14.9.14

OPINIÃO: A escola

A memória, sempre a memória!
Essa capacidade imensa que o ser humano detém em arquivar momentos, períodos e sentimentos, para mais tarde ativar em forma de recordação.
Somos como que teletransportados no tempo, para um lugar onde a saudade adquire um espaço próprio e mágico, sem limites, como se o não houvesse tempo para ter tempo.
Todos os anos, por esta altura, a memória fica mais viva, e regresso à escola, para sentir o cheiro dos livros ainda por estrar, dos cadernos novos, da borracha, dos lápis de cor, ou mesmo da sala de aulas.
Voltar à escola é sempre bom! Aprender ainda é melhor. E voltar a rever os colegas, passados uns anos, com quem partilhamos a carteira, os lápis as canetas e os apontamentos, isso então, são mesmo momentos únicos. E, com o passar dos anos letivos, sentimos o peso do tempo a passar por nós, tornando-nos homens e mulheres, pais e mães, com mais e maiores responsabilidades perante o futuro da educação das nossas crianças, tal como tiveram noutros tempos os nossos pais e professores. E a luta por uma escola pública, mais democrática e mais inclusiva, essa contínua, para que seja valorizada, dignificada e acessível a todos, aos mais ricos e aos mais pobres, no litoral ou no interior.
Por isso, neste início de ano letivo, devemos anotar dois factos, um negativo e outro positivo, que assinalam o arranque deste novo ano escolar, o primeiro (negativo) é o fecho de cerca de três centenas de escolas do primeiro ciclo do ensino básico (na lista 2 no concelho de Nisa). O facto positivo, é a aplicação de algumas políticas autárquicas para o sector da educação, nomeadamente no apoio às famílias com filhos em idade escolar, como é o exemplo da Câmara de Nisa, que pelo segundo ano consecutivo, distribuiu gratuitamente os manuais escolares a 165 alunos do 1º ciclo do ensino básico, uma iniciativa que, pelo seu valor pecuniário, mas também simbólico, está, e muito bem, a tornar-se viral, um pouco por todo o país, especialmente nos municípios do interior, uma medida que vem acrescentar valor ao ensino.
Voltando ainda ao facto negativo, que é o encerramento das escolas primárias, assim como de outras instituições públicas, deve-se refletir e olhar de forma séria, e sem preconceitos, para o assunto da degradação a longo prazo, desses edifícios públicos, e que outrora, foram lugares centrais na vida dessas povoações, sabendo requalifica-los, inteligentemente, para outras funções, ao serviço da comunidade local.
 JOSÉ LEANDRO LOPES SEMEDO
 Crianças de Alpalhão - Foto de Arquimino Rosa

HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA

Caminho para a escola
Cartoon de Henrique Monteiro in http://henricartoon.noticias.sapo.pt

FENPROF denuncia: "Bolsas de colocação de escola (bce) estão a acrescentar problemas aos já existentes"

Perante gravidade das situações criadas, ministro deverá assumir as suas responsabilidades políticas, demitindo-se!
O Ministro da Educação afirmou que se houvesse erros nas colocações seriam corrigidos, porém, Nuno Crato, até agora, não demonstrou disponibilidade para receber a FENPROF e, conhecendo os erros e ilegalidades, tomar medidas para os corrigir. O ministro, talvez consciente dos problemas que estavam para surgir, limitou-se a convidar alguns para, na véspera de saírem as listas, fazerem coro afirmando que estava tudo a correr da melhor forma. Como habitualmente, esses foram, mas os problemas, por existirem, revelam-se em toda a sua dimensão.
Razão teve a FENPROF ao recusar dar o seu acordo ao regime de concursos de professores que o MEC acabou por impor. Entre outros motivos que levaram à rejeição e denúncia, contavam-se, como dos mais importantes, as potenciais injustiças e ultrapassagens nele presentes e que agora se confirmam, designadamente com as chamadas bolsas de contratação de escolas (BCE). Para a FENPROF, só o concurso nacional garante equidade e justiça nas colocações, sendo também a opção mais célere para a colocação de professores nas escolas. Sendo verdade que não há critérios perfeitos, a graduação profissional é, de todos, o menos imperfeito. Contudo, não é esse o entendimento da tutela que sempre tem tentado desvalorizar a graduação profissional, dando relevo a critérios locais que chegam a ser discricionários e ilegais.
No momento das colocações – que é este que decorre com um significativo atraso – todos os problemas ganham maior visibilidade e as injustiças tornam-se ainda mais evidentes. É o que continua a acontecer de forma agravada desde que, ontem à noite, começaram a ser feitas as colocações através destas BCE.
Recorda-se que na candidatura a estas bolsas, a FENPROF já havia denunciado o facto de muitos professores serem obrigados a prestar declarações incorretas em relação a alguns dos dados que eram pedidos, isto para além da grande complexidade que era a candidatura e da dificuldade que existia em levá-la até final, o que obrigou o MEC a alargar o prazo inicialmente estabelecido.
Conhecidas as listas, verifica-se que a desvalorização da graduação profissional dos docentes - que passou a ter um peso de apenas 50% - levou a profundas alterações relativamente às listas graduadas nacionais, com professores a descerem muitas centenas de lugares e outros, naturalmente, a ultrapassarem os seus colegas, o que está a constituir motivo de grande protesto dos professores. Acresce que repetindo-se em algumas escolas os candidatos mais bem posicionados, há muitos professores simultaneamente colocados em várias escolas ou agrupamentos, o que significa que, em muitos casos, irão continuar a faltar professores e, provavelmente, quando chamarem outros encontrá-los-ão já colocados em outras escolas.
Está instalada a confusão nos concursos, agora em relação às BCE e sem que estejam solucionados os inúmeros problemas - erros e ilegalidades - que já vêm da fase anterior referente à contratação inicial
Face a tantos problemas que estão a causar grande perturbação nas escolas e uma tremenda instabilidade e indignação nos professores, com prejuízos evidentes para os milhares de alunos que continuam sem alguns dos seus professores, a FENPROF exige que sejam atendidos todos os recursos de professores que decorram de erros ou ilegalidades, ainda que isso signifique uma colocação acrescida de docentes nas escolas, pois estes não podem prejudicados nos seus direitos.
Entende a FENPROF que Nuno Crato, responsável político pelo que se está a passar, deverá demitir-se ou ser demitido, ainda que, antes, a sua equipa deva resolver este grave problema que criou. A sua incapacidade política e técnica para desempenhar as funções que lhe estão atribuídas tem sido um dos principais problemas da Educação em Portugal, pelo que não deverá manter-se no cargo. A demissão de Nuno Crato será, além do mais, um ato de sensatez, o único passível de reconhecimento e elogio."
 O Secretariado Nacional

