23.7.14

OPINIÃO: Sem lugar à memória

Ante a indiferença das instituições - políticas, culturais, sociais, etc. - passaram há pouco o centenário de nascimento do marechal Francisco da Costa Gomes e os dez anos da morte da engenheira Maria de Lourdes Pintasilgo.
Figuras angulares na história portuguesa do pós-25 de Abril, o primeiro foi, como parece ter sido esquecido, Presidente da República e a segunda chefe do V Governo Constitucional e candidata à chefia do Estado.
As duas efemérides não mereceram até agora relevância ajustada à sua dimensão. Apenas círculos restritos as têm assinalado, como a Câmara de Chaves em relação a Costa Comes, de onde ele era natural. Com a colaboração do Museu da Presidência da República (inteligentemente dirigido pelo curador Diogo Gaspar), aquele município promoveu uma exposição sobre o seu conterrâneo, patente no Museu da Região Flavence até final do ano.
No mais, o país parece ter ignorado que lhe deve o não ter havido uma guerra civil no Verão de 1975. Com Ramalho Eanes, Melo Antunes, Garcia dos Santos e outros militares, Costa Comes foi decisivo na neutralização de forças que, à esquerda e à direita, pretendiam a tomada do poder. "A pior guerra é a civil", dir-nos-á ao evocar, décadas depois, o sucedido: "Ela sempre me apavorou!"
Logo a seguir à derrota nas presidenciais, Maria de Lourdes Pintasilgo viu-se inibida, combatida, perseguida, despedida. Não pertencer a nenhum partido tornou-se-lhe (tornou-se entre nós) fatal. "Já não tenho lugar neste país!", exclamar-nos-á uma semana antes de morrer.
Daí os processos de apagamento, sob o álibi da desatenção, a que hoje assistimos - e cumpliciamos. Sem rituais de memória, sabe-se, um povo desagrega-se.
Fernando Dacosta - Jornalista -17 Jul 2014 
in http://www.ionline.pt/iopiniao/sem-lugar-memoria

NISA: Espectáculo taurino com João Moura


IMPRENSA REGIONAL: "Alto Alentejo" - edição de 23/7/2014


HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA

As festas de Jardim
Cartoon de Henrique Monteiro in http://henricartoon.noticias.sapo.pt

22.7.14

NISA: Festival equestre, fados e sevilhanas na Praça de Touros


Marvão e Valencia de Alcántara recriam Boda Régia



O X Festival Transfronteiriço Boda Régia realiza-se, este ano, nos dias 26 de Julho, em Marvão, 1, 2 e 3 de Agosto, em Valencia de Alcántara. A recriação histórica do enlace que uniu o Rei de Portugal, D. Manuel I, "O Afortunado", com a Infanta Isabel, filha dos Reis Católicos, em 1497, na vila de Valencia de Alcántara, é o ponto alto das comemorações.
No Sábado, dia 26, a partir das 18h, pode visitar o Mercado de artesanato e produtos locais, assistir a espectáculos de música, danças medievais e do ventre, e a demonstrações de ofícios tradicionais, no Largo de Santa Maria.
Às 19h, Victor Frutuoso, presidente do Município de Marvão, e Pablo Carrilho, alcalde de Valencia de Alcántara, inauguram a décima edição do Festival Transfronteiriço Boda Régia. Numa cerimónia que contempla ainda um concerto da “Coral Adagio”.
O espectáculo “Passo a Passo pelas Histórias” está agendado para as 20h, e promete animação, ao longo de uma visita guiada e encenada pelas ruas da vila, que neste fim-de-semana recebe também o primeiro Festival Internacional de Música Clássica.
 O ponto alto deste evento acontece em Valencia de Alcántara, dia 3 de Agosto, às 21h15, com a representação teatral da Boda Régia, que este ano conta com um texto renovado por Simón Ferrero e Javier Uriarte. O espectáculo decorrerá no adro da Igreja de Nuestra Señora de Rocamador, templo onde se celebrou o histórico matrimónio.

