29.11.16

José Luís Peixoto vai apresentar o guia "Alto Alentejo- Ainda Somos Um Segredo"

No próximo domingo, 4 de dezembro, às 15:00 h, no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, e apresentado pelo escritor José Luís Peixoto, vai ser dado a conhecer ao público o novo guia ALTO ALENTEJO - AINDA SOMOS UM SEGREDO.
Ao longo de mais de 550 páginas, com 1150 fotografias, mapas, infografias de localização, faz-se a apresentação de percursos cicloturísticos,  pedestres e rodoviários, unidades de alojamento, restaurantes ou lojas de produtos locais.
Âmbito territorial
Alto Alentejo, concelhos de: Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Nisa, Marvão, Monforte, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel.
Apresenta marcas territoriais do Alto Alentejo, como: Coudelaria de Alter, Elvas, Festas do Povo, montados da peneplanície do Alto Alentejo, Olaria pedrada
de Nisa, Parque Natural da Serra de São Mamede, Pinturas rupestres, Queijo de Nisa, Alentejo Feel Nature – Rede de percursos em natureza e Tapeçarias de Portalegre.
Apresentação detalhada de temas de forte potencial no Alto Alentejo, como: Natureza (14 Áreas Classificadas), Megalitismo (19 antas e 4 menires), Pinturas rupestres, Herança romana (21 pontos de interesse), Herança árabe (11 pontos de interesse), Castelos e fortalezas (24), Ordens militares religiosas (3) e 35 Espaços museológicos e centros interpretativos.
Também são apresentadas as 15 sedes concelhias.
Também são propostos:
» 11 percursos cicloturísticos
» 39 percursos pedestres por Áreas Classificadas
» 9 percursos rodoviários
» 39 unidades de alojamento
» 25 restaurantes
» 15 lojas de venda de produtos locais
Características
552 páginas - 1150 fotografias - 80 imagens - 6 ilustrações
Cerca de 100 mapas e infografias de localização
Tiragem: 3000 exemplares
PVP: 20,00€
O Papa-figos desvenda um segredo chamado Alto Alentejo.
Um Alentejo diferente onde, na serenidade da planície, se eleva a Serra de São Mamede.
Este é um recanto para quem gosta de caminhar na natureza, pedalar em estradas quase desertas, subir ao céu num balão de ar quente, andar a cavalo ou, apenas, parar e descansar o olhar na paisagem e esperar que o sol se esconda para lá do horizonte.
Não faltam castelos para conquistar, vestígios arqueológicos para descobrir ou testemunhos de outras culturas para reencontrar.
Não faltam restaurantes onde é difícil a escolha entre muitas especialidades regionais, nem unidades de alojamento que ora nos permitem dormir no sossego da natureza, em distintos edifícios históricos ou ao abrigo de arrojadas linhas arquitectónicas.
E, por toda a parte, um segredo que se revela: a simpatia das gentes.
Foge comigo!
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