As empresas são necessárias e as pessoas também.
Ontem dia 26 de Janeiro realizou-se uma sessão pública na Casa de Artes em Vila Velha de Ródão intitulada “Qualidade do ar”, moderada pela presidente do Município, Maria do Carmo Sequeira. Contou com a presença entre outras pessoas, do profº Francisco Ferreira na qualidade de especialista da Universidade Nova de Lisboa, ciências do ambiente, qualidade do ar. Na sessão procedeu-se á apresentação de um estudo utilizando um laboratório móvel em três locais na vila.
Este estudo foi apresentado, acompanhado da indignação da população com abaixo-assinado e o auditório da vila estava repleto. O problema desde há anos que não se vê resolvido, queixas a todos os organismos, á CCDR Centro, à GNR, deputado com pergunta à ministra do Ambiente.
Francisco Ferreira refere que a localização funciona como uma concha, que é este um dos grandes problemas, que á volta da povoação a cota é mais alta. E quando não há vento a situação piora. Sendo a parte da noite e manhã mais complicada devido às baixas temperaturas. Ontem ás 15:00H em Vila Velha de Ródão ainda havia nevoeiro.
Em Nisa há dias em que se sente o cheiro nauseabundo vindo de Vila Velha e que é um contra censo as magnificas Portas de Ródão monumento natural, serem candidatas ás 7 Maravilhas de Portugal. Que não há peixes, que os pescadores vivem da pesca do lagostim. E mesmo estes, “quando há descargas sobem aflitos para as margens com o veneno” palavras do jovem Hugo Sabino pescador e barqueiro do Monte do Arneiro.
Um dos residentes em Vila Velha de Ródão referiu que se a sua casa tivesse rodas já tinha ido embora da localidade.
Há que procurar conjugar no presente e no futuro, o ambiente e o desenvolvimento.
José Moura - 27.01.12