OPINIÃO: O "circo" político na Câmara de Elvas

Deixem trabalhar o homem, pá! Que é dos gajos que esturram dinheiro à fartazana que a malta gosta!
Rondão de Almeida, seja lá qual for o papel que desempenha na Câmara de Elvas, tem uma longuíssima legião de admiradores naquela cidade. O resultado está à vista. Reeleições sucessivas, maiorias esmagadoras e, como sempre sucede relativamente a estas pessoas, gente capaz de por ele, como dizia a minha avó, dar o cú e mais cinco tostões. Entre os quais alguns eleitores de localidades vizinhas, manifestamente impressionados com a obra que o fulano ergueu na cidade raiana. Onde – prova da evidente modéstia do senhor – tudo se chama “Rondão de Almeida”. Desde faraónicos “coliseus” a parques de estacionamento. Passando, talvez, por algum sanitário mais catita.
Quando a lei travou a sua eternização no poder, inconformado com tamanha injustiça, o homem tratou de arranjar um delfim. Que agora, ao que rezam as crónicas, se aborreceu do seu papel. Secundário, ao que parece, pois o principal continua, alegadamente, a pertencer ao outro. Mas a busca de maior protagonismo por parte do presidente eleito não foi pacifica. Zangaram-se com ele por não se limitar a desempenhar o lugar sem aborrecer quem trabalha. Realmente não se compreende que um presidente eleito tenha o desplante de pretender mandar alguma coisa.
O que também não se compreende é o silêncio do líder do Partido Socialista relativamente a esta questão. Nem um pio do Tozé. Quando, acho eu, muito havia para explicar. A começar pelo facto de ter permitido a inclusão do antigo presidente – impossibilitado de se candidatar ao lugar – na lista de candidatos à Câmara. Só um cego não viu que o resultado, mais cedo do que tarde, ia ser este.
in Kruzes Kanhoto - http://kruzeskanhoto.blogspot.pt

IMPRENSA REGIONAL: "Fonte Nova" - edição de 22/7/2014


21.7.14

NISA: Pedro Abrunhosa anima "Nisa em Festa"

A Câmara Municipal de Nisa promove nos dias 14, 15, 16 e 17 de Agosto, o programa de animação “Nisa em Festa”.
O programa tem início no dia 14, quinta-feira, às 21 horas com um espectáculo equestre, fados e sevilhanas, a ter lugar na Praça de Touros de Nisa.
No dia 15, sexta-feira, os festejos abrem às 18 horas, na Praça da República, com a actuação do Grupo Bombos de Nisa.
Às 21,30h actuam a Sociedade Musical Nisense e o Grupo de Jovens da SMN. Às 23,30h o espectáculo musical continua com a actuação de David Antunes & Midnight Banda + Vanessa Silva.
No sábado, dia 16, grande espectáculo musical, pelas 23,30h com a actuação de Pedro Abrunhosa e Comité Caviar. Antes, pelas 20 horas actua o grupo Toc´A Marchar, de Tolosa e a Escola Silvina Candeias que apresentará vários grupos e danças.
No domingo, dia 17, às 21 h actua o Rancho Típico das Cantarinhas de Nisa, seguindo-se a banda Not Yet e pelas 23 horas o grupo de música popular Domingos & Dias santos que encerrarão a iniciativa “Nisa em Festa”.

PONTE DE SOR: Festival Povos do Mundo

Organizado pela Associação de Folcloristas do Norte Alentejano em parceria com o Município de Ponte de Sor, vai decorrer em julho e agosto, no Anfiteatro da Zona Ribeirinha de Ponte de Sor, o  Festival Povos do Mundo. Datas agendadas  são os dias 26 de julho, 1 e 8 de agosto .
Assim no sábado 26 de julho Organina da Eslováquia e Baza Flamenco de Espanha.
Arte Escola de Dança do Brasil e Alma Chilena do Chile preenchem a noite de sexta-feira, 1 de agosto.
A edição de 2014  do Festival Povos do Mundo termina, na sexta-feira, 8 de agosto, com Kud Tent da Sérvia e Guarionex de Porto Rico.

Os espetáculos estão agendados para as 22:00 h

19.7.14

MONTE CLARO: Convívio de pesca na Barragem do Monte Branco

Vai realizar-se no dia 27 de Julho, um convívio de pesca desportiva na Barragem do Monte Branco em Monte Claro (Nisa),
As inscrições e Almoço são 12 carpas e meia, para o número 966 080 587 até dia 25 de Julho.
Programa
07h00: Concentração no Centro de Dia do Monte Claro,
07h30: Sorteio e Saída para os Pesqueiros,
08h50: Engodagem,
09h00: Inicio do Concurso,
11h00: Fim do Concurso,
14h00: Almoço no Centro de Dia,
15h00: Entrega dos Prémios.
Os prémios são à percentagem em função dos inscritos.

18.7.14

ALPALHÃO: Exposição de Pintura de Ana Maria Real


CASTELO DE VIDE: Ethno World Orchestra

Evento: Ethno World Orchestra
Local: Castelo de Vide
Data: 25 de julho a 4 de agosto
Organização: Associação PédeXumbo
Colaboração: Câmara Municipal de Castelo de Vide
Castelo de Vide irá receber o primeiro Ethno World realizado em Portugal que irá juntar jovens músicos oriundos dos vários continentes, entre os dias 25 de julho a 4 de agosto.
Para além da partilha de reportórios tradicionais da Austrália, Bielorrússia, Camarões, Polónia, Portugal, entre outros, será formada uma orquestra que atuará na vila de Castelo de Vide, bem como na abertura do Festival Andanças (dia 4).
 Durante este período, Castelo de Vide oferece assim um ambiente musical extraordinário e convidativo a todos aqueles que visitarem esta vila do Alto Alentejo.

