24.5.15

Poesia Social do Alentejo (I)

O cavador (1909)
Sol-posto. Enxada ao ombro, para a aldeia,
Volta da cava, taciturno e lento
O velho cavador. No espaço anseia
Uma angústia febril, na ânsia do vento...

Vem morto de fadiga e sofrimento;
Cai na vasta paisagem que o rodeia
Frio e noite; vão dar-lhe paz e alento
A mulher andrajosa e a magra ceia:

Comem ambos agora ao pé do lume...
Toda a sua ventura se resume
Na comunhão dessa hora benfazeja.

A mulher, finda a ceia, num conforto,
“ Louvado seja Deus!”, murmura, e, absorto,
Responde o cavador: “Louvado seja!”
Conde de Monsaraz

(Lira de Outono – Poemas do Alentejo – livro incluído em Musa Alentejana, ed. do centenário do autor, Lisboa, 1954)

OPINIÃO: Direito de Falar

Apontar o dedo ao tráfico de influências reinante na política em Portugal tem-me custado alguns processos  em tribunal. São queixas de políticos como Luís Filipe Meneses ou Altino Bessa, de promotores imobiliários como Cerejo Bastos, passando por sociedades de advogados como a Sérvulo Correia ou até pelo presidente do Tribunal de Contas, Oliveira Martins. As acusações judiciais que promovem, aparentemente ofendidos, acabam por ser apenas uma forma de tentar calar quem denuncia, em voz alta, alguns dos podres do regime.
Há anos que venho expondo aqui no Correio da Manhã, em entrevistas e conferências ou até em livros, situações de corrupção, conflito de interesses ou tráfico de influências.
Estranho os sinais exteriores de riqueza de Meneses, que ostenta a sua quinta no Douro em revistas cor-de-rosa; lamento a inoperância do Tribunal de Contas em casos de reiterada corrupção, como são as parcerias público-privadas (PPP) rodoviárias; condeno que a sociedade que tenha elaborado o Código da Contratação Pública (Sérvulo Correia e Associados) seja paga por trabalho de “outsorcing legislativo” e de seguida fature ainda mais dez milhões em pareceres e consultas. Não considero legítimo que um deputado possa avaliar em nome do povo negócios no setor do imobiliário e construção e tenha interesses pessoais no mesmo setor.
Em todas as situações, os factos que apresento são objectivos e documentados. Podem e devem ser revelados, discutidos e alvos de juízos. A minha opinião sobre cada um dos assuntos, emito-a no uso de um direito constitucional, a liberdade de expressão.


O recurso sistemático aos tribunais por parte dos visados, para tentarem silenciar a liberdade de expressão, não tem resultado. Em todos so processos até agora concluídos (Oliveira Martins, Sérvulo, Bessa e Bastos), o Tribunal deu-me razão. É bom para mim, claro, mas sobretudo para dar fôlego e terreno ao princípio da liberdade de expressão.
FIO DE PRUMO (I)
Para que servem as geminações de cidades portuguesas com concelhos noutros países?
Deveriam servir para acompanhar os nossos compatriotas emigrantes que lá vivem. E também para cooperação técnica entre serviços que partilhem boas práticas de gestão municipal. Mas muitas vezes não servem para nada, a não ser para justificar viagens de turismo dos autarcas.
FIO DE PRUMO (II)
O porta-voz do programa PS
O secretário-geral do PS, António Costa, nomeou para porta-voz do seu programa eleitoral Tiago Silveira, homem de confiança do ex-primeiro-ministro Sócrates. É também membro da sociedade de advogados Morais Leitão, que representa os maiores grupos económicos. Uma personagem que junta políticas do passado aos interesses de sempre.
Paulo Morais - in "Fio de Prumo" - Correio da Manhã - 23/5/2015

23.5.15

NISA: 15 de Maio - Dia de Santo Isidro (1)

O dia 15 de Maio era dedicado em Nisa ao Santo Isidro, padroeiro dos lavradores. A festa popular, organizada  todos os anos, era bastante concorrida e levava centenas de romeiros à Senhora da Graça, local onde decorriam as celebrações. Era uma festa bastante bonita, com o desfile das carroças ornamentadas por mil flores e cores. Em 1959, por ocasião do Santo Isidro, foi organizado um concurso de poesia popular, sendo as quadras publicadas num livrinho, do qual extraímos algumas que aqui deixamos, como lembrança de data tão festiva que, infelizmente, se deixou de celebrar, ao contrário do que acontece na vizinha Espanha, particularmente em Valência de Alcântara, vila onde o Santo Isidro continua a ser festejado dignamente, tendo a festa, inclusive, sido classificada como manifestação de interesse cultural no calendário da Extremadura.



Vamos ao Santo Isidro
Ao longo da fita branca,
Caminhando sem parar,
Homens, mulheres, crianças
Vão à ermida rezar.

Lá se encontra Santo Isidro
Do lavrador Padroeiro,
O qual lhe vai enviar
Rezas, prendas e dinheiro.