13.9.14

“Os Verdes” querem esclarecimentos do Governo sobre acidentes com tratores agrícolas

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Agricultura e do Mar, sobre o número elevado de acidentes com tratores agrícolas.
Pergunta:
" Ao longo dos anos tem sido noticiado pela comunicação social local e nacional a ocorrência de inúmeros acidentes envolvendo tratores agrícolas e florestais traduzindo-se num número elevado de vítimas, mortais e feridos graves.
Entre janeiro de 2013 e julho de 2014 a GNR registou, no continente, a ocorrência de 256 acidentes dos quais resultaram 122 vítimas mortais e 83 feridos graves, sendo que a maioria destes acidentes ocorreu em propriedade privada.
Segundo a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Portugal é dos países europeus com a taxa de mortalidade mais elevada envolvendo acidentes com tratores. A mortalidade é oito vezes superior aos acidentes com veículos ligeiros e camiões.
Existem vários fatores facilitadores que refletem o número elevado acidentes tais como a falta de manutenção do veículo, a fadiga provocada por excesso de horas de trabalho, o excesso de carga, as características geomorfológicas dos terrenos, o desrespeito por normas de segurança, a idade do trator e a idade avançada de quem o conduz.
Segundo a ANSR, entre 2000 e 2009, a maioria dos acidentes envolveu tratores com mais de 10 anos, assim como a maioria das vítimas mortais e feridos graves tinham mais de 65 anos, ou seja reflete também a estrutura etária avançada dos agricultores portugueses, nomeadamente afetos à agricultura familiar.
Em 2010 foi aprovada a resolução da Assembleia da República n. 139/2010 com o objetivo de “Reduzir a sinistralidade do trator e reduzir os acidentes mortais no meio rural” em que recomenda ao governo, entre outros, um programa de renovação e reequipamento das explorações agrícolas e um programa de formação e aconselhamento.
Embora a substituição da maquinaria e a formação dos operadores sejam medidas preventivas extremamente importantes para reduzir a sinistralidade e a mortalidade, a verdade é que os apoios/incentivos têm sido muito restritos, comparado por exemplo com incentivos do antigo Programa AGRIS, delineado com medidas para a pequena agricultura (2000-2006). Por outro lado, a formação (cofinanciada e homologada) de um modo geral, está direcionada para operadores em idade ativa e não para pessoas com mais de 65 anos, alguns dos quais sem a escolaridade obrigatória.
Os cursos de Operadores de Máquinas Agrícolas (O.M.A) são escassos face às necessidades e difíceis de realizar dada a complexidade e custo, envolvendo meios, equipamentos e infraestruturas muito específicos comparado com outras ações de formação. Face aos números negros que se tem registado envolvendo tratores agrícolas urge desenvolver todos esforços e meios para reduzir drasticamente estes trágicos números, porque por detrás deles estão vidas.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Agricultura e do Mar me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- Que ações tem sido efetivamente desenvolvidas pelo Ministério no sentido de reduzir a sinistralidade e mortalidade envolvendo tratores agrícolas?
2- De 2007 a 2013 qual o valor gasto pelo Ministério da Agricultura e do Mar com a prevenção da sinistralidade envolvendo tratores agrícolas?
3- De 2007 a 2013 quantos cursos de Operadores de Máquinas Agrícolas foram homologados pelo Ministério? Quantos formandos com mais de 65 anos participaram nestes cursos?
4- O Ministério tem acompanhado à posteriori as pessoas que frequentaram cursos de O.M.A. homologados? Se não, tem no futuro intenção de acompanhar os antigos formandos?
5- Caso existam registos, dos acidentes ocorridos entre 2000 e 2013 envolvendo tratores agrícolas, quantas vítimas tinham frequentado um curso O.M.A homologado, ou participado em ações de prevenção?
6- Que medidas a curto prazo estão previstas para reduzir a sinistralidade e mortalidade envolvendo tratores agrícolas?
7- Quais as medidas e respetivo valor previsto no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020) para a substituição de tratores e maquinaria agrícola com mais de 10 anos?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