NISA: Almoço e convívio dos Artilheiros de 1956


CRÓNICAS DE LISBOA: Até no Futebol, a Alemanha domina

 A Alemanha sofre duma certa hostilidade, principalmente por parte dos povos dos países do sul da UE, porque,  mais para leste, as afinidades histórico culturais (e mesmo geográficas) facilitam o ascendente e o poder que ela  tem dentro da UE. Que outro país, dos que compõem a UE, será capaz de exercer essa liderança? São muitos os portugueses que têm um “ódio de estimação” à Chanceler Angela Merkel e, obviamente, para com a Alemanha, porque a inveja, defeito de muita gente, alimenta esse sentimento de hostilidade e que a figura e a imagem austera, por vezes exuberante e arrogante da chanceler, também não facilita. Em muitos actos públicos, ela transmite a imagem dum exagerado nacionalismo e poder germânico, que  também não cria empatia, muitas vezes parecendo ser a “dona da UE”, provocando assim um certo “ódio” para com tudo que seja alemão.Mas o “poder alemão” advém  das virtudes da Alemanha ou dos defeitos dos outros?  A II grande guerra mundial eclodiu por culpa dela e derrotada e fortemente penalizada, “arregaçou as mangas” na reconstrução que se seguiu, e é hoje a poderosa e rica nação que todos sabemos. O modelo do “forte, fiável e duradouro” dos equipamentos e máquinas alemães, que duravam para toda a vida, em detrimento do belo e frágil, é, ainda hoje, um símbolo alemão. Até no desporto eles possuíam essa cultura, pelo que, por exemplo no futebol as equipas alemãs se assemelhavam a essas máquinas. Conseguiram muitas vitórias com esse modelo, embora,  ás vezes, essa “máquina” era derrotada por equipas com maiores atributos futebolísticos individuais. O modelo fazia parte da cultura do rigor e do empenho vigente na sociedade alemã, características que lhe permitiram reconstruir a nação a partir dos escombros e destroços provocados pela guerra, embora com a ajuda dos países vencedores (o Plano Marshall é um exemplo).
Por cá, o desporto em geral e o futebol em particular, vivia do “jogador de rua” que depois de descoberto ingressava nos “grandes” e actuava pela selecção nacional e das ex-colónias vinham também muitos craques (Peyroteo, Eusébio, Coluna, etc) . Mas as alterações sociológicas e políticas (independência das colónias) e a crescente urbanização citadina, secou essas fontes, pelo que os principais clubes começaram a contratar estrangeiros em massa. Até que a federação (FPF) entendeu que era urgente e necessário investir na formação de jovens jogadores e o resultado foi espectacular porque dessas fornadas (a “geração de ouro” duas vezes campeã mundial em Sub-20, com Carlos Queirós) surgiram vários jogadores de elevado nível que permitiram que a principal selecção fosse fazendo alguns brilharetes, fracassando mais pelos defeitos organizativos das estruturas federativas e das nossas genuínas mentalidades!
Na actualidade, o futebol de formação em Portugal vive cheio de equívocos, porque apesar das condições terem melhorado significativamente nos principais clubes, aos jogadores ali formados não são concedidas as mesmas oportunidades de crescimento futebolístico, porque esses mesmos clubes preferem recorrer a contratações massivas de jogadores estrangeiros de várias origens e, para justificar os  negócios, dão-lhes as oportunidades negadas aos jovens portugueses . Argumentam os treinadores e os dirigentes que não podem esperar que os jovens portugueses cresçam, mas contratam jovens estrangeiros a quem são dadas essas oportunidades. Esta é uma das muitas mentiras do futebol português e, aliado ao facto de sermos um país pequeno e com baixa cultura/prática desportiva, reflecte-se na qualidade da nossa selecção.
Curiosamente, a federação alemã (DFB), que nos criticou por “explorarmos” os jovens naquele período de ouro do nosso futebol de formação, argumentando que não deixávamos os novos jovens crescer, acabou por implementar uma verdadeira revolução no seu futebol, que, para já, culminou no título mundial, mas que começou a ser idealizado, há mais de dez anos, por causa dum hat-trick de Sérgio Conceição que atirou a selecção alemã para fora do Euro 2000, após uma campanha desastrosa, pelo que o insucesso levou os dirigentes da DFB a fazerem as coisas em que os alemães são dos melhores: diagnosticar, reflectir, planear e agir. O Programa de Promoção de Talento, foi assumido pela DFB, mas a articulação com os clubes das duas ligas foi crucial e estes foram obrigados a montar academias para a formação de jogadores, de modo a combater a tendência, cada vez mais crescente, de importação de jogadores estrangeiros, no início do milénio. A própria federação abriu vários centros de treino por todo o país, de modo a abranger praticamente todo o território alemão. Contudo, faltava uma componente decisiva: os jovens jogadores tinham que dar o salto para as equipas principais e os clubes deram voluntariamente aos talentos alemães a oportunidade de jogar na Bundesliga e deixaram de comprar estrelas estrangeiras umas atrás das outras.Não foi necessário esperar que a Alemanha se sagrasse campeã mundial para que o sucesso do seu plano de formação fosse notado, pelo que  são várias as federações que têm mostrado interesse em beber da experiência alemã.