Ao longe, aquela terra
Revolta pelo arado,
- Que outrora era nada –
É mar de trigo dourado.

Lindas carroças floridas,
Caminhando ao deus dará...
Lá vão elas, mui bonitas,
Ver o que a sorte lhes dá.

António de Jesus Alfaia Tremoço 

Padroeiro dos Lavradores
Santo Isidro, Santo Isidro,
Patrono dos lavradores,
Defendei nossos celeiros,
Livrai-nos dos roedores.

Ó meu rico Santo Isidro,
Ó meu santo lavrador,
Eu hei-de dar um carneiro
Ao meu santo protector

Ó meu rico Santo Isidro,
Ó meu santo lavrador,
Defendei nossas searas,
Ajudai nosso labor!

A festa do Santo Isidro
Encerra beleza e cor,
É festa muito bonita,
É festa do “Lavrador”.

Uma carroça enramada
A rodar pelo caminho:
Lá dentro queijos de ovelha
E um belo pipo de vinho.
Adelino Paralta Figueiredo Dinis Vieira

Dádiva de sangue no Crato





No terceiro sábado de Maio decorreu mais uma brigada da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP. Desta vez estivemos no Crato e ao quartel dos Bombeiros rumaram 29 voluntários, dos quais oito mulheres. Os exames de saúde ditaram que três dos presentes não pudessem estender o braço.
Em termos de novos dadores registou-se empate a um: entre os sexos masculino e feminino. E três foram as inscrições no Registo Nacional de Dadores Voluntários de Células de Medula Óssea.
Num restaurante local realizou-se o almoço convívio que contou com o apoio da Câmara Municipal do Crato.
António Eustáquio, da Associação, considera que a colheita decorreu dentro da normalidade, pese embora um pormenor, de calendário, tenha afastado alguns dadores habituais mas com compromissos impreteríveis.
Apelo à doação
O Presidente da ADBSP recorda que se aproxima a época de férias em que há um maior número de acidentes e, como tal, emergentes necessidades de transfusões. Como tal apela à dádiva de sangue!
As próximas brigadas da ADBSP decorrerão em: Santo António das Areias (Marvão) a 30 de Maio, na Casa do Povo; Monforte, a 13 de Junho, nos Bombeiros.
Entre as 09,00 h e as 13,00 horas dum destes sábados esperamos por si!

JR

Elvas assinala Dia Mundial da Esclerose Múltipla

A última quarta-feira do mês de maio foi instituída como Dia Mundial da Esclerose Múltipla.
O Instituto Politécnico de Portalegre assinala a efeméride, no próximo dia 27, com uma iniciativa na Escola Superior Agrária de Elvas, que conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla e da UCC Elvas.com (Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano).
A sessão é dedicada aos portadores da doença, mas também visa sensibilizar para este tema a sociedade, em geral, e a comunidade académica, em particular. A entrada é livre.
Programa:
18h – Boas vindas
18h15 – Testemunhos de portadores

18h45 – Aula de Yoga (Mestre Bertila Ribeiro)

22.5.15

NISA: Inijovem comemora 18º aniversário

A INIJOVEM - Associação para Iniciativas para a Juventude de Nisa assinala amanhã, dia 23, o seu 18º aniversário, com actividades na sua sede e com o seguinte
PROGRAMA 
14:00 horas - Início do Torneio de Sueca
A partir das 22:30 horas - Concerto com "NOT YET"

Haverá Bolo e Champanhe!

