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29.5.21

D. Maria II estreia espetáculo no Museu do Aljube - Resistência e Liberdade

O que vamos fazer com a revolta, espetáculo com encenação de Sandro William Junqueira, construído a partir de A quinta dos animais, de George Orwell, estará em cena no Museu do Aljube - Resistência e Liberdade de 3 a 6 de junho. Integrado no projeto K Cena, o espetáculo é uma produção do Teatro Nacional D. Maria II em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o Museu do Aljube.
O surgimento de novas formas de totalitarismo é demasiado real nos tempos que vivemos. Em O que vamos fazer com a revolta, lança-se um olhar não apenas para os que dominam, mas sobretudo para os que são dominados. Estar alerta não basta: é preciso fazer qualquer coisa com a revolta. Um espetáculo construído a partir de A quinta dos animais, de George Orwell, O que vamos fazer com a revolta conta com um elenco composto por 13 jovens atores, com idades entre os 14 e os 18 anos.
O espetáculo integra-se no K Cena, projeto lusófono de teatro jovem que se desenvolve simultaneamente no D. Maria II, no Teatro Viriato, em Viseu, no Mindelo (Cabo Verde), em Salvador da Bahia (Brasil) e em São Tomé e Príncipe. Todos partilhando o mesmo tema de trabalho ao longo do ano, num verdadeiro espírito democrático, cada grupo desenvolve o seu próprio projeto, levando à cena um espetáculo único.
Este ano, em Lisboa, O que vamos fazer com a revolta é apresentado no Museu do Aljube – Resistência e Liberdade, numa parceria entre o Museu e o Teatro Nacional D. Maria II.
Ficha artística
Encenação Sandro William Junqueira
A partir de A Quinta dos Animais, de George Orwell
Com Alcino Domingos, Alexandra Serralheiro, Alice Ferreira, Catarina Tiago, Gonçalo Afonso, João de Vasconcellos, Leonor Oliveira, Mariana Riscado, Patrícia Lobo, Pedro Lopes, Rita Bernardo, Sandro Feliciano, Yasmin Bah
Produção Teatro Nacional D. Maria II
Parceria Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Museu do Aljube – Resistência e Liberdade
M/12
Datas: 3 - 6 junho 2021
Horário: Quinta - sábado, 19h | Domingo, 16h
Local: Museu do Aljube - Resistência e Liberdade, Lisboa

16.4.21

"Amores na Clandestinidade" no Museu do Aljube

 

DE 16 A 21 DE ABRIL DE 2021
TRANSMISSÃO ONLINE
Durante o longo período que durou a ditadura Portuguesa toda a resistência e oposição foi perseguida, sendo uma grande parte da luta antifascista feita na clandestinidade. Esse mundo underground que foi sendo criado implicava que pessoas assumissem outros nomes, novas identidades, novas profissões e, muitas vezes, casamentos e relações amorosas que nunca chegaram a ter. Por outro lado, muitos dos casais que se formaram dentro desse combate, casaram-se, tiveram filhos, mantiveram as suas famílias enquanto enfrentavam tortura e penas de prisão, sendo muitas vezes essas relações amorosas e familiares que os mantiveram vivos e à sua luta e resistência.
Este trabalho de teatro documental analisa as relações afetivas e familiares através de entrevistas feitas às pessoas que participaram na luta antifascista em Portugal, assim como aos seus filhos que cresceram acompanhando os seus pais e, muitas vezes, na ausência destes.
Transmissão online
 Espetáculo Gratuito, gravado no Museu do Aljube.
Este espetáculo vai estar disponível para visualização diariamente, entre 16 e 21 de abril, das 19h00 às 22h0.
Inscrições através do link: http://bit.ly/amoresclandestinidade
Após preencher o formulário irá receber no seu e-mail os dados para aceder ao espetáculo.
Para segurança de todos:
- Limite máximo de 22 pessoas no espaço expositivo do Museu, grupos até cinco pessoas; 
- Uso obrigatório de máscara;
- Desinfetante para as mãos em todos os pisos;
- Distância de segurança de 2 metros;
- Cumprimento do circuito expositivo;
Medidas recomendadas pela DGS.

Visite-nos em segurança!