Não é apenas o “modelo do futebol português”, que muitas vezes “embriaga” os nossos dirigentes e treinadores , que está errado e falido, porque, nesse aspecto, grandes países como o Brasil (o maior exportador de futebolistas), a Espanha, a Inglaterra, etc, cujos resultados se reflectiram neste mundial, seguiram caminhos semelhantes ao nosso, mas com muito mais dinheiro, com reflexos financeiros catastróficos, ao contrário dos clubes alemães, onde o rigor  financeiro é elevado e as autoridades fiscais actuam de modo a impedirem as situações de falências técnicas, o que não se passam em Portugal, Espanha, Itália, etc. Aqui e em Espanha, o endividamento dos clubes é assustador! Mas e por aquilo que a nossa selecção (não) fez no Brasil e estamos a ver neste início de época, as nossas equipas continuam e até aumentaram as contratações massivas de jogadores estrangeiros, em detrimento dos jovens portugueses, os nossos dirigentes dos clubes, da FPF e da Liga não querem aprender nada com o exemplo alemão. Se o problema não viesse já de longe, teríamos que voltar ao inicio desta crónica e dizer que também eles têm um  “ódio a tudo que é alemão”, mas o pior cego é aquele que não quer ver o óbvio e que, afinal, a equipa alemã nos mostrou e até nos castigou (4-0), tal como  também o fez a outras selecções, incluindo a equipa “do país futebol” (o Brasil), humilhando-a ali mesmo.
Em síntese, enquanto que na Alemanha, país rico, o futebol está na mesma linha da economia e assenta em modelos de gestão e de rigor, por cá, país pobre, os dirigentes do nosso  futebol agem como se fossemos um país rico. Aliás, corroborados por muita gente, a quem eles convidam para  “as mordomias”, aquando dos jogos de futebol, chegam mesmo a vangloriar-se de que o futebol português é a actividade de maior sucesso além fronteiras e os nossos principais clubes (2 ou 3, porque o resto é paisagem) conseguem ombrear com os clubes dos países ricos! E os adeptos, embriagados pelos golos, não importa de que nacionalidade, até acreditam. Mas , "No futebol, o pior cego é aquele que só vê a bola." e no futebol português há tanta “poeira” que chega mesmo a cegar muita gente . Que aquele “staff” de luxo da FPF seja suficientemente humilde e se desloquem à Alemanha e tragam de lá o modelo e o implementem em Portugal, porque aprender com o “bom que os outros fazem” é uma atitude de elevada inteligência e  humildade . Não só no futebol, mas também na política, na economia e em tudo na vida.  
Serafim Marques – Economista

17.7.14

NISA: XX Festival de Folclore


OPINIÃO: A sorte de Carlos do Carmo

A comoção que provocou o facto de Cavaco Silva não ter endereçado votos de parabéns a Carlos do Carmo é injustificada. Que se lixe Carlos do Carmo, esse sortudo. Na mesma semana, o cantor teve duas alegrias: recebeu um prémio internacional pela sua carreira e não recebeu os parabéns do Presidente da República. Isto, para mim, é a definição de prestígio. Desconfiamos que alguma coisa está mal na nossa vida quando Cavaco Silva nos distingue. Recordo que Cavaco distinguiu Dias Loureiro com a sua amizade e Oliveira e Costa com o lugar de secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. A recusa de fazer chegar um parabém a Carlos do Carmo acrescenta honra à semana já honrosa do fadista. Foi dos mais belos ultrajes que já vi, uma das mais dignificantes desconsiderações que o Presidente já concedeu.
Há um poema de Bertolt Brecht (que também nunca foi felicitado por Cavaco Silva) em que um escritor descobre, horrorizado, que as suas obras não constam da lista de livros que os nazis pretendem queimar em público, e escreve uma carta indignada ao governo a exigir que o queimem também. Suponho que haja, neste momento, várias pessoas condecoradas ou parabenteadas por Cavaco a passar por uma indignação semelhante. Porque é que Carlos do Carmo e José Saramago merecem o menosprezo do Presidente e elas não? Que mal fizeram elas ao País para terem caído nas boas graças de Cavaco?
O que nos leva a uma reflexão mais profunda sobre o mérito de Carlos do Carmo. Sim, é um excelente cantor e um nome cimeiro do fado. Mas fez assim tanto para ser abominado por Cavaco? Cristiano Ronaldo e o ciclista Rui Costa também parecem ser pessoas decentes, e no entanto foram felicitados pelo Presidente, quando ganharam, respectivamente, uma Bola de Ouro e uma Volta à Suíça. Há filhos e enteados, nisto dos desdéns que enobrecem?
Talvez Cavaco não tenha agraciado Carlos do Carmo com o seu desprezo propositadamente. Há outros factores que podem ter levado o Presidente a distinguir o fadista com esta ausência de congratulações. Uma chamada local custa 0,0861€ no primeiro minuto e 0,0391€ por minuto nos minutos seguintes, já com o IVA incluído. A factura de um telefonema de felicitações a Carlos do Carmo poderia ascender a cerca de um euro, porque todos sabemos como são estes fadistas quando a gente os saúda pelo telefone: nunca mais se calam. É isto, e aquilo, e os tempos da Severa, e quando damos por ela estamos ao telefone há mais de cinco minutos. Um telegrama tem a vantagem de não fazer falar o fadista, mas custa à volta de três euros. Ora, Cavaco já disse que o dinheiro não lhe chega para as despesas, e no fim do ano passado já felicitou o tenista João Sousa pela vitória no torneio de Kuala Lumpur: "Não posso deixar de dirigir uma felicitação muito, muito sincera e com um grande sublinhado porque projecta o nome de Portugal para o 'top' daqueles que se destacam na prática do ténis". Deve ter sido uma felicitação dispendiosa, porque era muito, muito sincera e incluía um grande sublinhado. Até 2015, não deve ter orçamento para mais parabéns.
 Ricardo Araújo Pereira - "Sábado" -17 de Julho de 2014|