PORTALEGRE: Feira das Cebolas


O Jardim da Avenida da Liberdade recebe a partir das 19 horas de hoje, sexta-feira, e até dia 14 de Setembro a segunda edição da Feira das Cebolas.

A Feira, que inclui várias atividades de cariz cultural e recreativo, assenta na mostra/venda de produtos hortícolas, agro-alimentares e de artesanato.

11.9.14

ALPALHÃO: Exposição de fotografia de João Quinteiro no Centro Cultural


AREZ: Exposição dos esses








Manter acesa a chama da convivência e da cultura
A ACESA – Associação da Cultura e Saberes de Arez promoveu no sábado a Exposição dos Esses – Sabores, Saberes, Sons, Saudades, Sítios – uma iniciativa que pretendeu mostrar os trabalhos dos associados, bem como todo o acervo patrimonial exposto na sede, situada na antiga escola de Arez.
Criada em 20 de Outubro de 2010, na sequência do encerramento da Escola e aproveitando o trabalho desenvolvido com o projecto de dinamização local e comunitário, a Acesa tem procurado não só preservar como reactivar algumas das tradições de Arez, muitas delas já condenadas ao desaparecimento.
A Exposição dos Esses é, também, um motivo de convívio entre os associados e amigos da associação, no qual não faltam as histórias e as cantigas, o relembrar de costumes e tradições, que representam, por vezes, o ponto de partida para outras iniciativas de animação sócio-cultural.
Rosa Metelo, presidente da Acesa e Armando Durão, vice-presidente, falam-nos com entusiasmo dos objectivos da associação e das próximas iniciativas, relevando a sua importância numa aldeia onde o envelhecimento da população é uma situação cada vez mais sentida.
“São estas associações que, com a sua acção, podem manter viva a esperança e preservar o património cultural. Este ano reeditámos, uma vez mais, a “Encomendação das Almas”, em Outubro vamos festejar o 4º aniversário e em Novembro teremos o Magusto e a Matança do Porco.
As Oficinas têm tido boa a participação dos associados dando sentido ao "S" de "Saberes". Estamos a preparar a Recriação do Presépio ao Vivo, entusiasmo não nos falta, mas necessitamos alargar o espaço na sede da associação. Em Janeiro de 2012 contactámos a Câmara e pedimos autorização para construirmos um telheiro com cerca de 40 m2. É uma obra indispensável e nem sequer pedimos apoio monetário ou em materiais. Apenas, a autorização necessária para iniciar e concretizar os trabalhos que, como referimos, são de absoluta necessidade. Aguardamos que a autarquia seja sensível aos nossos anseios e resolva, de vez, uma situação simples e que se arrasta, sem justificação”.
A Acesa quer manter viva, em Arez, a chama da convivência. Ideias, projectos e iniciativas não faltam. Haja quem lhes dê a mão!
Mário Mendes in "Alto Alentejo" -10/9/2014

CANÇÕES DE ABRIL - Manu Chao


NISA: Câmara oferece manuais escolares

Na abertura do Ano Letivo 2014/2015 a Câmara Municipal de Nisa vai oferecer os manuais escolares a todos alunos do primeiro ciclo do Agrupamento de Escolas, num total de 165 crianças.
Para proceder à oferta dos livros a Presidente da Câmara Municipal, acompanhada pelo Diretor do Agrupamento de Escolas deslocar-se-ão às Escolas EB1 de Nisa (08h45), Alpalhão (09h30) e Tolosa (10h00) para realizar a entrega em mão aos alunos que frequentam aqueles estabelecimentos de ensino.
Esta ação de incentivo à formação escolar tem como principal objetivo minimizar os custos dos munícipes com a educação dos seus filhos ou educandos incentivando a fixação da população jovem do concelho e insere-se num programa mais abrangente que inclui a atribuição de um Prémio Municipal aos melhores alunos do ensino básico e secundário e no âmbito da acção social escolar a atribuição de um subsídio no valor de 96€ para o escalão A e de 48€ para o escalão B e a oferta gratuita de refeições aos alunos de ambos os escalões do ensino básico e jardim-de-infância.
Para além disso a Câmara Municipal subsidia o Agrupamento de Escolas de Nisa com um montante de 30€ por aluno do pré-escolar e 1º ciclo para aquisição de material escolar e ainda atribui às Juntas de Freguesia de Alpalhão, Tolosa e União de Freguesias de Espírito Santo, Nª Srª. da Graça e S. Simão um subsídio equivalente a 20€ por aluno dos mesmos graus de ensino para aquisição dos consumíveis necessários ao funcionamento das escolas.

