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5.5.26

VILA VELHA DE RÓDÃO: Casa de Artes e Cultura do Tejo celebra 20 anos com concerto de Rita Guerra


 A Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, celebra o seu 20.º aniversário, no próximo dia 30 de maio, com um concerto de Rita Guerra, uma das vozes mais reconhecidas e conceituadas da música portuguesa.

Com uma carreira iniciada no final da década de 80 e conhecida pela sua versatilidade e voz única, Rita Guerra percorreu diversos géneros musicais, incluindo pop e baladas, entre outros. Enquanto cantora e compositora destacou-se pela longevidade na música portuguesa, mantendo-se ativa com espetáculos ao vivo e novas produções e uma discografia que inclui múltiplos álbuns de estúdio e compilações, que a consolidaram como um nome incontornável no panorama musical.

Os bilhetes para este concerto têm um custo de 10 euros e podem ser adquiridos, já a partir da próxima segunda-feira, dia 11 de maio, no balcão da Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão e, no dia seguinte, em ticketline.sapo.pt.

In maisbeiras.sapo.pt - 4 de Maio de 2026     

3.7.25

JUSTIÇA: Homem condenado por tentar matar, violar e raptar jovens em Castelo de Vide


Os factos ocorreram no dia 6 de agosto de 2024, na zona da Barragem de Póvoa e Meadas, no concelho de Castelo de Vide, distrito de Portalegre. As vítimas foram duas jovens, à data dos factos com 17 e 22 anos

O Tribunal de Portalegre condenou esta quinta-feira a 20 anos de prisão efetiva um homem, de 74 anos, por tentar matar a tiro, violar e raptar duas jovens em Castelo de Vide, em agosto de 2024.

Na leitura do acórdão, o juiz que presidiu ao coletivo que julgou o caso referiu que o tribunal deu como provados sete dos 10 crimes de que estava acusado o arguido, de nacionalidade espanhola.

O homem foi, assim, condenado por dois crimes de homicídio qualificado na forma tentada, dois de violação agravado pelo uso de arma de fogo, dois de rapto agravado pelo uso de arma de fogo e um crime de detenção de arma proibida.

Já em relação a dois crimes de roubo agravado pelo uso de arma de fogo e um de detenção de arma proibida, foi absolvido.

No final da leitura da sentença, o juiz, que recordou o passado do arguido ligado ao crime, dirigiu-se às vítimas, fazendo votos que a pena que foi aplicada lhes possa trazer “uma paz de espírito” perante os danos que foram causados.

Quando divulgou a dedução de acusação, o MP lembrou que os factos ocorreram no dia 6 de agosto de 2024, na zona da Barragem de Póvoa e Meadas, no concelho de Castelo de Vide, distrito de Portalegre. As vítimas foram duas jovens, à data dos factos com 17 e 22 anos e que, atualmente, têm 18 e 23 anos, as quais testemunharam para memória futura neste julgamento.

