ecologia e da Faina do Tejo, o Passeio em Embarcação Tradicional do Tejo e a Rota Barcos do Tejo. 
No Domingo dia 1 de outubro (domingo), das 9 às 13 horas vai acontecer a Rota da Ecologia e da Faina do Tejo.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Turismo, vai realizar-se um passeio pedestre circular desde o Moinho de Maré de Corroios até à Ponta dos Corvos. Inclui a visualização do sapal de Corroios, antigas indústrias, quintas com história, praias e paisagens únicas sobre o Estuário do Tejo e a cidade de Lisboa (cerca de 13 km). O ponto de encontro é junto ao portão do Moinho de Maré de Corroios.
Paulo Silva, presidente da Câmara Municipal do Seixal, afirma que «o nosso concelho tem um imenso potencial turístico que estamos a procurar consolidar e expandir, sendo que estes passeios são um chamariz de qualidade para os seixalenses e também para os forasteiros interessados em desfrutar do seu tempo de lazer com qualidade». 
Todos os passeios são gratuitos e sujeitos a inscrição, com um limite de 6 pessoas por inscrição.

12.1.23

Teatro da Terra apresenta "A Maluquinha de Arroios" no Seixal

 
A peça de teatro «A Maluquinha de Arroios», de André Brun, vai subir ao palco do Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal, nos próximos dias 19, 20, 21, 26, 27 e 28 de janeiro (de quinta-feira a sábado), sempre pelas 21.30 horas. A companhia Teatro da Terra, sediada no concelho do Seixal, interpreta esta peça que é encenada por Maria João Luís.
O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva, refere que «esta representação teatral está ao nível do que de melhor se faz no país, pelo que o nosso concelho volta a estar em destaque, pela positiva, ao apresentar uma peça que é transversal a várias gerações, conquistando públicos de todas as idades».
 A exibição de «A Maluquinha de Arroios» representa o regresso do Teatro da Terra à comédia, através da representação da peça mais conhecida e representada de André Brun.
 Baltazar Esteves, o «Esteves do Bacalhau», fez fortuna ao balcão a vender bacalhau, grão e batatas. É casado com a Capitolina e tem um filho e uma filha. O filho é um poeta e a filha lá conseguiu casar com um visconde. Baltazar Esteves é também dono de vários prédios em Lisboa, entre os quais um em Arroios, onde vive Alzira de Meneses, a quem todos chamam «a maluquinha de Arroios».
 Alzira de Meneses, além de ser um pouco destrambelhada, é também uma mulher deslumbrante por quem todos os homens perdem a cabeça. E isso vai acontecer também ao Baltazar, ao filho e ao genro. Para aumentar a confusão e as trapalhadas, há ainda a D. Perpétua, manicura, calhandreira e alcoviteira; Aniceto Abranches, um procurador romântico; o pai da Maluquinha, um estroina do pior; a mãe da Maluquinha, meia louca e apaixonada; vários criados e ainda um macaco que se enfurece quando chove.
 A peça destina-se a maiores de 6 anos e o ingresso custa 10 euros (6 euros para jovens até aos 25 anos, reformados, trabalhadores das autarquias do Seixal, profissionais do espetáculo e para o Teatro da Terra), podendo os bilhetes ser adquiridos na bilheteira do Fórum Cultural do Seixal).
Informações
Datas: 19, 20, 21, 26, 27 e 28 de janeiro de 2023
Local: Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal
Horário: De quinta-feira a sábado), 21.30 horas.
Bilhetes: 10 euros (6 euros para jovens até aos 25 anos, reformados, trabalhadores das autarquias do Seixal, profissionais do espetáculo e para o Teatro da Terra)
 


21.9.22

CENTENÁRIO DE SARAMAGO: De Barco, da Mundet com o Levantado do Chão

Público-alvo: Geral
Local: Parque Urbano do Seixal, bote de fragata «Baía do Seixal», Fundação José Saramago e Museu do Neo-Realismo de Vila Franca de Xira
Inscrições/Informações 210 976 112 ou ecomuseu.se@cm-seixal.pt
Preço: Participação gratuita, sujeita a inscrição
No âmbito das Jornadas Europeias do Património 2022, este ano subordinadas ao tema Património Sustentável, promovemos uma nova iniciativa em torno da exposição Levantados do Chão: das Planuras Alentejanas ao Bulício da Fábrica Mundet, no Seixal, que comemora o duplo centenário do escritor José Saramago e da empresa corticeira Mundet & C.ª, Lda. (1922-2022).
Após a visita à exposição, venha connosco atravessar o Tejo e desembarcar em Lisboa para, na Fundação José Saramago, conhecer o núcleo expositivo dedicado ao romance Levantado do Chão. De tarde, no Museu do Neo-Realismo, de Vila Franca de Xira, prosseguimos viagem pelo universo das personagens de Saramago, com outras representações do mundo do trabalho e do povo, em diferentes contextos geográficos, históricos e artísticos.
«Tendo nascido para trabalhar, seria uma contradição abusarem do descanso. A melhor máquina é sempre a mais capaz de trabalho contínuo, lubrificada que baste para não emperrar, alimentada sem excesso, e se possível no limite económico da simples manutenção...» - José Saramago, em Levantado do Chão, 1980
Horário: Domingo, das 9 às 17.30 horas.
A deslocação é realizada em autocarro municipal.

