27.2.17

AMBIENTE: Federações da JS de Castelo Branco, Portalegre e Santarém exigem ponto final na poluição do Tejo

O Rio Tejo reproduz, nos territórios que em seu redor orbitam, um conjunto de oportunidades lúdicas, turísticas e económicas que têm de ser tuteladas.Desde a rede de praias fluviais, eminentemente sob dependência da qualidade da água, passando pela atividade piscatória  e agrícola, ou até à restauração umbilicalmente ligado ao rio.
Funciona como dínamo da economia daqueles que atravessa, sendo a sua contaminação um constrangimento suplementar em territórios já de si sufocados pelas assimetrias territoriais.
Para mais, o fomento de políticas públicas assentes na proteção do ecossistema tem de ser erguida à condição de valor absoluto.O desenvolvimento só faz sentido se for integrado,de mãos dadas com a observância da preservação do meio ambiente.O Tejo não pode ser a lavandaria da atividade económica.
O sobressalto em que mergulha não é de agora.Arrastam-se os diagnósticos e as coimas, sem que a delapidação do Tejo e do efeito dominó que tem para as populações circundantes tenha fim à vista.
Assume, pela transversalidade territorial que o caracteriza, problemas comuns ao Distrito de Castelo Branco, Portalegre e Santarém, motivando a concertação de vontades entre as lideranças das estruturas federativas, protagonizadas pelo João Marques, o Eduardo Alves e o Tiago Preguiça, respetivamente, e os seus órgãos distritais. Nesse sentido, vêm as Federações da Juventude Socialista de Castelo Branco, Portalegre e Santarém exigir ao Governo um ponto final na poluição que se abate sobre o curso do rio.
As Federações da Juventude Socialista de Castelo Branco, Portalegre e Santarém.