PÓVOA E MEADAS: Abertas as inscrições para a prova do BTT Norte Alentejano

A CIMAA acaba de anunciar que abrem amanhã dia 12 de Setembro as inscrições para a prova de Castelo de Vide - Póvoa e Meadas do circuito BTT Norte Alentejano/Superior Bikes.
O formulário de inscrição para esta segunda prova do circuito de BTT Norte Alentejano, que terá lugar no Domingo dia 21 de Setembro, estará disponível no site da CIMAA até às 17:30 horas do dia de 18 de Setembro (5ª feira). 

PORTALEGRE: VIII edição do Dia Robinson


No dia 17 de Setembro, Portalegre e a Fundação Robinson assinalam a VIII edição do Dia Robinson, comemorando simultaneamente o aniversário do nascimento do industrial de ascendência britânica George Wheelhouse Robinson (1857-1932) na cidade de Portalegre e do Poeta José Régio (1901-1969) que aqui viveu durante 39 anos.
Ao longo de oito anos a Fundação Robinson procurou com o Dia Robinson criar uma dinâmica de celebração, estudo e fruição cultural com o objectivo de envolver a comunidade no projecto de reabilitação patrimonial do Espaço Robinson. A partir deste ano queremos que essa lógica se repita mensalmente, a cada dia 17, como ponto de situação e também de conversa em torno da Cultura e do Património da Cidade de Portalegre.
O programa do Dia Robinson 2014 inclui a inauguração de obras de melhoria patrimonial em dois espaços da Rede de Património de Portalegre, a Casa Museu José Régio e o Núcleo da Igreja do Convento de São Francisco; o lançamento de novos números das Publicações da Fundação Robinson; a apresentação da II edição do projecto de residência artística Conviver na Arte e a inauguração da primeira exposição de fotografia realizada no âmbito da I edição da residência em 2012; uma visita à Fábrica Robinson guiada por um antigo operário, em mais um Picar o Ponto; e o habitual Momento Régio.

10.9.14

NISA: Visita da delegação de Azay le Rideau, Cheillé e Saché (França

De 12 a 15 de setembro, uma delegação dos municípios franceses de  Azay Le Rideau , Cheillé e Saché visitará Nisa, no âmbito da geminação existente entre Nisa e aqueles municípios da região da Tourraine.
A delegação francesa integra representantes dos municípios e membros do Comité de Geminação, sendo objetivo desta visita a Nisa fortalecer os laços que unem as duas regiões e revitalizar a geminação.
Os elementos da delegação de francesa durante a sua estadia serão acolhidos em casa de famílias niseneses e o programa da visita inclui, na manhã de sábado, 13 de setembro a participação na vindima do vitivinicultor nisense Ricardo Reizinho e a visita às instalações da Salchinisa. Pelas 17 horas  ocorrerá,  nos Paços do Concelho, a cerimónia de Receção Oficial e um Porto de Honra.

No domingo, 14 de setembro, durante a manhã, realizar-se-á uma visita à Coudelaria Ribeirinho Paralta e à Tapada de Linhais – Monte Claro, seguindo-se o almoço na zona da ermida de Nossa Senhora da Graça. Durante a tarde, os visitantes participarão numa visita guiada ao Centro Histórico de Nisa. No Castelo de Amieira do Tejo terá lugar um jantar / convívio e pelas 22 horas, junto ao Castelo haverá uma sessão de fados aberto a toda a população.

AMIEIRA DO TEJO: Noite de Fados junto ao castelo


IMPRENSA REGIONAL: "Alto Alentejo" - edição de 10/9/2014


9.9.14

Portalegre à Noite: Corrida e Caminhada por trilhos

Corrida não competitiva e Caminhada com início do Miradouro de São Cristóvão, subida à Cruz da Penha, descida de novo à cidade e subida ao Miradouro da Estrada da Serra e final de novo no Miradouro de São Cristóvão.
Ambos os eventos (corrida e caminhada) são enquadrados por técnicos e atletas do Atletismo Clube de Portalegre.
Participação livre e gratuita dentro do espírito da participação responsável. A Organização oferece o enquadramento, o fornecimento de água em dois locais e a marcação do percurso com refletores. Não será subscrito qualquer seguro e quem participar fá-lo sob sua exclusiva responsabilidade.
O percurso é difícil e aconselha-se apenas a quem disponha de boa condição física.
Os participantes devem ser portadores de luz frontal e/ou lanterna e devem transportar os alimentos e líquidos que pretendam consumir. Devem vestir roupa adequada à atividade física exigente que vão realizar e, sobretudo, utilizar calçado adequado a caminhos seguros mas por vezes pedregosos e escorregadios.
O percurso tem uma duração estimada de 3 h para a Caminhada.
Informações complementares serão prestadas neste mural e também em
www.acportalegre.com
O Município de Portalegre e a União das Juntas de Freguesia da Sé e de São Lourenço colaboram em aspetos logísticos relacionados com o evento.

HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA

O pecado da gula
Cartoon de Henrique Monteiro in http://henricartoon.noticias.sapo.pt

Alpalhão tem novos dadores de sangue






No derradeiro sábado de Agosto teve lugar uma colheita da responsabilidade da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP. Foi em Alpalhão, Concelho de Nisa. À sede do Grupo Ciclo Alpalhoense compareceram 41 pessoas, entre elas 15 mulheres. Depois de avaliados, em termos de saúde, os voluntários: alguns não puderam colaborar nesta oportunidade. Mas sempre foram conseguidas 36 unidades de sangue.
Novos dadores foram cinco, dois do sexo feminino. Quanto ao Registo Nacional de Dadores Voluntários de Células de Medula Óssea passou a contar com mais quatro inscrições.
No local da colheita teve lugar o almoço convívio, comparticipado pela Junta de Freguesia de Alpalhão
Sendo este o torrão natal do Presidente da Associação António Eustáquio, é sempre com emoção que a ADBSP desenvolve iniciativas em Alpalhão. E nesta, pelo lado positivo, há a destacar a presença de logo cinco novos encorajadores dadores, com idades compreendidas entre os 30 e os 45 anos de idade.
Escuteiros e…
De referir que a 05 de Agosto a ADBSP colaborou numa iniciativa constante do XV Acampamento da Junta Regional dos Escuteiros de Portalegre - Castelo Branco e que decorreu na Serra de São Mamede. A dádiva de sangue mobilizou duas dúzias de escuteiros e 17 fizeram-no pela primeira vez. E o Registo Nacional de Dadores Voluntários de Células de Medula Óssea foi aumentado com mais uma dezena de Voluntários.
…Motards
No Sábado 13 de Setembro a ADBSP desenvolve a já habitual parceria com o Grupo Motard Novo Milénio de Portalegre. Vai ser no kartódromo de Portalegre, durante a manhã. Uma iniciativa aberta a todos os interessados em doar sangue! Venha daí!

JR

Aprovado o Plano de Ordenamento dos Recursos Naturais (PORN) do Tejo Internacional.

" El Plan de Ordenación de los Recursos Naturales (PORN) tiene como finalidad fijar las medidas necesarias para asegurar la protección, la conservación, la mejora y la utilización racional de este espacio.
Para ello, establece en su articulado las directrices necesarias para conseguir estos objetivos. Así, el documento aprobado aúna conservación y desarrollo, vinculando el cuidado de la naturaleza con los aprovechamientos tradicionales en este importante espacio natural de Extremadura.
Además, este nuevo Plan va a establecer el marco adecuado para la aprobación del Plan Rector de Uso y Gestión (PRUG) del Parque Natural Tajo Internacional que, a su vez, ha recibido el refrendo de la Junta Rectora, después de haber sido estudiado en diferentes mesas sectoriales con participación de los representantes de los principales agentes sociales e institucionales relacionados con este espacio.
Cabe destacar asimismo que este instrumento de planeamiento territorial, que ordena la gestión de los recursos de espacio natural protegido, fue consensuado y aprobado con unanimidad por la Junta Rectora del Parque Natural y refrendado por el Consejo Asesor de Medio Ambiente de Extremadura. Viene a reemplazar al Plan vigente desde la declaración de este espacio como Parque Natural, del año 2005, con el fin de adecuarlo a las nuevas circunstancias que suponen su condición de Parque Internacional Tajo-Tejo desde el pasado año."
8/9/2014 - in diário "Extremadura"

8.9.14

MONTALVÃO: Memória rural e histórica

 Foto1
Foto2
 Em dia festivo e de evocação da Senhora dos Remédios, visitantes do Portal de Nisa não deixaram passar em claro a data e enviaram-nos duas belíssimas fotos, muito antigas, que reproduzem, fielmente, a essência da vida rural daquela povoação situada no extremo norte do concelho de Nisa.
Aqui as reproduzimos citando as legendas e as fontes que as acompanhavam
Foto 1Carreiro, de Montalvão, concelho de Nisa. Foto tirada provavelmente em finais do séc. 19/princípios do séc. 20. Cedida gentilmente por Ana D. C. Morão
Foto 2 - Em Montalvão, concelho de Nisa, Alentejo. Foto sem data, mas possivelmente do início do séc. XX. Foto cedida por Ana Morão