Trans-Ibérica em BTT Tejo/Tajo Vivo

 Atletas da maior travessia em BTT da Península Ibérica entram em Portugal na próxima quarta-feira
Os atletas da Trans-Ibérica em BTT Tejo/Tajo Vivo começaram a pedalar no passado dia 18 de maio, na nascente do Tejo, na Serra de Albarracín (Espanha), e na próxima quarta-feira, dia 27, já irão entrar em território nacional. Percorrer 1.210km, em 13 dias, naquela que é a maior travessia em BTT da Península Ibérica é o desafio dos participantes, que chegam ao Parque das Nações, em Lisboa, às 14h, no dia 30 de maio.
Chegam a Vila Velha de Ródão com 952km pedalados e mais de 11 mil metros acumulados de subidas. Para trás deixam imagens de um Tejo bem diferente do que visualizamos em Portugal. “Como esta edição foi mais cedo que o ano passado, é possível ver as paisagens mais verdes, o rio com mais água”, relatou Ricardo Salgueiro à rádio TSF, sobre a primeira etapa desta grande aventura. Já o segundo dia em duas rodas “foi à Trans-Ibérica, etapas longas e com algum acumulado”, descreve o atleta de 26 anos no relato diário.
Após esta jornada de trilhos abertos em que só passa a bicicleta alternados por estradões, os participantes tiveram uma etapa de transição, como partilhou outro atleta, Ricardo Pereira, numa rede social, “o Tejo abandonou a serra de Albarracín e as suas imensas falésias e desfiladeiros onde nasce e leva agora o seu caudal a mais baixa altitude. O desnível de subida é agora menos brusco e o Tejo já toca algumas localidades, engrossou o seu leito e avistámos a sua primeira grande barragem com uma enorme albufeira”.
No quarto dia de percurso já o rio, segundo o atleta abrantino “abandonou definitivamente a montanha e foi mais urbano. O seu curso foi feito quase na totalidade em planície e a cor verde e límpida que o caraterizava passou a um tom mais triste e acastanhado devido às imensas fábricas que já nele depositam as suas descargas industriais”. Esta etapa entre Zorita de los Canes e Aranruez “foi rápida, rolante e com pouco acumulado de subida”, marcada por um almoço a convite da presidente da Câmara de Fuentidueña de Tajo (Espanha) que quis demonstrar o seu apoio a esta iniciativa do projeto Tejo/Tajo Vivo.
Já a jornada de hoje “foi pensada para relaxar após os dias de serra, curta, rápida e relativamente fácil”, descreve a atleta Sónia Lopes. A etapa sprint foi aproveitada para os participantes “rolarem e desfrutarem de um percurso sempre interessante, sem grandes declives e com o Tejo por perto até às portas de Toledo”.
Depois de Toledo a travessia vai passar este fim-de-semana por Talavera de la Reina, Bohonal de Ibor, seguindo para Serradilla e Alcántara no início da semana. Após Vila Velha de Rodão, Abrantes e Santarém são duas etapas importantes, em que os atletas são acarinhados pelas comunidades.

A aventura turística ibérica irá terminar em Lisboa, no dia 30 de maio com um acumulado de subidas de mais de 16 mil metros, que chega a atingir 1.688 metros de altitude. A chegada, pelas 14h, junto ao Pavilhão de Portugal no Parque das Nações será marcada pela devolução à foz da água recolhida na nascente e serão entregues as lembranças de participação e prémio finisher aos atletas

 Relembramos que esta travessia pretende afirmar os territórios ibéricos, situados nas margens do Tejo como um destino turístico integrado. E surge por iniciativa de 17 Associações de Desenvolvimento Local portuguesas e espanholas, que num projecto denominado de Tejo/Tajo Vivo, apoiado pelo Programa de Desenvolvimento Rural (ProDeR), desenvolvem várias acções com o fim de aumentar a competitividade e promover o desenvolvimento económico, social e ambiental destas localidades ribeirinhas. Em Portugal é representado pela ADRACES – Raia Centro-Sul, Pinhal Maior – Pinhal Interior Sul, LEADER SÔR – Alto Alentejo, TAGUS - Ribatejo Interior, ADIRN – Ribatejo Norte e APRODER – Ribatejo.

NISA: Lançamento do CD do grupo de música popular Fora d´Horas


HISTÓRIA LOCAL: O Culto de Santo António pelo povo de Arez

 O texto que apresentamos da autoria de Teresa Subtil e publicado em 1998, trata do culto popular a Santo António, em Arez. O artigo começa por fazer uma introdução biográfica sobre a figura de Santo António, e desenvolvendo, depois, algumas explicações sobre a importância e a popularidade deste Santo, nas tradições nacionais. Transcrevemos, aqui, a parte, respeitante a Arez, objectivo central do texto.
As manifestações do culto de Santo António em Arez
Em Portugal não existe um dia específico para as manifestações do culto a Sto António; existem sim, vários dias de culto local cujo impacto e celebridade são variáveis. Estes mesmos dias, ainda hoje celebrados, são o reflexo vivo da importância deste Santo na pregação da religião. A tradição de Arez é disso um exemplo.
Primeiro, existem dois tipos de manifestações de culto a Santo António na freguesia de que estamos a tratar, são elas:
- A Romaria à Capela deste mesmo Santo, culto de já há vários séculos, que ocorre na 2ª feira a seguir ao dia de Páscoa, junto à Capela rural do séc. XIV, por sua vez situada a 3 Km da povoação de Arez e cuja construção está ligada à lenda que iremos apresentar em seguida. Esta romaria é, sem dúvida alguma, o testemunho vivo da simbiose entre o espírito de festa e fertilidade das gentes do campo e a prática da religião correspondente aos anseios dessas mesmas gentes da terra. O seu objectivo consiste em aproximar os diversos grupos familiares que vão até à Capela orar, do seu modo, ao Santo António; outrora poder-se-ia encontrar a imagem deste Santo durante todo o ano na Capela, contudo, hoje, a imagem encontra-se na Igreja Matriz de Arez, de onde é levada no referido dia, para o campo com o intuito de se lhe fazer em honra uma procissão e, um convívio com refeição durante todo o dia.