Dois artistas nisenses no XXXIV Salão Internacional de Pintura Naif

Os pintores nisenses Augusto Pinheiro (já falecido) e António Maria Charrinho (pela primeira vez) vão ter obras expostas no XXXIV Salão Internacional de Pintura Naif  com inauguração marcada para o próximo dia 26 de Julho pelas 17 horas na Galeria de Arte do Casino Estoril.
Esta é a mais importante exposição de arte naif que ocorre no nosso país e nela estarão representados os mais conceituados artistas desta arte pictórica.

CACHEIRO: I Torneio de Sueca


45 Voluntários disponíveis para dar sangue em Castelo de Vide




António Eustáquio está muito reconhecido com os doadores de Castelo de Vide. O Presidente da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP – não se tinha cansado de pedir às pessoas para que comparecessem e esquecessem os momentos de atrito, digamos assim, vividos ali há seis meses atrás numa outra colheita, sendo certo que a Associação foi alheia a tudo isso.
Mas o que importa é que, a 12 de Julho, ao Centro de Saúde se deslocaram 45 pessoas, 21 das quais mulheres (46,7%).
Avaliados os voluntários em termos clínicos, sete foram excluídos nesta oportunidade. Mas mesmo assim foram alcançados 38 sacos com sangue total.
Realce para o facto de dois homens – um dos quais jovem – terem dado sangue pela primeira vez. E o Registo Nacional de Dadores Voluntários de Células de Medula Óssea passou a ter mais dois averbados.
A Câmara Municipal de Castelo de Vide patrocinou o almoço convívio, servido num restaurante da vila.
Próxima colheita em Fronteira
Relativamente às próximas dádivas da ADBSP vão ter lugar em: Fronteira, no Centro de Saúde, a 02 de Agosto; Alter do Chão, nos Bombeiros, a 09 de Agosto.
São sábados e pode comparecer das 09.00 h às 13.00 horas! E terá uma equipa de amigos à sua espera!

JR

NISA: Festa de Artilheiros de 1964 - 50 anos


16.7.14

NO RASTO DA MEMÓRIA: 1992 - Um ano em revista (III)

 JULHO
1 – Câmara protesta pela suspensão da carreira da Rodoviária Nacional que liga Montalvão – Salavessa – Pé da Serra.
8 – Assinatura em Sines do protocolo de geminação entre este município, Vidigueira e Nisa, iniciativa integrada nas Comemorações dos Descobrimentos Portugueses e tendo como elo de ligação a figura de Vasco da Gama.
8 – Três novas zonas de caça associativa no concelho são concessionadas a favor do Clube de Amadores de Caça de Pé da Serra, , Associação de Caçadores de Tolosa e Clube de Caçadores da Fonte Feia (Montalvão).
18 – Câmara de Nisa preside  à Assembleia Inter-Municipal da AMNA.
18 a 25 – Nisa está representada na Feira de Artesanato e Gastronomia de S. Mamede, em Gavião.
AGOSTO
1 – Cinco dias de festa em Nisa. É a Feira de Artesanato e Gastronomia com cerca de cem expositores e com um programa de animação musical onde não faltam o samba e a “lambada”.
3 – “O Jornalinho” é premiado no concurso nacional de jornais escolares.
16 – Sitiados fizeram a festa em Alpalhão e “salvaram” os festejos populares marcados por várias contrariedades.
13 a 16 – Município de Nisa está representado na FIALI, em Sines.
* Festas por todo o concelho marcam o reencontro e trazem animação.
18 – Câmara aprova voto de solidariedade com o Município de Avis, a propósito do esvaziamento da Barragem do Maranhão.
* Pagamento à GNR de serviços prestados aquando da rodagem de um filme, em Nisa, geram polémica em reunião da Câmara.
* Caçadores do Barreiro confundem burros com javalis e abatem dois jumentos próximo do Pé da Serra.
* Um crime que compensa: desastre ecológico no Tejo leva à morte de milhares de peixes, sobretudo bogas, num quadro “negro” e de desolação, situado entre a Barragem de Cedillo e a Ribeira da Ferradura, na freguesia de Perais (Vila velha de Ródão).

