31.3.15

NISA: Poder local democrático "devolve" Abril às Freguesias


Quercus denuncia morte de abutre preto por envenenamento em Vila Velha de Ródão

A associação ambientalista Quercus denunciou hoje a morte de um abutre preto por envenenamento, na zona de Vila Velha de Ródão.
 O ambientalista explicou que a ave recolhida pelo Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) ainda deu entrada no Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens (CERAS) de Castelo Branco com vida, mas acabou por morrer.
O abutre preto é a maior ave planadora que acorre a Portugal.
"Nesta época do ano, com o fim da época de caça, ficam centenas de animais abandonados na região, que com fome podem atacar os rebanhos e até pessoas. Muitas vezes, os criadores de gado e caçadores colocam venenos para matar estes animais abandonados, que acabam por morrer e provocar outras vítimas, como aves e mamíferos selvagens", adiantou.
Samuel Infante sublinha que o envenenamento é crime e representa um problema grave de saúde pública e para a biodiversidade.
Lusa

NISA: Sábados com Histórias na Biblioteca Municipal


OPINIÃO: A indissolúvel ligação da Páscoa -Um passo para a frente com o contexto

Político actual …por  imperativo de consciência (porque existimos e somos cristãos  ! …)
 “ Por teu livre pensamento
 Foram-te longe  encerrar
 …………………………………
 Levaram-te a meio da noite
E nunca mais se fez dia
 (Fado "O melhor de Amália")
DEMOCRACIA SEM DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO?
O problema das democracias ocidentais face à globalização e outros universalismos.
Dobrada a Páscoa muitos cristãos de corpo inteiro, religiosos e leigos imbricados nas transformações democráticas do país interrogam-se, volvidos 41 anos depois da queda do regime anterior ,  e sentem-se perplexos na análise da realidade  actual  que os cerca: desemprego e um País a meio gás, dificuldades acrescidas para os mais pobres, insolvências de pessoas singulares e colectivas, uma carga fiscal asfixiante desproporcionada e destituída  de razoabilidade, e mais do que isso uma concreta marcha  atrás nos direitos de muitos e sobretudo  um Estado que não confia e quiçá desconfia dos contribuintes.
Ou seja em vez de copiarmos modelos de confiança fiscal atropelam-se valores e regras que tanto havia custado a  adquirir.
Adopta-se uma cultura de perfeita desumanidade nas cobranças por exemplo das SCUTS com coimas  e custos administrativos numa impressionante voragem  e contra a própria cultura democrática e a valores instituídos, custos administrativos duplicados, e assente em normas de competência  tributária material e constitucionalmente ilegais para muitos juristas.
Como se fosse ou tratasse de um verdadeiro e concreto imposto.
Os meios nunca justificaram os fins, nem qualquer fim justifica a adopção de meios deste tipo.
Sucedem-se os argumentos , os estafados argumentos do país endividado como justificativo.
E  ainda se perde tempo em lamentos sobre a incompreensão de muitos desperdiçando-se a energia que se não tem para recuperar.
Os cidadãos em geral interrogam-se  e procuram conhecer a realidade que os cerca sobre os mecanismos  de representação e da tutela de interesses  numa interacção da relação nas esferas civil, económica e política. Tal contexto é-lhes vinculado pelo elo fraco dos políticos.
No fundo um País agarrado a uma contabilidadezinha quando os grandes desafios das universidades, da economia  e da realidade actual  parecem impor a inadiável mudança de paradigma.
Os candidatos  a candidatos  à Presidência  dispersam-se, nivelam-se pela área do comentário politicamente oportuno  desiludindo e  destruindo a oportunidade das grandes  lições pedagógicas ,impulsionando as forças partidárias em lições galvanizadoras    para outros ritmos que se esperavam nada trazendo de valor acrescentado  em sede dos referidos  uniservalismos e  sem se despegarem dos conceitos ultrapassados  que aprenderam antes  dos novos horizontes postos às democracias ocidentais, a nação confinada  aos limites económicos antigos é passado.
É que espaço do Estado não é a mesma coisa que espaço  Público supondo uma tónica nova dos agentes políticos.
Ou não ?
João Castanho

AMIEIRA DO TEJO: Caminhada assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios




HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA

A súplica
Cartoon de Henrique Monteiro in http://henricartoon.blogs.sapo.pt

30.3.15

SAÚDE E AMBIENTE: As centrais nucleares com mais de 30 anos devem encerrar!