- As festas de Verão em honra de Santo António são uma outra tradição, ainda que um pouco mais recente, também são reflexo secular da identidade do culto com as gentes do campo e os seus princípios mais sagrados, como por exemplo os de fertilidade e alegria.
Esta tradição decorre no primeiro fim de semana de Agosto e na 2ª feira que se lhe segue; antigamente a festa coincidia com a feira anual, sendo também feitas outras manifestações de gosto popular como por exemplo, o arraial nocturno, a tourada à vara larga, a alvorada no Domingo, seguida de uma missa e uma procissão cujo acto de se enfeitarem os andores com flores e fitas e, se levarem colchas no meio da procissão, onde se depositam esmolas para a igreja e/ou Comissão de Festas, vai de encontro aos princípios de fertilidade do povo que se uniram, numa relação de interdependência, à religião.
Actualmente é um pouco diferente, já não se faz a feira, fazem-se sim outras acções mais aptas ao espírito do tempo, é-nos disto exemplo o tiro aos pratos e as várias provas de atletismo.

Uma outra forma para comprovar a simbiose entre a religião e as crenças pagãs são as lendas e a já referida lenda da Capela de Santo António, abaixo narrada é-nos disso testemunho.
- Conta a lenda que o povo de Arez começou a construir a dita Capela num terreno chamado “A Tapada dos Pinheiros”. Acontece que quando os trabalhadores no dia seguinte a terem edificado algo, voltavam ao seu local de trabalho, não encontravam nem a sua construção, nem o seu material. Das várias vezes que o sucedido se verificou registou-se sempre a informação de que todo o material e construção eram encontrados, igualmente dispostos, a 2 Km do local inicialmente pretendido para a obra.. Constou-se então que era o Santo António que deslocava todo o material para o referido sítio, pois era aí que queria que lhe edificassem a sua Capela.
A Capela acabou por ser construída no local onde eram encontrados as matérias da construção, sendo colocado um nicho, com a data do término da obra, no sítio inicialmente pretendido.

Para concluir, temos que deixar claro que tudo isto é válido na compreensão do processo religioso das gentes do sul: gente agarrada à terra, de grande alegria, mas não menos crente por isso. Gente que ainda hoje vive religiosamente de acordo com os seus anseios.
Destruir estas tradições, seria o mesmo que exterminar a identidade interminável de um povo, maioritariamente idos, com princípios já muito enraizados. Seria o mesmo que tentar abalar os únicos potenciais que ainda restam às povoações do interior, cuja localização geográfica não é favorável a outras formas de exploração que não sejam as turísticas.
O caminho ideal, para não fazer destas freguesias um deserto - e, agora falamos em particular de Arez – está longe de ser alcançado. No entanto, cabe-nos a todos nós valorizar os seus únicos potenciais, a tradição.
Só tendo este gosto valorativo e compreensivo, sem cair em excessos, é que podem ir surgindo planos imaginativos e racionalizados para o aproveitamento destes potenciais.

Teresa Subtil in “O Distrito de Portalegre” 3/7/1998

NISA - Futebol de Veteranos: Nisa e Benfica - F.C. Crato


20.5.15

GNR: Militares do PTer Marvão impedem suicidio


No dia 20 de maio de 2015 pelas 08h00 o Posto Territorial de Marvão teve conhecimento do desaparecimento de um indivíduo do sexo masculino, com 43 anos de idade, da localidade de Mação, o qual já teria enviado mensagem de despedida à família com intenções de cometer o suicídio.
Segundo informações do irmão do mesmo, este estaria no interior da vila de Marvão.

A patrulha desta Guarda localizou o mesmo junto à muralha do castelo, tendo este ao avistar a patrulha saltado uma grade de ferro, sendo agarrado por um braço por um dos militares que ao ser de imediato ajudado pelo camarada de patrulha conseguiram evitar que este cometesse o suicídio, lançando-se da muralha.

Festa Ibérica da Olaria e do Barro com mais de meia centena de olarias de Portugal e Espanha