SETEMBRO
7 – Morre na cidade do Porto, o dr. Manuel da Cruz Malpique, ilustre nisense, com uma extensa obra bibliográfica e figura intelectual de grande prestígio. Completaria 90 anos de idade em 28 de Setembro.
8 – Festas da Senhora dos Remédios em Montalvão e da Senhora da Sanguinheira, em Amieira do Tejo.
9 – Dificuldades de abastecimento de água a várias povoações do concelho preocupam responsáveis municipais. Abertura de furos não resolvem os problemas.

NISA: Festas de Verão do Sport Nisa e Benfica


GAZA: A condenação já é universal

O Conselho de Segurança das Nações Unidas e líderes de países árabes condenaram a violência do exército israelense em Gaza.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas, líderes de países árabes e organizações que pedem a paz no Oriente Médio condenaram a violência do exército israelense em Gaza e ressaltaram as conseqüências que a operação militar tem sobre a vida de civis inocentes. “O Conselho de Segurança expressa sua séria preocupação pela crise de Gaza e a proteção e o bem-estar dos civis de ambos os lados”, assinalou o órgão máximo de decisões das Nações Unidas em uma breve declaração lida pelo seu atual presidente, o embaixador ruandês Eugene Richard Gasana.
O Conselho, que até ontem não havia se pronunciado oficialmente sobre os últimos acontecimentos no Oriente Médio, instou as duas partes a reduzirem a tensão e recuperar a calma. O embaixador palestino na ONU, Riyad Mansur, lamentou a demora do órgão em responder e confiou que Israel cumprirá a solicitação da ONU. Mansur disse esperar que a “agressão” israelense contra Gaza “acabe imediatamente” e assegurou que, se isso não ocorrer, a Palestina continuará pressionando o Conselho para que cumpra com sua obrigação.
Enquanto isso, o ministro britânico de Assuntos Exteriores, William Hague, pediu aos governos de Israel e Palestina para declararem um “cessar fogo” e prometeu que o Reino Unido “apoiará” ambos os países se eles acabarem com as hostilidades. O chefe da diplomacia britânica informou que teve uma conversa telefônica com seu par israelense, Avigdor Lieberman, e com o presidente palestino, Mahmud Abbas, pra falar sobre uma solução negociada.
“Eu disse ao ministro Lieberman que os contínuos ataques com mísseis oriundos de Gaza são totalmente inaceitáveis. Israel tem direito de se defender desses ataques, mas todo o mundo quer ver uma trégua”, afirmou Hague. O ministro britânico também comemorou o fato de Abbas ter pedido um cessar fogo multilateral e indicou que enviou suas condolências ao líder palestino pela “perda de vidas de civis em Gaza”.
Por outro lado, o presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sisi, se reuniu ontem com o enviado especial do Quarteto do Processo de Paz para o Oriente Médio, Tony Blair, com quem manteve um diálogo sobre os riscos da escalada militar israelense em Gaza, segundo informou o porta-voz da presidência egípcia, Ihab Badaui. Al Sisi expressou sua solidariedade ao povo palestino e informou que reabriu a passagem que conecta o Egito à Faixa de Gaza, na cidade de Rafah, para receber e tratar os feridos palestinos em Gaza.
Por sua vez, o ex-premier britânico instou os israelenses e palestinos a se conter e apenas a atender aos esforços que buscam a tranquilidade entre ambas as partes e a retomada da trégua firmada entre Israel e o grupo palestino Hamas, que governa Gaza, em 2012. Blair – que, após se reunir com Al Sisi, dirigiu-se a Israel para continuar seu tour pela região para acalmar os ânimos – acrescentou que a escalada de violência não beneficia qualquer das partes e provocará nada além de um aumento do número de vítimas civis.
Hassan Rohani, presidente iraniano e atual presidente do Movimento dos Países Não-Alinhados, também condenou os “atos criminosos” do exército israelense sobre Gaza e instou a comunidade internacional a agir. “Condeno seriamente os crimes sistemáticos, ilegais e desumanos contra os palestinos, e peço a todos os organismos internacionais e regionais para que cumpram com suas responsabilidades legais de imediato”, disse Rohani em uma nota publicada no site da presidência iraniana.
Enquanto isso, o Parlamento sírio instou hoje para que sejam julgadas internacionalmente as autoridades israelenses que estão levando adiante “uma guerra de aniquilamento” na Faixa de Gaza.
Paralelamente, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul) condenou ontem o lançamento de três projéteis contra Israel oriundos do sul do país e pediram a contenção máxima entre ambas as partes. “Trata-se de um incidente grave e um descumprimento da resolução 1701 do Conselho de Segurança”, afirmou o chefe da Finul, general Paolo Sierra, segundo um comunicado da Força. Na sexta-feira, o exército libanês informou sobre o disparo de três projéteis contra Israel oriundos da região de Marjeyun e a descoberta de duas rampas de foguetes preparados para serem lançados.
Duas pessoas foram presas pela polícia, acusadas de estar relacionadas a esses ataques – um xeique sunita integrista, Husein Ezzat Atue, e Samir Husein Abu Keiss –, enquanto a busca por seus supostos cúmplices continua. “É preciso manter a vigilância e evitar qualquer provocação. Estou tranquilo quanto à área porque ambas as partes (Líbano e Israel) confirmaram seu compromisso com as disposições da resolução 1701”, acrescentou o general italiano, referindo-se ao texto que pôs fim à guerra entre Israel e o Hizbollah em 2006.
 in "Carta Maior" 15/7/2014 - www.cartamaior.com.br
* Créditos da foto: International Solidarity