A propósito do acidente na central nuclear de Harrisburg (EUA) em 1979, a associação ambientalista espanhola Ecologistas en Acción publicaram o artigo que a seguir transcrevemos.
El 28 de marzo de 1979 se produjo el accidente de Harrisburg en EE UU, que impuso un freno a la expansión nuclear en el mundo e internacionalizo la oposición antinuclear. En este aniversario, Ecologistas en Acción quiere recordar el peligro que supone mantener las nucleares en funcionamiento y pide el cierre inmediato de las centrales con más de 30 años.
El accidente de la Isla de las Tres Millas (Harrisburg, Pensilvania) se produjo por una interrupción de la refrigeración del núcleo y dio lugar a que este se fundiera. Los técnicos de la central se vieron obligados a realizar un venteo de hidrógeno contaminado que, sin duda tuvo incidencias sobre la salud de las personas que vivían cerca de la central, aunque oficialmente solo se ha reconocido una víctima.
Este accidente puso de manifiesto el peligro que supone mantener estas instalaciones en funcionamiento y demostró que las medidas de seguridad no eran suficientes para garantizar la seguridad. Tras este accidente se modificaron las contenciones y los sistemas de venteo de las centrales nucleares occidentales. Sin embargo, estas modificaciones no pudieron impedir el accidente de Fukushima (Japón), ni, por cierto, el de Vandellós I (Tarragona) en 1989.
Los operadores de las centrales nucleares intentan por todos los medios alargar la vida de estas instalaciones más allá de lo sensato. En el sistema eléctrico español una central amortizada es un verdadero negocio porque puede cobrar la electricidad a 6 veces su valor, dando unos márgenes de beneficio desmesurados para una actividad industrial. Sin embargo, este alargamiento de vida implica aumentar el riesgo de accidente de forma inaceptable, dados los problemas asociados al envejecimiento de la central: avance de la corrosión, degradación de sistemas de seguridad, obsolescencia de numerosas instalaciones, etc.
Por todo ello, Ecologistas en Acción pide cerrar las centrales españolas según vayan cumpliendo 30 años, de tal forma que no supongan un riesgo inaceptable y no impliquen que los poderes públicos deban indemnizar a sus propietarios, lo que recaería finalmente sobre los bolsillos de los consumidores.
La mayor parte del parque nuclear español supera los 30 años: Garoña (Burgos), la más antigua con 44 años; Almaraz I y II (Cáceres) 32 y 31 años, respectivamente; Ascó I (Tarragona) 31 años, y Cofrentes (Valencia) 30 años, por lo que ya deberían estar cerradas o preparando su cese de explotación; Ascó II (Tarragona) cumplirá 30 años en 2016, mientras que Vandellós II (Tarragona) y Trillo (Guadalajara), deberían cerrar en 2018.
Este calendario de cierre es perfectamente asumible dada la sobrepotencia eléctrica del sistema español. Por otra parte, permite que los operadores de las centrales recuperen sus inversiones y el cierre no sea oneroso para los ciudadanos. No hay peligro alguno de desabastecimiento, ya que el parque eléctrico español permite prescindir sin problemas de los 7.400 MW aportados por las nucleares. En efecto, la potencia instalada es de unos 104.000 MW, muy superior a la máxima demanda, del orden de unos 45.000 MW.
Ecologistas en Acción - 27/3/2015

NISA: 1ª Sessão de Abril do executivo municipal


GNR EM ACÇÃO - Período de 23 a 29 de Março

Período de 23 a 29 de março de 2015
O Comando Territorial de Portalegre da Guarda Nacional Republicana informa o resumo das ocorrências na sua área de responsabilidade durante o período de 23 a 29 de março de 2015.
CRIMINALIDADE GERAL
Neste período foram participadas 50 ocorrências.
De entre estas, dez correspondem a crimes contra as pessoas onde estão englobados quatro por crime de violência doméstica, uma por crime de ameaças, três por crime de ofensas à integridade física, uma por outros crimes contra a liberdade e a autodeterminação sexual e uma por crime de devassa da vida privada e violação de segredo.
Neste período a Guarda Nacional Republicana registou também vinte e nove ocorrências criminais contra o património, vinte por crime de furto, oito por crime de dano e uma por crime de outras burlas.
Na área dos crimes contra a vida em sociedade verificaram-se nove ocorrências, de entre elas cinco por crime de incêndio florestal, uma por crime de detenção de arma proibida e três por crime de condução de veículo com taxa de álcool superior ao permitido por lei.
Nos crimes previstos em legislação avulsa verificaram-se a existência de duas ocorrências, uma por condução de veículo sem habilitação legal e uma por outros crimes previstos em legislação avulsa.
SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA:
Registaram-se catorze acidentes de viação, dos quais resultaram um ferido grave e dois feridos leves.
FISCALIZAÇÃO DA CIRCULAÇÃO RODOVIÁRIA
Para além da atividade normal de fiscalização da circulação rodoviária, foram ainda desencadeadas cento e seis operações especialmente direcionadas para esse efeito em todos os concelhos do distrito de Portalegre, tendo sido fiscalizados seiscentos e cinquenta e sete condutores/veículos.
Na área dos crimes durante a condução de veículos automóveis, verificaram-se quatro ocorrências.
No decorrer destas operações foram submetidos ao teste de alcoolémia seiscentos e quatro condutores, dos quais sete apresentaram valor superior ao permitido por lei. Foram detetadas e autuadas cento e noventa e seis infrações à legislação rodoviária. As infrações mais verificadas dizem respeito ao excesso de velocidade, falta de uso de sistemas de retenção e cinto de segurança e deficiências nos pneumáticos.
PROTECÇÃO DA NATUREZA E AMBIENTE
Através dos Núcleos de Proteção Ambiental (NPA) foram detetadas cinco infrações: uma por atos contra a flora, uma contra a proteção florestal e três infrações respeitantes ao controlo do saneamento e proteção animal.
DETENÇÕES
Foram efetuadas nove detenções:
* Três por crime de condução de veículo com taxa de álcool superior a 1,20g/l;
* Uma por crime de condução de veículo sem habilitação legal;
* Uma por detenção de arma proibida.
* Quatro por mandado de detenção.