A Festa Ibérica da Olaria e do Barro vai decorrer entre os dias 22 e 24 de maio em S. Pedro do Corval com a participação de mais de meia centena de olarias e ceramistas de Portugal e de Espanha.
A Festa Ibérica da Olaria e do Barro é um certame organizado pelo Município de Reguengos de Monsaraz, Junta de Freguesia de Corval e Ayuntamiento de Salvatierra de los Barros que junta os dois maiores centros oleiros da Península Ibérica, nomeadamente S. Pedro do Corval, no concelho de Reguengos de Monsaraz, e Salvatierra de los Barros, na Extremadura espanhola.
A Festa Ibérica da Olaria e do Barro é um evento transfronteiriço de promoção cultural e turística de uma importante manifestação artística e artesanal: a olaria.
Organizada em anos alternados em cada município há mais de duas décadas, com esta iniciativa pretende-se valorizar a olaria, chamar a atenção para o seu valor artesanal e artístico e apontar estratégias para o seu desenvolvimento económico e profissional.
S. Pedro do Corval é considerado o maior centro oleiro de Portugal, com 22 olarias em actividade, podendo assistir-se a execução ao vivo e adquirir peças produzidas pelos artesãos. Nesta 21ª edição da Festa Ibérica da Olaria e do Barro vão participar 45 olarias portuguesas, entre as quais 16 de S. Pedro do Corval.
Estarão também presente oleiros e ceramistas de norte a sul do país, vindos de Condeixa-a-Nova, Almoster, Ericeira (duas olarias), Reguengos de Monsaraz, Sintra, Beringel, Mourão, Cartaxo, Oeiras, Venda do Pinheiro, Redondo (duas olarias), A-da-Beja, Mafra, Santo André, Lagoa (duas olarias), Galegos S. Martinho, Mem Martins, Póvoa de Santo Adrião, Vila Nova de Milfontes, Estremoz, Braga, Loures, Queluz, Cacém, Évora de Alcobaça e Mangualde.
Espanha estará representada com sete olarias de Salvatierra de los Barros.
A Festa Ibérica da Olaria e do Barro abre ao público, pelas 10:00 de sexta 22 de Maio, e poderá ser visitada diariamente até à meia-noite.
Também pelas 10:00 terão início as Jornadas Ibéricas de Olaria e Cerâmica, que vão decorrer na Casa do Barro, o centro interpretativo da olaria de S. Pedro do Corval que será inaugurado pelas 18:00, bem como a Festa Ibérica da Olaria e do Barro.
A partir das 21:30, no Festival Ibérico de Música Popular e Tradicional, haverá um espectáculo com Nayara Ballet Flamenco de Sevilha.
No sábado, entre as 14:00 e as 20:00, decorre o programa "Aqui Portugal", da RTP1, uma emissão em directo com muita música, entrevistas e reportagens do concelho.
À noite, no festival, e a partir das 21:30, realiza-se um concerto com a banda e o coro polifónico da Sociedade Filarmónica Corvalense.
No domingo, o Festival Ibérico de Música Popular e Tradicional apresentará pelas 17:30, um espectáculo, com o Grupo Flamenco Chanela, e outro pelas 21:30, com o grupo D. Laura e Teresa Tapadas.
"A Festa Ibérica da Olaria e do Barro é uma homenagem viva à arte da olaria, através de exposições, demonstrações, jornadas ibéricas e música tradicional. Esta edição ficará marcada pela inauguração da Casa do Barro, um centro interpretativo que visa preservar, promover e assegurar a sustentabilidade da olaria de São Pedro do Corval, proporcionando a todos os visitantes o conhecimento e a aprendizagem sobre a arte oleira e o barro através de oficinas, palestras e outras actividades, refere a nota de imprensa.
Gonçalo Jordão, muralista que fez parte da equipa do filme Grand Budapest Hotel, de Wes Anderson, que ganhou um Óscar de Hollywood na categoria de Melhor Direção Artística, pintou cinco painéis na Casa do Barro.
Um dos painéis é sobre os diferentes tipos de barro e os restantes são alusivos aos quatro elementos da natureza, terra, água, ar e fogo.

PORTALEGRE: Tertúlia "Mulheres com M Grande" na Biblioteca Municipal


POESIA POPULAR: A saúde enferma


A saúde está doente
Em Portalegre há hospital
Mas não devia de haver
Quem vai para lá menos mal
Acaba por lá morrer.
I
Fui lá para ser examinado
E vos digo para já
Quem não morrer “matam-no” lá
Está o caso encerrado
Fica mais um lugar vago
Isto é assim tal e qual
Trocam o bem pelo mal
Acreditem podem crer
E sempre ouvi dizer
Em Portalegre há hospital.
II
O exame que lá fiz
Essa é logo a primeira
Meteram-me numa "betoneira"
E taparam-me o nariz
Só respirei quando ele quis
Ouvi um para o outro a dizer
Este também vai morrer
Porque a morte o persegue
Há hospital em Portalegre
Mas não havia de haver.

III
Responsabilidade não interessa
As opiniões são várias
Tudo são infecções urinárias
Até uma dor de cabeça
Nenhum médico se esqueça
Que não há pensar igual
Mas temos muito hospital
Com outras opiniões
E vai p´ra baixo dos torrões
Quem vai para lá menos mal.
IV
As máquinas estão envelhadas
Mas por mando de alguém
Os exames estão sempre bem
Mesmo com elas desligadas
Ficam as pessoas enganadas
Depois de tanto sofrer
No corredor a gemer
Ficam na ponta da unha
Quem lá não tiver uma cunha
Acaba lá por morrer.