7.9.14

OPINIÃO: Não ter onde cair morto

 A notícia de que a família Espírito Santo não tinha um único bem em seu nome elucidou-me sobre o tipo de sociedade em que vivemos, aonde chegámos. Juristas meus amigos garantiram-me que é perfeitamente legal um cidadão, ou cidadã, ou uma família não ter qualquer bem em nome próprio. Nunca tinha colocado a questão da ausência de bens no quadro da legalidade, mas no da necessidade. Acreditava que pessoas caídas na situação de sem-abrigo, refugiados, minorias étnicas não enquadradas como algumas comunidades ciganas podiam não ter nada em seu nome, mas até já ouvira falar no direito a todos os cidadãos possuírem uma conta bancária, um registo de bens, nem que fosse para prever uma melhoria de situação no futuro. Considerava um ato de reconhecimento da cidadania ter em seu nome o que pelo esforço, ou por herança era seu. Chama-se a isso “património”, que tem a mesma origem de pai e de pátria, aquilo que recebemos dos nossos antecessores e que faz parte dos bens que constituem a entidade onde existimos.
Estes conceitos não valem para os Espirito Santo, para estes agora desmascarados e para os da sua extracção que continuam a não ter bens em seu nome, mas têm o nome em tantos bens, em paredes inteiras, em tetos de edifícios, em frontarias, em supermercados, em rótulos de bebidas.
O caso da ausência de bens dos Espírito Santo trouxe à evidência o que o senso comum nos diz dos ricos e poderosos: vivem sobre a desgraça alheia. Até lhe espremem a miséria absoluta de nada possuírem. Exploram-na.No caso, aproveitam a evidência de que quem nada possui com nada poder contribuir para a sociedade para, tudo tendo, se eximirem a participar no esforço comum dos concidadãos. Tudo dentro da legalidade e da chulice, em bom português.
Imagino com facilidade um dos seus advogados e corifeus, um Proença de Carvalho, por exemplo, a bramar contra a injustiça, contra o atentado às liberdades fundamentais dos pobres a nada terem, à violência socializante e colectivista que seria obrigar alguém a declarar bens que utiliza para habitar, para se movimentar por terra, mar e ar, para viver, em suma. Diria: todos somos iguais perante a lei, todos podemos não ter nada, o nada ter é um direito fundamental. Para ter, é preciso querer, e os Espírito Santo não querem ter, querem o direito de usar sem pagar. O mesmo direito do invasor, do predador.
A legalidade do não registo de bens em nome próprio para se eximir ao pagamento de impostos e fugir às responsabilidades perante a justiça é um exemplo da perversidade do sistema judicial e da sua natureza classista. Esta norma legal destina-se a proteger ricos e poderosos. Quem a fez e a mantém sabe a quem serve. Os Espírito Santo não são gente, são empresas, são registos de conservatória, são sociedades anónimas, são offshores com fato e gravata que recebem rendas e dividendos, que pagam almoços e jantares. Não são cidadãos. As cuecas de Ricardo Espirito Santo não são dele, são de uma SA com sede no Panamá, ou no Luxemburgo. A lingerie da madame Espirito Santo é propriedade de um fundo de investimento de Singapura, presumo porque não sou o contabilista.
Mas a ausência de bens registados pelos Espirito Santos em seu nome diz também sobre a sua personalidade e o seu carácter. A opção de se eximirem a compartilhar com os restantes portugueses os custos de aqui habitar levanta interrogações delicadas: Serão portugueses? Terão alguma raiz na História comum do povo que aqui vive? Merecem algum respeito e protecção deste Estado que nós sustentamos e que alguns até defenderam e defendem com a vida?
Ao declararem que nada possuem, os Espírito Santo assumem que não têm, além de vergonha, onde cair mortos!
O ridículo a que os Espírito Santo se sujeitam com a declaração de nada a declarar com que passam as fronteiras e alfândegas faz deles uns tipos que não têm onde cair mortos, uns párias.
A declaração de “nada a declarar” em meu nome, nem da minha esposa, filhinhos e restante família dos Espirito Santo, os Donos Disto Tudo, também nos elucida a propósito do pindérico capitalismo nacional: Os Donos Disto Tudo não têm onde cair mortos! O capitalismo em Portugal não tem onde cair morto!
Resta ir perguntar pelas declarações de bens dos Amorins, o mais rico dos donos disto, do senhor do Pingo Doce, do engenheiro Belmiro, dos senhores Mellos da antiga Cuf, dos senhores Violas, dos Motas da Engil e do senhor José Guilherme da Amadora para nos certificarmos se o capitalismo nacional se resume a uma colecção de sem abrigo que não têm onde cair mortos! É que, se assim for, os capitalistas portugueses, não só fazem o que é costume: explorar os pobres portugueses, como os envergonham.
Os ricos, antigamente, mandavam construir jazigos que pareciam basílicas para terem onde cair depois de mortos – basta dar uma volta pelos cemitérios das cidades e vilas. Os ricos de hoje alugam um talhão ao ano em nome de uma sociedade anónima! Os Espírito Santo, nem têm um jazigo de família!
Eu, perante a evidência da miséria, se fosse ao senhor presidente da República, num intervalo da hibernação em Belém, declarava o território nacional como uma zona de refúgio de sem-abrigo, uma vala comum e acrescentava a legenda na bandeira Nacional: “Ditosa Pátria que tais filhos tem sem nada!”
Carlos de Matos Gomes