Já aí está a InfoAgenda da ERT Alentejo - Abril

A InfoAgenda publicada pela Turismo do Alentejo e Ribatejo, ERT relativa ao mês de Abril já se encontra disponível.
Folheando as páginas desta Agenda, que se pretende ser de divulgação das iniciativas que acontecem um pouco por todo o Alentejo, verificamos que em relação ao concelho de Nisa apenas duas iniciativas são mencionadas: a Exposição sobre o Cante Alentejano (termina a 4 de Abril) e a Exposição de Fotografia de Joaquim Manuel Loução, patente ao público, em Alpalhão, até 11 de Abril.
No restantes dias do mês de Abril e no concelho de Nisa, nada mais há - se seguirmos as indicações da InfoAgenda - situação que, como sabemos, não corresponde à realidade.
Cabe então perguntar, a que se deve esta ausência ou o "apagão" das actividades que durante o mês de Abril desenrolam no concelho de Nisa. Falta de comunicação, a tempo e horas à redacção da InfoAgenda, o que a acontecer pressupõe, desde logo, uma programação deficiente e feita a desprazo? 
Se em Abril há iniciativas mil, então que venham mencionadas na Agenda da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, território a que, orgulhosamente, pertencemos.
Melhor do que isso - considerando que somos uma espécie de "apêndice" - faz a newsletter da Naturtejo.
Deixamos o alerta na esperança de que a próxima InfoAgenda da ERT Alentejo (o Ribatejo, a meu ver, não devia ser para aqui chamado) respeitante ao mês de Maio, mencione, realmente, se não todas pelo menos a maior parte das iniciativas de diversos âmbitos que no concelho têm lugar.
É o mínimo exigível!