17.1.21

"Cidadania, porque sim." no Museu do Aljube - Resistência e Liberdade

 

Ciclo de Conversas | Cidadania, porque sim! | De 27 janeiro a 16 junho - 18h
O Museu do Aljube Resistência e Liberdade é um espaço de memória, da resistência à ditadura e de luta pela liberdade. A todos desafiamos à reflexão crítica e à abordagem da memória enquanto património cultural e construção de identidade comum. O questionamento e o espírito crítico fazem parte do nosso dia-a-dia, a valorização das liberdades, direitos e garantias é uma prática diária na nossa atividade, o compromisso com uma cultura de diálogo e compreensão é uma das razões da nossa existência. 
A Educação para a Cidadania e para os direitos humanos está na nossa origem, na nossa identidade e na nossa prática, e por tudo isto decidimos lançar o convite para que nos ajudem a pensar e explicar o óbvio: a educação e a cultura são sempre a melhor resposta.
No primeiro semestre de 2021, realizamos um Ciclo de Conversas sobre a importância da educação para a cidadania, ouvindo especialistas e partilhando reflexões, inquietações e compromisso democrático.
Estão todos convidados, seja no auditório ou em streaming nas nossas redes, juntem-se a nós, e tragam um amigo e uma amiga também!
As inscrições são obrigatórias, sendo necessário o preenchimento do formulário de inscrição.
Mais informações em: www.museudoaljube.pt

19.10.20

LISBOA: Depoimentos de ex-prisioneiros políticos no Museu do Aljube

 

Museu do Aljube Resistência e Liberdade | Vidas Prisionáveis - Maria Machado | 21 de outubro - 16h
Vidas Prisionáveis é um programa que recolhe os depoimentos de ex-prisioneiros políticos e de resistentes à Ditadura.
As sessões são gravadas, de modo a permitir a criação de um arquivo virtual para memória futura.
No próximo dia 21 de outubro, às 16h, no nosso auditório, recebemos Maria Machado numa conversa conduzida por Ana Aranha.
Devido à pandemia, a lotação presencial é limitada. A entrada é gratuita, mediante inscrição obrigatória para: info@museudoaljube.pt.

10.9.20

Exposição Temporária sobre Emídio Guerreiro no Museu do Aljube

120 anos do nascimento. Vimaranense, cidadão universal | de 19 setembro a 01 novembro 2020
EMÍDIO GUERREIRO
120 anos do nascimento
Vimaranense, cidadão universal
 A Exposição “Emídio Guerreiro 120 anos do nascimento. Vimaranense, cidadão universal” foi inaugurada na Associação de Socorros Mútuos Vimaranense (ASMAV) em Guimarães a 6 de setembro de 2019, nos 120 anos do nascimento de Emídio Guerreiro. Retrata, numa narrativa simples e dirigida ao grande público, a vida de um lutador pela liberdade, desde o período republicano até ao 25 de Abril de 1974.
Na próxima sexta-feira, dia 18 de setembro, pelas 18h, é apresentada aqui, no Museu do Aljube Resistência e Liberdade e, pode ser visitada pelo público a partir de 19 setembro a 01 de novembro 2020.

2.6.20

Ciclo Intelectuais e Artistas da Resistência

Bernardo Santareno: Português, Escritor, Resistente. 100 ANOS
No dia 18 de junho, o Museu do Aljube Resistência e Liberdade, no âmbito do ciclo Intelectuais e Artistas da Resistência, associa-se às comemorações do centenário do nascimento de Bernardo Santareno, com uma mostra Biobibliográfica, que poderá ser vista, presencialmente, no 4.º piso do Museu do Aljube até 02 de agosto, ou online, no Facebook do Museu.
A mostra reúne alguns dos momentos mais importantes da vida e obra de um dos maiores dramaturgos portugueses em constante desafio ao Estado Novo, à censura, à moralidade e ordem instaladas.
Aproveitamos, ainda, para relembrar que pode visitar a exposição temporária Jaime Cortesão – Cidadão, Patriota, Resistente patente até dia 30 de agosto, na sala de exposições temporárias do museu – antigo parlatório da cadeia do Aljube.

15.5.20

Museu do Aljube Resistência e Liberdade reabertura ao Público

O Museu do Aljube Resistência e Liberdade reabre ao público na próxima segunda-feira, 18 de maio, Dia Internacional dos Museus, com um novo horário e com novas regras, destinadas a garantir a segurança de todos os visitantes e da equipa do Museu.
Assim, numa primeira fase, o Museu do Aljube Resistência e Liberdade passará a estar aberto de terça a domingo, das 11h às 17h, com entradas gratuitas até ao dia 31 de maio, observando-se as seguintes regras:
- Limitação do número máximo de visitantes (limite máximo de 15 pessoas no interior do Museu, sendo proibida a entrada de grupos com mais de cinco pessoas);
- Uso obrigatório de máscara dentro do edifício;
- Disponibilização de desinfetante para as mãos em todos os pisos;
- Respeito de distância de segurança de 2 metros entre visitantes;
- Cumprimento do circuito expositivo do museu;
- Pagamento preferencial com cartão através dos terminais multibanco;
O Centro de Documentação estará também a funcionar com novas regras que pode consultar aqui.