António Elias Estróia (Abril de 2015)

NISA: Comemoração do Dia Mundial da Criança


GÁFETE: Jogos Tradicionais - 6ª edição


NISA e GAVIÃO: Festival Alentejo Feel Nature 2015

O Portugal Walking Festival – Alentejo Feel Nature 2015 é uma das boas razões para começar a conhecer este território, pelo que o convidamos a fazer do Alto Alentejo, mais propriamente de Nisa e de Gavião, o seu destino de lazer no primeiro fim de semana de Junho de 2015.
Aceite este convite e ponha-se a andar !
Alentejo Feel Nature, claro.
Programa do Festival
Realiza-se no Alto Alentejo, nos concelhos de Nisa e Gavião, de 5 a 7 de Junho de 2015 mais uma edição do Portugal Walking Festival, a primeira no território do Alentejo. O tema é Alentejo Feel Nature e visa o início da promoção regular de grande amplitude na promoção da Rede de Percursos Pedestres do Alto Alentejo e na divulgação turística deste território através da prática de Passeios Pedestres.
Esta é uma rede de percursos pedestres da iniciativa de vários municipios, coordenada e apoiada pela CIMAA - Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, com o apoio da Iniciativa PROVERE InMotion e cofinanciamento do InAlentejo-QREN-UE Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Sexta Feira 5 Junho 2015
16:30h - Passeio Cultural Urbano em Nisa
Início no Posto de Turismo de Nisa
18:00h – Acolhimento no Posto de Turismo de Nisa
19:00h - Cerimónia de Abertura em Nisa
20:00h - Jantar em Nisa - A anunciar o local
Sábado 6 Junho 2015
Programa Portas de Rodão
09:45h - Encontro em Cemitério do Arneiro - Freguesia de Santana (Nisa)
10:00h - Saída do passeio “Subir às Portas de Rodão”
Baseado no ‘NIS PR4 Trilhos do Conhal’
17:00h - Final previsto do passeio
20:00h - Jantar de Festa em Alpalhão - Hotel Monte Filipe
Programa Rio Tejo
10:45h - Encontro em Castelo de Amieira do Tejo
11:00h - Saída do passeio “O Tejo a Seus Pés”
Baseado no ‘NIS PR1 Trilhos das Jans’

16:00h - Final previsto do passeio
20:00h - Jantar de Festa em Alpalhão - Hotel Monte Filipe
Domingo 7 Junho 2015
09:30h - Concentração na Praia do Alamal
10:00h - Saída em autocarro para Castelo de Belver
10:30h - Brinde ao Alentejo
11:00h - Saída do passeio “Belver e o Espelho do Tejo”
Baseado no ‘GAV PR1 Arribas do Tejo’
16:00h/17:00 - Final previsto do passeio
17:30h - Cerimónia de Encerramento na Praia do Alamal
Descrição das Atividades
Passeio Pedestre "Subir às Portas de Rodão"
Há maravilhas naturais que impressionam pela sua grandiosidade como é o caso das Portas de Rodão. Acidente geológico que marca de forma vincada a paisagem e condiciona o curso do Rio Tejo e toda a história desta região onde, em tempo, terminou a navegabilidade. Foi por aqui que romanos, e muitos depois deles, exploraram o ouro que o rio trazia no seu leite, aqui se controlaram as passagens de exércitos, de caravanas, de comboios e de gentes. Esta foi e sempre será a fronteira natural entre duas regiões ligadas pelo Tejo. Para lá ficam as serranias bravias do Centro, para cá desenham-se os terrenos escarpados do Alto Alentejo. Este é um território que merece ser pisado com calma, levando os silêncios e os olhares de uma terra bravia.
Passeio guiado. Siga sempre as instruções dos guias e monitores.
Percurso: Natural, rural e à beira rio, com passagens por trilhos pouco marcados e uma subida acentuada até ao ponto de vista das Portas de Ródão.
Região: Alentejo.
Local: Nisa.
Temáticas: Natureza, Geologia, Paisagem, História.
Assuntos de interesse: Ribeira de Nisa, centrais eléctricas, termas da Fadagosa de Nisa, Rio Tejo no Alentejo, Arneiro, Santana, Escarpa de falha do Ponsul, Conhal do Arneiro, Portas de Ródão, Castelo do Rei Wamba, lenda
Buraco da Faiopa.
Distância: 20Km.
Duração aproximada: 7 horas.