28.3.15

OPINIÃO: A caçada

Lucas é um educador dedicado e respeitado na pequena comunidade onde vive e trabalha. Até ao dia em que, chamado ao gabinete da responsável pela escola, e vítima de uma mentira fortuita e aleatória, vê o seu mundo ruir. Abandonado pelos amigos mais próximos, despedido, humilhado e agredido na rua, todos lhe viram as costas e os que não fazem é porque querem fazer justiça pelas suas mãos. Lucas não cometeu crime algum, mas a violência da suspeita (abuso sexual de uma criança) e a repugnância que esse crime justamente nos provoca, transformou o seu dia-a-dia entre a desesperada tentativa de se reabilitar e a de se manter vivo. Lucas é um personagem fictício, de um filme demasiado vivido e real para ser ignorado no preciso momento em que o governo português defende a criação de uma lista, de acesso público, com o nome dos abusadores sexuais de menores. "A Caçada", é esse o nome deste filme dinamarquês, foi premiado em Cannes, e é um poderoso retrato do inferno que se pode esconder ou alimentar das nossas melhores intenções e preocupações.
Como dizia José Soeiro, no Facebook, a proposta do Governo aproveita a boleia da legítima repugnância social generalizada contra o abuso de menores, para colocar em causa direitos cívicos básicos, assumindo-se como um precedente que não pode ser aceite num Estado de Direito. É à boleia das melhores intenções, como é o caso, que começam os piores abusos. Não é por acaso, de resto, que todos os pareceres (Ordem dos Advogados, Ministério Público, Conselho Superior da Magistratura, entre outros) rejeitam a ideia que uma eventual lista de abusadores de crianças possa ser consultada por terceiros - neste caso pais de menores de 16 anos.
Antes de nos determos na lei, e na forma atabalhoada e até interesseira como foi preparada e apresentada, é preciso referir o dado mais relevante -  mas talvez mais desconhecido - sobre este crime. Nove em cada dez dos abusos sexuais cometidos sobre crianças acontecem no contexto familiar. É por isso que o principal instrumento no seu combate não é fazer de cada pai, legitimamente preocupado, um voyeur em potência, mas o reforço das redes sociais de acompanhamento e sinalização de menores em situação familiar de risco. Ora, o que o Governo fez foi precisamente o contrário. Agita o populismo fácil de uma lista que, incidindo sobre um crime propenso como mais nenhum a criar agitação e mesmo violência social e local, mas despediu há poucos meses mais de 400 educadores e assistentes sociais. Grande parte destas pessoas trabalhavam precisamente com as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens. O populismo tem este problema. Agita e esbraceja mas não oferece soluções, ou, pior ainda, aparece para esconder as verdadeiras políticas que deixam mais vulneráveis enquanto comunidade.
Se dúvidas existissem sobre a despreocupação com o que realmente se passa no terreno, a Procuradoria Geral da República dá um exemplo gritante. O mesmo Governo que acha bem permitir o acesso de qualquer à identidade de um agressor sexual, mesmo que tenha cumprido pena há 20 anos, não inclui as comissões de proteção de crianças na lista de entidades com acesso direto à mesma.
Que é preciso proteger as crianças nem se discute. Que é preciso melhorar a legislação, nomeadamente nos riscos exponenciados pela internet, vamos a isso. Que é preciso cruzar dados e fornece-los às autoridades competentes, como defende a Directiva Comunitária que o Governo treslê, certíssimo. Que é preciso uma rede social capaz de defender as crianças, estamos todos de acordo menos este Governo - que despediu essas pessoas. Mas entre partir deste consenso e fornecer o acesso quase indiscriminado a essa informação, vai um passo gigante e um risco ainda maior. É o da diferença entre a preocupação e o populismo.
Para quem pense que o início deste texto só acontece num filme, deixo uma citação do parecer da Procuradoria Geral da República. "Já há registos - pelo menos um - de casos de tal natureza. Um pai foi violentamente agredido porque erroneamente tomado como estando a abusar sexualmente da sua filha quando brincava com ela, a aguardar a abertura do infantário onde a deveria deixar. Irrompeu a fúria popular descontrolada".
Nota: A proposta do Governo, bem como os pareceres referidos ao longo deste texto podem ser encontrados aqui: http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=39169
Mariana Mortágua in expressoonline - 27/3/2015

Alpalhão surpreende com 45 dadores de sangue







Pela positiva fomos contagiados pela alegria extravasada pelo Presidente da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP. E não é caso para menos! Pois a brigada, levada a efeito no primeiro sábado primaveril, foi em Alpalhão. Esta é a terra natal de António Eustáquio e a dinâmica conseguida foi relevante em termos dos voluntários presentes. E foram ainda seis os novos dadores que compareceram. A iniciativa decorreu da melhor forma possível e, quando assim é: “ficamos satisfeitos e o esforço desenvolvido pela ADBSP é compensado”, refere o Presidente que deixa, ainda, palavras de esperança neste tempo Pascal.
À sede do Grupo Ciclo Alpalhoense compareceram 45 pessoas, 16 dos quais do sexo feminino. Aplicados os exames de saúde só duas pessoas não puderam repartir o seu sangue.
Na grande família dos dadores entraram uma mulher e cinco homens, a maioria jovens. Quanto ao Registo Nacional de Dadores Voluntários de Células de Medula Óssea foram mais dois os que passaram a inclui-la.
O Almoço convívio foi apoiado pela Junta de Freguesia de Alpalhão e servido na Feira dos Enchidos desta terra do Concelho de Nisa.
Arronches
As iniciativas da ADBSP decorrem aos sábados, da parte da manhã. A 11 de Abril estaremos na sede do Rancho Folclórico de Arronches. E a 18 de Abril marcamos encontro nas instalações do Grupo Desportivo Cultural e Social de Vale Cavalos (Freguesia de Alegrete). Em tempo primaveril: não tem desculpas se não nos visitar num destes sábados!
Uma Boa Páscoa para todos! São estes os votos da nossa Associação.
JR

27.3.15

AMIEIRA DO TEJO: Torneio de Ténis de Mesa


PORTALEGRE: Desporto nas freguesias do concelho


VILA VELHA DE RÓDÃO: Apresentação de Iniciativa Economia Cívica aos parceiros locais