in sol.sapo.pt - 3.7.2025

13.3.24

11-M: As lágrimas de crocodilo dos jornalistas-surfistas da onda oficial

 
Os atentados de Madrid fazem hoje 20 anos. Em 2022, um em cada cinco espanhóis ainda pensava que tinha sido a ETA. Uma teoria da conspiração encorajada por certos partidos e meios de comunicação social. 
Admito-o: gosto de títulos chamativos. Abruptos. Quase disruptivos. Aprendi no El Mundo com os melhores. Era um mundo diferente, embora já soubesse o que fazer. Aprendi a teoria no início dos anos 80, na UPV de Leioa, com velhos professores que nos alertavam para as versões oficiais e nos pediam para verificar as fontes. Não se deixem enganar! E a prática no Egin. Sim, esse jornal "maldito" que, apesar do que possam dizer, foi uma grande escola para os jornalistas e sobre o qual Aznar disse um dia: "Ai não me atrevo a fechá-lo?" E fechou-o. A teoria do tudo é ETA foi aperfeiçoada por Garzón (Baltasar) e chegámos a esse ponto. Para a rua. O último que feche a porta. A solidariedade, escassa, mas autêntica. Os não solidários, uma legião. Nada de novo. Um colega de outro órgão de comunicação social disse-me: "Talvez não sejas tu, mas tenho a certeza que alguém deve ter feito alguma coisa". Lembra-lhe alguma coisa? Ainda me faz lembrar. Mas isso é outra história. Ou a mesma. Afinal de contas, estamos a falar de bons e maus jornalistas.
Escolhi este título, mas também considerei outro bastante aceitável: #2011M. O dia em que o jornalismo espanhol foi pelo cano. E outro que descartei porque, sim, poderia ser (ainda mais) ofensivo para os pais jornalistas da Transição: #2011M. "Como queira, Sr. Presidente. Foi a ETA". E afinal não foi a ETA que assassinou quase duzentas pessoas a 11 de março de 2004, nos atentados aos comboios suburbanos de Madrid, em vésperas das eleições gerais, que atingiram brutalmente a sociedade espanhola. Faz hoje vinte anos. Em 2022, um em cada cinco espanhóis ainda pensava que tinha sido a ETA. Uma teoria da conspiração encorajada por certos partidos e pelos meios de comunicação social.
O revisionismo histórico sempre teve má fama, mas se esse revisionismo for corporativo e partilhado e oferecer uma saída para a má consciência, então também não vamos ter uma epiderme tão fina. Ironia. Além disso, quem estiver isento de culpa que atire a primeira pedra. É assim que as coisas são. Quando Aznar convocou meia dúzia de diretores de meios de comunicação social, ao meio-dia do dia 11 de março, todos obedeceram. Diz-se que, à exceção do diretor de La Voz de Galicia, todos disseram ámen. Nesse momento, o grande jornalismo espanhol (de esquerda e de direita), que se gabava de ter sido a pedra angular da Transição, foi por água abaixo. Quando se veste a camisola do poder... Sabe-se como começa, mas não como acaba. Daquele pó, esta lama. Nesse dia perdeu-se o mais sagrado que o jornalismo independente tem (não reconheço outro): a busca da verdade. Para alguns pode parecer um conceito antiquado, mas aqui resgato uma frase de Vicenç Navarro: "A lei da gravidade é muito antiga, mas não é antiquada".
A legião de soldados comandada por centuriões que se calou, vinte anos depois, pega agora no pincel grosso e começa a branquear. Um mea culpa a sotto voce; uma demão de tinta e para vender livros e difundir documentários. Tudo centrado na mentira de Aznar e do PP, mas sem esquecer a sua contribuição para a difusão dessa mentira durante as primeiras horas. Centrando-se no outro, ignorando a sua responsabilidade. Fazendo perguntas sobre o acessório e respondendo com o irrelevante. Historietas - não serei eu a renegar uma boa historieta - sobre onde estava fulano... e fulano disse não sei o quê... Tudo em grupo e partilhado. São obrigados a este revisionismo. Sem culpa, não há penitência.
Lembro-me perfeitamente daquele dia. Foi angustiante. Recusei-me a admitir que a ETA tivesse cometido tal selvajaria, mas todos os meios de comunicação social diziam que era a ETA. Arnaldo Otegi, que tinha marcado uma entrevista com Mariano Ferrer no El Kiosko de la Rosi, de Herri Irratia, em Donostia, foi o único que defendeu que os atentados de Madrid estavam relacionados com a participação de Espanha na guerra do Iraque e que os autores eram grupos jihadistas. Mesmo assim, todos insistiam que se tratava da ETA. Telefonei a uma pessoa que estava envolvida na luta contra o terrorismo e a sua impressão foi a mesma que a do líder da esquerda abertzale: não foi a ETA. Outros jornalistas bascos, que certamente tinham contactos semelhantes ou melhores, insistiram publicamente em dar crédito absoluto à versão oficial. Todos eles estavam a surfar a onda boa, embora alguns já pressentissem que era a onda má.
O lehendakari Juan José Ibarretxe, um bom ponto de referência para muitas outras coisas, apressou-se (utilizo este verbo para sublinhar a urgência) a aparecer e, na sua declaração pública, culpou a ETA pelo massacre e classificou os seus militantes como vermes. Outros partidos juntaram-se a ele. Ninguém quis abrir a possibilidade de haver outros autores. Todos cerraram fileiras e contribuíram para a difusão da mentira que poderia ter provocado um verdadeiro drama na sociedade basca. A tensão que se viveu após o assassinato de Miguel Ángel Blanco passou-me muitas vezes pela cabeça.
Às 13 horas, Otegi compareceu numa conferência de imprensa para dissociar a organização armada basca dos atentados. Foi uma reviravolta de 180 graus e os cidadãos bascos, que tinham estado mergulhados na incerteza durante seis intermináveis horas, começaram a respirar de alívio. No momento em que uma nova linha de investigação começava a abrir-se seriamente, foi nessa altura que Aznar fez a sua vergonhosa ronda por meia dúzia de diretores de meios de comunicação espanhóis para insistir na versão de responsabilidade da ETA. E o grande jornalismo espanhol disse ámen. Ámen à mentira.
* Oskar Bañuelos -11 de Março, 2024 
Oskar Bañuelos é jornalista, argumentista, realizador e produtor. Artigo pubkicado em El Salto(link is external). Traduzido por Luís Branco para o Esquerda.net.
FOTOS
1 - Manifestação em Madrid em frente à sede do PP após os atentados. Foto: Dani Gago
2 - Concentração de repúdio aos atentados na estação El Pozo em 12 de março de 2004. Foto: Dani Gago