Desnível máximo: 300m.
Subidas: Três. Uma algo acentuada.
Dificuldade: Média(+) a Alta
Local de encontro: Parque de estacionamento do Cemitério do Arneiro (Freguesia de Santana).
Coordenadas geográficas (GPS): N39º36'28'' W07º41'450''
Acesso: De Nisa, siga a N18 em direcção a Castelo Branco. Siga sempre em frente (11km). Vire a esquerda em direcção a Arneiro / Duque / Pardo (CM527). Passe o corte para Monte do Pardo (do lado esquerdo) e 850 metros depois vire no estradão a esquerda em direcção a Velada; vire logo a direita junto a um muro branco (muro do cemitério). De Nisa até ao ponto de encontro, são 14km (20 minutos); desde o corte na N18, são 3,3km.
Onde estacionar: No parque de estacionamento em frente ao cemitério.
Observações: Não é possível fazer os seus abastecimentos no local de encontro.
Passeio Pedestre "O Tejo a Seus Pés"
No fundo de um vale esquecido há muito, guardado como se fosse um tesouro, um castelo recorda os tempos da linha de defesa do Tejo. À sua volta, Amieira testemunha a importância deste rio, quer nas suas gentes quer nas suas terras: o Tejo impôs-se como o centro de tudo o que o rodeia.
Numa das suas margens, os viajantes da linha da Beira Baixa desfilam nas carruagens, encantados com as vistas deslumbrantes. E na outra margem, do lado do Alentejo e mais perto ainda das águas do Tejo, o caminhante tem o privilégio de calcorrear um antigo muro de sirga que ficará na sua memória. As deslumbrantes vistas fazem-nos pensar em quantos outros antes de nós seguiram as mesmas vistas, as emoções, as cadências, ...
Passeio guiado. Siga sempre as instruções dos guias e monitores.
Percurso: Em meio natural e rural, por trilhos de natureza. Um troço de vários quilómetros num caminho empedrado, que pode ser escorregadio. Uma descida muito inclinada e alguns troços de alcatrão.
Região: Alentejo.
Local: Amieira do Tejo
Temáticas: Natureza, Paisagem, História e Pré-história.
Assuntos de interesse: Amieira do Tejo, Castelo, Linha de Defesa do Tejo, Ordem de Malta, Vila Flor, Barragem de Fratel, Arte rupestre, Barca da Amieira.
Distância: 15Km
Duração aproximada: 5 a 6 horas
Desnível máximo: 230m

Subidas: Várias suaves, uma longa.
Dificuldade: Média
Local de encontro: No largo em frente ao Castelo de Amieira do Tejo
Coordenadas geográficas (GPS): N39º30'494'' W07º48'950''
Acesso: Vindo do Gavião, sair pela N118 em direcção a Nisa. Seguir o IP2 em direcção a Castelo Branco e sair em direcção à Amieira do Tejo. Continuar sempre em frente até Amieira. Uma vez na povoação, seguir as indicações para o Castelo. De Lisboa, sair da A23 em direcção a Portalegre / Nisa (saída 15), continuar no IP2. Passar a barragem do Fratel e sair em direcção à Amieira do Tejo. Continuar sempre em frente até Amieira. Uma vez na povoação, seguir as indicações para o Castelo.
Onde estacionar: Não é fácil, pelo que deve chegar com tempo para encontrar lugar numa das ruas de Amieira. Há um pequeno estacionamento à entrada da povoação perto da Sociedade Recreativa e outro junto à Igreja (do lado de cima). Estacionar bem o carro de forma a não impedir a passagem.
Observações: Pode tomar café e fazer os seus abastecimentos no local de encontro. Levar um bom calçado para piso escorregadio e roupa adequada para proteger os braços e as pernas da vegetação.
Passeio Pedestre "Belver e o Espelho do Tejo"
Entre o Alentejo e as Beiras, trilhos ancestrais percorrem terras de vistas largas, de montes e vales sublinhados pelo Tejo. Aqui, o rio corre tão devagar entre as suas margens, que forma um espelho e assim realça uma paisagem cheia de encanto. Lá do seu alto, imponente e omnipresente, o castelo contempla a sua própria imagem reflectida nas águas do Tejo, nas águas deste rio que lhe deu a sua razão de ser: Belver está sempre de vigia e domina o território à sua volta. Mas aqui, é o rio que se perde na história e consegue levar o Alentejo do lado da Beira, criando um caso de transbordo geográfico pleno de vistas largas, de uma natureza pura e de costumas ancestrais bem escondidos.
Passeio guiado. Siga sempre as instruções dos guias e monitores.
Percurso: Em meio natural e rural, por trilhos de natureza. Alguns troços de asfalto.
Região: Alentejo.
Local: Belver
Temáticas: Natureza, Paisagem, História e Pré-história.
Assuntos de interesse: Rio Tejo, Linha de Defesa do Tejo, Ordens militares, Belver, Castelo, Barragem, Anta do Penedo Gordo, Termas da Fadagosa.
Distância: ~12Km
Duração aproximada: 5 a 6 horas.
Desnível máximo: 140m.

Subidas: Várias, algumas inclinadas.
Dificuldade: Média
Local de encontro: Parque de estacionamento da Praia do Alamal.
Coordenadas geográficas (GPS): N39º29'17'' W07º58'06''
Acesso: De Lisboa, sair da A23 em direcção ao Gavião / Belver (saída 13). Depois de chegar a Belver, atravessar a povoação e sair em direcção ao Gavião. Passar a ponte sobre o rio Tejo e virar logo no primeiro corte à direita (direcção Cadafaz / Alamal). Subir 1 km e virar novamente à direita na direcção do Alamal. Descer até à praia fluvial e estacionar em frente ao centro do Inatel. Do Gavião, seguir as indicações para Cadafaz / Alamal / CIL do Alamal na rotunda junto a N118, e a direcção para Mação / Belver na segunda rotunda. Continuar em frente e seguir as indicações para Alamal. Descer até à praia fluvial e estacionar
Onde estacionar: No local de encontro.
Observações: Pode não ser possível fazer os seus abastecimentos e tomar café no local. Pode tomar café em Belver ou no Gavião e fazer os seus abastecimentos no Gavião, mas faça-o com tempo. Várias passagens difíceis para pessoas sujeitas a vertigens, inclusive uma pequena ponte suspensa.