Teve lugar na passada terça-feira, 24 de março, na Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, a reunião com as entidades que irão integrar a Comunidade para a Economia Cívica de Vila Velha de Ródão. Presidiram à reunião o Presidente da Câmara, Luís Pereira, membro do Conselho de Administração do Consórcio da IEC ( Iniciativa Economia Cívica) e Maria do Carmo Marques Pinto, Chefe do Consórcio IEC. O Programa de Inovação Societal e Mudança da IEC, foi apresentado por Luis Ferreira, CEO da IEC.
Esta iniciativa decorre de um conjunto de ações que integram o plano de concretização e desenvolvimento da Economia Cívica Portugal e neste dia os parceiros locais: instituições de solidariedade social, empresas com uma política de responsabilidade social e entidades oficiais e associativas de Vila Velha de Ródão, assistiram à apresentação deste projeto cujo modelo de desenvolvimento é baseado na ideia da co-criação colaborativa entre o setor público, a economia privada, a economia social e a cidadania. Pretende-se que deste conceito inovador resulte numa economia de interesse geral que vai procurar gerar respostas de bens e serviços com o objetivo primordial de melhorar a vida das pessoas.
Este programa de Inovação será validado pela cidadania, que elegerá um seu representante para a Comunidade e que, apesar de ter uma duração de 7 anos, se ambiciona continue a trabalhar e a produzir resultados por muito mais tempo.
Luís Pereira, presidente da autarquia, iniciou os trabalhos salientando a importância da adesão do Município de Ródão à Iniciativa para a Economia Cívica referindo que “uma das grandes mais-valias que vejo nesta iniciativa é termos a oportunidade de nos sentarmos a uma mesa e em conjunto procurarmos soluções para o nosso território. Pensamos que é importante para o concelho, para a região e para os municípios que aderiram a este programa inovador, passarmos por cima de situações que nos são oferecidas já formatadas e termos, nós, a possibilidade e a capacidade de desenhar as soluções e de procurar as soluções para os nossos problemas.” 
Maria do Carmo Pinto congratulou-se com o envolvimento das instituições que compareceram à reunião e destacou a importância dos ativos presentes, cujo contributo será fundamental para identificar os problemas e apontar os caminhos para as soluções mais efetivas.
Recorde-se que no dia 25 de janeiro realizou-se, no Fundão, a cerimónia pública de assinatura do Acordo de constituição da Associação para a Economia Cívica Portugal onde foi apresentada esta Iniciativa para a Economia Cívica e assinado o acordo de adesão do Município de Vila Velha de Ródão ao Consórcio.
No dia 6 de abril, em Ródão, será protocolada a constituição da Comunidade para a Economia Cívica de Vila Velha de Ródão que irá integrar a Rede de Comunidades para a Economia Cívica locais, a constituir em cada um dos municípios aderentes.
Após esta constituição terá lugar a sessão de mobilização, prevista para o dia 23 de abril, onde os cidadãos serão convidados a conhecer a Iniciativa e a designar o seu representante que terá assento na Comunidade Para a Economia Cívica Local.
No âmbito do Programa Portugal 2020 que cria mecanismos de apoio favoráveis ao desenvolvimento de iniciativas colaborativas, Vila Velha de Ródão pretende reunir condições para apoiar projetos de inovação e empreendedorismo, nomeadamente na área social.

Estiveram presentes: Representantes do município de Vila Velha, das Juntas de Freguesia, Agrupamento de Escolas, da Adraces, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, Associação de Estudos do Alto Tejo, Santa Casa da Misericórdia, Gafoz, Sociedade Fratelense, Celtejo, Herdade da Urgueira, GNR.
Fonte: CM Vila Velha de Ródão