Artista nisense distinguida em Sobral do Campo



A artista plástica nisense, Rosário Bello esteve representada com trabalhos em pintura, na Feira "Delicias do Campo" , realizada nos dias 29, 30 e 31 de Agosto em Sobral do Campo (Castelo Branco), evento no qual participou também o Grupo Bombos de Nisa.
O painel em acrílico de 2,50mX 1,50m elaborado por Rosário Bello teve a honra de ser distinguido com o 1.º prémio, sendo considerado "o melhor produto em exposição".
Mais uma grande e digna participação de artistas nisenses, na pintura e na música, que prestigiam a terra e o concelho onde nasceram e são, por isso, merecedores do público registo. 

NISA: Uma foto e um poema (2)

A CASA DA FESTA
A Catrina vai-se casá
Cô o filhe do ti Quetém
Da tá Jaquina dos Tramoces
Uma família de bem.
************
Que bunita casa da festa
C´a minha Catrina tinha
Tinha péssas damarelos
Uma bunita casa tinha.
****************
Agora vai vandé tude
Qué comprá uma cozinha
Um inxoval tã bunito
C´a minha Catrina tinha...
*************
Ela fés o  inxoval
Que bunitas mãs ela tem
Casou cô um home bom
É filhe do ti Quetem
*************
Ainda sã da famila
Daqueles dos Serra Osses
É filha da tá Jaquina
Da c´anda a vandé tramoces.
***************
Ela fés cobertores de faxa
E cobertores bordados
Fés uma coberta de renda
A cama grave e os panos d´alinhavados.
*****************
A minha filha foi bem
Cum gente trabalhadora
Nom se mêti na vida dela
Qu´aí vai ser uma pôrra.
****************
Quadras de Maria Dinis Pereira

Câmara de Ródão retira amianto da sede do Agrupamento de Escolas


A Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão iniciou a última fase de remoção das coberturas com fibrocimento do edifício do Agrupamento de Escolas.
As preocupações com a qualidade de vida da população, a requalificação do parque escolar e a melhoria das condições de trabalho dos jovens e profissionais de educação, constituem prioridades nas quais o município de Vila Velha de Ródão concentra uma especial atenção. Estas prioridades contribuem para assegurar a qualidade do trabalho desenvolvido na escola e para reforçar a confiança das famílias nas instituições que, com maior proximidade, dão resposta às suas necessidades.
Faz parte desta linha de atuação a conclusão, até ao arranque do novo ano letivo de 2014-2015, a remoção do que resta das placas de fibrocimento, contendo amianto, que ainda servem de cobertura a alguns espaços do Agrupamento de Escolas de Vila Velha de Ródão.
O valor total para retirar as placas com amianto e recolocar novas coberturas cifra-se em 71 mil euros, investimento este totalmente suportado pelos fundos autarquia, que vê neste investimento a beneficiação não só a saúde e segurança, mas também a qualidade acústica e térmica dos edifícios de toda a comunidade escolar.

6.9.14

ALPALHÃO: Encontro de Bandas Filarmónicas


PORTALEGRE - Desmazelo destrói Fonte Nova

A conhecida Fonte Nova, situada no Largo 28 de janeiro em Portalegre, foi destruída na tarde da passada quarta-feira, na sequência de um camião que fazia manobras na zona ter arrastado cabos de arame que ali tinham sido amarrados, por altura dos Santos Populares, no passado mês de junho.
Uma situação frequente esta de amarar cabos e arames a monumentos, quer seja por ocasião dos Santos Populares,  época Natalícia ou comemoração politica ou de futebol, só que passadas as festas ou comemorações por ali ficam esquecidos os arames, dando assim uma imagem de desmazelo e contribuindo para a degradação dos monumentos como foi o caso. 
Em declarações à Rádio Portalegre, o vereador da autarquia local, Nuno Santana, explicou a ocorrência e afirmou que o município já tomou providências para apurar responsabilidades e, de uma forma célere, reconstruir a fonte.
A Fonte Nova data de 1894, foi executada pelo escultor Augusto Desirat em mármore de Estremoz, tem duas bicas e a decoração inclui o brasão de armas da cidade.

Foto: Manuel Isaac/Alto Alentejo

NISA: Colóquio – “ O Papel do Voluntariado na Saúde, Hoje!”



A Federação Nacional de Voluntariado em Saúde convida-o/a à participação e à divulgação do Colóquio "O Papel do Voluntariado na Saúde, Hoje!", que vai ter lugar às 14 horas de 20 de setembro, no Auditório da Biblioteca Municipal em Nisa.
O folheto segue em anexo, e pode ser descarregado em www.voluntariadoemsaude.org / documentos, assim como o cartaz e a ficha de inscrição.