VILA VELHA DE RÓDÃO: Desfile de Moda e Tendências

A Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão vem convidar o Vosso órgão de comunicação social a estar presente em Vila Velha de Ródão, no próximo dia  23 de maio (sábado), às 21h00, na Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, para assistir ao Desfile de Moda e Tendências (conforme convite abaixo).
Mais informação:
Apresentação da coleção inspirada na Arte Rupestre do Vale do Tejo, da autoria de Sabrina Mendes
Participação de ex-alunos da ESART e de lojas de comércio tradicional.
Organização: Autarquia de V. V. Ródão
Apoio: ESART e ACICB

CASA DO ALENTEJO: Acção de Promoção “O Tapete está na Rua 2015”

22 de Maio - Casa do Alentejo – Lisboa
18h00 – Abertura
Apresentação do maior Tapete de Arraiolos manufaturado em Arraiolos.
Divulgação da iniciativa “O Tapete está na Rua 2015”
Grupo musical ZANGUIZARRA 5teto
23 de maio
14h00 – Bordadeiras de Arraiolos – demonstração
15h00 – MYSTICAS – Música e Danças Medievais
16h30 – Empadas de Arraiolos
17h30 – Prova de Vinhos
24 de maio

14h00 – Bordadeiras de Arraiolos – demonstração
15h00 – Atuação do Rancho Etnográfico os Camponeses de Arraiolos
16h30 – Doçaria de Arraiolos
17h30 – Prova de Vinhos
Durante esta ação poderá ver:
 - Exposição do maior Tapete de Arraiolos manufaturado em Arraiolos.
- Mostra de produtos regionais

IMPRENSA REGIONAL: "Alto Alentejo" - edição de 20/5/2015


19.5.15

NISA: Câmara divulga programa da 35ª Feira do Livro

A Câmara de Nisa divulgou o programa da 35ª Feira do Livro de Nisa, uma das mais antigas do Alentejo e que decorrerá de 28 de Maio a 1 de Junho.
Para além da exposição e venda de livros, na qual não faltarão certamente as ofertas promocionais, a Feira do Livro de Nisa decorrerá nos espaços do Cine Teatro e contempla um diversificado programa de animação, a abrir logo no primeiro dia com a exibição do filme "Os Maias" pelas 14 horas e com entrada gratuita.
Destaque desta edição da Feira do Livro de Nisa vai para a celebração do centenário do nascimento do poeta popular José António Vitorino, o Ti Zé do Santo, que nasceu em Salavessa (Nisa) a 2 de Fevereiro de 1915, com uma sessão de poesia popular na qual participam alguns conhecidos actores, entre os quais Susana Vitorino, neta do poeta. A sessão evocativa tem lugar no dia 30 de Maio, às 17 horas, no Cine Teatro.
Antes, no dia 29, pelas 21,30h, o grupo de música popular "Fora d´Horas", do Arneiro, tocará alguns números do seu repertório, no lançamento do seu primeiro CD com o título "O Pescador".
No dia 31 de Maio, pelas 16 horas no auditório da Biblioteca Municipal será a vez da apresentação do livro "O Anel de Lázaro", editado pela Colibri, a segunda obra de Luís Mário Bento.
A Feira do Livro termina no dia 1 de Junho, especialmente dedicado aos mais novos, com iniciativas alusivas à comemoração do Dia Mundial da Criança.

Castelo de Vide recebe comemorações do Dia Distrital do Bombeiro

O Dia Distrital do Bombeiro vai ser este ano celebrado em Castelo de Vide no próximo dia 6 de Junho (sábado) integrado nas comemorações do centenário da Associação dos Bombeiros local.
Na ocasião, durante a sessão solene prevista para o final a manhã no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, o Secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida, fará entrega à corporação local da medalha de mérito de proteção e socorro, no grau de ouro e distintivo azul que lhe foi recentemente atribuída pela Ministra da Administração Interna, Anabela Maria Pinto de Miranda Rodrigues.
O programa do Dia Distrital do Bombeiro (que é assinalado no distrito de Portalegre desde 2013 - vd notícia AQUI) para este ano começa logo pelas 9 horas com o hastear de bandeiras no quartel pelo corpo de bombeiros de Castelo de Vide. Segue-se idêntica cerimónia nos Paços do Concelho pelas 9:45 horas com receção das entidades e formatura geral na Praça D. Pedro V.
A receção ao Secretário de Estado João Almeida, está programada para as 10:10 horas imediatamente antes de um "desfile operado pelos elementos dos Corpos de Bombeiros do Distrito de Portalegre".
A organização do evento é partilhada entre a Federação das Associações de Bombeiros do Distrito de Portalegre, a Associação dos Bombeiros de Castelo de Vide e a Câmara Municipal.
in http://noticiasdecastelodevide.blogspot.pt