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20.5.24

VILA VELHA DE RÓDÃO: Seminário Internacional “Vale do Tejo e a Arte Rupestre, 50 anos depois”

Dias 24 a 26 maio 2024
Nos dias 24, 25 e 26 de maio, a arte rupestre do Vale do Tejo vai estar em destaque em Vila Velha de Ródão, onde se realiza o Seminário Internacional “Vale do Tejo e a Arte Rupestre, 50 anos depois”, um evento organizado pelo Município de Vila Velha de Rodão e pela Associação de Estudos do Alto Tejo, e é inaugurado o recém requalificado e ampliado CIART - Centro Interpretativo da Arte Rupestre do Vale do Tejo, que tem como principal missão apoiar o estudo e a preservação deste vasto património arqueológico.
Este é um fim de semana que pretende assinalar os 50 anos passados desde que as águas do Tejo submergiram aquele que é um dos mais importantes conjuntos de arte pós-paleolítica da Europa e oferecer uma visão ampla e atualizada sobre o mesmo, promovendo o território e o seu património histórico-arqueológico.
Entre 24 e 26 de maio, o seminário internacional irá reunir na Casa de Artes e Cultura do Tejo diversos investigadores, gestores culturais, decisores políticos e representantes de vários setores, para discutir estratégias e estabelecer parcerias que permitam conservar, investigar e dar a conhecer a um público mais vasto este que é o maior conjunto de arte rupestre peninsular.
No dia 25 de maio, terá lugar a reabertura ao público do CIART - Centro Interpretativo da Arte Rupestre do Vale do Tejo, um espaço museológico inaugurado em 2012, que foi alvo duma intervenção de requalificação e ampliação, de forma a torná-lo mais contemporâneo e a permitir ao visitante perceber melhor a riqueza única deste património.
Este fim de semana será ainda marcado, no dia 24 de maio, pela apresentação do livro “Memórias Arqueológicas do Vale do Tejo”, de António Martinho Baptista, uma edição do Município de Vila Velha de Ródão. 
As inscrições no Seminário Internacional “Vale do Tejo e a Arte Rupestre, 50 anos depois” são gratuitas, mas obrigatórias, através do preenchimento do formulário online disponível abaixo, até ao dia 20 de maio de 2024.
✍ Formulário de inscrição online: https://l1nk.dev/SeminarioCIART
Saiba mais em: www.cm-vvrodao.pt

10.2.20

VILA VELHA DE RÓDÃO: Arqueólogos da Geração do Tejo colaboram na requalificação do CIART


No dia 28 de janeiro, o Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, acolheu a primeira reunião de preparação de conteúdos para a remodelação do Centro de Interpretação de Arte Rupestre do Vale do Tejo (CIART), em Vila Velha de Ródão. O encontrou juntou especialistas e representantes da Câmara Municipal e da Associação de Estudos do Alto Tejo, entidades com responsabilidade na dinamização daquele espaço museológico que vai ser alvo de obras de requalificação e ampliação.
O objetivo desta primeira reunião foi dar início à definição da estratégia para o desenvolvimento do novo espaço museológico, contando para tal com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, Luís Pereira, do arquiteto Mário Benjamim, responsável pelo projeto do CIART, de João Caninas, arqueólogo da Associação de Estudos de Alto Tejo e de António Martinho Baptista e Luís Raposo, arqueológos da chamada “Geração do Tejo”,  nome atribuído aos arqueólogos e estudantes que, a partir de finais de 1971, graças às campanhas de salvamento arqueológico, garantiram a catalogação e preservação da arte rupestre do vale do Tejo, antes da sua submersão devido à construção da barragem do Fratel.
António Martinho Baptista é aliás o responsável pela conceção da atual exposição permanente de Arte Rupestre do CIART e, juntamente com Luís Raposo e outros arqueólogos, têm sido consultores e parceiros indispensáveis na criação e desenvolvimento da estratégia de divulgação deste património único.
Para além da definição dos conteúdos que serão expostos no futuro espaço museológico, a reunião serviu também para definir a criação de uma exposição temporária na Casa de Artes e Cultura do Tejo que possa garantir a continuidade da divulgação da arte rupestre de Vila Velha de Ródão, enquanto decorrem as obras de requalificação do CIART.
Recorde-se que o CIART vai ser alvo de obras de requalificação e ampliação no valor de 750 mil euros, uma intervenção abrangente que terá início durante o primeiro trimestre deste ano e, entre outros aspetos, prevê a construção de uma nova entrada e a criação de quatro galerias expositivas, de um centro de documentação e de uma sala de multimédia e audiovisuais.