15.7.14

NISA: A Terra e as Gentes (2)






Evocação e homenagem aos nossos artesãos
São tantos, aqueles que já partiram. Artesãos da cortiça, da madeira, do barro, dos panos, dos queijos e dos enchidos, da arte do ferro e da pedra. Uma galeria de pessoas, de gentes da terra e do concelho que marcaram, de forma indelével, com o seu saber fazer, a sua arte, a vida de todos nós. Este é o território bordado de encantos, graças à magia destes nossos conterrâneos que com a sua arte, moldaram de forma mais humana, o quotidiano deste chão que pisamos. Bem Hajam!
Honra ao seu trabalho e enaltecemos a sua memória...   

VILA VELHA DE RÓDÃO: I Encontro Nacional de Contos Indígenas celebra rios sagrados e encerra com Festival Popular de Contos



De 10 a 13 de julho, Vila Velha de Ródão foi o cenário de um evento, inédito no país, que reuniu investigadores de várias áreas do conhecimento e contadores de estórias. A estes juntaram-se jovens do externato Frei Luís de Sousa e de Vila Velha de Ródão, para partilhar saberes sobre o imaginário e o imenso poder mágico dos rios.
A residência de contadores e investigadores promoveu uma intensa e profícua troca de conhecimentos e experiências, envolvendo e empenhando neste processo, os cerca de 40 jovens participantes.
O dia 12, após as 21H00, foi o culminar deste intenso programa de trabalhos, com a realização do Festival Popular de Contos, que reuniu cerca de 150 participantes os quais, entre o cais do Porto do Tejo, o Largo da Administração, a Foz do Enxarrique e a Senhora da Alagada, numa noite de intenso luar, foram premiados com uma realização cultural de extraordinária qualidade, realizada num cenário único, tanto pela sua beleza como pelo seu significado uma vez que estão associados à mais antiga presença humana da região e ao simbolismo e religiosidade do território rodense.
Estiveram envolvidos nesta realização o município de Vila Velha de Ródão, a Direção-Geral do Livro dos Arquivos e das Bibliotecas, o Museu Nacional de Arqueologia, o Externato Frei Luís de Sousa, de Almada e a Associação de Estudos do Alto Tejo.

Quercus pediu assinatura simbólica de três cheques para apoio à plantação de floresta autóctone