Nisa acolhe estágio da Filarmónica Infantil do Norte Alentejano


26.3.15

ALERTA! Agência Internacional do Cancro acabou de publicar nova classificação

O HERBICIDA MAIS VENDIDO EM PORTUGAL AFINAL PODE CAUSAR CANCRO EM HUMANOS
A Organização Mundial de Saúde, através da sua estrutura especializada IARC - Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro sediada em França, declarou o glifosato (junto com outros pesticidas organofosforados) como "carcinogénio provável para o ser humano", nomeadamente. Esta classificação significa que existem evidências suficientes de que o glifosato causa cancro em animais de laboratório e que existem também provas diretas para o mesmo efeito em seres humanos, embora mais limitadas.*1
As implicações desta avaliação são profundas. Porque as decisões da IARC não são vinculativas, cabe agora aos governos e outras organizações internacionais tomar as medidas adequadas para proteger as populações. Considerando que este ano o glifosato está em processo de reavaliação na União Europeia, impõe-se a coragem de proibir o seu uso antes que as consequências se agravem.
A situação em Portugal é particularmente grave. Em 2012 aplicaram-se no país, para fins agrícolas, mais de 1400 toneladas de glifosato, e esse consumo tem vindo a aumentar: entre 2002 e 2012 o uso de glifosato na agricultura mais do que duplicou.*2,3
O glifosato, comercializado em Portugal em diferentes formulações por empresas como a Monsanto, Dow, Bayer e Syngenta, entre outras, também é vendido livremente para uso doméstico em hipermercados, hortos e outras lojas e, lamentavelmente, usado com abundância por quase todas as autarquias para limpeza de arruamentos (uma das vias importantes de exposição das populações, segundo a IARC). A Plataforma Transgénicos Fora já em 2014 desafiou as autarquias a aderir à iniciativa "Autarquias Sem Glifosato" mas até agora apenas oito freguesias e quatro câmaras assumiram formalmente esse compromisso.** Neste momento as restantes terão muita dificuldade em justificar a sua inação.
O glifosato está até autorizado para aplicação em linhas de água para matar infestantes, muito embora o próprio fabricante reconheça a toxicidade para os organismos aquáticos, e o impacto negativo de longo prazo no ambiente aquático.*4,5,6 Apesar disso infelizmente não é rotina a análise ao glifosato em águas superficiais ou de consumo pelo que a extensão deste impacto não é conhecida no nosso país (ao contrário do que acontece em muitos outros países - em França, por exemplo, mais de metade das análises a águas superficiais em anos sucessivos revelou a presença de glifosato e do seu metabolito AMPA, o que levou o governo francês a reduzir as doses máximas autorizadas na agricultura).*7
O caso do Linfoma não Hodgkin
Um dos impactos concretamente identificados pela IARC foi entre exposição ao glifosato e um cancro do sangue: o Linfoma não Hodgkin (LNH). Muito embora não se possam atribuir todos os casos deste cancro a uma única substância, é relevante que Portugal apresente, dos 41 países europeus para os quais a IARC sistematiza informação, uma taxa de mortalidade claramente superior à média da União Europeia: é o sétimo país europeu onde mais se morre de LNH.*8 Além disso, a nível nacional o LNH é o 9º cancro mais frequente (1700 novos casos por ano), de 24 avaliados.*9,10
 Mais investigação comprometedora
Publicado ontem mesmo pela Sociedade Americana de Microbiologia, um estudo científico sobre o glifosato e outros herbicidas demonstrou que estes químicos têm um outro lado negativo até agora ignorado: induzem resistência a antibióticos nas bactérias com que entram em contacto.*11 Do ponto de vista médico, e considerando o enorme desafio de saúde pública que a perda de eficácia dos antibióticos está a representar, não podem ter lugar numa sociedade desenvolvida quaisquer químicos que tornam mais fortes os microrganismos patogénicos.
E quanto aos transgénicos?
Mais de 80% das plantas transgénicas produzidas no mundo (sobretudo soja, mas também milho) foram geneticamente modificadas precisamente para receber aplicações de glifosato. Isto significa um acréscimo adicional de resíduos deste herbicida na alimentação, aumento esse que se deve exclusivamente ao uso de OGM. Considerando que os primeiros transgénicos foram autorizados na União Europeia em 1996, não será coincidência que em 1999 a UE tenha aumentado em 200 vezes  a sua tolerência aos resíduos de glifosato na alimentação (passaram de 0.1 para 20 mg/kg no caso da soja).*12 Fica assim evidente que os transgénicos pioram a exposição das populações a substâncias perigosas.
O glifosato apresenta agora uma única dúvida relevante: terão os governos, em particular o governo português, coragem para cumprir o seu dever de proteção da saúde da população? Não é fácil fazer frente a multinacionais com tanto poder como as dos agroquímicos e as das sementes transgénicas - consoante o destino legal que o glifosato vier a receber no seu processo europeu de reavaliação, assim saberemos quem realmente governa os destinos da sociedade.
* Todas as referências podem ser descarregadas aqui: http://tinyurl.com/iarcroundup1

** Ver o mapa em http://tinyurl.com/iarcroundup2

25.3.15

GÁFETE (Crato): IV Matança do Porco


MONTALVÃO: 2º Concerto Comemorativo dos 330 anos do nascimento de Bach


NISA: Vem aí a Romaria da Senhora da Graça


OPINIÃO: Desemprego é crime?

 Instituto de Emprego apenas sabe perseguir pessoas
Para receberem o subsídio a que têm todo o direito, os 740 mil desempregados registados em Portugal passam autênticas provações.
Estas são infligidas pelo Instituto de Emprego, cuja missão seria apoiá-los, canalizando-os para uma nova função compatível com as suas competências profissionais. Mas o IEFP entretém-se a humilhá-los e a tratá-los como se fossem malandros que não querem trabalhar.
Desde logo, os beneficiários do subsídio têm de atestar a permanência na sua morada oficial, como se fossem arguidos obrigados a termo de identidade e residência.
Esta condição é atestada pelas juntas de freguesia, a que os desempregados acorrem num calvário burocrático, cansativo e inútil.
Além do mais, os desempregados estão ainda obrigados à “procura activa de emprego”, devendo demonstrar que envidam esforços para conseguir emprego, missão que deveria ser responsabilidade do IEFP. Como não há criação de postos de trabalho, os cidadãos vítimas de desemprego limitam-se a ir às empresas implorar que estas atestem a sua candidatura a um lugar para o qual não têm apetência ou que nem sequer existe. Obtido o documento, segue o papel para o IEFP. Assim, finge-se a procura de emprego, as empresas fingem entrevistá-los e o IEFP finge que fiscaliza.