Apesar da existência da Ficha de Inscrição, esta pode ser realizada por qualquer outro meio ao seu dispor.

PONTE DE SOR: Mosaico maior do mundo em cortiça ganha forma: o rosto de Saramago no Guinness World Records


Começa a ganhar forma o mosaico que o artista albanês Saimir Strati está a construir no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sôr em homenagem ao Festival Sete Sóis Sete Luas e à sua relação especial com o Prémio Nobel José Saramago, numa tentativa de entrar no Guinness como o maior mosaico do mundo elaborado com rolhas de cortiça (300 000). O rosto de Saramago, uma pequena parte do mosaico revelada até agora por Strati, já está bem definido.
Saimir Strati, oriundo da Albânia, é um dos nomes mais conhecidos no âmbito da arte contemporânea, tendo criado obras que servem como ponto de referência no campo da arte do mosaico. Depois de ter exposto as suas obras em Ponte de Sôr no mês de fevereiro participando no Festival Sete Sóis Sete Luas, este eclético artista volta à localidade alentejana para realizar a obra maior do mundo utilizando a cortiça: em ocasião da promoção da candidatura do montado a Património Imaterial da Humanidade, promovida pela Região do Turismo do Alentejo, durante um mês – de 27 de agosto a 27 de setembro – Saimir Strati utilizará mais de 300 mil rolhas para construir um mosaico que tenha como tema central o Festival Sete Sóis Sete Luas e a sua relação com o Prémio Nobel José Saramago. No dia 27 de setembro, para celebrar o quinto aniversário de atividade do Centrum SSSL – que testemunha a importante colaboração entre o Festival e o Município de Ponte de Sôr – um juiz oficial do Guinness World Records estará em Ponte de Sôr para decretar a eventual entrada da obra no Livro dos Records.

5.9.14

ARTES: José Reisinho Serra representado em exposição colectiva de pintura


O artista plástico nisense, José Maria Reisinho Serra está representado com um quadro intitulado "A águia" na exposição colectiva de pintura promovida pela Associação Magenta da Figueira da Foz.

VILA VELHA DE RÓDÃO: II Festival das Sopas de Peixe promove passeios pedestres e concurso de pesca

 Integrado no programa do IIº Festival das Sopas de Peixe realiza-se, no dia 28 de setembro, uma atividade de pedestrianismo em duas rotas: PR5 - Caminho da Telhada (Perais) e PR6 - Geologia e Arqueologia Urbanas de Ródão, que fazem parte da Rede de Percursos de Ródão. Decorrerá, igualmente, um concurso de pesca na barragem da Coutada/Tamujais, organização da Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão. Os passeios pedestres serão acompanhados por um guia que apresentará o território e fará o seu enquadramento natural e histórico. A participação nestas iniciativas inclui uma peixada tradicional cuja receita reverterá para fins solidários, associados às ações da Liga Portuguesa Contra o Cancro, parceira nesta iniciativa.
A concentração dos participantes nas diferentes iniciativas realiza-se no cais fluvial de Ródão, nos seguintes horários:
Concurso de pesca: 8.00 horas
Passeios pedestres: 8.30 horas
Os inscritos no percurso da Telhada serão transportados para a localidade de Perais em autocarros do município.
Data limite para as inscrições: 24 de setembro de 2014.
Custo por pessoa: 5€
Inscrições: são obrigatórias para os passeios pedestres e para o concurso de pesca, e incluem seguro e a participação numa peixada tradicional, com fins solidários.
Contatos: Câmara Municipal V. V. Ródão – 272 540 300 | turismo@cm-vvrodao.pt – 963 445 928 | jfvvrodao@hotmail.com – 272 545 000
O PR 5 “Caminho da Telhada” é um percurso circular, com cerca de 6 Km, situado na localidade de Perais, Vila Velha de Ródão, que se desenvolve numa plataforma plana, que corresponde ao terraço fluvial mais antigo do rio Tejo, formado há cerca de 1 milhão de anos.
O Caminho da Telhada propõe a utilização de caminhos rurais e em especial do troço de uma importante e ancestral via que atravessava o rio Tejo e ligava a Barreira da Barca, Perais, à Lomba da Barca, no concelho de Nisa. Na margem direita do rio este caminho subia a íngreme Barreira da Barca até ao planalto do Canto do Ferreiro, passava pela Eira dos Ratinhas onde os ranchos de homens e mulheres que se dirigiam para as ceifas no Alentejo se reuniam antes de passar o rio Tejo.
O PR6 “Geologia e Arqueologia urbanas de Ródão, é um percurso com cerca de 8 km e desenvolve-se na malha urbana de Vila Velha de Ródão e explora os recursos naturais e o património cultural existente na sede do concelho. Propõe a interpretação da paisagem, a visita a locais de relevante interesse cénico e científico e destaca a importante oferta de espaços culturais existentes em Vila Velha de Ródão.