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5.10.22

MURPI e Inter-Reformados organizam cordão humano em Portalegre

O MURPI – Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos dinamizará amanhã, dia 7, em todo o país, um conjunto de iniciativas de rua que pretendem criar oportunidade para que, principalmente, este sector da população, faça ouvir a sua voz e o seu descontentamento relativamente à decisão que o Governo tomou de “pagar aos reformados 50% da sua pensão, em Outubro, não repondo o poder de compra em 2022”.
Em Portalegre, juntamente com a Inter-Reformados e a União dos Sindicatos do Norte Alentejano, o MURPI vai organizar um cordão humano, a partir das 10h, entre a Segurança Social e a rotunda do Edifício Navio.
Todos os que concordem que é urgente, necessário e possível tratar com justiça os Reformados, Pensionistas e Idosos em Portugal, garantindo uma vida digna aos que criaram riqueza e descontaram toda uma vida, podem juntar-se a esta iniciativa, assinando ainda a petição que o MURPI está a dinamizar, com o objectivo de levar à Assembleia da República a exigência de reposição do poder de compra das pensões, e que estará disponível numa banca frente a Segurança Social e em https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT113016.
O Depº de Informação da USNA/cgtp-in


24.11.20

ÉVORA: Cordão Humano lembra a Violência contra as Mulheres

 

O Núcleo de Portalegre do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) estará presente na próxima quarta-feira, dia 25 de Novembro, no cordão humano que se realizará entre o IEFP e o templo romano de Évora às 16h00. Esta será uma iniciativa conjunta dos núcleos de Évora, Montemor-o-Novo, Portalegre e Beja realizada em parceria com as uniões de sindicatos dos três distritos do Alentejo, e que terá como objectivo assinalar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres.Todas as evidências apontam para o aumento da violência contra as mulheres, incluindo a violação, exploração sexual, prostituição, tráfico humano e também a violência doméstica (recorde-se que em 2019 foram assassinadas 30 mulheres). É também sabido que a actual crise epidémica tem tido consequências terríveis na vida das mulheres, nomeadamente a nível laboral, como é visível no aumento do desemprego e na diminuição do rendimento.
São estas as razões que nos levaram a tomar a decisão de assinalar este dia nas ruas, ainda que de forma simbólica, cumprindo todas as recomendações da DGS. Porque acreditamos que é urgente sensibilizar as populações para a necessidade de combater todas as formas de violência, seja ela física, psicológica, sexual ou financeira, ocorra ela em contexto doméstico ou laboral.