No passado dia 10 de julho, pelas 15 horas, na Praça do Comércio, em Lisboa, a Quercus pediu ao Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Francisco Gomes da Silva, a assinatura simbólica de três cheques pré-datados de apoio à florestação com espécies autóctones.
Esta iniciativa pretendeu sensibilizar a tutela da área das florestas para a necessidade de se atenuarem as graves falhas de mercado que têm que ser reguladas pelo Estado através da legislação e de incentivos, as quais fazem com que os proprietários florestais invistam apenas na plantação de espécies de crescimento rápido (eucalipto), ficando o país refém da produção de uma só matéria-prima e de uma só indústria. Esta situação pode fragilizar externamente o país que fica, deste modo, dependente das variações do preço da pasta de papel ditado pelos mercados internacionais.
Com esta proposta, a Quercus propõe que o Estado, para além de apoiar a instalação, crie mecanismos compensatórios de remuneração de médio e de longo prazo para suprir a perda de rendimento e gerar atratividade para os investimentos com espécies florestais autóctones, os quais podem ser diferenciados nos valores, em função da rendibilidade da espécie. Das contas efetuadas pela Quercus, bastaria que fossem alocados apoios financeiros anuais de 250 euros por hectare aos proprietários florestais durante 20 anos, após a plantação, para que o investimento se tornasse atrativo. Considerando o valor de 2000 euros por hectare de apoio inicial para a plantação, estima-se, com este exercício simples, que o Estado, para plantar 5.000 hectares nos próximos 10 anos, gastaria apenas 35 milhões de euros em 30 anos, menos de metade do valor previsto pelo Estado para o combate aos fogos florestais em 2014.
Este investimento na criação de floresta diversificada de espécies autóctones é largamente compensador, não só porque esta fornece serviços relevantes ao conjunto da sociedade (são mais resistentes aos fogos e retardam ou impedem a sua propagação, regulam mais o ciclo dos nutrientes e da água, evitam mais a erosão, possuem maior diversidade biológica, etc.), mas também tem uma excelente relação custo-benefício, se comparado, por exemplo, com o dispêndio improdutivo de recursos no combate aos incêndios que aumenta ano após ano, e que se situará em 2014 nos 85 milhões de euros.
No entanto, em paralelo, deve ser revista a conceção das Zonas de Intervenção Florestal para que estas incorporem uma visão de longo prazo, adicionando-lhes mecanismos de gestão financeira do património imobiliário florestal numa lógica de gestão de ativos, como o que é agora apresentado, tornando a floresta autóctone num investimento atrativo e concorrencial que estimule a adesão dos proprietários para um modelo associativo bem regulado e com adequado escrutínio contabilístico.
Por outro lado, a Quercus reitera a absoluta necessidade de se rever a legislação relativa ao Regime Florestal, de forma a garantir que a gestão destas áreas é afeta em exclusivo à prossecução do interesse público, de forma a garantir a manutenção e o incremento do fornecimento de serviços dos ecossistemas numa parte muito significativa do espaço florestal, em detrimento de uma lógica apenas produtiva com utilização intensiva de espécies exóticas, muitas vezes fomentada pelos serviços do Estado, ou do simples abandono que leva à proliferação de espécies exóticas invasoras.
Por último, importa reiterar que a existência de uma política pública coerente para as florestas, que Portugal não possui, deverá promover as condições para a existência de novas fileiras florestais e de um património florestal diversificado, mas para que tal aconteça o Estado tem que remunerar a longo prazo quem queira fazer outro tipo de floresta, assumir-se como um verdadeiro regulador que corrige as imperfeições do mercado e começar por promover desde já a alteração ao atual regime jurídico aplicável às ações de arborização e rearborização.
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Distrito de Portalegre em ALERTA AMARELO devido às temperaturas altas

Oito distritos do nosso País vão entrar hoje, dia 15, em aviso Amarelo devido a persistência de valores elevados da temperatura máxima.
Distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Setúbal e Beja.
Assim, lembre-se que é fundamental a ingestão de líquidos, de preferência água ou sumos de fruta natural, mesmo que não tenha sede. Faça refeições ligeiras e não beba bebidas alcoólicas.
Use chapéu, roupas leves, largas, de cores claras e de preferência de algodão. Evite sair à rua nas horas de maior calor.
Vá à praia apenas nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Se tiver de viajar de carro, escolha horas de menor calor.
Em casa, durante o dia, abra as janelas e mantenha as persianas semi fechadas, de modo a permitir a circulação do ar. Durante a noite abra bem as janelas para arrefecer a casa.
Pessoas que sofram de doenças do aparelho circulatório ou respiratório devem ter particular cuidado no cumprimento da medicação habitual.
Os idosos, as crianças, as grávidas e os doentes que sofrem de afecções cardíacas, respiratórias, renais e diabetes são particularmente vulneráveis e, por isso, devem ficar permanecer em ambientes frescos, protegidos do sol e do calor, e devem beber muita água.
Previsão - Terça -feira, 15 de Julho de 2014
Interior Norte e Centro - Dia com céu pouco nublado ou limpo muito Sol , podem formar-se alguns cumulus durante a tarde. Vento geral fraco. Subida da temperatura. Temperaturas acima dos 30ºc em maior parte das regiões. máximas previstas : Bragança com 34ºc, Viseu 31ºc, Covilhã 35ºc, Guarda 31ºc e Castelo Branco 36ºc.
Litoral Norte - Dia com céu pouco nublado ou limpo, vento fraco de Noroeste, temperaturas máximas de 27ºc em Viana do Castelo, 26ºc no Porto e Viana do Castelo.
Litoral - Céu pouco nublado ou limpo, neblina ou nevoeiro de manhã, vento fraco de Noroeste. Temperaturas máximas de 30ºc em Lisboa, 26ºc em Leiria.
Sul - Céu pouco nublado ou limpo, temperaturas 35ºc Portalegre, 38ºc em Évora, 36ºc em Beja e 30º em Faro.
Tendência: Céu pouco nublado com descida das temperaturas. Sábado pode ocorrer precipitação.
Fonte: Conselho Português de Proteção Civil