Com este tipo de práticas, o IEFP falha completamente a sua missão. Não sabe lidar com o problema do desemprego, apenas sabe perseguir pessoas. O IEFP, bem como este sistema de gestão do desemprego, faliu. Urge encontrar um novo modelo. Que poderá eventualmente passar pelos sindicatos, à semelhança doutros países. Poderiam ser estes a pagar o subsídio de desemprego, desde que recebessem as comparticipações respectivas dos trabalhadores. Estes passariam a ser maioritariamente associados, renovando-se o movimento sindical, hoje reduzido a menos de quinze por cento da força laboral.
Neste novo sistema, os sindicatos deixariam de defender apenas os direitos dos empregados e passariam também a pugnar pelo direito ao emprego de todos os activos. Finalmente, em cada sector, elevadas taxas de empregabilidade garantiriam maior força aos sindicatos, a sua sustentabilidade económica e a sua independência.
Paulo MoraisVice-presidente da Associação Cívica Transparência e Integridade

MONTALVÃO (Nisa): Comissão de Festas promove Dia de Paintball

A Comissão de Festas Montalvão 2015 anunciou um Dia de Paintball para a próxima sexta-feira, dia 3 de Abril, a partir das 9:30 horas no campo de futebol de Montalvão, na entrada da localidade para quem vem do sentido Castelo de Vide/ Póvoa e Meadas.

A Comissão de Festas garante que  “haverá comida e bebida no local” e convida a que todos “apareçam, tragam amigos e roupa a condizer”. 

MARVÃO: X Quinzena Gastronómica do Cabrito e do Borrego

De 28 de Março a 12 de Abril, o Município de Marvão promove a 10ª edição da Quinzena Gastronómica do Cabrito e do Borrego.
 Em plena época pascal, nos treze restaurantes aderentes do concelho, é possível degustar os melhores pratos de Cabrito e Borrego, confeccionados com base em receitas tradicionais.
Em Marvão, o Cabrito e o Borrego assumem um papel primordial na cozinha típica da época pascal. Com base nas mais antigas tradições quaresmais, os restaurantes aderentes vão preservar o imaginário e o acervo gastronómico do concelho, criando e recriando pratos que recordarão o passado. As sugestões vão desde as mais tradicionais às mais imaginativas.
Costeletas de borrego com molho de hortelã, cabrito de cachafrito, chanfana de cabrito, perna de borrego leital com castanhas e cebolinhas, ensopado de borrego na caçarola, borrego assado no forno, ou as tradicionais sopas de sarapatel, são alguns dos pratos que poderá apreciar, em Marvão, nesta quadra festiva.
Sendo a gastronomia um dos grandes veículos de promoção do concelho, o Município de Marvão promove a décima edição desta Quinzena Gastronómica, de forma a dinamizar, ainda mais, a restauração e hotelaria marvanense.
"O Cabrito e o Borrego", uma tradição que se mantém à mesa.

Lançamento do livro "Alpalhão - Património Histórico e Artístico"

A Junta de Freguesia de Alpalhão e a Liga dos Amigos de Alpalhão convidam todos os amigos de Alpalhão a estarem presente no dia 4 de Abril de 2015 pelas 16.00H no Centro Cultural Professor José Maria Moura em Alpalhão, para o lançamento do Livro " Alpalhão Património Histórico e Artístico".
A sessão pública de apresentação contará com a presença do Professor Vítor Serrão.

IMPRENSA REGIONAL: "Alto Alentejo" - edição de 25/3/2015


Poupança energética no município de Nisa

O Município de Nisa, de 2013 apara 2014, reduziu o consumo energético em 289099 kwh, que se traduziu numa poupança de 32946€ na faturação anual e evitou a emissão de 135,9 toneladas de co2 para a atmosfera.
Face às restrições orçamentais, e defensores que somos dos princípios da boa gestão dos dinheiros públicos, temos vindo a analisar os gastos com os encargos obrigatórios do Município, de modo a encontrar soluções mais equilibradas e racionais, que respondam eficazmente a uma boa prestação de serviços e, ao mesmo tempo, impliquem uma redução de custos.
A iluminação pública e a energia que se gasta nos edifícios municipais, para além de representarem um peso significativo na despesa corrente do Município, têm também consequências ambientais nefastas, como a emissão de gases com efeito de estufa, que devemos minimizar.
Nesse sentido, em colaboração com a CIMAA e com a EDP Distribuição, e através de ações desenvolvidas internamente pelos nossos serviços, temos vindo a adotar medidas  que contribuam para uma melhor eficiência energética, que para além da redução dos consumos, seja mais amiga do Ambiente.
Como resultado dessas ações, durante o ano de 2014, a redução do consumo de energia elétrica, relativa a 2013, foi na ordem dos 289099 KWh. Apesar do aumento das tarifas da eletricidade, a faturação do Município em 2014, diminuiu 32946€, face ao valor de 2013, tendo tal redução do consumo evitado a emissão de 135,9 toneladas de CO2 para a atmosfera.
Continuaremos empenhados nesta matéria, procurando as melhores soluções, que visem o duplo objectivo da poupança energética e da Protecção do Ambiente.
Fonte: CMNisa