12.11.22

ÉVORA: Exposição d’A Bruxa Teatro: 20 Anos de "muita merda"

Exposição evocativa dos 20 ANOS da ‘a bruxa TEATRO’
Foi a 9 de Setembro de 2002 que tudo começou.
Um apoio do então Instituto das Artes para o espectáculo ‘Rindo à Bruta’, de Christopher Durang (USA), lançava a primeira pedra de um projecto, de alguma forma inovador.
Quarenta e cinco produções.
Uma curta-metragem: ‘Pobre de Pedir’, realizada por Vítor Moreira.
E o Évora Teatro Fest.
A exposição evocativa dos 20 ANOS da ‘a bruxa TEATRO’ reúne textos, fotografias, objetos cénicos, figurinos e também a coleção de obras de arte, originais, que ao longo destes 20 anos foram criadas – por mais de 3 dezenas de artistas – para serem a imagem de cada uma das produções.
A exposição integra também a programação do ‘Desdobra-te – Festival de Dança e Outras Artes’ promovido pela Associação PédeXumbo, entre os dias 18 e 20 de Novembro.
17 novembro 2022 - 3 dezembro 2022
Horário: 17h00 às 19h00 e 21h00 às 23h00
Espaço Celeiros, sala 5 | rua do Eborim, 16 | Évora
Entrada livre


29.10.22

MARVÃO: 20 anos do Fórum Marvão

A Assembleia Municipal assinala, dia 5 de novembro, a partir das 10h00, no Centro Cultural de Marvão, os “20 Anos do Fórum Marvão”, com um programa subordinado ao tema “Olhar o futuro sobre os ativos do território”.
👉 Formulário de inscrição disponível em:
https://forms.gle/PiLXswFeJACT3feK9


16.3.21

NISA FUTSAL CLUBE: 20 Anos a dinamizar o desporto no concelho




A história do Futsal no distrito começou a ser construída em Nisa, nos finais do século passado. Por iniciativa do município nisense começaram a ser lançadas as bases de uma modalidade desportiva ainda pouco conhecida na região e através dessa dinamização foi possível sensibilizar jovens e alguns clubes  para a disputa do primeiro campeonato distrital. Em boa verdade se pode dizer que o futsal "nasceu" em Nisa e o Sport Nisa e Benfica foi o primeiro campeão distrital. Aqui começa também a história do Nisa Futsal Clube, colectividade criada em 16 de Março de 2001 e que ao longo destes 20 anos tem desenvolvido meritória actividade na dinamização do desporto concelhio e do futsal, em particular.
PARABÉNS, NISA FUTSAL CLUBE!

22.2.17

Rally Paper de Nisa comemora 20 anos

Este é o cartaz oficial do 20º Rally Paper da Notável Vila de Nisa. Queremos deixar um enorme agradecimento a todos os nossos patrocinadores que tornaram possível a organização de mais um Rally Paper e com isto dar continuidade a este grande evento Carnavalesco na Vila.
Ainda vão a tempo de se inscrever!!!
A Organização 2017