10.7.21

Teatro da Terra representa "O Lugre" de Bernardo Santareno no Fórum Cultural do Seixal

Venho convidá-lo(a) a estar presente no nosso ensaio para a imprensa, na próxima 4ª feira, 14 de Julho, pelas 15h, no Fórum Cultural do Seixal.
No final, a Maria João Luís e os actores, estarão disponíveis para entrevista, se assim for do vosso interesse.
Em anexo, o press release, o cartaz e algumas fotos em baixa resolução de Alípio Padilha, do espectáculo O LUGRE de Bernardo Santareno, uma encenação de Maria João Luís para o Teatro da Terra.
Agradeço desde já toda a atenção que possam dar a este assunto, e fico ao vosso dispor pelo endereço teatrodaterra@gmail.com, ou pelo nr. 967 710 598, para o que considerem necessário.


18.9.20

Seixal acolhe "Desconcentra" - Artes contemporâneas na Rua


"Desconcentra" é um programa de artes contemporâneas na rua que se vai realizar em diversos espaços exteriores do concelho do Seixal entre 11 de setembro e 3 de outubro. Esta primeira edição leva às freguesias do concelho propostas artísticas multidisciplinares nas áreas do teatro, do circo contemporâneo, do teatro físico e de formas animadas e do cineconcerto, oriundas de vários pontos do país.
Entre 11 e 27 de setembro, e ainda no dia 3 de outubro, alguns dos parques e jardins do concelho recebem os espetáculos dos PIA, de Palmela, da Companhia Erva Daninha, do Porto, do Teatro do Mar e de Charlie Macini, ambos de Sines. O Teatro da Terra, companhia residente no concelho do Seixal, fará também um conjunto de apresentações de uma criação de 2014, agora recriada com grupos corais alentejanos do concelho e com a participação dos Tocá Rufar.
A iniciativa é a afirmação de um projeto de descentralização da oferta cultural municipal, que olha para os espaços públicos como lugares de fruição cultural, atribuindo-lhes novos sentidos, transformando-os em palcos para as mais diversas manifestações artísticas.
A Abetarda 
Datas: 
- 12 de setembro, sábado | 19 horas Armazém 56 – Arte Sx (Mundet) 
- 19 de setembro, sábado | 21 horas Moinho de Maré de Corroios (Exterior) 
- 20 de setembro, domingo | 19 horas Parque Urbano de Fernão Ferro 
- 3 de outubro, sábado | 21 horas Parque Municipal do Serrado 
Teatro da Terra (Seixal) Género: teatro de rua Público: M/6 anos | Duração: 70 min
Sinopse
A Abetarda foi o primeiro projeto que resultou da parceria, em 2014, entre o Teatro da Terra e o Município de Castro Verde. Ao texto encomendado ao autor João Monge, junta-se o cante alentejano e o teatro de rua, numa celebração deste símbolo de Castro Verde, com uma história orientada para uma procissão pagã, habilmente tecida na base da cultura popular alentejana, polvilhada por reminiscências do Cristianismo, projetando a elevação da maior ave de voo da Europa a um estatuto mitológico/fantástico. Os quatro textos da autoria de João Monge que o Teatro da Terra materializou em teatro até hoje destacam este consanguíneo poeta/letrista/escritor como o criador mais representado pela companhia.
Maria João Luís dirige para o Teatro da Terra, um elenco alargado onde os Tocá Rufar e seis grupos corais alentejanos sediados no Seixal partilham as ruas e os traços característicos da cultura popular, sinal de um posicionamento artístico inovador na capacidade de integrar os agentes locais, sem que a identidade própria de cada grupo destoe da criação teatral coletiva. O Teatro da Terra com a remontagem de «A Abetarda» afirma-se, mais uma vez, como um projeto de teatro comunitário de características únicas, operando agora no concelho do Seixal.