24.3.15

ALPALHÃO: Celebração do V Centenário de Santa Teresa

“Marvão, Pedras com Alma” para apreciar até final de maio

A exposição de pintura, “Marvão, Pedras com Alma”, da autoria de Albano Pereira, é inaugurada sábado, dia 28, pelas 16h, no Posto de Turismo de Marvão, no âmbito da X Quinzena Gastronómica “O Cabrito e o Borrego”. Esta mostra estará patente neste espaço e na Casa da Cultura até 31 de maio, entre as 10h e as 17h.
 Albano Pereira apresenta, há mais de trinta anos, as suas obras em exposições individuais e coletivas. Com domínio da técnica tinta-da-china aguarelada, escolheu Lisboa, cidade onde sempre viveu, como tema dominante dos seus quadros.
 Este engenheiro civil de formação elegeu os Barretos (aldeia do concelho) como a sua segunda terra. A beleza agreste desta região deu-lhe um novo tema para as suas obras, que já apresentou, em Marvão, em duas exposições (2001 e 2005). A mostra que agora apresenta é o seu contributo para a candidatura de Marvão a Património Mundial.


Morreu o poeta Herberto Helder

O poeta Herberto Helder, de 84 anos, morreu na segunda-feira na sua casa em Cascais, disse esta terça-feira à Lusa fonte da família.
As causas da morte de Herberto Helder não foram reveladas.
Considerado um dos maiores poetas portugueses do Século XX, venceu em 1994 o Prémio Pessoa, que recusou. “Não digam a ninguém e dêem o prémio a outro”, disse na altura.
Herberto Helder Luís Bernardes de Oliveira nasceu a 23 de Novembro de 1930 no Funchal. “A Morte sem Mestre” foi o último livro do poeta, publicado pela Porto Editora, em Junho de 2014, um ano depois de ter publicado “Servidões”.
Entre as suas obras estão ainda “Poesia: O Amor em Visita” (1958), “A Colher na Boca” (1961), “O Bebedor Nocturno” (1968), “Vocação Animal” (1971), “A Cabeça entre as Mãos” (1982) e “A Faca Não Corta o Fogo” (2008).
Reconhecido pela originalidade da sua escrita, era o grande poeta vivo da literatura portuguesa.
in Lusa

Vila Velha de Ródão assinalou o Dia Mundial da Árvore e da Floresta




O Dia Mundial da Árvore ou da Floresta comemora-se no dia 21 de Março mas, na véspera, no primeiro dia de primavera, a Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão associa-se às comemorações da cada vez mais pertinente e significativa efeméride e programou, em colaboração com o Agrupamento de Escolas local, uma iniciativa de plantação de árvores, envolvendo e mobilizando cerca de 100 crianças do jardim-de infância e do 1º ciclo.
Neste dia festivo, especialmente vocacionado para a sensibilização das crianças, para as questões do ambiente e da proteção da natureza, a plantação de árvores foi programada para o Cabeço das Pesqueiras, local nobre de Vila Velha de Ródão e onde o município está a desenvolver um amplo projeto de remodelação dos espaços públicos, destinados a proporcionar à Vila Velha de Ródão um espaço com a centralidade que a sede do concelho não possuía e que se justifica pelas condições existentes, propiciadoras da prática de actividades comerciais, de recreação e de lazer.
 A iniciativa da autarquia foi apadrinhada e acompanhada in loco pelo executivo camarário e proporcionou às crianças, neste último dia das atividades letivas do 2º período, a plantação de cerca de 30 árvores, nos espaços estruturados e previamente definidos no projeto de valorização do local. A alegria contagiante das crianças, a forma motivada como estas abraçaram a actividade, o envolvimento da direcção do Agrupamento e dos professores responsáveis e a colaboração dos serviços de jardinagem da Câmara Municipal, contribuíram para o sucesso desta iniciativa comemorativa, carregada de especial simbolismo e cuja mensagem é especialmente determinante para o processo de formação das crianças.
A GNR associou-se às comemorações deste dia tendo oferecido e participado na plantação de dois carvalhos, espécie autóctone de grande nobreza e de especial significado ecológico.
O local escolhido para a iniciativa, a forma viva e entusiástica como as crianças se envolveram e o significado da data, mereceram da parte de Luís Pereira, presidente da edilidade, o renovar do compromisso de mobilização da comunidade rodense para a participação e dinamização de projectos de valorização comunitária.
 Fonte: CMVila Velha de Ródão