Mostrando postagens com marcador defesa do ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador defesa do ambiente. Mostrar todas as postagens

14.4.25

AMBIENTE: “Vogar contra a Indiferença” regressa para contestar novo açude no Tejo

O movimento proTEJO assinala no dia 26 de abril a 12.ª edição do “Vogar contra a indiferença” com uma descida em canoa entre Constância e Barquinha, num apelo ibérico de cidadãos “por um Tejo livre” de açudes e barragens.

Em comunicado, o proTEJO, com sede em Vila Nova da Barquinha (distrito de Santarém) indica que a “ação de contestação” vai decorrer este ano sob o lema “Não ao novo açude no rio Tejo em Constância/Praia do Ribatejo (Barquinha)” e pela “defesa de rios vivos e livres de açudes e barragens”.

A atividade organizada pelo movimento ambientalista consiste numa “ação de defesa de rios vivos sem poluição e livres de açudes e barragens para assegurar a conservação dos ecossistemas e habitats aquáticos, o usufruto do rio pelas populações ribeirinhas e os fluxos migratórios das espécies piscícolas”, refere a organização, na nota.

O “12.º Vogar contra a indiferença” far-se-á, assim, na manhã do dia 26, na praia fluvial de Constância, com a leitura da “Carta Contra a Indiferença”, e continua com um percurso fluvial em canoa para “desfrutar da beleza natural do corredor ecológico do rio Tejo”, desde a praia fluvial de Constância, na foz do Zêzere, até ao Castelo de Almourol, a jusante, já no Tejo.

Depois de um almoço partilhado, a demonstração ibérica de cidadãos “Por Um Tejo Livre” decorrerá no período da tarde, com intervenções dos participantes no anfiteatro dos rios, em Constância, sobre a “rejeição do novo açude no rio Tejo em Constância/Praia do Ribatejo” e a “preservação ecológica dos últimos troços dos rios Tejo e Zêzere como rios vivos sem poluição e livres de açudes e barragens”.

A organização pretende ainda consciencializar as populações ribeirinhas “para o aumento das pressões negativas que resultam da sobre-exploração da água do Tejo”: as que decorrem precisamente dos projetos de novos açudes e barragens e as que já existem, “face à gestão economicista das barragens hidroelétricas da Estremadura espanhola, aos transvases de água do Tejo para a agricultura intensiva no sul de Espanha, e à agressão da poluição agrícola, industrial e nuclear”.

Segundo o proTEJO, o objetivo do “Vogar contra a indiferença” passa ainda por “realçar a importância do regresso de modos de vida ligados à água e ao rio e das atividades de educação ambiental e turismo de natureza, cultural e ambiental”.

A organização delineou uma lotação máxima de 200 lugares em 100 embarcações, incluindo a participação de elementos da Rede de Cidadania por uma Nova Cultura da Água do Tejo/Tajo e seus afluentes, de Espanha, estando as inscrições abertas até 22 de abril.

Esta atividade é organizada pelo proTEJO – Movimento Pelo Tejo e conta com o apoio dos municípios de Constância e Vila Nova da Barquinha, das juntas de freguesia da região, da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo e da Rede de Cidadania por Uma Nova Cultura da Água do Tejo/Tajo e seus afluentes, entre outros.

O projeto do novo açude no Tejo está integrado na estratégia “Água que Une”, recentemente apresentada pelo Governo em gestão (PSD/CDS-PP) e que inclui um total de 294 medidas.

A estratégia prevê o estudo e construção de novas barragens e de novos “empreendimentos de fins múltiplos”, entre eles o projeto de valorização agrícola dos recursos hídricos do Vale do Tejo e Oeste, que implica a constituição do Empreendimento de Fins Múltiplos do Médio Tejo, com um investimento previsto de 1.350 milhões de euros e a construção de um açude numa área denominada como Constância Norte, o que surpreendeu os autarcas da zona.

Os presidentes dos municípios do Médio Tejo afirmaram já a sua posição contra a obra, alertando para os prejuízos que causaria em temos económicos, turísticos e ambientais, e defenderam a barragem do Alvito como solução

 

 

26.3.21

HORA DO PLANETA - Em defesa e pela preservação do Ambiente


A Hora do Planeta tem lugar a 27 de março de 2021, entre as 20h30 e 21h30. Devido à Covid-19, esta será a 2.ª edição do evento em formato digital.
O que é a Hora do Planeta?
A Hora do Planeta ou Earth Hour consiste em apagar as luzes no mundo inteiro à mesma hora, durante 60 minutos, num movimento contra as alterações climáticas. O objetivo é consciencializar as pessoas para a necessidade de adquirir hábitos que não prejudiquem o meio ambiente.
É uma iniciativa mundial da WWF - World Wide Fund For Nature – que se realizou pela primeira vez em 2007 na Austrália. Nesses ano, mais de 2 milhões de australianos e cerca de 2000 empresas apagaram as luzes.
Já no ano seguinte, 135 países tomaram parte no evento, que contou com a participação de mais de 50 milhões de pessoas.
O que torna a Hora do Planeta um momento marcante são nomeadamente os monumentos emblemáticos que são apagados em todo o mundo, tal como a Torre Eiffel e o Coliseu. Em Portugal, destaca-se o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo Rei, a Torre de Belém, o Palácio Nacional de Sintra e a Ponte 25 de Abril, por exemplo.

30.6.20

NISA: Sessão Pública " Em defesa do Equilíbrio Ambiental"

O Tejo e as suas potencialidades. Energias alternativas. Propostas do PCP.
Com Vladimiro Vale e José Pós de Mina.
Nisa. 9 de julho. 18H00 - Praça da República - Junto ao Posto de Turismo

10.5.18

Zero apresenta providência cautelar contra deposição de resíduos em Portas de Ródão

A associação ambientalista Zero interpôs uma providência cautelar contra "deposição ilegal de resíduos num terreno nas Portas de Ródão", afirmando estar disponível para ser constituída assistente em processos-crime ambientais.
A associação ambientalista Zero apresentou uma providência cautelar contra o que considera ser uma deposição ilegal de resíduos num terreno nas Portas de Ródão. Em comunicado enviado à agência Lusa, a Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável informa que apresentou no Supremo Tribunal Administrativo uma providência cautelar com o objetivo de travar a deposição dos resíduos que vão ser removidos do fundo do Tejo num terreno inserido numa área protegida das Portas de Ródão. Ainda em comunicado, a Zero informa pretender ser constituída assistente nos processos-crime ambientais.